5 dicas para criar uma estratégia de marketing eficiente

Existem diferentes maneiras de se estruturar uma estratégia de marketing, pois este é um processo dinâmico e cíclico, ou seja, o método se modifica conforme os resultados são produzidos. Em geral, ele pode ser dividido em algumas fases, a depender do objetivo de cada ação. Ao fim de um ciclo, é importante monitorar e analisar os resultados obtidos ao longo do tempo. Isso permite ajustar as táticas e garantir que as estratégias continuem sendo eficazes. Para garantir uma boa competitividade, presença da marca e valorizar a imagem dela, é preciso estar atento à estratégia de marketing. Assim, as empresas poderão se destacar e atrair clientes organicamente. Mas como criar uma que realmente funcione?  ‍ ‍ Aqui estão 5 dicas para ajudar a sua marca a criar uma estratégia de marketing eficiente: Conheça bem o seu público-alvo Para criar uma estratégia de marketing digital eficiente, é fundamental conhecer bem o público-alvo da sua marca. Isso inclui saber quais são suas necessidades, desejos e comportamentos de compra. Realize pesquisas de mercado, faça análises de dados e crie personas para entender melhor quem são seus clientes ideais e como eles se relacionam com a sua marca. O que é Buyer Persona e como criar uma para sua marca Defina objetivos claros e realistas Antes de começar qualquer campanha de marketing, é importante definir objetivos claros e realistas. Você quer aumentar as vendas, melhorar o reconhecimento da marca, conquistar mais seguidores nas redes sociais? Defina metas SMART, que são: específicas, mensuráveis,  atingíveis, relevantes  e com prazo definido. Elas auxiliam sua equipe a saber exatamente o que precisa ser feito para alcançar os resultados esperados. Escolha os canais de marketing corretos Não adianta criar uma estratégia de marketing excelente se você não escolher os canais corretos para divulgá-la. A escolha dos canais deve estar alinhada com o público-alvo da sua marca. Por exemplo, se sua marca tem um público mais jovem, pode ser interessante investir em redes sociais como Instagram e TikTok. Já se sua marca atua no mercado B2B, seria mais interessante investir em canais como LinkedIn e e-mail. Crie conteúdo relevante e de qualidade O conteúdo é o coração de qualquer estratégia de marketing eficiente. Para atrair e engajar os clientes, é importante criar conteúdo relevante e de qualidade, que seja útil e interessante para o seu público-alvo. Utilize diferentes formatos, como textos, vídeos, infográficos e podcasts, e crie um calendário editorial para garantir que o conteúdo seja publicado com regularidade. Analise os resultados e ajuste a estratégia Por fim, é essencial analisar os resultados da sua estratégia de marketing e ajustá-la de acordo com os resultados obtidos. Utilize ferramentas de análise de dados para acompanhar o desempenho das suas campanhas e identificar oportunidades de melhoria. Se algo não estiver funcionando, não tenha medo de mudar de estratégia e experimentar novas abordagens. ‍ Os resultados de boas estratégias de marketing Ao investir em marketing, as empresas podem aumentar a visibilidade de suas marcas, melhorar o reconhecimento do público e, consequentemente, aumentar as vendas e a fidelidade dos clientes. Marketing de Performance: o que é e como aplicar na estratégia? Com uma estratégia de marketing eficaz, é possível melhorar a comunicação com seus públicos de forma mais direcionada e assertiva, oferecendo soluções que atendam às suas necessidades e desejos — criando uma conexão mais forte entre eles, que passam a se identificar e se engajar com a empresa. Além disso, uma boa estratégia de marketing pode ajudar a diferenciar a marca da concorrência, tornando-a mais relevante e atraente para o público-alvo.Por isso, é fundamental que as empresas invistam nessa área para obterem sucesso e crescimento sustentável. ‍

Dinheiro jogado fora: saiba quais estratégias de comunicação são perda de tempo e reputação

