Tendências de mercado e de consumo: como utilizá-las na estratégia da sua marca
A garantia de um bom ano de vendas, às vezes, vai muito além dos esforços de marketing e divulgação, é um assunto que abrange desde tendências de consumo até o comportamento da geração que se encontra em foco no momento. É sempre importante insistir na ideia de que o mercado é sim um ambiente extremamente saturado e é preciso diversificar as estratégias e artimanhas que te levem a conversar diretamente com o seu público em um lugar de destaque. Neste tópico, surge a necessidade de um exercício de adaptação com a nova realidade, de olho no que consegue te aproximar de quem compra o que você oferece. Vamos entender mais sobre esses novos comportamentos e tendências de mercado, principalmente de 2025, que podem melhorar seu próximo período de vendas: O que são as chamadas tendências de mercado? As tendências de mercado são indicativos de como os consumidores vão se comportar no que diz respeito às compras em um determinado período. Esses direcionais, normalmente resultado de pesquisas geradas por grandes institutos especializados, são reflexos sociais, econômicos e culturais que constituem comportamentos em massa capazes de nortear as suas estratégias e tomada de decisões, já que, a partir desses estudos, você consegue antecipar a recepção de produtos, serviços, propagandas e muito mais. Tais padrões de comportamento são fundamentais para as marcas se manterem relevantes no cenário e para que seus processos, produtos e serviços conversem com as necessidades atuais, se tornando adaptável e cada vez mais competitiva. É importante destacar também que as tendências de consumo são diferentes das de mercado, apesar de estarem fortemente interligadas. Quando falamos sobre consumo, focamos apenas na pessoa física que está na posição de comprador ou consumidor de algo, e aí, ao expandir para tendências de mercado, somamos os estudos direcionados ao CPF com o entendimento do mercado como um todo, movimento das empresas referências no ramo, economia do local e por aí vai. Dito isso, as tendências de mercado também podem ser divididas em três tipos distintos: Modismos, Tendências e Megatendências. Confira cada um deles: Modismos Caracterizadas pelo seu viés passageiro, os modismos são febres que normalmente surgem na internet e possuem uma data de validade próxima. Normalmente são chamadas de trends e é necessária uma resposta rápida das marcas para que elas sejam aproveitadas. A título de exemplo, as paleterias mexicanas que populavam cada esquina do país há alguns anos atrás, mas que atualmente não configuram negócios unicamente pautados nesse produto. Tendências As tendências falam sobre o público de uma forma mais profunda e duradoura e são reflexos de outros indicadores sociais. Exemplificando, podemos falar sobre o trabalho remoto ou home office, que se tornou o “novo normal” no período pandêmico, mas foi um comportamento corporativo que se mantém até hoje. Com a volta do presencial e o regime híbrido, diversas empresas de escritórios compartilhados conseguiram surfar nessa onda e aumentar seus faturamentos. Megatendências Seguindo a lógica do nome, as megatendências são movimentos muito mais expressivos, normalmente datados de 7 anos ou mais. Normalmente, são mudanças muito mais complexas que exigem um tempo maior de produção ou consumo, tal qual os carros inteligentes. Como identificar tendências de mercado? O entendimento das tendências de mercado parte de uma premissa básica de estudo profundo e em tempo real do cenário atual. É preciso que você acompanhe pesquisas, redes sociais, noticiários e fique por dentro de todos os assuntos que possam impactar a sua marca, seja direta ou indiretamente. Além disso, é preciso profissionalizar esse estudo com a análise constante de dados e acompanhamento dos concorrentes. Nesse sentido, a tecnologia é a sua melhor amiga tanto para assimilar as informações, quanto para inovar no que você oferece e surpreender seus consumidores. Entender o consumidor para entender o mercado: quais são os perfis do consumidor do futuro? Como já falamos anteriormente, as tendências de consumo estão fortemente ligadas às tendências de mercado, sendo a primeira uma parte fundamental da segunda. Com isso, vamos entender um pouco mais sobre os principais perfis dos consumidores do futuro, de acordo com pesquisas, para descobrir quais comportamentos de mercado a sua marca deve adotar. Neo-niilistas Muito mais conformados com a realidade que os cercam, o consumidor do futuro entende todos os problemas do mundo atual mas não se coloca como agente causador ou principal combatente. Esse sentimento de impotência, leva-os a abrir mão da responsabilidade sem perder o olhar preocupado e sem se tornar alheio às mazelas. Redutores Indo levemente contra o comportamento dos neo-niilistas, os redutores buscam soluções e se apresentam de uma forma mais inconformada. Por isso, valorizam relações mais humanas como resposta para a alta exposição às redes sociais e privilegiam empresas cada vez mais ativas em causas sociais e ambientais. Eles entendem seu impacto no mundo e querem reduzir os efeitos negativos pensando sempre no senso de comunidade, então, eles esperam esse mesmo comportamento das marcas que vão consumir. Protetores do tempo Os protetores do tempo são uma resposta quase que automática da nova geração aos efeitos da pandemia. Por isso, eles almejam experiências, construção de memórias e coisas que agreguem valor real às suas vidas. São muito mais focados no que viveram ou vão viver do que o que possuem. Pioneiros O último perfil de consumidor do futuro é o pioneiro, caracterizado pela sede de mudança, com ambientes mais inteligentes e capazes de suprir as necessidades atuais, como o metaverso, por exemplo. São os verdadeiros frutos da revolução digital, com um pé no real e outro no virtual, e veem as revoluções tecnológicas como oportunidades de criar um mundo que realmente dê certo. Tendências de mercado 2025: quais são e como utilizá-las na sua marca? Partindo para o prático, agora que você já conhece o perfil dos consumidores para 2025, que tal antecipar alguns dos movimentos do mercado derivados desses comportamentos? Descubra também como colocar esses aprendizados em prática na sua marca: Fator humano Como percebemos um pouco
O que é reputação? Veja 5 características ligadas ao valor de marca!
