Dicas de como dar feedback: você sabe a importância e como fazer?

A falta de engajamento de um colaborador pode afetar diretamente o seu empenho no trabalho. Dar feedback é a maneira mais comum e eficaz de resgatar o ânimo de um funcionário e alinhar as necessidades da empresa com ele. Se sua empresa não possui o hábito de fazer um feedback, saiba que a falta dele pode estar diretamente ligada à produtividade da equipe. Por se tratar de uma importante ferramenta de avaliação de performance, um feedback bem feito poderá tornar a equipe mais satisfeita no trabalho. Consequentemente, os resultados que a marca apresentará serão mais positivos, impactando em toda sua cadeia produtiva, gerando mais valor ao negócio e, aliado a outros segmentos, aumentando a sua reputação de marca. Dar feedback pode transformar a sua empresa por inteiro, visto que a inovação é feita de uma forma colaborativa. Abaixo, listamos 5 dicas para seguir ao dar feedback e construir uma jornada de crescimento do seu negócio e da sua equipe. Como dar feedbacks mais assertivos 1. Mantenha a conversa aberta O ideal é que os feedbacks sejam sempre feitos em particular, apenas entre líder e colaborador. Evite dar feedback por escrito, pois pode ser mal interpretado, além de a reunião “olho no olho” ser muito mais pessoal e benéfica. L embre-se que esta é uma conversa aberta, e em toda conversa os dois lados falam. A melhor maneira de iniciar esse papo (que nem sempre será sobre coisas positivas) é deixando que o colaborador inicie dando a sua opinião sobre o ambiente de trabalho, colegas e, sobretudo, o líder. Antecipadamente, peça que levem uma avaliação para a reunião, isso dará tempo para o profissional se preparar e não ficar sem saber o que dizer nessa conversa. 2. Destaque pontos positivos Iniciada a conversa, é sua vez de fazer uma avaliação. A maneira preferível de se começar é destacando os pontos positivos do trabalho da pessoa ao outro lado da mesa (ou da tela). Esse início levantando os destaques pessoais fará com que o clima seja mais amistoso e seu colaborador se sentirá visto e valorizado. 10 exemplos de soft skills que podem ajudar as empresas Não seja o líder estilo “O Diabo veste Prada” que enxerga apenas os pontos negativos do seu colaborador, isso pode desgastar o dia a dia de trabalho e fazer com que o feedback tenha o efeito oposto ao desejado. 3. Identifique as falhas Ninguém é perfeito e todos sabemos disso, então, pontos negativos provavelmente estarão presentes na conversa de feedback. Identificar as falhas é uma questão geralmente sensível para a maioria das pessoas, mas não precisa ser. Por ter lembrado os pontos positivos anteriormente, a aceitação agora tende a ser a melhor. O tom em um feedback não deve ser o de bronca, mas o de alerta, pois muitas vezes, o colaborador não percebeu ainda que está falhando e, como líder, você tem o dever de fazer isso. Toda a questão está em como resolver os problemas. 4. Proponha soluções Pontos positivos e negativos na mesa, é a hora de fechar o seu encontro. Como? Trazendo um planejamento ou plano tático de como alcançar novos patamares profissionais. Se o erro é o X, a solução é a Y. Assim, a sensação que fica é a de que esse trajeto de aperfeiçoamento será trilhado em conjunto entre liderança e empregado. 5. Acompanhe e repita tudo O processo de aprimoramento tanto dos métodos de trabalho, quanto do funcionário é cíclico e deve ser acompanhado. Defina um prazo para o desenvolvimento dos pontos citados em reunião e faça um novo feedback ao fim deste. O desenvolvimento de cada lado será saudável e visível se cada parte estiver estimulada a fazê-lo. A sua reputação de marca começa dentro de “casa” Não é raro encontrar marcas que, erroneamente, acreditam que o único feedback que importa é o do cliente. Pensamentos como esse são mais comuns em empresas que cresceram gerindo seus funcionários a “punho de ferro”. No entanto, sabemos que esse tipo de gerenciamento focado exclusivamente na satisfação do cliente pode gerar danos internos à empresa que terá de lidar com baixa retenção de funcionários e improdutividade – impactando negativamente na percepção dos clientes. Fazer feedbacks e ter foco em uma gestão de pessoas mais eficiente terá o efeito oposto e vai turbinar o seu negócio. A Reputação da empresa só tem a ganhar e, inclusive, pode usar da sua cultura organizacional como um diferencial dos concorrentes, já que a gestão humanizada é cada vez mais cobrada e valorizada especialmente entre empresas B2B. A cultura organizacional e reputação de empresas Os tipos mais comuns de feedback Quando o feedback é feito da maneira correta tanto gestor, quanto colaboradores, são engajados e motivados. Dar um feedback não se resume apenas em apontar erros ou fazer elogios. Se empenhe no levantamento dos aspectos do empregado, na qualidade do trabalho e desenvolvimento pessoal. Veja alguns exemplos de como dar feedback: Feedback construtivo Este modelo visa abordar determinados comportamentos ou atitudes que tiveram um impacto negativo e que devem ser retificados. Consequentemente, é necessário dar ao colaborador uma maneira de corrigir suas falhas e se desenvolver de acordo com o que a empresa espera dele na construção da postura ou de atitudes mais adequadas. Feedback positivo Com o objetivo de elogiar uma atitude de um profissional ou um comportamento que teve um impacto positivo, este tipo de feedback ainda mostra para esse colaborador que a empresa gostaria que ele mantivesse seus comportamentos, se tratando de um modelo de feedback para o estímulo dos pontos positivos. Feedback negativo Ao dar feedback negativo seja cauteloso, pois esse precisa ser pensado com mais detalhes e cuidado. Nessa conversa você vai expor uma insatisfação da empresa com o empregado. Tente explicar como determinada questão pode ter sido negativa e quais as reais expectativas que a empresa tinha desse fator que foram frustradas. Feedback pessoal Um feedback que está mais relacionado ao modo como o colaborador age em um contexto social dentro da empresa, sobretudo na convivência com os

Diversidade nas empresas: o que as marcas estão fazendo?