Como foram suas últimas estratégias de comunicação? Quando pensamos em lançamentos, reposicionamentos, campanhas e ações, é necessário pensar em como isso vai ser comunicado nos pontos de contato com seu público. Sabemos que em cada ponto, a linguagem e a forma como essa estratégia é construída muda, principalmente porque o contato do nosso público em cada ponto se modifica, assim como na jornada dele até lá. É comum que muitas pessoas confundam estratégia com planejamento, principalmente quando falamos em planejamento estratégico. Segundo artigo do site Neil Patel, o que difere um conceito do outro é que o planejamento é uma metodologia, enquanto a estratégia é fruto de como esse planejamento vai ser feito. As estratégias de comunicação são utilizadas para divulgar produtos e/ou serviços para seu público interno (funcionários e colaboradores) ou externo (clientes e consumidores), e consiste em um plano de como, onde, quando e por que isso vai ser feito. A importância da estratégia de comunicação está em garantir que os objetivos traçados sejam alcançados. Por isso, entender o que será feito dentro dela deve estar alinhado com as mudanças sociais e culturas, a fim de que a reputação da marca melhore com o lançamento desses produtos ou serviços. Um dos objetivos da estratégia deve ser alinhado aos valores e ao que a empresa acredita, para que isso reflita diretamente na mensagem que vai ser passada para seu público. O que não funciona quando falamos em estratégias de comunicação? Entender as melhores estratégias também é uma estratégia. Fonte: AdobeStock/Reprodução As estratégias usadas mudaram ao longo do tempo, principalmente com as alterações das plataformas de contato, redes sociais e, também, na forma das pessoas consumirem informações. Tudo isso deve ser acompanhado e considerado no momento de colocar em prática o que foi estruturado. Os principais pontos a serem abraçados na hora de pensar em estratégia de comunicação, segundo agência Zenvia, são: pensar na persona, usar os canais que a marca já tem uma presença forte e, como sempre, ser alinhado aos valores da empresa. Mas também existem pontos que não funcionam mais em questão de estratégia. Segundo matéria da Siga Empreendendo, as principais estratégias de comunicação que já não funcionam mais são 7. Elas envolvem a gestão da marca e construção de uma comunidade, como comprar seguidores e comprar avaliações e comentários. De um tempo pra cá, entendemos como a compra de comunidade (seguidores) e a compra de validação (comentários e avaliações) mancham a reputação do produto e serviço a ser lançado. Sempre focar na autenticidade das avaliações e no crescimento orgânico deve ser a premissa principal para a construção das estratégias. Conteúdo para quem? É importante focar em conteúdos que façam sentido para a sua persona ao invés de conteúdos massivos e sem sentido. No entanto, alinhar apenas o lançamento do produto/serviço com o que aquele público quer e precisa saber é algo que não funciona mais. Em tempos de pandemia, onde tudo se tornou virtual, foi importante entender qual informação era relevante para o público de interesse de cada marca, tanto no lançamento de produtos ou serviços, quanto além desse momento. Com o sentimento de instabilidade, os conteúdos que proporcionam momentos estáveis, assim como segurança e confiança, são os que geram mais engajamento online e offline, principalmente em conversão de vendas. Vender a qualquer custo Ainda segundo matéria do Siga Empreendendo, a estratégia de comunicação que não funciona mais – se é que um dia funcionou – é a de vender a qualquer custo. No marketing 3.0, o consumidor deixa de ser um agente passivo, onde só recebe informações e compra produtos (a partir do convencimento da marca de que aquele produto é, de fato, o que ele precisa), e se torna agente ativo na construção dessa narrativa. O consumidor se torna consciente de que aquele conteúdo tem como finalidade vender algo, e o vender a qualquer custo se torna a pior das estratégias de comunicação. Isso porque ele se sente forçado a algo e ignora o processo orgânico – que não existe – de persuasão, mesmo sabendo que ele acontece de qualquer forma. Como já dissemos aqui, a construção da reputação da empresa é o que auxilia no quão valiosa ela pode ser – e esse processo de valoração é construído com estratégias de comunicação feitas de forma orgânica, entendendo os públicos e objetivos a serem alcançados. Por isso, é importante cuidar das estratégias de comunicação da sua empresa da melhor forma possível. A MOTIM é a primeira aceleradora de reputação e gestora de posicionamento do mundo. Chama a gente para conversar e saiba como podemos te ajudar com isso. Entre em contato

Reputação de 1 tri de dólares: o Facebook vai acabar?