Você sabe quanto vale a reputação de sua empresa? Esse conceito pode parecer subjetivo demais para ser precificado, mas, acredite, isso é possível! A reputação é um atributo que todos consideram importante para uma marca, mas poucos sabem qual o grau dessa importância. Não é novidade nenhuma que o mundo dos negócios é regido por dados e números, então o conceito subjetivo de valor de marca pode ficar, em alguns casos, de lado para os empreendedores acostumados com uma visão mais tradicional do que é valor de marca. Vamos ressaltar que quando falamos em valor de marca, não estamos necessariamente nos referindo à valuation de uma startup, mas sim ao conceito de reputação construída para valorizar a imagem do negócio. O que é reputação? Em linhas gerais, reputação é a percepção que a sociedade ou grupo social têm de determinada pessoa, serviço, produto ou instituição. Esse conceito já esteve exclusivamente ligado à celebridades e políticos, que vivem, basicamente, do que a massa pensa deles: a opinião pública. Se a reputação é um conceito ligado a todas as coisas, ela é aplicável, inclusive, à uma marca. Sendo assim, a reputação de marca é a visão que o público tem de uma empresa, a maneira como um negócio se imprime para o mundo; uma espécie de avaliação social. Mesmo sem saber descrever ou nomeá-la, toda empresa tem uma. Apesar da maioria já estar bastante familiarizada com o termo, ainda mais as do setor de inovação. Aprenda como construir a sua reputação de marca! Veja abaixo cinco dados que envolvem reputação para entender porque e como sua empresa precisa investir nela. 1. Reputação é construída a partir de posicionamento Nenhum valor vem do nada, muito menos um tão importante quanto a reputação. Então, como nasce essa percepção tão valorizada por empresas? A resposta está em posicionamento. É ele quem constrói reputações sejam elas positivas ou negativas. Para as empresas, esse posicionamento pode ser feito ao assumir o controle das ações de comunicação de maneira estratégica e favorável aos objetivos da empresa. Construir uma percepção positiva é tarefa árdua e esse trabalho deve ser feito em conjunto com diferentes áreas do negócio como o marketing e a assessoria de imprensa. Enquanto a marca constrói uma relação com seu público, ela também deve fazer com que sua mensagem seja enviada o mais longe possível para atingir novos públicos. Não basta que você diga o quão benéfica é a sua empresa ou seu produto e serviço – como fazem as publicidades. Uma boa reputação é atingida quando terceiros afirmam o seu valor, e isso pode ser conseguido a partir de aparições na imprensa tradicional, através do trabalho de relações públicas. 2. Ela é parte do valuation das empresas Se você precisa de números para acreditar na importância de uma reputação, aqui estão eles: a mais recente pesquisa da AMO Strategic Advisors revelou que a reputação da marca representa cerca de 43% do valuation da empresa. Além de provar a importância que todos sabem, mas não conseguem tangibilizar, a pesquisa ainda chegou a outra conclusão importante: em períodos de incertezas de mercado ou momentos de crise política ou econômica, esse valor chega a até 52%. É possível salvar a reputação de uma marca em crise? Outro estudo global, realizado pela The reptrak company durante a crise causada pela pandemia do coronavírus, também provou isso. Desde 2015, a instituição faz um ranking das 100 empresas com melhor reputação do mercado e no período da pandemia houve o maior salto anual de pontuação média das empresas. 3. Ainda mais importante no ambiente digital Uma boa reputação contribui para o crescimento de empresas de todos os setores, mas ela é ainda mais valiosa para empresas que atuam digitalmente. Vamos exemplificar com o e-commerce, mas essa característica vale para todos os negócios que atuem de maneira virtual, como apps de entrega e de corridas. Existe uma expressiva competitividade no ambiente digital, devido a alta gama de opções de compra e ofertas. Então, as empresas se perguntam “como reduzir essa competição e se destacar?” Com reputação! Um novo estudo, desta vez realizado pelo Ipsos Global Reputation Center, mostrou que, globalmente, 87% dos consumidores levam em consideração a reputação da empresa ao comprar um produto. No Brasil, essa concordância sobe para 91% das pessoas. No ambiente digital é imprescindível possuir boa reputação, pois o fato de não estar pessoalmente em uma loja para avaliar os produtos, aumenta a desconfiança do consumidor. Ele precisa saber que está em um ambiente seguro para ter sua tomada de decisão e a reputação é o que vai lhe garantir tal segurança. 4. A reputação dos líderes pode ser transmitida para marcas É impossível separar um do outro, especialmente os executivos de cargos mais elevados, como CEO e outros C-levels. Esses profissionais, muitas vezes, falam em nome da marca e sua imagem está diretamente relacionada a elas. Essa característica pode ser usada para o bem e para o mal. Costumeiramente, os CEO’s fazem os posicionamentos que agregam valor positivo às empresas e fortalecem sua reputação. No LinkedIn, boa parte desse relacionamento é construído, pois os representantes da marca atribuem valor mais “humano” a elas. Se suas reputações estão diretamente ligadas, o perfil desse profissional precisa ser respeitável e admirável, do contrário a marca enfrentará problemas na geração de valor. Vamos a um exemplo recente: Elon Musk. O bilionário se envolveu em repetidas polêmicas ao comprar o Twitter, com atitudes que incluem a demissão em massa dos funcionários, ato que foi criticado e visto como revanchismo. Após tantas repercussões negativas, o resultado chegou: Tesla perdeu US$ 126 bi em valor de mercado. O que explica o ocorrido? Claro, a imagem abalada de Musk respingou na reputação da Tesla – da qual ele é dono. 5. Não basta dizer, tem que fazer! Muitas empresas procuram melhorar sua reputação com ações de governança social e corporativa, performance ou inovação, investindo, por exemplo, em um bom ambiente de trabalho e ações de inclusão. Sim, essas iniciativas são importantes para a reputação