Não faltam motivos para defender as práticas de diversidade e inclusão nas empresas, muitas, inclusive, têm criado um posicionamento contínuo para fortalecer um movimento de busca por representatividade na comunicação com seus públicos.Se, no início da última década, a discussão sobre diversidade nas empresas ainda engatinhava e as marcas que falavam sobre isso o faziam para atender uma “tendência”, hoje, o assunto é visto com muito mais seriedade por parte das empresas e do público.Uma pesquisa feita pela marca Samsung mostrou que 85% dos brasileiros acreditam que marcas devem abordar assuntos relacionados à diversidade.As empresas que valorizam as diferenças em sua cultura tendem a ser mais inovadoras, criativas e competitivas. Além disso, o tema é uma questão de justiça social e de respeito à individualidade de cada colaborador — sendo um filtro, até mesmo, para as marcas receberem investimentos, atrair consumidores e talentos do mercado. O que as marcas estão fazendo pela diversidade Se o tema é “diversidade nas empresas” o primeiro pensamento que um leigo no assunto pode ter é “basta contratar pessoas diversas”. No entanto, o problema é mais complexo que isso e necessita de ações mais profundas.A contratação de grupos minorizados é uma das formas de solução, mas feita isoladamente, ela gera poucos resultados. Então, qual o melhor caminho? A cultura das empresas Grandes marcas têm investido em políticas e programas para promover a inclusão em suas equipes. Atrair um profissional LGBTQIAP+, preto ou pardo, por exemplo, é até fácil — visto que essas pessoas têm menos oportunidades no mercado tradicional. Agora, mantê-las no ambiente de trabalho de forma saudável e respeitosa é a verdadeira dificuldade.É necessário educar os colaboradores e fazê-los ver a diversidade nas empresas como algo positivo para todos os envolvidos.Possuir uma cultura sólida que tenha os valores de respeito e inclusão é o passo inicial, aliado a programas de inclusão que deem oportunidades iguais para todos crescerem dentro da empresa. Veja alguns exemplos: O iFood lançou, em 2021, o programa “iFood Inclui Pessoas Negras”, com o objetivo de contratar 300 profissionais de todo o Brasil para diferentes cargos em áreas administrativas. A meta é ter 40% de pessoas negras no seu time, e 30% em cargos de liderança até 2023. O Magazine Luiza é reconhecido por sua cultura organizacional voltada para a inclusão e acessibilidade. Desde 2013, a empresa oferece um programa de treinamentos para seus colaboradores em relação à inclusão da pessoa com deficiência no ambiente de trabalho. Os funcionários são treinados para que possam lidar da maneira certa com os colegas PCD ‘s. Em 2016, a Ambev lançou o grupo “Lesbian & Gay & Everyone Respected”, com o objetivo de discutir as melhores práticas para inclusão e bem-estar de pessoas LGBTQIAP+. O grupo funciona como uma rede de apoio, onde todos os membros podem compartilhar experiências, dicas e obter suporte no dia a dia. Grandes empresas, grandes ações Sabendo do impacto que a mídia tradicional exerce sobre a vida real, grandes corporações colocam o tema da diversidade nas empresas em outro patamar — além da contratação de pessoas e práticas para educar e fortalecer uma cultura diversa.Esses gigantes da indústria sabem do seu alcance e estão fugindo do antigo tradicionalismo em ações de publicidade. As campanhas passaram a incorporar mudanças que colaboram com a inclusão de novos corpos, cores e culturas.Fazendo isso, elas assumem a frente dessa discussão e encabeçam um processo de transformação social. A Avon, que assumiu grande protagonismo em desconstruir padrões, lançou uma campanha chamada “Dona dessa beleza” para valorizar a diversidade de corpos femininos. Muito motivada pela consciência de que as indústrias de cosméticos e moda são as principais responsáveis pela construção do ideal de beleza padronizado. A marca está na busca de “corrigir” esse ideal. Com a mesma intenção, a C&A, lançou a campanha “A Moda Que Queremos”, em que convidou consumidores de diferentes idades, tamanhos e etnias para serem modelos de suas roupas. Já a Coca-Cola, por sua vez, criou o “Empreenda como uma mulher”, que visa incentivar o empreendedorismo feminino, abrindo vagas para impactar 6 mil empreendedoras dos estados de Amazonas, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Com essas ações, além de promover a representatividade, as marcas se aproximam de novos públicos a partir de posicionamentos que trazem valor social à suas imagens. Considerando os anseios por responsabilidade ESG, cada uma dessas ações gera um retorno enorme às marcas. O que é ESG e como mercado valoriza a responsabilidade das marcas Combatendo preconceitos: entenda o que são vieses inconscientes Os vieses inconscientes são pensamentos construídos de acordo com referências culturais e sociais, expressando estereótipos e preconceitos. Ao longo das décadas, toda a sociedade humana passou por inúmeras transformações sociais e atos que hoje são impensáveis, já foram muito comuns. Geração Z: Como as marcas devem se comunicar com ela! As associações feitas entre tipos de pessoas e comportamentos, no entanto, ficaram fixadas no subconsciente de muitas pessoas. Por isso, as ações de diversidade nas empresas, na mídia ou no cotidiano comum são tão necessárias — elas ajudam a desfazer as associações preconceituosas que podemos ter sem perceber.Na MOTIM, atuamos para combater esse tipo de comportamento. Além de estabelecermos uma comunicação clara e direta sobre a diversidade, com palestras de D&I para os colaboradores, buscamos trazer talentos que sejam compatíveis com a nossa cultura de respeito e comunidade. Como construir uma narrativa de diversidade para a sua marca Os exemplos trazidos neste artigo podem te inspirar a colaborar por um mundo mais igualitário e diverso. Para atuar nesse sentido, é preciso ter vontade e determinação, mas vamos listar pontos importantes para você começar: Dê voz a quem precisa. Para que sua empresa possa ter uma visão ampla dos desafios que a diversidade apresenta você terá que dar oportunidade a pessoas que fazem parte dessa luta. Ninguém fará uma análise sobre diversidade tão boa quanto uma pessoa de um grupo minorizado. Tenha uma política clara de inclusão e valorização. Essa política deve ser comunicada de forma clara e transparente a todos os