Há algumas semanas os nativos da internet e, principalmente, das redes sociais, sentiram um pouco do que era o mundo sem ferramentas online, e digamos que a experiência rendeu perdas para todo mundo – todo mundo mesmo.Caso você não saiba do que estamos falando, provavelmente não estava presente no planeta Terra nas últimas semanas, onde a principal questão foi: O Facebook vai acabar?No último dia 04 de Outubro, todas as redes sociais relacionadas ao grupo Facebook (Instagram, Facebook e Whatsapp) saíram do ar por mais de 7 horas, fazendo com que a internet criasse teorias, migrasse para redes sociais que antes não usavam e se perguntassem se o Facebook iria acabar.O pane geral do grupo Facebook desestabilizou diversas áreas do mercado, principalmente a área de comunicação que atuam diretamente com as redes sociais. Mas além de desestabilizar o mercado, a empresa está passando por momentos sensíveis quando o assunto é reputação, confiança e segurança de dados. Nos últimos anos, o Facebook passou por grandes quedas de valor de mercado, investimento e valor da reputação. Isso se deu principalmente pelos escandalos envolvendo segurança de dados, manipulação em eleições internacionais e venda de informações para outras empresas.O questionamento se o Facebook vai acabar não é de hoje, tampouco somente do público que utiliza a plataformas e seus demais produtos. Desde 2019, o Facebook vem passando por crises diversas resultantes de políticas feitas (ou malfeitas) em relação aos usuários presentes nas redes.Em 2018, mais de 50 milhões de usuários tiveram seus dados utilizados pela empresa britânica Cambridge Analytica na manipulação das eleições dos EUA, a mesma elegeu Donald Trump. Quando o caso veio a tona, o valor de mercado da plataforma diminuiu cerca de 35 bilhões de dólares] (115,5 bilhões de reais), além de Mark Zuckerberg ter sido convocado para depor na justiça britânica.Com todas esses acontecimentos, a reputação do Facebook está na corda bamba, principalmente o valor dela no mercado. Todas essas crises fizeram com que Mark Zuckerberg caísse dois lugares entre as pessoas mais ricas do mundo desde o primeiro escandalo. Mas, afinal, o Facebook vai acabar? Um dos pontos principais na construção de uma marca e, principalmente, na construção de reputação, é a confiança com seu público. Entender as demandas de cada persona, é saber onde, de forma alguma, sua marca pode falhar no oferecimento do produto ou serviço.O grande medo de influenciadores e profissionais que atuam diretamente com comunicação é o fim do Facebook e seus produtos (Instagram e Whatsapp), ao mesmo tempo que a confiança perante os serviços prestados pela plataforma está cada vez mais desestabilizada e enfraquecida, fazendo com o que utilizam a plataforma como principal ferramenta de trEm contraponto, não existe uma movimentação positiva do Mark Zuckerberg em relação a proteção de dados dos usuários, o que faz com que os próprios investidores olhem com outros olhos para a presença de suas empresas dentro desses espaços. O apagão veio logo após o depoimento de uma ex-funcionária da companhia em que dizia sobre como a plataforma era responsável pela falta de saúde mental de pré-adolescentes, além de ter estudos que confirmavam que o Instagram podia afetar negativamente a saúde mental principalmente de garotas.Não se tem certeza se o Facebook vai acabar, mas a principal certeza é que não se confia mais na plataforma em comparação a sua criação. Além da falta de confiança, no último ano, o número de novos usuários diminiu 11%, ou seja, a quantidade de pessoas presentes e ativas no Facebook vem diminuindo nos últimos anos.O futuro de uma das primeiras e principais redes sociais do mundo está sendo pautado na reputação, e traz ensinamentos para as marcas menores. A consistência e a transparência na forma como seus serviços e produtos atingem e afetam a sociedade como um todo deve se colocar enquanto prioridade na mensagem passada. Até mesmo o Facebook, uma marca multinacional e multibilionária, está com seu futuro prejudicado pela sua reputação.A MOTIM entende a necessidade da reputação, e da sua construção, para o sucesso de uma marca consistente e que converse de fato com seus públicos de interesse. Entre em contato e entenda como acelerar a reputação do seu negócio.Fale com a gente!

Fortalecimento de marca: o que as 10 empresas mais fortes do Brasil ensinam sobre o assunto

Se pensarmos em músculos e exercícios, a força requer uma série de treinos específicos para que seu corpo suporte mais peso e pressão, tendo mais resistência. Com o fortalecimento da marca não seria diferente, já que, assim como nosso corpo, precisa de estratégias, ações e campanhas para que ela tenha uma melhor reputação, consistência e, consequentemente, aumente sua valuation. O fortalecimento de marca é uma consequência de uma sequência de ações pensadas para a construção da sua reputação e, principalmente, para que imagens, símbolos, produtos e serviços sejam diretamente, atrelados a sua marca. Entender e se conectar com as personas corretas, entendendo o que se torna atrativo a cada uma delas, é uma das dicas que as 10 empresas mais fortes do Brasil ensinam sobre fortalecimento de marca. Nesse ranking, as marcas que se destacam, segundo relatório da Brand Finance na matéria da Época Negócios são: Renner Skol Natura Gol Porto Seguro Brahma Caixa Petrobras Vivo Lojas Americanas O que essas marcas têm em comum? Posicionamento, criatividade, valores pré-estabelecidos – inegociáveis -, personas bem definidas e ações direcionadas. Segundo matéria da Flammo, esses pontos são essenciais para fixar sua presença na mente do seu público alvo, e como dissemos aqui, o fortalecimento de marca deriva de um posicionamento que consiste em segmentação e diferenciação dentro daquele nicho. Mas essas marcas sempre foram fortes? Assim como em uma construção, o fortalecimento de marca é um processo Posicionamento é construção e escolha de mudar de sentido quando se entende – por bem ou por mal – que o caminho sendo trilhado não dá mais certo. A Skol, hoje no TOP 3 de marcas mais valiosas do Brasil, em 2015 sofreu uma de suas maiores crises após uma campanha para o carnaval do ano. Naquele momento, o processo de fortalecimento de marca foi quebrado por uma mensagem que não fazia mais sentido na época, tampouco para o público feminino que consumia os produtos da marca. Foi essa a oportunidade que a Skol encontrou para se fortalecer de outra forma: ditar tendência de como marcas de cerveja e outras bebidas alcoólicas iriam se comunicar com as suas personas a partir daquele momento. Exemplo de fortalecimento de marca O fortalecimento da marca Skol se reconstruiu a partir de 2015, quando a marca mudou seu direcionamento apostando em temas como diversidade, feminismo, liberdade, respeito e diversão. Fortalecimento de marca também é entender o contexto presente e atual em que ela se encontra, entendendo que as personas são pessoas e clientes ideais que consomem seu produto e/ou serviço, essas pessoas estão em constante mudança e desenvolvimento. O consumidor do início Magazine Luiza, quando foi criada, não possui a mesma mentalidade nos dias de hoje, da mesma forma que a empresa conquistou novos públicos ao longo do tempo. Para Adove, agência focada em marketing e vendas, escolher uma causa social que faça sentido sua empresa defender também auxilia no fortalecimento de marca. Mas além dessa escolha, os valores defendidos por essa causa têm de estar presentes não só nas propagandas, mas sim em sua cultura organizacional, não se utilizando de valores sociais e movimentos sociais como apoio para aumentar vendas de produtos e serviços. Entender o direcionamento e necessidade do seu público e das suas personas é fundamental para o fortalecimento de marca ser efetivo, entendendo que mudanças são necessárias tal como comportamentos e discursos podem – devem e são – alterados ao longo do tempo. Assim como exercícios para o corpo, que precisam ser alternados para que o corpo responda da melhor forma, o fortalecimento de marca é um conjunto de ações que são resultados de um olhar contínuo a sociedade, mercado e personas. A MOTIM é a primeira aceleradora de reputação, resultado direto do fortalecimento de marca e construção de posicionamento. Entre em contato com a gente e entenda melhor os serviços. Chame a gente pra conversar