Do off-line ao digital: Conheça os tipos de Marketing
Quantos tipos de marketing você conhece? O mercado está mudando! Disso você já sabe. Mas, com tantas mudanças nas tecnologias, na forma como nos comunicamos e no próprio comportamento dos consumidores, novos tipos de marketing estão ganhando espaço na nossa sociedade. Essas mudanças surgem por conta das novas tecnologias e dos novos profissionais que vão chegando no mercado de trabalho, muitos deles da geração Z, o que acaba trazendo novas visões e perspectivas para as estratégias. Continue acompanhando o artigo para conhecer alguns dos tipos de marketing existentes: 5 tipos de marketing Existem diversas formas de fazer marketing hoje em dia, principalmente com tantos canais e meios de veiculação, e poderíamos passar horas falando de todas elas. Hoje elencamos 5 deles que estão ganhando espaço no mercado e em campanhas no Brasil e mundo afora. Confira quais são e alguns exemplos de aplicação: 1 – Off-line Essa ação normalmente é caracterizada por ser uma das que não estão sendo veiculadas pela internet ou nas redes sociais, como acontece hoje em dia. O tradicional ocorre através dos meios de comunicação convencionais, como a televisão, rádio, telefone e mídia impressa, que podem ser jornais ou revistas. Os comerciais que costumamos ver na televisão – muitos com músicas que grudam na mente – são uma forma de montar estratégias para essa modalidade. 2 – Outbound e Inbound Duas categorias do marketing que se destacam são o outbound e inbound, com nomes parecidos mas funções diferentes. Vamos entender mais sobre essas duas estratégias de atração de clientes. O Inbound tem como objetivo a atração de clientes de forma orgânica. Isso pode ser feito de diversas formas, incluindo a produção de conteúdo de valor, que deve ser feito com objetivo de educar para se tornar referência em meio ao seu público alvo. Espera-se que o resultado final seja uma conexão mais significativa com seus leads, clientes em potencial, para que se construa uma relação de confiança entre a sua marca e os clientes. Enquanto o outbound é uma abordagem mais direta, com objetivo interromper e chamar atenção. Seu objetivo é alcançar a maior quantidade de pessoas possíveis, de forma rápida e mais direta. 3 – De guerrilha Dentre os tipos de marketing, o de guerrilha é um dos mais interessantes e menos convencionais. Atualmente, muitas marcas estão aderindo aos charmes dessa estratégia, demonstrando toda a sua criatividade. Quem não sabe que o Burger King tem uma richa com o McDonald’s? Isso já vem de anos atrás. Em uma estratégia criada em 2016, o Burger King se “fantasiou” de Mc Donalds para o Halloween, como uma fantasia assustadora. No outdoor eles ainda brincaram falando que ainda grelham seus hambúrgueres no fogo, algo que o McDonald’s não faz. Isso é o marketing de guerrilha: a ideia é destacar de forma inesperada e impactante, que cause um efeito em seu público. Trata-se de uma estratégia promissora que pode se favorecer das redes sociais para gerar não só impacto, como boas experiências. 4 – De influência Outra estratégia muito utilizada é o marketing de influência, usado em diversas campanhas para poder ganhar público com as suas personalidades favoritas. Para sua aplicação, as marcas e empresas se conectam com pessoas influentes, podendo ser celebridades e influenciadores digitais, geralmente de nichos que sejam semelhantes ao seu serviço ou produto. Essas pessoas geralmente possuem uma grande base de seguidores em diferentes plataformas e redes sociais, e são capazes de influenciar quem os acompanha a tomar decisões de compra. Pode ser também uma ótima estratégia para quem busca aumentar o awareness da marca utilizando da credibilidade e autoridade de influenciadores. 5 – Marketing de relacionamento Nossa última estrela deste artigo sobre os tipos de marketing, pode se relacionar diretamente com a assessoria de imprensa e relações públicas. Mas antes, o que é o marketing de relacionamento? Essa é uma estratégia que tem como objetivo criar relacionamentos que possam ser fortalecidos com os clientes da sua marca ou empresa, podendo levar à fidelização dos clientes que já estão na casa. Vale destacar que a personalização é muito importante, assim como a comunicação direta e contínua, ofertando valor e engajando com seu público. Mas, o que isso tem a ver com a assessoria de imprensa e relações públicas? Os relacionamentos construídos e fortalecidos não ocorrem apenas entre marca e clientes, mas também com jornalistas, investidores, parceiros e com a comunidade com a qual se comunica. Além do mais, através da assessoria de imprensa, a marca consegue trabalhar o seu reconhecimento na mídia, gerando uma imagem positiva de autoridade em seu segmento e visibilidade. A lógica de que tudo vira pauta! A lógica do marketing mix fica mais simples depois de entender todas as possibilidades. O ideal é sempre buscar atingir seu público com consistência de mensagem, independente da estratégia e do canal escolhido, e sempre combinando os tipos de marketing para alcançá-los em diversos momentos da jornada de compra.