Comportamento do Consumidor: o perfil dos compradores na era da internet

O comportamento do consumidor é tema muito comumente ligado ao marketing e entendê-lo pode ser a porta de entrada para o sucesso de um negócio, sendo ponto central para onde todos os esforços de uma empresa devem apontar. As estratégias para atingir determinados públicos devem se basear em dados que colaborem para traçar o perfil de cada um.Foi-se o tempo em que o comportamento era classificado como “de massa”. Hoje é necessário especificar muito mais o perfil de clientes em potencial, levando em conta seus hábitos, preferências e dores. Para que uma comunicação seja assertiva, ela precisa mirar no objetivo correto, e isso só é possível quando uma marca conhece o público com quem ela se relaciona. Será que você sabe realmente quem é seu cliente e como influenciar suas escolhas? O que é comportamento do consumidor? O comportamento do consumidor é a soma das características, hábitos, dores e estímulos que colaboram, ou não, para que uma pessoa tome uma decisão de compra. O conceito é amplamente abordado no marketing, pois chegar ao “resultado” que trace o perfil dos consumidores é um dado valioso que permite entender o cliente e como ele age durante a jornada de compra.Para o professor de marketing, Michael R. Solomon: “Comportamento do consumidor é o estudo dos processos envolvidos na seleção, compra, uso ou descarte de produtos, serviços e ideias que satisfazem necessidades e desejos”.Os pontos principais para entender o comportamento dos consumidores são definidos com relação ao seu momento de decisão por uma compra, sendo eles: quando; onde; como; e por qual motivo? Ao chegar na resposta para essas quatro perguntas, a marca está mais bem preparada para poder oferecer boas soluções da maneira mais eficiente possível para seus clientes. Mudança no comportamento O estudo para saber o comportamento do consumidor sempre foi indispensável e sempre esteve ligado aos costumes da sociedade e aos recursos disponíveis; como mídias, desenvolvimento tecnológico e social.As estratégias de marketing e distribuição de conteúdos se modificaram diversas vezes conforme os hábitos das pessoas mudavam. A maioria dos comerciais de TV dos anos 90, por exemplo, causariam fortes críticas se lançados hoje em dia – Isso se deve justamente ao comportamento da sociedade que se modificou ao longo dos anos. Early adopters: a porta de entrada das startups para sucesso e popularidade Então, todo mundo tem os mesmos hábitos e gostos? Não! Os hábitos gerais se modificam de forma conjunta, mas cada consumidor tem um perfil diferente, e é nesse detalhe que as empresas precisam se atentar para ter sucesso em suas estratégias. O perfil de consumo na era da Internet Quando você faz uma compra, prefere ir à loja ou comprar por site ou aplicativo? Se está em dúvida sobre determinada empresa, você arrisca comprando ou dá um Google pra saber a avaliação de outros clientes? A maioria das pessoas, sobretudo as mais jovens, têm ampla facilidade em comprar online, mas só fazem isso depois de se certificar da confiança nas empresas e produtos. Esta é a característica mais notável em pessoas dessa década, definidos no marketing como “Consumidor 4.0”Esse consumidor exige das empresas com quem se relaciona (atenção à essa palavra) alta personalidade, proximidade de valores e alinhamento ao pensamento, além de preferir uma comunicação mais digitalizada. A pandemia transformou hábitos de consumo O consumidor 4.0, descrito acima, ainda é o mais popular atualmente, mas estudiosos defendem que um novo perfil está se consolidando: o consumidor 5.0. Mas quem é ele? Em geral, os jovens da Geração Z e os Millennials que seguem atentos às tendências do momento. Ele não possui numerosas diferenças do perfil anterior, mas com uma característica nova: é um apaixonado por experiência.Seu comportamento é influenciado pela falta de experiência vivida na pandemia. Esse perfil de consumidor almeja isso pois compreende que um dos maiores valores na hora de fazer uma compra é, justamente, a experiência. Para atendê-lo, cada vez mais, as marcas precisam aprofundar os esforços na área de customer experience, bem como aproximar a relação marca-cliente no atendimento. Relacionamento entre marca e cliente Pedimos atenção ao termo relacionamento acima, pois este é o fator mais importante. Os consumidores 4 e 5.0 podem até comprar um produto em uma loja e ir embora; no entanto, o que ele busca mesmo é relacionamento com a marca.Em um mundo digitalizado e com uma geração bastante preocupada com o futuro, marcas precisam gerar identificação com seu público. Esse quesito pode alavancá-la ao status de love brand e fidelizar seus consumidores. Love Brand: aprenda a encantar o público e conheça 4 marcas que fazem isso! Lembre-se: o produto não é mais a única coisa que importa! Marcas atualizadas precisam estar em consonância com o público e investir em relacionamento a partir da construção de uma narrativa que diga “o que minha marca tem de especial?” e fazer isso considerando o comportamento do consumidor.As redes sociais são uma boa maneira de suprir essa sede por relacionamento. Hoje, elas têm um impacto muito grande na vida da sociedade, e o consumo reflete isso. Mais do que simplesmente ter um perfil nas redes sociais, as empresas precisam ter uma atuação adequada. Como atender as demandas do Consumidor Agora que você já sabe a importância de entender o comportamento do consumidor e sabe, também, como age o consumidor 4 e 5.0, vamos à algumas dicas para que sua marca consiga se relacionar com o público da maneira mais eficaz. Identifique as necessidades Atualmente, o consumidor procura por lojas que fazem gestão de clientes, pois isso humaniza a marca mostrando que ela se importa com os seus gostos. Por exemplo, coletar os dados do cliente por meio de um programa de fidelização para criar ações personalizadas (sem esquecer da LGPD, hein?). Atenção a experiência do cliente O foco de um consumidor não é apenas o nível de solução que o produto apresenta. Esse cliente considera toda a jornada com a marca, valorizando a experiência e desejando o envolvimento em um processo mais completo, que tenha como principal objetivo proporcionar satisfação.Com o fácil