O futuro chegou? 5 tecnologias que respondem isso

O que o futuro reserva para nós é um dos questionamentos mais curiosos que podemos fazer. Só a década passada já foi responsável por inúmeros avanços que compuseram uma era cheia de progressos importantes em diversas áreas.Um desses avanços tecnológicos foi o aumento da capacidade de armazenagem de memória em dispositivos cada vez menores, junto à internet móvel, que antes de 2010 ainda era extremamente lenta e precária.A junção desses dois fatores proporcionaram o fenômeno visto hoje com smartphones super funcionais que nos auxiliam em tarefas diárias. Só por esse avanço, a década de 2010 já poderia ter sido considerada a que concretizou o conceito de tecnologias do “futuro” em si. A década de 2020 Se 2010 já foi extremamente importante para o avanço tecnológico, imagine o que os anos entre 2020 e 2030 nos reservam. Com apenas 2 anos dessa década, já vemos uma imensidão de mudanças. Startups prometem revolucionar o mercado de inovação e transformar a vida como vivemos. O futuro próximo reserva mudanças na comunicação, realidades virtuais e tantas outras áreas. Snow Crash e o futuro das tecnologias Em 1992 foi lançado “Snow Crash”, livro que narra uma história que se passa no futuro, com conceitos ligados ao metaverso, avatares e moedas digitais.Por ter sido lançado há 30 anos e narrar as inovações que já fazem parte de nossas vidas, existe o questionamento de “será que o livro previu o nosso futuro ou apenas fez uma especulação bem baseada sobre as inovações da era digital?De qualquer forma, o livro de Neal Stephenson é um grande sucesso de vendas até hoje – o que garantiu ao autor a participação no evento SXSW, o maior sobre inovação e startups no mundo, para palestrar sobre conceitos mais futuros ainda: as décadas que virão! O que vem por aí? Nos últimos anos, houve um grande investimento em inovação que está direcionando o futuro das tecnologias.Pensando em instigar ainda mais a curiosidade sobre o que está por vir, listamos 5 inovações tecnológicas que já são realidade ou estão sendo testadas pelo mundo. Confira! 1. Redes 5G A rede 5G está em processo de implantação no Brasil, ela oferece navegação, download e streaming de baixa latência e alta qualidade.A previsão é que a chamada “quinta geração de rede móvel” fará uma revolução na comunicação, quando totalmente implantada. Com ela, poderemos nos conectar facilmente com pessoas em videochamadas com muito mais facilidade e velocidade.A rede foi idealizada para otimizar a conexão com todos os tipos de máquinas: o que inclui robôs. Possui uma enorme capacidade de conectar usuário no mundo inteiro sem qualquer déficit de desempenho. O futuro tende a ser ainda mais conectado do que já é. 2. Metaverso é o futuro É muito difícil falar de futuro sem citar uma das propostas mais faladas e promissoras da atualidade. O metaverso.Segundo Mark Zuckerberg, fundador do Facebook e CEO da META, o Metaverso é a quebra de paradigma na forma que hoje acessamos a internet, sendo a próxima fronteira da tecnologia.Nada pode ser mais futurista que ele. Entende-se o metaverso como uma rede de mundos virtuais que tenta replicar a realidade. No futuro, você poderá estar imerso nesses mundos de forma tão realista que até se pode dizer estar em dois lugares ao mesmo tempo.Ao comprar uma roupa, por exemplo, poderá “visitar” a loja virtual, pegar o produto, escolher entre as opções, tamanhos e cores, e, após a compra, recebê-lo em casa. Isso significa nunca mais se decepcionar com tamanhos errados! 3. Corpo conectado O 5G vai propiciar o metaverso, mas para que essa proposta para o futuro seja realmente funcional serão necessárias ferramentas para possibilitar a imersão no mundo virtual e conectado. Os óculos de realidade virtual já engatinham rumo a esse propósito.A tendência é que celulares e computadores sejam substituídos por óculos de realidade virtual que promoverão uma experiência muito mais imersiva nesse contato.Além dos óculos, telas flexíveis e chips para monitoramento da saúde são exemplos de como o ser humano ficará mais digitalizado.A incorporação de artefatos digitais ao corpo humano deve encontrar alguma resistência de início, como preveem os idealizadores, mas será responsável pela amplificação da nossa relação com os sentidos. 4. Computação quântica e mobilidade urbana A próxima vertente do processamento de dados: a computação quântica deve suprir as necessidades que o processamento atual, no modelo binário, não consegue.A computação quântica utiliza a unidade Qubit, ao invés dos atuais bits. Por isso processa combinações de maneira mais rápida.A tecnologia pode ser implantada no futuro para a gestão de trânsito inteligente e deve gerar a redução dos congestionamentos em grandes metrópoles. Junto à implantação do 5G, que aumenta a velocidade de conexão por parte dos motoristas, estima-se que a computação quântica também deve otimizar os controles de tráfego aéreo. 5. Inteligências artificiais na medicina A inteligência artificial já está por toda a parte. São assistentes de bancos, smartphones e até dispositivos para casas inteligentes. O futuro reserva um avanço enorme para elas, que devem migrar até mesmo para o setor médico.Existem startups focadas em soluções tecnológicas que conseguem identificar predisposição a doenças e até encontrar sinais muito precoces de doenças graves como o câncer.Além disso, a inteligência artificial também deve se tornar capaz de fazer diagnósticos precisos em pacientes doentes. No futuro, a agilidade para descobrir e até evitar doenças, vai aumentar a longevidade humana e melhorar a qualidade de vida Negócios que mudam o mundo A descentralização dos modelos de negócio tem muito a ver com todas essas perspectivas positivas de transformação tecnológica. Muitas das mudanças que estão por vir começam a se formar em startups inovadoras, que obrigam o mercado tradicional a mudar constantemente.As tecnologias se desenvolvem cada vez mais depressa e os avanços que alcançarmos nos próximos 10 anos devem ser substancialmente maiores que os vistos nos últimos 10.Negócios que entendem isso e se adaptam às novas necessidades, conforme o mundo muda, crescem mais e podem se tornar tão inovadores a ponto de determinar o modo como viveremos no futuro.Gostou deste artigo sobre o futuro da tecnologia?