Personalidade de marca: construindo os parâmetros fundamentais para uma reputação sólida
Quando falamos sobre a personalidade de uma marca, estamos nos referindo a uma série de fatores que englobam tudo o que a compõe e representa. Vai muito além de uma logo e uma identidade visual interessante. Portanto, entenda mais sobre os pontos que abrangem esse assunto: O que é personalidade de marca? Assim como cada pessoa tem uma personalidade com traços marcantes, a sua marca também precisa de características que fixem na memória dos consumidores – gerando lembrança. É como a alma da sua empresa. Isso influencia a forma como ela é percebida, se posiciona e se comunica com o seu público. Muitas vezes ela realmente pode ser associada às características reais de uma pessoa, como extroversão, conservadorismo, animação, sofisticação, sinceridade e muito mais. Um forte exemplo disso, é a Netflix, uma marca jovem que demonstra como é descolada e extrovertida até ao responder comentários. Apesar da construção de personalidade demorar certo tempo para ser sólida, é uma etapa que não deve ser negligenciada. É através dela que uma marca poderá demonstrar sua autenticidade e criar uma comunidade com seu público. O que a compõe? Tudo que representa a sua marca são elementos que vão compor a sua personalidade. Alguns deles são: Proposta de valor Antes de qualquer coisa, defina o que é a sua marca, não só pessoas, mas também animais e até objetos podem ser definidos por adjetivos. Pensar nisso auxilia o entendimento do que você quer que as pessoas sintam ao olhar para a sua empresa, e como ela deverá ser percebida. Por exemplo, a Coca Cola pode ser representada pelos adjetivos: família, felicidade e nostalgia. Isso é algo que as pessoas sentem e conseguem notar. Ao passo que mais atributos da sua marca forem definidos, apenas de olhar para ela o consumidor pode entender o que você quer passar. Comportamento O comportamento de uma marca tem bastante relação com as ações que ela toma, as que fazem com que ela se destaque no dia a dia. Esse comportamento vai ser notado ao responder comentários, interagir com seus colaboradores, e também pelas suas atitudes em relação à responsabilidade social, ética e atendimento. Ou seja, o que a sua marca faz pelo meio ambiente e pela sociedade, como ela contribui? Como seus clientes são tratados? As reclamações ficam esperando serem esquecidas? Como ela se comporta no ambiente online e offline? Quais eventos ela está inserida? Identidade visual Parte importante dessa história é como uma marca “aparenta”. Literalmente seu conjunto de logo, cores, tipografia. Após definição do que ela é e comportamento, a identidade visual pode ser mais facilmente desenvolvida. A representação visual deve ser memorável e não escolhida por impulso. O intuito é que tudo seja harmonizado e componha o todo. Como definir os valores, missão e visão? Definir os valores, missão e valores de uma empresa fazem parte da personalidade de marca, é um processo fundamental para a construção de uma base sólida. É algo que influenciará a cultura e estratégias tomadas. Para estabelecer valores, a empresa como um todo precisa entender o que ela valoriza como importante e acredita, considerando pontos como integridade e inovação. A visão auxilia a entender para onde a empresa quer ir, qual é o futuro dos seus serviços, produtos, colaboradores e de tudo que a envolve. Deve ser algo objetivo e simples, levando em conta o que a marca vai se tornar a longo prazo. Onde ela quer chegar? Enquanto a missão é a razão de existir do seu negócio. O que a empresa faz, por que e como? As respostas para essas perguntas devem ser claras e objetivas, assim como inspiradoras. É essa definição que vai motivar os colaboradores e comover o público alvo da sua marca. Personalidade de marca e RP: qual a relação? Ter uma personalidade de marca definida, vai influenciar diretamente no sucesso das estratégias de relações públicas, e ao mesmo tempo são essas estratégias que podem fortalecer a personalidade. O RP vai trabalhar com foco em gerenciar a reputação de sua marca, fazendo com que seja percebida de forma positiva pelo público que você deseja atingir. É também com o trabalho de relações públicas que podem ser criadas narrativas que demonstram o potencial da sua empresa, tornando-a mais humanizada e interessante, tanto aos olhos da mídia quanto dos seus consumidores. Em momentos de crise a agência responsável também vai proteger a sua reputação, e nessas situações a sua personalidade pode ser reforçada ou moldada positivamente. Para saber mais sobre a gestão de reputação de uma marca, leia o nosso artigo: Gestão de reputação: a importância de gerenciar a reputação pessoal e como alavancar? Leia também: Brand essence: o que é a essência de uma marca? | Arquétipos de marca: qual é a sua importância para o branding?