Comunicação interna para empresas: boas práticas e porque implementar

A comunicação interna é um elemento crítico para o bom desempenho de uma empresa. É por meio dela que os colaboradores se mantêm informados sobre as ações, objetivos e resultados da organização. Uma comunicação eficiente age na construção de uma marca bem vista internamente, o que colabora com sua reputação, uma vez que o “sentimento” do colaborador é parte fundamental na construção de uma marca forte. Apesar disso, o comum é que muitas empresas foquem seus esforços em ações de comunicação externa, mirando no alcance de novos públicos para captação de clientes. Neste artigo, vamos mostrar por que a comunicação interna é tão importante quanto a externa. ‍ Duas estratégias que devem ser eficientes A comunicação interna é voltada para ações na empresa e possui a intenção de melhorar a sua imagem entre os seus colaboradores, colaborando com a transparência e tornando a equipe mais motivada e integrada.  O que pouco se fala sobre isso é que fazer uma boa estratégia de comunicação nas empresas impacta diretamente o exterior dela. Os colaboradores são a parte mais importante de um negócio, se não houver encantamento dentro de casa, fora dela será difícil conseguir. São eles quem trabalham em seus produtos e serviços, cuidam dos fluxos e lidam com os clientes — é preciso mantê-los encantados. Branding para marcas: como atingir os melhores resultados A comunicação interna está na linha de frente quando se trata do bem estar no trabalho; sua eficiência está diretamente ligada à transparência da corporação e confiança do colaborador na empresa empregadora. Quando esse propósito é atingido, os profissionais se tornam embaixadores da marca — e ela só têm a ganhar com isso. O embaixador da marca é um entusiasta e divulgador dela. Ele age divulgando vagas de trabalho, fortalecendo a imagem da empresa como empregadora e, consequentemente, valorizando sua reputação. ‍ Endomarketing ou comunicação interna? É importante diferenciar os termos “endomarketing” e “comunicação interna”, pois eles não são sinônimos. O primeiro está relacionado ao marketing, enquanto o segundo se refere à troca de informações entre duas ou mais partes. Portanto, apesar de complementares, essas áreas são distintas. Endomarketing: é uma estratégia que busca melhorar a relação entre a empresa e os colaboradores, para benefício de ambas as partes, mas está mais ligada à cultura, estilo de trabalho e employer branding.  Comunicação interna: uma grande aliada na aplicação do endomarketing, é responsável por elaborar as melhores formas construir métodos úteis de ligação entre toda a equipe, sendo usada até para apresentar aos colaboradores as iniciativas provenientes do endomarketing. ‍ Boa práticas de comunicação interna nas empresas Adote estratégias que atendam às necessidades específicas do seu estilo de trabalho e equipe. Algumas das principais estratégias incluem: Definir canais de comunicação claros e eficientes Investir em tecnologia Estimular a participação dos colaboradores Criar uma cultura de transparência Oferecer treinamentos Promover a inclusão e participação ativa. Vejamos como alguns desses tópicos podem ser aplicado no dia a dia para melhorar a comunicação: Canais de comunicação claros e eficientes Esses canais de comunicação precisam ser definidos de modo que os colaboradores saibam onde buscar informações e que recebam as mensagens de forma adequada.  As opções de canais de comunicação incluem: intranet, e-mail, murais, reuniões e grupos de WhatsApp, dentre outros — o que vale é que esses canais sejam funcionais para seu modelo de trabalho. Investir em tecnologia Ferramentas tecnológicas, como intranet, aplicativos de comunicação e plataformas de gestão de projetos, podem facilitar a comunicação interna e agilizar os processos na empresa. Além disso, essas ferramentas podem permitir que os colaboradores trabalhem remotamente e ainda assim permaneçam conectados. Essas soluções estão em constante evolução, é importante sempre atualizar e garantir o bom funcionamento delas. Estimular a participação dos colaboradores Implante pesquisas de clima organizacional, fóruns de discussão e outras iniciativas que permitam aos funcionários se expressarem e compartilharem ideias. Isso pode ajudar a criar um ambiente de trabalho mais colaborativo e engajador. Criar uma cultura de transparência Com uma cultura de transparência as informações são compartilhadas de forma aberta e honesta, sem medo de represálias ou julgamentos — o que ajuda a criar um ambiente de trabalho mais saudável e confiável, onde os colaboradores se sentem seguros para compartilhar suas ideias e opiniões. Oferecer treinamentos A empresa pode oferecer treinamentos para os colaboradores, de modo que eles desenvolvam habilidades de comunicação, como a capacidade de se expressar de forma clara e objetiva. ‍ ‍ O papel dos líderes na comunicação interna Se a comunicação é responsável por garantir que a informação seja transmitida de maneira clara e eficaz para todos os colaboradores, o diálogo dos líderes é uma parte fundamental deste processo, pois é por meio dele que as principais mensagens e diretrizes da empresa são transmitidas aos colaboradores — portanto é importante estar atento. O papel dos líderes inspiradores nas empresas Os líderes têm a responsabilidade de se comunicar garantindo que as informações sejam compreendidas e que as expectativas sejam alinhadas — essa comunicação vai garantir a execução bem-sucedida das estratégias. É importante que os líderes sejam transparentes e honestos, transmitindo informações importantes em tempo hábil e compartilhando as conquistas e desafios da marca. Veja algumas dicas do que fazer ou não: ✅O que um líder deve fazer ao se comunicar: Ao perceber um comportamento positivo, faça elogios. Elogie boas práticas dos colaboradores. Encontre um modo de recompensar bons profissionais que não gere competição na equipe, mas que incentive os demais a ter atitudes igualmente positivas. ❌O que não fazer ao se comunicar: Jamais exponha em canais públicos situações pessoais dos funcionários. Quando receber uma reclamação, seja imparcial e tente entender a razão dela. Evite devolutivas negativas por canais que tenham acesso de muitas pessoas, deixando o assunto para uma reunião de feedback. ‍ Marketing de dentro para fora Portanto, o investimento em comunicação interna gera resultados em dois pontos diferentes:O primeiro deles é quanto ao fluxo de trabalho mais organizado e transparente. A comunicação, com uso de plataformas adequadas e canais úteis, colabora com a clareza e impacta no