Como saber que minha gestão de marca está funcionando

Depois que construímos um prédio, a manutenção dele é a ferramenta fundamental para que ele continue em pé, bonito e que não comece a cair aos pedações, com a gestão de marca não seria diferente. Depois de impulsionar, pensar na sua identidade e decidir o que sua marca quer mostrar ao mundo, entender como se dá a gestão dela é de extrema importância para sua sobrevivência. ‍ Mas como saber se a sua gestão de marca está funcionando? Antes, é importante retomar o que é sua marca. De acordo com a SurveyMonkey, o que estamos fazendo é a percepção do que você quer mostrar para os seus consumidores e públicos, o que está diretamente atrelado a sua reputação de modo geral. Mas além disso, a gestão de marca é necessariamente sobre como esse relacionamento está sendo conduzido após a construção do seu negócio. Temos pontos positivos ou negativos? As pessoas estão entendendo os valores que quero passar com a minha marca? Essas perguntas podem – e devem – ser feitas quando nos questionamos sobre a efetividade da gestão de marca. Em muitas empresas, a pesquisa de opinião, social listening e diversas outras ferramentas se tornaram as ferramentas principais para entender como a marca está sendo absorvida pelo público. Muito mais que comentários, sentimentos Aquele comentário de um consumidor insatisfeito em uma postagem no Instagram é muito mais que apenas uma reclamação, pode ser um dos indícios de como sua gestão de marca está sendo vista pela sua audiência. Hoje, temos mais de 4,6 bilhões de usuários da internet, o que resulta em um número gigantesco de opiniões e informações emitidas a todo momento. Essas informações são valiosas para a sua gestão de marca, principalmente para entender e compreender como sua reputação está sendo construída dentro e fora da internet. Áreas como social listening, por exemplo, que nada mais é que um “escutar da sociedade”, entendem e atuam na compreensão do impacto sentimental das marcas na sociedade, e consequentemente, de como a gestão de marca está sendo feita. Filtrar comentários positivos, negativos e neutros, entender posicionamentos, prever comportamentos, são algumas das tarefas que a gestão de marca deve fazer para que seja efetiva. Se entendemos que a nossa marca é acarretada de valores, objetivos e crenças, nada mais justo e necessário compreender se os nossos consumidores estão abraçando esses mesmos valores e levando para dentro de suas casas. É necessário analisar 4 pontos para compreender a efetividade da sua gestão de marca: conhecimento de marca monitoramento de marca fidelidade à marca pesquisa de atributos da marca Cada um desses pontos diz respeitos a pontos de contatos que seu público tem com a sua marca, além de percepções e entendimentos sobre ela que nos faz entender como a gestão de marca deve prosseguir a partir daquele ponto. Saber se os seus consumidores te escolheriam em meio a diversos outras opções é o papel da pesquisa de fidelidade de marca, e a partir disso é possível entender quais direções a gestão de marca deve traçar para que essa fidelidade seja cada vez maior. Gestão de marca é sobre proatividade Gestão de marca não é sobre esperar a bomba estourar para pensar em uma solução, é entender quais pontos de atenção se deve ter para que a reputação da sua marca continue melhorando sem grandes obstáculos pelo caminho. 96% das conversas que acontecem sobre marcas, serviços e produtos não acontecem dentro dos canais oficiais, e muitas vezes, sem mencionar o perfil de cada uma delas. Isso significa que gestão de marca é sobre proatividade, principalmente de entender esse olhar dos seus consumidores sobre sua marca, e não somente aguardar que essa informação venha até você. A sua gestão de marca está indo para o caminho certo quando você entende e sente de fato as necessidades do seu público e as atende sem que uma crise aconteça. Uma gestão de marca efetiva entende o momento certo de mudar, de se posicionar, e além de tudo, de dialogar com diferentes audiências daquelas definidas no começo da sua construção. Sua marca não é algo escrito em pedra, é importante lembrar que ela está inserida na sociedade e essa constantemente passa por mudanças da valores, necessidades, pautas e discussões. A MOTIM entende e acredita que a marca não deve abrir mão do que acredita, nem dos seus valores e, a partir da construção de reputação, conseguimos trazer um olhar da audiência para sua marca e seus negócios. Conheça nossos cases de sucesso e como olhamos para a gestão de marca com um olhar estratégico, pensando na sua reputação. ‍