Posicionamento de marca: conceito essencial para a reputação do seu negócio
Entenda o que é posicionamento de marca, qual a sua importância, tipos, exemplos de sucesso e como fortalecer a autoridade da sua marca no mercado.
Posicionamento de porta-vozes e o impacto do Thought Leadership
Posicionamento de porta-vozes é mais do que simplesmente escolher alguém para representar a empresa; é sobre estratégia, autenticidade e comunicação eficaz. No coração dessa abordagem está a escolha cuidadosa de indivíduos que personificam os valores e a visão da empresa. Esses porta-vozes tornam-se os representantes confiáveis que o público associa à marca. O processo de posicionamento deles requer um profundo entendimento da missão da empresa, sua cultura e sua posição no mercado. Quando bem executado, o resultado é uma conexão mais significativa com os stakeholders e uma imagem de marca mais forte para o público. A importância de um porta-voz Quando se trata de negócios B2B (business to business), o LinkedIn se destaca como a plataforma mais adequada para se conectar com outros profissionais e empresas. Mas a presença de uma marca no LinkedIn não deve se limitar apenas a ter um perfil corporativo e recrutar colaboradores. É necessário que as empresas tenham porta-vozes ativos na plataforma, já que eles são capazes de: Estabelecer conexões; Gerar mais engajamento; Construir uma presença relevante para a empresa; Atrair stakeholders e parcerias importantes para o negócio. Os porta-vozes podem utilizar o LinkedIn para compartilhar artigos, opiniões, notícias relevantes e interagir com outros profissionais e seguidores. Isso ajuda a criar uma reputação de confiança da empresa, e aumenta sua visibilidade. A rede social oferece uma série de recursos que podem ajudar esses líderes a se destacarem — O “LinkedIn Top Voice” é um deles. Reconhecendo os influenciadores mais engajados da plataforma, o programa ajuda a aumentar a visibilidade dos representantes da marca. Posicionamento de porta-vozes no LinkedIn O LinkedIn é o lugar ideal para exibir seu conhecimento, compartilhar suas opiniões e destacar suas realizações profissionais e pessoais. Seja um porta-voz, ou não, a rede representa uma oportunidade de se posicionar. Linkedin top voice: uma estratégia de linkedin para porta-vozes da marca Mas, para se tornar um LinkedIn Top Voice, é necessário muito mais do que apenas postar conteúdo. É preciso ter uma estratégia clara e consistente para desenvolver sua presença na plataforma, escolhendo tópicos relevantes e apropriados para o seu nicho e público-alvo, e interagindo com outros usuários para construir conexões. Para um porta-voz, é a chance de expor suas ideias e opiniões com autoridade na rede social, direcionando debates e gerando discussões sobre assuntos relevantes. Esse processo permite que você exponha diretamente sua compreensão sobre o que está sendo discutido — o que ajuda a construir sua reputação dentro e fora da plataforma. Thought Leadership: posicionamento para ser referência A estratégia de thought leadership leva o posicionamento a outro nível, destacando executivos como uma liderança de pensamento em seu setor. Isso implica no compartilhamento de conhecimento valioso, insights e perspectivas que vão além do convencional. É sobre inspirar e orientar, não apenas vender produtos ou serviços. Empresas que adotam uma abordagem de thought leadership não apenas se destacam, mas também moldam o cenário do mercado. Elas se tornam referências, buscadas não apenas pelos consumidores, mas também pelos concorrentes e parceiros de negócios em busca de orientação e inovação. Gerando impacto no mercado O verdadeiro impacto emerge quando o posicionamento de porta-vozes e o thought leadership se fundem harmoniosamente. Os porta-vozes tornam-se não apenas representantes da empresa, mas também catalisadores do pensamento inovador. Essa sinergia cria uma narrativa coesa que ressoa com o público, estabelecendo a empresa não apenas como uma fornecedora de produtos ou serviços, mas como uma líder de ideias. Já ouviu falar de LinkedIn PR? Pensando em extrair o máximo potencial do posicionamento de porta-vozes, nós da MOTIM criamos uma área totalmente dedicada a trabalhar com os perfis de executivos. Nossa estratégia para LinkedIn PR tem como objetivo aumentar suas conexões e ampliar a própria rede, expandindo a mensagem que está sendo passada naquele perfil e trabalhando a reputação de uma marca em consonância com a de seus representantes. Tomando a frente no posicionamento estratégico de líderes de startups para construir uma reputação mais sólida para eles e para as marcas, nós tivemos destaque no Meio & Mensagem, sobre a missão de acelerar a conexão das estratégias de marca com ações de personal branding de executivos. Quer posicionar seus porta-vozes com a MOTIM e, quem sabe, se tornar um LikedIn Top Voice? Entre em contato conosco! Entre em contato com a gente! Leia também: O que é porta-voz e como escolher a pessoa certa para a função
Comunicação corporativa: o que é e como usá-la como diferencial competitivo