Conheça a RepCoin, criptomoeda de reputação da MOTIM

A reputação é o que faz uma marca ser o que é. É ela quem dá valor às empresas e cresce negócios de forma sustentável. Em última instância, é o pilar que sustenta legados. Com consumidores cada vez mais exigentes em relação ao posicionamento e valores das marcas (alô, geração z), o investimento em reputação se torna essencial. Foi a partir dessa crença que a MOTIM decidiu lançar a RepCoin (RPTC). Criada no ambiente ethereum, a RepCoin é uma criptomoeda que tem seu valor agregado ao prestígio das empresas no mercado brasileiro. Ela foi pensada justamente para simbolizar a importância que damos ao fato de que reputação é a nova moeda. E os números não nos deixam mentir. Reputação é a nova moeda Hoje, segundo a AMO Strategy, estima-se que a reputação representa 35% do valor de mercado das empresas brasileiras, em média. Dentro do mercado de inovação e tecnologia, o número chega a 43%. Esse valor é ditado majoritariamente pela percepção que outras pessoas têm da sua empresa, como seus consumidores, a mídia e o mercado. Além disso, de acordo com o estudo internacional Meaningful Brands, da Havas, 77% das marcas poderiam sumir do mundo sem que os consumidores sentissem sua falta. A porcentagem é alta e preocupa, mas confirma que, para aqueles que almejam uma vida longa no mercado, é essencial investir na criação de uma imagem autêntica e próxima de seus clientes, além de sustentar posicionamentos coerentes e alinhados com os valores da sociedade. A preocupação com a reputação já tem feito marcas investir cada vez mais em estratégias e soluções. O estudo Edelman Trust Barometer de 2021 aponta que 89% dos trabalhadores empregados no Brasil esperam que suas empresas resolvam problemas da sociedade em geral, o que aumenta ainda mais a gestão de imagem institucional. Reputação que vale US$ 1 bilhão de dólares Todos esses números só mostram que reputação deve ser uma preocupação das empresas e que ela vale dinheiro – e não é pouco. No caso do Canal de Suez, que detalhamos em outro texto do nosso blog, o valor da reputação chega perto de surpreendentes US$ 1 bilhão de dólares. Esse foi o valor exigido à Bernerd Shulte, empresa alemã que alugou o Ever Given, operado pela Evergreen, para compensação de dados e “perda da reputação” após o encalhe no canal. O valor cobrado confirma o peso que a reputação tem para empresas e o quanto ela facilita – e compromete, se estiver em queda – o fechamento de novos negócios. RepCoin entrega serviços MOTIM ao terceiro setor Além de ser uma ferramenta simbólica para mensurar reputação, a RepCoin também foi a forma escolhida pela MOTIM para levar o trabalho que executamos em relações públicas e conteúdo de alta performance às pessoas e organizações que não têm budget para arcar com esse investimento. Por isso, todos os nossos clientes receberão a cada 3 meses de projeto o valor mínimo de 250 RepCoin (RPTC), valor que pode variar conforme o projeto que desempenhamos com cada um. Ao longo de 12 meses de contrato, o cliente poderá indicar uma entidade não-governamental ou projeto social para doar 1000 RPTC para um projeto de assessoria de imprensa ou conteúdo de alta performance, com duração de 3 meses. Como base, um projeto de assessoria de imprensa, para quem busca iniciar sua presença na imprensa, custaria 1000 RPTC e é válido por 3 meses. A ação foi pensada em conjunto pela equipe multidisciplinar da MOTIM. Assim, além de ser uma ferramenta simbólica para mensurar reputação, a RepCoin também poderá trazer impactos positivos à sociedade com aquilo que fazemos de melhor: comunicação. A MOTIM é a primeira aceleradora de reputação e gestora de posicionamento do mundo. Se quiser saber mais sobre a RepCoin e nosso trabalho, entre em contato!

Creator Economy: como fortalecer sua marca usando criadores de conteúdo

Se voltássemos um pouco no tempo, encontraríamos um cenário em que marcas possuíam menos maneiras de divulgar seus trabalhos por aí, focando suas campanhas em veículos tradicionais como a TV, rádio e mídia impressa. Hoje, se unem a essas opções, uma enorme variedade de conteúdos para a internet. Isso se dá devido ao crescimento exponencial da “creator economy” ou, em português, economia dos criadores. Este fenômeno transformou a maneira como as pessoas vendem, compram e se informam sobre produtos e serviços, e deu um papel importantíssimo aos influenciadores digitais dentro do ecossistema de consumo.  Neste artigo, exploraremos o que é a creator economy, a relação entre ela e a publicidade, e como a sua marca pode se beneficiar dessa estratégia de comunicação. ‍ O que é o creator economy? O creator economy refere-se a um ecossistema em que os criadores de conteúdo digital podem monetizar suas habilidades e audiência. Esses criadores são indivíduos que produzem e compartilham conteúdo original em plataformas digitais, como blogs, vídeos no YouTube, podcasts e redes sociais. Eles construíram uma base de seguidores leais e engajados, que acompanham suas jornadas e consomem seu conteúdo regularmente. Se você acha que esse é um assunto nichado, saiba que, de acordo com a CB Insights, a Creator economy movimentou 1,3 bilhões em 2021. As marcas aproveitam o público significativo e a influência dos criadores para recomendar produtos, serviços e marcas. Os influenciadores geralmente são vistos como especialistas em seu nicho e possuem uma conexão única com seus seguidores, o que aumenta a confiança e a receptividade em relação às suas recomendações. ‍ Creator economy ou publicidade? A creator economy e a publicidade podem parecer conceitos distintos, mas eles estão interligados. Os influenciadores digitais se tornaram uma força poderosa na publicidade moderna, permitindo que as marcas se conectem diretamente com seu público-alvo por meio de parcerias estratégicas. ‍ ‍ As empresas buscam influenciadores para promover seus produtos e serviços de maneira mais autêntica e orgânica. A importância dos influenciadores digitais para as marcas! Além de agir de forma mais atrativa para os consumidores, ao usar da figura de um influenciador, as chances de retorno aumentam, especialmente quando o público do criador de conteúdo é o mesmo que a marca procura — os influenciadores têm a capacidade de alcançar públicos altamente segmentados. ‍ Minha marca precisa entrar na creator economy? A resposta a essa pergunta depende do seu público-alvo e dos objetivos da sua marca. Se o seu público está ativo em plataformas digitais e consome conteúdo de influenciadores, a creator economy pode ser uma estratégia de comunicação eficaz para aumentar seu alcance e impulsionar as vendas. Mas nem todo criador é o certo pra você. É importante selecionar perfis que estejam alinhados com os valores e a identidade da sua marca. A autenticidade é fundamental na creator economy, e comunicações forçadas ou desalinhadas podem prejudicar a reputação da sua marca. ‍ Conte uma boa história na creator economy Além disso, a creator economy oferece uma oportunidade de contar histórias autênticas sobre a sua marca ao envolver os criadores de conteúdo original que demonstre o valor do seu produto ou serviço. Assim, sua marca se conecta emocionalmente com seu público e constrói relacionamentos mais duradouros. Se sua marca está buscando ampliar sua visibilidade, alcançar novos públicos e contar histórias autênticas, considerar uma estratégia de creator economy pode ser uma decisão acertada. Veja algumas boas práticas na creator economy: Medindo resultados: Acompanhe métricas como o alcance, engajamento, aumento de seguidores e conversões. Isso ajudará você a avaliar o retorno sobre o investimento e ajustar sua estratégia, se necessário. Acompanhe as mudanças: Assim como a internet, a creator economy está em constante evolução, com novas plataformas e formatos surgindo regularmente. Portanto, é fundamental estar atualizado às tendências e preferências do seu público-alvo. Saiba o perfil do público: Existem exceções, mas o perfil de idade do seu público está diretamente ligado à eficácia do uso de uma mídia ou outra. A geração Z, por exemplo, é a mais conectada de todas e pode ser muito impactada por ações com criadores de conteúdo. ‍ Qual é o tamanho desse potencial? Se a sua empresa quer aproveitar todo o potencial da creator economy, o ideal é buscar por suporte profissional e personalizado que entenda o seu negócio e consiga construir uma estratégia ligada aos criadores de conteúdo mais compatíveis com a marca. No Brasil e no mundo, as redes sociais são um verdadeiro fenômeno — e fábricas de criadores de conteúdo que, vez e outra, se destacam com um novo sucesso. Uma das redes mais populares de todas é o Instagram que, de acordo com o report da We Are Social e da Meltwater, se consolidou como a 3ª rede social mais usada no Brasil em 2023, com 113,5 milhões de usuários. Já o YouTube, que já chegou a ser a rede social mais utilizada no Brasil, chega a 142 milhões de brasileiros ativos todos os meses, ficando em segundo lugar no ranking. Esses dados demonstram a força dessas redes onde milhões de pessoas estão criando e assistindo conteúdos. E o melhor disso é que todas elas são interligadas e um creator mantém relação com sua base de seguidores, geralmente, por mais de uma rede — mais uma ferramenta que pode ser bem utilizada em ações de marketing com empresas. ‍