Glossário de assessoria de imprensa: conheça os 10 principais termos da área

Vários setores de trabalho possuem sua própria linguagem, quase que customizada. Para o advogado, palavras do latim como o “habeas corpus”, para o CEO de uma startup, o startupês com termos como “bootstrapping”. No ramo da assessoria de imprensa, também existem termos que merecem uma atenção especial.Saber a linguagem correta é extremamente importante para trabalhar em comunicação, especialmente no ambiente das relações públicas – a linguagem é a principal ferramenta usada por esses profissionais e devem transmitir uma mensagem de maneira clara, precisa e eficaz.Pensando nisso, a MOTIM elaborou um glossário de assessoria de imprensa com os 10 termos mais usados nesse ambiente. Veja! 10 termos mais populares em assessoria de imprensa: Press release: um comunicado da assessoria de imprensa que anuncia uma notícia ou evento relevante para a mídia. Media kit: um pacote de informações que especifica para as marcas anunciantes os formatos, possibilidades de utilização e preço de cada espaço de divulgação em um canal de comunicação. Media list: uma lista de contatos de jornalistas, produtores e outros membros da imprensa que uma empresa ou organização usa para enviar comunicados. Briefing: documento em que se especifica conjunto de informações e instruções para execução de um projeto. Entrevista: uma sessão de perguntas e respostas entre um porta-voz da marca e um assessor para fornecer informações relevantes da marca. Também pode ser feita direto ao jornalista para elaboração de matéria. Background: informações de fundo fornecidas a um jornalista ou membro da mídia para ajudá-los a entender um tópico ou evento. Embargo: um acordo entre um assessor de imprensa e um jornalista para não publicar uma história até uma determinada data e hora. Off-the-record: informações que não podem ser citadas ou atribuídas a uma fonte específica, traduzido como “fora de registro”. Muitas vezes chamada apenas de “off”. Follow-up: acompanhamento de uma história ou projeto iniciado com jornalistas ou repetir um contato que já foi feito para obter uma resposta. Pitch: uma proposta ou ideia apresentada a um membro da mídia para convencê-lo a escrever uma matéria ou cobrir um evento. Dicionário de Startups: Conheça o significado dos termos mais usados no mercado de inovação O contato da assessoria de imprensa com o jornalista O contato entre um assessor de imprensa e um jornalista é a parte mais importante da assessoria, por isso a comunicação efetiva entre esses dois grupos é fundamental para garantir que a mensagem de uma empresa seja divulgada de maneira clara e precisa na mídia.Aqui estão os pontos mais importantes para os assessores de imprensa da MOTIM quando entram em contato com um jornalista: Pesquisa: Antes de contatar o jornalista, o assessor de imprensa deve conhecer o veículo de mídia e o profissional específico com quem deseja falar. Isso ajuda a entender o tipo de conteúdo que ambos geralmente cobrem e quais histórias podem ser relevantes para eles.Na MOTIM, estamos em contato diário com os maiores veículos de comunicação do Brasil, como Exame, CNN, O Globo e muitos outros. Assim, quando temos um pitch para oferecer, nosso time de PR já sabe exatamente qual veículo procurar O novo assessor de imprensa: profissional fundamental para o mercado de inovação Personalização: É importante que a assessoria de imprensa personalize sua abordagem para cada jornalista, adaptando-a às necessidades específicas do veículo de mídia e do profissional em questão. Isso pode incluir referências a histórias anteriores que o jornalista escreveu ou demonstrar como o assunto da matéria é relevante para o público do veículo em questão. Honestidade: A confiança é fundamental no relacionamento entre o profissional de relações públicas e o jornalista ou veículo. A assessoria deve sempre fornecer informações precisas e honestas, evitando exageros ou declarações falsas. Acompanhamento: Depois de entrar em contato com a imprensa, é importante que o profissional faça o follow-up. Isso pode incluir o envio de um e-mail de acompanhamento para agradecer pela conversa ou para fornecer informações adicionais que possam ser úteis. Clareza e objetividade! A principal função da assessoria é transmitir informações de uma empresa ou organização para a mídia. Uma linguagem clara e objetiva é fundamental para garantir que essas informações sejam compreendidas e transmitidas de forma eficaz. Por que contratar assessoria de imprensa? As empresas que contratam um serviço sério de assessoria de imprensa, como o da MOTIM, contam com as melhores ferramentas para que uma estratégia de valorização da marca funcione e agrade os veículos especializados – construindo uma imagem mais positiva do seu negócio.