Muito se fala sobre uma comunicação assertiva de uma empresa com seus clientes, mas, pensando na sobrevivência sustentável de um negócio, é preciso que esse cuidado seja similar com o que é transmitido para stakeholders e parceiros estratégicos. É nesse cenário que surge a comunicação corporativa, principalmente como uma solução para evitar ruídos e garantir que o seu posicionamento seja claro, coeso e transmitido eficientemente. Saiba mais sobre comunicação corporativa: O que é comunicação corporativa? Pensando na construção de reputação e estruturação da imagem de uma empresa, é preciso que todos os stakeholders desse negócio recebam uma atenção especial quando falamos do que é comunicado e a forma como ela precisa ser transmitida. A comunicação corporativa, ou empresarial, surge a partir dessa necessidade, voltada para públicos diversos e parceiros, que precisam entender sobre o seu negócio, quais as decisões tomadas, próximos passos, posturas. São eles que, acima de tudo, possuem um crivo mais apurado e apresentam maiores objeções na hora de confiar na credibilidade de um negócio. Dito isso, a comunicação corporativa é um conjunto de ações e práticas que conversam com públicos diferentes de uma empresa, que não seja o consumidor final. Nisso, podemos falar de parceiros de negócio, stakeholders, investidores, concorrentes, equipe interna. Mas, mais do que isso, a comunicação corporativa trabalha em torno de um reforço da sua reputação. Com isso, essas práticas consolidam a sua marca para que chegue uma mensagem cada vez mais sólida para o seu cliente. Como exemplo de práticas, podemos citar reuniões, conferências, eventos e apresentações na vertical interna, estimulando a interação e aumento de produtividade dos colaboradores, além de criar um ambiente mais saudável e confortável de se trabalhar. Quando falamos da comunicação externa, destaca-se principalmente presença em eventos, palestras, criação de conteúdo de qualidade em redes sociais corporativas, como o LinkedIn. Qual a importância de uma comunicação corporativa assertiva? Em um mundo cada vez mais competitivo e saturado, saber se posicionar e se comunicar da forma correta é chave para se diferenciar dos outros players do mercado. Com isso, uma comunicação corporativa assertiva é o que pode te aproximar de quem faz o seu negócio acontecer e quem consegue corroborar a sua figura de autoridade. Através de uma estratégia bem consolidada, você consegue atrair investidores, fortalecer a imagem da marca, evitar ruídos – ou seja, assumir as rédeas da sua narrativa -, e, como já citamos anteriormente, é um grande diferencial competitivo capaz até mesmo de aumentar os níveis de fidelização dos seus clientes. Como trabalhar a comunicação corporativa da sua empresa? Se tratando de um tipo de comunicação muito abrangente, na qual diversos canais podem – e devem – ser utilizados para conversar com esses diferentes públicos, existem algumas dicas que podem te orientar na hora de construir um planejamento estratégico. Confira a seguir: Mapeie as suas personas A comunicação corporativa não se restringe apenas a um público específico, mas sim a todo o ecossistema na qual a empresa está inserida. A partir disso, construir uma comunicação assertiva precisa passar pelo estudo e mapeamento das personas a fim de entender o comportamento padrão de cada um e a melhor forma de conversar com eles. Não se esqueça que as personas são perfis semi-fictícios e que servem de norte para entender qual o tom de voz a ser aplicado e até mesmo quais os canais que te possibilitem uma conversa mais direta. Lembre-se também de mapear os seus colaboradores internos, partindo em uma análise mais profunda da sua cultura organizacional. Defina canais de comunicação Uma vez entendido o comportamento dos seus targets, utilize o estudo de persona para definir quais canais serão utilizados, afinal é importante estar onde os seus stakeholders estão. Vale entender também a relação de esforço versus retorno, principalmente quando falamos de canais que exigem a presença dos representantes ou porta-vozes, como eventos ou palestras. As redes sociais se configuram como fortes aliadas aqui, mesmo focando nessa comunicação B2B, principalmente quando olhamos para o LinkedIn e estratégias de produção de conteúdo voltadas para o thought leadership. Exercite a sua cultura organizacional Neste caso, podemos pensar que quanto mais estruturada é a sua cultura organizacional, melhor e mais fácil será comunicá-la para o público externo. O primeiro passo de um bom posicionamento é ter claro o comportamento, tom de voz e personalidade da sua empresa e quais são os valores cultivados. Além disso, como os colaboradores internos configuram um dos públicos a serem atingidos pela comunicação corporativa, trabalhar a sua cultura é fundamental para mantê-los engajados e para criar um ambiente cada vez mais saudável e confortável de se trabalhar. Podemos pensar também nos colaboradores como ferramentas de divulgação a partir da sua satisfação por fazer parte da organização. Monitore os concorrentes Acima de tudo, a comunicação corporativa é um artigo de diferenciação, bem como a reputação da sua empresa. Por esse motivo, é fundamental que você acompanhe o comportamento e presença dos seus concorrentes em canais online e offline a fim de ter uma noção de benchmarking e do que você precisa fazer para se equiparar e se diferenciar. De uma forma geral, a comunicação corporativa é uma seara muito ampla, que possibilita diversas práticas e presença em diferentes canais de comunicação, sempre com o intuito de trabalhar e reforçar a reputação da marca. Estude o seu target e combine isso com os seus objetivos de longo prazo para entender qual a melhor estratégia a adotar. Leia Também: Comunicação Integrada: dicas para um tom de voz consistente
Social listening: o que é e como aplicar essa estratégia?