Cultura de inovação: saiba como desenvolver na sua empresa

Em 2017, uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, constatou que 56% dos trabalhadores formais brasileiros não se sentem satisfeitos com seus atuais empregos e as suas condições de trabalho. ‍ Parte da insatisfação está relacionada com a cultura das empresas que, muitas vezes, é tradicionalista e ultrapassada. Na contramão disso, a cultura de inovação significa maior satisfação dos funcionários e retenção dos talentos. ‍ Diversidade nas empresas: o que as marcas estão fazendo? ‍ À primeira vista, a tarefa pode parecer algo complexo demais e aplicável somente em negócios muito específicos ou em grau de maturidade elevado. No entanto, a inovação em uma empresa é construída através de pequenas e grandes ações, podendo ser customizável para ambientes diferentes. ‍ Com consumidores que estão sempre em busca de novidades, a inovação é um diferencial crucial para se destacar da concorrência e manter a relevância no mercado. Neste texto, iremos discutir algumas estratégias para desenvolver uma cultura de inovação em sua empresa. ‍ Inovação nos pequenos detalhes! ‍ A criatividade anda junto com a inovação. Ao usar dinâmicas que, por exemplo, reduzem processos e otimizam o trabalho da equipe, você está fortalecendo a cultura de inovação. ‍ A gamificação é uma técnica que funciona nesse sentido, ela consiste em aplicar mecânicas e dinâmicas de jogos em contextos não lúdicos, como o ambiente de trabalho. Essa abordagem tem sido cada vez mais utilizada pelas empresas como uma forma de incentivar a inovação, aumentar a produtividade e engajar os colaboradores. ‍ Para ser inovador… ‍ Você vai ter que sair da zona de conforto. Quem melhor pode saber como conseguir inovar para melhorar sua marca, é você. Para te ajudar, vamos mostrar alguns pontos principais quando falamos da cultura de inovação em uma empresa. ‍ Encoraje a criatividade ‍ Para que uma cultura de inovação seja desenvolvida, é importante que os funcionários sejam encorajados a buscar soluções criativas e a pensar fora da caixa. Isso pode ser alcançado através da realização de atividades que estimulem a criatividade, como brainstorming, reuniões de equipe e eventos de networking. Parte da cultura de inovação está ligada ao papel dos líderes inspiradores. ‍ Dê espaço para a experimentação ‍ Outro aspecto importante da cultura de inovação é a experimentação. Para que novas ideias surjam, é necessário que os funcionários tenham espaço para testar e experimentar diferentes abordagens. Isso pode ser feito através da criação de um ambiente de trabalho que permita a experimentação e a falha, afinal, nem toda tentativa será bem sucedida, mas é preciso testar para saber. ‍ Invista em tecnologia e treinamento ‍ Para que a inovação floresça em uma empresa, é importante que os funcionários estejam familiarizados com as tecnologias mais recentes e tenham as habilidades necessárias para trabalhar com elas. Invista em treinamentos e programas de capacitação para manter sua equipe atualizada e preparada para trabalhar com as mais recentes ferramentas e tecnologias disponíveis. ‍ Crie um ambiente de colaboração ‍ Uma cultura de inovação também exige um ambiente de trabalho que promova a colaboração entre os funcionários. É importante que a empresa crie espaços físicos e virtuais que incentivem a colaboração e o compartilhamento de ideias. Além disso, também é importante que a liderança esteja aberta ao diálogo e ouça as sugestões de seus funcionários. ‍ Celebre o sucesso ‍ Por fim, é preciso celebrar o sucesso e reconhecer as realizações dos funcionários. Isso ajuda a incentivar a inovação e a criar um ambiente de trabalho positivo. A empresa deve reconhecer e premiar as ideias inovadoras que geram bons resultados e mostrar para os funcionários que seu trabalho está sendo valorizado e reconhecido. ‍ Por que ter uma cultura de inovação na minha empresa? ‍ A melhor resposta é manter-se competitivo. Você certamente quer estar à frente da sua concorrência, certo? Investir em uma cultura de inovação pode ajudar a satisfação dos seus colaboradores e, por consequência, os resultados deles. ‍ Quando uma empresa cria uma cultura de inovação, ela está dizendo aos seus funcionários que o pensamento criativo é valorizado e incentivado. Isso não só torna o ambiente de trabalho mais estimulante e empolgante, mas também pode melhorar a qualidade do trabalho dos funcionários e os resultados da marca.  ‍ Se você gostou desse conteúdo e quer ver mais exemplos de como inovar, leia 5 exemplos de inovação para inspirar sua marca. ‍