O que é hiperpersonalização e como ela está presente na vida das pessoas

A hiperpersonalização tem se tornado cada vez mais importante para marcas que buscam oferecer uma experiência única e memorável aos seus clientes. Mas você sabe o que é hiperpersonalização? Essa estratégia consiste em uma abordagem que visa oferecer uma experiência de compra única para cada cliente, levando em consideração suas preferências, necessidades e comportamento de compra. Essa estratégia pode ser utilizada em diferentes tipos de negócios, desde lojas físicas até e-commerce, e envolve a utilização de dados para entender melhor os clientes e oferecer soluções sob medida. Ao utilizar dados e tecnologia para criar interações personalizadas e relevantes com cada consumidor, levando em conta suas preferências, histórico de compras e comportamento online, a marca consegue se aproximar dele e, até mesmo, direcionar sua atenção. Experiência do usuário Segundo o  Next in Personalization 2021, 71% dos consumidores desejam ter experiências personalizadas e 76% ficam insatisfeitos quando elas não ocorrem. A experiência do usuário é o foco principal da estratégia de hiperpersonalização, já que os consumidores esperam cada vez mais que as marcas conheçam suas necessidades e ofereçam soluções sob medida. Com a quantidade de informações disponíveis hoje em dia, as empresas têm a oportunidade de utilizar dados para entender melhor seus clientes e criar experiências personalizadas em todos os pontos de contato. BI: O papel do Business Intelligence para reputação de uma empresa Quando a personalização é “hiper”? É importante saber diferenciar: a hiperpersonalização vai além da simples oferta de produtos e serviços pensados para uma pessoa, pois ela engloba todo o processo de compra do produto, desde a comunicação até a entrega. Se apenas o produto consegue ser direcionado ao consumidor, como um cartão de banco com um design mais pessoal, ele é personalizado. Quando a experiência completa é pessoal, temos a hiperpersonalização — especialmente quando ela é feita a partir da coleta de dados daquele cliente. No entanto, é importante que as marcas utilizem essa estratégia de forma ética e transparente, respeitando a privacidade dos clientes e oferecendo opções de opt-out caso desejem não receber comunicações personalizadas. Quando tudo isso começou? Não é possível definir com exatidão o momento em que essa prática começou, mas é claro que a experiência virtual é a grande responsável por isso. Com alternativas de personalização cada vez mais bem definidas pelas redes sociais, as pessoas se tornaram mais imediatistas e, por isso, preferem soluções diretas e práticas — mesmo ao procurar um filme no streaming. É mais simples entender o fenômeno com alguns exemplos reais. Veja a atuação da hiperpersonalização na sua vida: Netflix Sem dúvidas esse é um dos exemplos mais bem sucedidos. A plataforma de streaming entende os gostos do usuário conforme ele faz buscas e vê títulos do catálogo, logo após a primeira busca, o servidor passa a sugerir outras produções similares para manter a atenção dos usuários. Quem nunca abriu a Netflix sem sequer saber o que queria assistir e encontrou uma resposta? Tiktok A premissa é a mesma da Netflix, baseado nos seus gostos e buscas, o algoritmo do Tiktok encontra conteúdos personalizados para o usuário. A estratégia é ainda mais necessária para o app do que para a Netflix, pois, neste caso, os conteúdos são curtos, rápidos e dinâmicos. Sem a hiperpersonalização, dificilmente a rede seria o sucesso que é. Shein Entrou no app para ver alguns brincos e saiu com uma sacola cheia de produtos? A hiper personalização é a grande responsável por isso. Você nem sabe que precisa de um novo óculos de sol, ou uma jaqueta; mas o aplicativo te mostra alternativas baseadas nos seus gostos e vai conduzindo sua jornada de compra. Branding para marcas: como atingir os melhores resultados Benefícios da hiperpersonalização A utilização da estratégia varia de acordo com o interesse de cada marca, uma empresa de e-commerce pode utilizar o histórico de compras de um cliente para oferecer produtos complementares ou promoções especiais, com base em suas preferências e comportamento de navegação no site. Já um aplicativo de delivery pode utilizar a localização do cliente para oferecer opções de restaurantes próximos e sugestões de pratos com base em suas preferências de comida. Se a aplicação varia, os benefícios são os mesmo para todas as marcas que usam a hiperpersonalização: Fidelidade e satisfação dos clientes, Eficiência em campanhas de marketing, Diminuição do abandono de carrinho em e-commerce, Melhora da navegação pelas plataformas, Aumento de vendas devido a sugestões assertivas. Porém, é importante lembrar que essa estratégia não é uma solução única para todas as empresas e é preciso avaliar cuidadosamente se ela se adequa aos objetivos e valores da marca. Marketing de Performance: o que é e como aplicar na estratégia? Podemos entender que o uso da hiperpersonalização é uma realidade que veio para ficar, oferecendo uma oportunidade para as empresas criarem experiências únicas e memoráveis para seus clientes. Ao utilizar dados e tecnologia de forma ética e transparente, as marcas podem se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e oferecer soluções sob medida para as necessidades de cada consumidor. ‍ Geomarketing: como ter a marca conhecida localmente | Marketing ético: como valores claros criam autoridade para a marca