Entenda o que é social listening, como funciona, suas diferenças do monitoramento de redes sociais e principais ferramentas usadas para acompanhar menções.
O que é brand publishing?
As estratégias de marca buscam construir narrativas cada vez mais protagonizadas pelas empresas, tornando-as donas de suas narrativas e parando de depender exclusivamente da mídia tradicional ou da repercussão dos consumidores. Com isso, o chamado brand publishing ganha força nos times de marketing e correlatos, tornando o canal proprietário da marca como principal canal de comunicação com seu target. Vamos entender mais sobre isso? O que é brand publishing? É conhecido como brand publishing a estratégia na qual a marca se torna responsável pela publicação de conteúdos sobre a empresa em seus canais proprietários e deixa de depender dos veículos tradicionais, como a imprensa. Mas, muito mais do que apenas transformar a sua empresa em produtora de conteúdo ou heavy user das redes sociais, essa disciplina envolve um esforço muito maior de planejamento e distribuição de conteúdo, gestão de dados e interação de todos os canais utilizados. Ou seja, partindo para um viés mais figurado, é como se a sua marca se tornasse um veículo de comunicação nichado – como outro qualquer – que oferece conteúdo de qualidade acerca de um tema, mas que, no final das contas, está promovendo uma marca/empresa através daquele assunto. Nesse sentido, utilizar da estratégia de brand publishing é construir uma cadeia de produção de conteúdo que reforce a figura protagonista da sua marca e construa narrativas cada vez mais alinhadas com os objetivos do negócio. Para finalizar, quando falamos de brand publishing, é bem possível que esse termo esteja atrelado ao conceito de “comunicação desintermediada”, fazendo referência ao caráter independente da mídia que os brand publishers possuem. Por que investir em brand publishing? O brand publishing surge como um diferencial competitivo para as marcas, já que, ao assumirem o controle de suas narrativas e passarem a ser o principal canal entre marca e consumidores, eles conseguem reforçar sua posição de autoridade e credibilidade. Com esse reforço, trabalhado na produção de conteúdo de qualidade sobre o nicho de atuação, a marca passa a ganhar reconhecimento e a disputar o espaço de referência frente aos concorrentes. Além de gerar awareness de marca, essa estratégia ainda garante uma redução do funil de vendas, já que o processo de convencimento passa a ser mais natural. Quais as principais etapas para transformar uma marca em brand publisher? Transformar a sua marca em uma brand publisher é um processo que vai muito além da produção de conteúdo por si só – apesar de esta atividade configurar uma etapa importante na publicação independente da mídia. Dito isso, confira a seguir algumas das principais etapas na transformação da sua empresa em brand publisher e saiba como colocar em prática essa estratégia: Estudo e planejamento Para se tornar referência no seu nicho de atuação, é fundamental o entendimento completo das dores e necessidades do seu público, já que você vai criar uma plataforma de conteúdo útil e resolutivo para o seu target. Com isso, entender o comportamento dos seus consumidores e potenciais clientes é fundamental para ser cada vez mais assertivo nessa comunicação e realmente agregar valor. Nesse sentido, é importante definir questões de linguagem, linha editorial, canais, abordagens e todos os aspectos macro que irão nortear as publicações. A partir desse estudo, você conseguirá definir a mecânica do projeto, criando uma plataforma bem estruturada, com técnicas de SEO e melhorias na usabilidade do usuário, para abrigar os seus conteúdos. Produção de conteúdo Agora, depois de definido o projeto e os aspectos mais mecânicos, chegou a hora de produzir o conteúdo. A partir disso, é importante revisitar o estudo de público inicial para entender quais as principais dúvidas, dores e curiosidades, além de estabelecer o tipo de conteúdo que será produzido. Podemos dividir essas produções em três tipos diferentes de conteúdo, comumente utilizados no brand publishing: Hub: gera volume e consistência de publicações. É um conteúdo considerado intermediário no nível de conexão entre público e marca; Help: conteúdo útil, com maior tempo de relevância. É aquele tipo de postagem que é salvo pelos leitores para ser consultado posteriormente; Hero: são os conteúdos mais refinados, agregam valor em outro nível de utilidade e normalmente são postados com menor frequência dado a complexidade do que é ofertado. A título de exemplo, podemos citar campanhas, e-books e materiais ricos. Distribuição do conteúdo A distribuição do conteúdo é outra etapa que exige um certo planejamento e entendimento prévio de target, uma vez que canais diferentes impactam públicos diferentes e, principalmente, pessoas com diferentes noções e conhecimentos acerca da sua marca. Por isso, conceitos de funil de vendas (topo, meio e fundo) precisam ser aplicados no compartilhamento das postagens. Entenda quais canais conversam com cada público e, a partir disso, encontre o conteúdo ideal para o nível de aquecimento daquela audiência. Por exemplo, conteúdos ricos como e-books são ideais para o topo do funil, quando a pessoa ainda não conhece a sua marca e precisa estabelecer essa relação de confiança e credibilidade. Através de um conteúdo de alta qualidade, o potencial consumidor irá entendê-lo cada vez mais como autoridade. Alinhamento da comunicação Para finalizar, pensando em potencializar os efeitos da sua estratégia de brand publishing, é fundamental que você alinhe a comunicação de todos os canais, além de utilizar cada um da forma correta. Utilize da metodologia OSEP para isso e integre os conteúdos proprietários (owned), produzidos através do brand publishing, com mídia paga (paid) e técnicas de assessoria de imprensa e relações públicas (shared). Uma vez consolidada esse ecossistema de produção de conteúdo de qualidade, a sua empresa se aproxima cada vez mais da hegemonia da narrativa, podendo protagonizar conversas e fóruns que sejam alavancas de negócio. É através dessa presença, que coloca a sua empresa como líder de mercado, que se constrói reputação e credibilidade que funcionem como diferencial competitivo.