A cultura organizacional e reputação das empresas

Ter uma cultura organizacional definida é de suma importância para qualquer negócio, pois é a partir dela que os aspectos mais fundamentais para o funcionamento natural da empresa serão construídos. Ela garante que os esforços da empresa, assim como a conduta dos membros da equipe, sejam direcionados ao mesmo objetivo e de forma conjunta. Esses princípios servem como base para todas as dinâmicas da empresa. Portanto, se não existe uma definição da cultura organizacional, a equipe tende a trabalhar de forma dispersa, o que compromete os resultados do time e a saúde do negócio. O que é cultura organizacional? Pode-se definir a cultura organizacional como o conjunto de valores, princípios e comportamentos que compõem a identidade de uma empresa. A cultura também ajuda nos processos seletivos, pois, aplicando esses valores pré-definidos ao perfil dos candidatos é possível saber quais deles tem mais compatibilidade com o perfil da empresa, gerando maior assertividade nas contratações. A cultura, quando bem definida e partilhada entre a equipe, guia as ações de todos os membros e serve como ponto de referência para o comportamento e ações tanto de lideranças como dos recursos humanos e colaboradores. Tudo isso também impacta na visão que o público terá da marca, pois o ambiente de trabalho e as relações interpessoais internas já são considerados no processo de construção da reputação de uma empresa. Existem sites, fóruns e comunidades virtuais que medem o quanto uma empresa possui uma cultura organizacional saudável. Um deles é o Great Place to Work que certifica e reconhece os melhores ambientes de trabalho em 109 países ao redor do mundo. Figurar nessa lista com certeza vai garantir à qualquer empresa pontos valiosos para sua reputação. Por que investir em cultura organizacional Imagine como seria uma orquestra sinfônica sem o maestro para conduzir e alinhar cada instrumentista. Essa é uma analogia do que é uma empresa sem cultura organizacional, com cada colaborador seguindo um caminho diferente e com valores desalinhados. Dessa forma, a empresa encontrará obstáculos até para atingir objetivos simples. Investir na cultura organizacional é investir na reputação da sua marca. Ao partilhar dos mesmos valores, a equipe terá sinergia para buscar os objetivos e atuar conforme os mesmos preceitos, criando um ambiente de colaboração e produtividade, que trará conquistas fundamentais após a definição da cultura organizacional, como: Retenção de colaboradores Aumento da reputação de marca Lideranças alinhadas Direcionamento para tomada de decisões A cultura organizacional da MOTIM E como a MOTIM aplica esses conceitos internamente? Sempre reforçamos o quanto é necessário que haja posicionamento para construção de reputação. Nós prezamos pelos valores de respeito às diferenças, colaboração, criatividade, autonomia e a valorização de talentos. Quando falamos em cultura organizacional, é importante saber que são 4 os tipos mais comuns entre empresas Cultura de poder Cultura de papéis Cultura de tarefas Cultura de pessoas Na MOTIM, aplicamos a “cultura de pessoas”. É comum ver esse tipo de posicionamento em empresas que valorizam a coletividade. Buscamos a construção de um ambiente de trabalho que gere bem-estar e seja produtivo. Buscamos impulsionar o espírito de equipe e manter o foco nas pessoas – que, em contrapartida, se dedicam de forma mais engajada aos objetivos, pois estes não são vistos apenas como objetivo da empresa e, sim, da equipe. Esse modelo, em especial, é fortíssimo na retenção e atração de profissionais talentosos e se destaca em negócios que necessitam de criatividade e colaboração, como a MOTIM. Para garantir que a nossa cultura organizacional esteja sempre sendo aplicada corretamente e protegida, nomeamos dois colaboradores como “guardiões da cultura”, eles trabalham pela manutenção da saúde da empresa e espírito de equipe. Como instalar uma nova cultura na sua empresa? Charles Handy, filósofo irlandês, se especializou em comportamento e gestão de pessoas. Foi ele quem criou os quatro modelos de cultura organizacional citados anteriormente. Antes de implantar uma cultura na sua empresa é necessário entender qual o perfil do seu negócio e quais objetivos quer alcançar junto aos seus colaboradores. Cada cultura organizacional tem suas características e a definição de uma deve ser feita em conjunto com o RH da empresa – que será responsável pela implantação da cultura. A reputação da empresa é uma construção voltada tanto para o público externo quanto para os próprios colaboradores. A cultura organizacional fornece um parâmetro para isso, reforçando o que é valorizado na empresa e os padrões de ação dentro dela.

Canal de Suez: a reputação que vale 1 bilhão de dólares

Quanto vale a reputação de uma marca? Para a Autoridade do Canal de Suez, o valor da reputação chega perto dos US$ 1 bilhão de dólares. Esse é o valor exigido à Bernerd Shulte, empresa alemã que alugou o Ever Given, operado pela Evergreen, para compensação de dados e “perda da reputação”. Para garantir o pagamento da multa, a equipe do navio não poderá deixar a embarcação no Egito após o fim dos contratos. Crescimento no interesse pelo Canal de Suez nos últimos 12 meses no mundo. O auge do gráfico é no dia 23 de março, quando o Ever Given encalhou. Para muitos, a quantia pode até parecer um exagero, mas será que é mesmo? Quanto vale a reputação de um lugar como esse? A logística global sempre funcionou muito bem sem que o público geral soubesse como ela ocorre. Ao comprar na She In ou na Wish, o consumidor não se pergunta qual a rota que o produto pegará até chegar em Curitiba e lá ficar (quem nunca?). O que é o Canal de Suez Porém, com a notícia do encalhe do Ever Given no Canal de Suez, muita gente se interessou em ao menos entender o motivo de um lugar no Egito se tornar tão conhecido. Foram memes — muitos memes –, horas no noticiário e muitas análises sobre o tema. Tico tico pic.twitter.com/FpgU1xVyiD — B.B. (@_BarbaraBB_) March 26, 2021 Meme publicado no Twitter 2 dias após o encalhe do navio. Eu ri. Foram seis dias parados na Grande Lago Amargo e, a cada dia, cerca de US$ 9,6 bilhões em comércio ficaram retidos, segundo a Lloyd’s List. A seguradora Allianz estimou o prejuízo em US$ 10 bilhões por semana ao comércio global. O valor de mercadorias transportadas só no Ever Given era de US$ 750 milhões. Uau.Essa conta é “fácil”, basta estimar o valor da carga parada no próprio Ever Given e nas mais de 400 embarcações que ficaram no congestionamento. Mas qual o dano desse acontecimento para a reputação do próprio Canal de Suez? Tráfego congestionado no Canal de Suez após encalhe do Ever Given Reputação é a nova moeda A eficiência de certos segmentos se nota pela ausência de buzz em torno dela. É assim com internet e telefonia (quando funciona bem ninguém nem percebe, mas basta cair pra ver o estrondo), serviços essenciais, como água, esgoto e energia elétrica e com logística — alguém sabe o nome das maiores transportadoras rodoviárias do Brasil?Esses são os serviços mágicos, não se sabe como funciona, mas precisam funcionar adequadamente. E nesses casos, o não surgimento da crise vale muito. Pode perceber, as campanhas desses produtos não são nada parecidos com Casas Bahia, afinal, são essenciais, não há a necessidade de convencimento da compra do produto. Você precisa, ponto, acabou.Várias dessas companhias que dão a sorte, ou o azar, de comercializar esse tipo de produtos vivem numa maré mansa. O produto precisa ser entregue, os consumidores precisam ficar felizes, mas não há uma grande preocupação à espreita, ou o surgimento de vários concorrentes. Até que o jogo vira. Alternativas ao Canal de Suez A passagem pelo Canal de Suez é o único caminho viável para alguns negócios: outros percursos podem demorar até 10 dias a mais e há o risco de piratas. Porém, para trajetos entre China e Europa, o modal ferroviário é uma possibilidade. Desde o acontecimento, empresas férreas intensificaram o investimento no marketing desses serviços, segundo reportagem do Valor Econômico.O valor da indenização foi reajustado no último dia 24 para US$ 550 milhões ao invés dos US$ 916 pedidos anteriormente pela Autoridade do Canal de Suez. Ainda assim é um número extremamente alto porque eles sabem do prejuízo que já tiveram e que ainda poderão ter, principalmente com a concorrência, e com o descrédito nas relações internacionais.Uma das últimas vezes que eu tinha ouvido falar no Canal havia sido na escola, talvez na sétima série, porém, agora, sempre que o William Bonner mencionar o nome, lembrarei do meme da cosquinha.E você? Quais as suas opiniões a respeito? Qual o preço da reputação pra você?Saiba como a MOTIM pode acelerar a sua reputação