Humanização de marca: o que significa e quem está fazendo isso hoje

Hoje em dia, a maioria dos consumidores não se sente confortável interagindo com empresas robóticas e burocráticas. Entre as muitas transformações geradas pela Internet, uma das principais foi justamente a humanização de marca, ou seja, o contato com o cliente precisou ficar mais próximo, amigável e transparente. Afinal, você prefere ser atendido por uma marca que olha para as suas necessidades, problemas, preocupações e objetivos, ou que te trata como um número, “só mais um” consumidor entre milhares? Ficamos com a segunda opção. Um dado que exemplifica bem isso está na pesquisa da Forrester, feita em 2020: 25% das empresas poderiam perder mais de 1% de sua receita anual ao não responder satisfatoriamente aos problemas e eventos sociais com os quais seus clientes se identificam. Ou seja, a humanização de marca tem um papel fundamental na reputação e no posicionamento de uma empresa – e isso afeta diretamente o orçamento e o fechamento de novos negócios. É preciso voltar a atenção para quem é o seu público, suas dores e seus desejos, para que seja possível construir uma relação cada vez mais sólida com quem consome. O que é humanização de marca? Em termos gerais, humanização de marca é uma estratégia de negócios que se baseia na conexão com os clientes. O conceito converge com o que Philip Kotler defendia sobre a era do marketing 3.0, que coloca os consumidores no centro do debate. Não mais números ou meros compradores, mas pessoas. E pessoas bem exigentes, diga-se de passagem. A Internet deu esse poder para quem consome, de decidir mais ativamente durante os processos de comercialização. Com isso, as pessoas passaram a preferir marcas que realmente ajudam a cumprir os seus objetivos. Marcas que são vistas como aliadas para o dia a dia, e não apenas produtos ou serviços. Além da conexão com o público, a humanização de marca passa pelo senso de autoridade que empresas constroem sobre temas relevantes para a sociedade como um todo e para a sua área de atuação. Para prosperar, as empresas precisam enxergar na humanização de marca uma estratégia de negócios essencial – porque, se esse passo não for dado, a concorrência certamente o dará. Tá, mas por onde eu começo? A humanização de marca deve ser uma estratégia adotada junto com a construção do posicionamento e reputação de uma empresa, algo que passa pelo planejamento de comunicação e marketing como um todo. Mas algumas práticas podem ser muito úteis na sua estratégia de humanização de marca. A primeira delas é ter um estilo próprio, para garantir que a sua marca tenha uma personalidade com a qual o público poderá se identificar. Isso passa pela definição de linguagem, tom de voz, temáticas que serão abordadas, entre outras questões ligadas ao estilo da marca. Assim, você garante que a sua empresa vai se destacar entre a concorrência e ainda constrói um “rosto” que te tornará reconhecível e memorável. Outra dica é adotar o storytelling, que consiste em uma narrativa envolvente com palavras e recursos visuais. Aqui vale de tudo: contar a história da empresa, gravar vídeos mostrando a equipe ou processos internos, assim como imagens do dia a dia que podem ser úteis para aproximar e engajar o público. Por fim, é importante também conhecer bem o seu público e adotar estratégias de contato que não sejam invasivas. O trabalho de conteúdo de alta performance e inbound marketing existe justamente para isso: personalizar os conteúdos criados, adaptando-os às personas, e abordar os clientes com assertividade, no intuito de vender soluções que façam sentido para o usuário. É importante relembrar que essa construção não acontece do dia pra noite. Precisa ser gradual, mas feita desde o dia zero e com muito planejamento. Quem está fazendo isso? Ao longo dos anos, vimos diversas marcas apostando em uma comunicação cada vez mais criativa, natural, transparente e única. E não tem como pensar em humanização de marca sem lembrar da Netflix. Em 2019, a gigante do streaming foi a que mais engajou o público no Instagram. A Netflix decolou nas redes sociais quando passou a adotar um jeito próprio de se comunicar – no caso, com muito humor e deboche. ‍ Na pandemia, também tivemos diversos exemplos de marcas que souberam adotar a comunicação humanizada. O Mercado Livre e diversas outras mudaram os seus logos para incentivar o distanciamento e uso de máscaras contra a Covid-19. Ações como essas aproximam as marcas dos clientes, ao mesmo tempo em que transmitem os valores e identidade da empresa. A humanização de marca faz quem está do outro lado se sentir ouvido e especial, e a MOTIM sabe quais estratégias ajudam a construir essa relação mais sólida e que gera resultados. Leia também: Employee Generated Content: quais seus benefícios? | Tom de voz da marca e como criar autoridade de forma coerente | Marketing humanizado: o que é e por que vale a pena? | Diferenciação de marca: como destacar sua empresa com comunicação?

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