O papel dos líderes inspiradores nas empresas
A reputação de uma marca é um ativo valioso e, muitas vezes, moldada pelas pessoas à frente das equipes. Líderes inspiradores desempenham um papel crucial no estabelecimento e fortalecimento da imagem de uma empresa. Seja em grandes corporações ou em empreendimentos locais, a forma como conduzem seus times e interagem com o público impacta diretamente na percepção da marca. Mas afinal, o que é ser líder? Pense em um maestro. Esse profissional é o responsável por gerir cada instrumentista em uma orquestra, dando a ela sincronia, sintonia e harmonia. Os profissionais que assumem a missão de estar à frente da equipe devem prezar pelas mesmas qualidades e direcionar cada colaborador rumo ao objetivo em comum. Não o confunda com gestor. Apesar das funções serem complementares, a liderança está muito mais ligada à característica pessoal dos profissionais – uma soft skill. Enquanto gestão, por outro lado, é uma posição que ele ocupa. Características de líderes inspiradores O bom resultado envolve a capacidade de influenciar, motivar e orientar um grupo de pessoas em direção a metas comuns. Não se trata de apenas ter autoridade formal, mas também inspirar e guiar os outros de maneira eficaz. Alguns dos seus principais atributos e habilidades incluem: Visão: Devem possuir uma visão clara do futuro e ser capazes de articular essa visão de forma inspiradora para os outros. Eles sabem para onde estão indo e ajudam a equipe a entender seus propósito e objetivos. Comunicação: Habilidade para se comunicar de maneira clara e eficaz é fundamental para um líder. Isso inclui ouvir atentamente, expressar ideias de forma compreensível e ser aberto ao feedback. Tomada de Decisão: Liderar é enfrentar situações desafiadoras. A capacidade de tomar decisões ponderadas, baseadas em informações disponíveis, é uma característica importante. Empatia: Compreender e considerar as necessidades e preocupações dos membros da equipe é uma qualidade essencial. A empatia ajuda a construir relacionamentos sólidos e a promover um ambiente de trabalho mais colaborativo. Já ouviu falar de thought leadership? Para driblar as dificuldades de um mercado competitivo, sempre surgem estratégias inovadoras que ultrapassam as abordagens tradicionais. Uma delas é o “thought leadership” ou liderança de pensamento. É crucial diferenciar essa estratégia única, que busca ir além da gestão convencional. O termo “thought leadership” refere-se à prática de uma pessoa ou organização estabelecer-se como uma autoridade reconhecida em um determinado campo, compartilhando insights e conhecimentos valiosos. Ao contrário da liderança convencional, que muitas vezes se concentra em habilidades de gestão e capacidades estratégicas, essa se destaca pela capacidade de influenciar e moldar ideias dentro de uma indústria. 48% das empresas investem nessa estratégia! De acordo com a 1ª Pesquisa Nacional Sobre o Impacto de Relações Públicas no Mercado de Inovação, 48% das empresas investem na estratégia de Thought Leadership para aumentar a reputação de seus porta-vozes. Com conteúdo autoral, executivos buscam ser uma referência intelectual, contribuindo para o avanço da indústria e influenciando a direção dos seus mercados de atuação. Muitos fazem isso através do LinkedIn, que se consolidou como a maior plataforma para posicionamento de profissionais. Eles se destacam por sua experiência, visão e habilidade de antecipar e compreender as tendências e desafios em seu setor. Acompanham as mudanças do mercado, mas, também as idealizam, fornecendo orientação valiosa para seus seguidores e colegas. Quer se tornar um dos líderes inspiradores além da gestão da sua equipe? Para isso é preciso compartilhar esse conhecimento de maneira acessível e envolvente, seja por meio de palestras, artigos, posts em redes sociais ou outros canais de comunicação. Entenda Thought Leadership a fundo neste artigo.