“Como aparecer no Jornal Nacional?” Mas sua empresa precisa estar lá mesmo?

Por ser o maior e mais relevante telejornal brasileiro, o Jornal Nacional da TV Globo, ou apenas JN para os íntimos, é almejado por muitas empresas quando falamos de resultados na imprensa. Emplacar esse resultado no horário nobre da televisão parece um sonho realizado que, sem dúvidas, traria ganhos enormes à empresa que conseguisse essa façanha. Será mesmo? Neste artigo vamos analisar se sua empresa realmente precisa estar no Jornal Nacional. O Jornal Nacional é líder de audiência Que ele é o telejornal de maior alcance da televisão brasileira não há dúvidas. O JN encerrou o ano de 2021 com a média de 24,4 pontos no ibope – líder absoluto de audiência. Então, muitas marcas, com o desejo de alcançar mais pessoas, pensam “como aparecer no Jornal Nacional?”. No entanto, alcançar mais pessoas, é ter mais resultados? Depende. O público alvo Primeiramente é preciso saber se o veículo, nesse caso o JN,  é um meio importante para o seu público e nicho de atuação. Isto é, se o público que consome o jornal se relaciona com a empresa ou tem interesse em seus serviços e valores. Caso o público do Jornal Nacional, que é considerado público de massa, se relacione com a audiência alvo da empresa, sim, pode valer a pena emplacar esse resultado. Agora, se o público que a empresa busca impactar for um público segmentado – e geralmente é – seria mais interessante buscar veículos que tenham a mesma audiência para colocar a empresa em uma matéria. Para item de comparação, considere outro telejornal: o Jornal da Globo. O noticiário da noite tem o público segmentado que visa atingir camadas mais “intelectuais” da população, por isso passa tão tarde e traz assuntos de maneira mais aprofundada, apostando em colunas e análises amplas. No caso dele, diferente do JN, a marca que for buscar resultados entrando no noticiário, deve se relacionar com este público. Objetivo Esse é o x da questão, o objetivo. Antes de optar por uma estratégia de comunicação, seja de PR ou qualquer outra, o objetivo deve ser definido. Mesmo que, em geral, todo resultado de imprensa busca fortalecer a reputação da marca, eles podem fazer isso de formas diferentes. Para ficar mais claro listamos alguns exemplos de objetivos: ‍ Se posicionar como referência na área Conquistar confiança ao se relacionar com um veículo de imprensa tradicional Atingir novos públicos Aumentar a receita da empresa Divulgar uma inovação ‍ Os objetivos servem como base para definição da estratégia e isso inclui a escolha do veículo de imprensa em que colocar o resultado, que pode, ou não, ser o Jornal Nacional. O veículo de imprensa A televisão é o meio de comunicação que atinge mais brasileiro. De acordo com o censo do IBGE em 2019, o aparelho está presente em 96,3% dos lares no Brasil. Mas estar na TV é o fator determinante para o sucesso da marca? A resposta é simples: não. Não basta estar em um veículo – seja qual for – apenas por estar. A marca deve se atentar à real necessidade de estar ali, senão, irá perder tempo e dinheiro com estratégias ineficazes. Não se define o veículo somente pelo veículo, e sim, pela narrativa que ele estabelece com seu público. Algumas vezes, o público que você quer impactar, se relaciona mais com jornais e revistas em texto, do que com a TV. Por isso, ter uma equipe de PR a frente do projeto é importante para que sejam traçadas estratégias que funcionem, adaptadas às particularidades de cada marca. Estratégias em PR É importante entender as estratégias de PR específicas para cada negócio. Por mais interessante que seja aparecer no Jornal Nacional, pense primeiro quais estratégias estão alinhadas com essa aparição e quais os resultados que poderão ser alcançados em função disso. A estratégia está justamente em impactar o público que a marca deseja, a partir do resultado de imprensa e, em seguida, conectá-lo com a marca usando uma comunicação integrada  com outras mídias, canais, campanhas e conteúdos. Tudo deve ser previamente mensurado e analisado, especialmente, o quanto de valor para a empresa essa aparição vai gerar. Tendo todos os cenários analisados, o profissional, ou time, de PR poderá emplacar um resultado que seja realmente eficaz. Para se aprofundar, veja como funciona a assessoria de imprensa. Isso vale 1 motim Se o assunto é emplacar resultados para a construção de reputação e posicionamento de marca, a MOTIM é especialista. Nosso time de PR está sempre pronto para pensar em estratégias de comunicação que geram bons resultados, considerando as particularidades de cada caso.‍ Vem fazer 1 motim

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