Marketing de Performance: o que é e como aplicar na estratégia?
Atleta de alta performance, performance do seu artista favorito, performance de um carro de corrida… O que então significa essa palavra que dá outro significado ao marketing quando atrelado a ela? Nesse post, vamos falar de Marketing de Performance, qual a sua definição, como medir e quais são seus benefícios. Confira! O que é marketing de performance? O marketing de performance, ou de desempenho, é um tipo de marketing digital em que todas as ações são tomadas a partir da análise de dados. Para ser mais objetivo, esse modelo de marketing identifica se o investimento nas mídias digitais estão sendo efetivos, o famoso ROI (retorno sobre o investimento).Um dos benefícios do marketing de performance é conseguir acompanhar esses investimentos, em forma de métricas, em tempo real, o que nos permite fazer alterações o tempo todo para ter melhores resultados.Mas, como funciona na prática? Veja bem, produzir conteúdo para o Instagram da sua empresa ou cliente é uma das estratégias de marketing digital. Mas produzir conteúdo com CTA estratégico para ter cliques, copy persuasivo de venda, e construir campanhas com direcionamento para persona, isso é marketing de performance. E como mensurar o marketing de performance? Por ter a necessidade de ter dados palpáveis e calculáveis, o marketing de performance usa algumas métricas próprias para entender o comportamento do seu público e audiência dentro das mídias e com os conteúdos pagos. As 3 principais são os CPC, CPA e CPL, além do ROI e outros KPI’s que se utilizam dentro da área. O CPC é o Custo por Clique, que nada mais é quanto custa o clique em cada anúncio. Quanto menor o custo, maior o número de cliques em relação ao dinheiro investido. O CPA, Custo por Aquisição, é o valor medido quando o usuário toma alguma atitude com o seu anúncio, por exemplo, tirar uma dúvida sobre seu serviço ou produto. O CPL, Custo por Lead, é o valor que a empresa gasta para conseguir um lead. Ou seja, o contato de um potencial cliente. O ROI é o retorno por investimento, o quanto do seu investimento está voltando em contratação, conhecimento de marca, compra de produtos etc. Os KPIs, no geral, nada mais são que indicadores da sua estratégia. Eles são os indicadores-chave para o seu negócio a partir dos objetivos pautados pelo marketing de performance.Não se confunda: KPI não é a mesma coisa que métrica. Uma métrica pode se tornar um KPI, mas isso é assunto para outro texto. Como aplicar o marketing de performance com efetividade? Agora que a definição de marketing de performance já está clara, é importante saber como iniciar uma campanha de sucesso na sua empresa ou cliente. Objetivo O primeiro passo para começar uma campanha é saber aonde você quer chegar, assim é possível criar uma estratégia de comunicação. Pode ser aumentar o número de leads, aumentar a taxa de clique, ou até diminuir o CPC. Veja o que faz mais sentido dentro da sua estratégia e como esse tipo de marketing pode te ajudar. Métricas Como vimos, as métricas nos ajudam a identificar se estamos no caminho certo ou não. Por isso, é preciso identificar todas as métricas que serão acompanhadas para chegar no objetivo final. Então, precisamos saber qual nosso resultado esperado, calcular de onde estão vindo os leads e analisar o desempenho de acordo com as metas para pode ajudar se for necessário. Canais de divulgação Os canais são os meios que você chegará no seu público-alvo, por isso é muito importante levantar e reconhecer o perfil e comportamento da sua persona, pode ser nas redes sociais ou em anúncios do Google, assim, sabendo onde a sua persona está, você consegue atrair sua atenção. Budget Com os canais definidos, agora é hora de dividir os valores que serão investidos entre eles. Lembre-se de acompanhar as métricas, assim você consegue colocar mais dinheiro no lugar que está dando mais resultados e investir menos nos lugares que não estão sendo efetivos. Mensuração de resultados Chegou o momento que define o marketing de performance: medir a performance da sua campanha. Para mensurar os resultados é necessário definir quais números serão analisados e acompanhados durante o processo. Além disso, não se esqueça de anotar esses resultados, em forma de relatório. Esses números são cruciais para ter uma visão geral do projeto. Além do básico do marketing de performance Se engana quem acredita que o marketing de performance tem uma receita única e que não pode ser visto com outros olhos, usando apenas a visão de anúncios, criação de leads e posts patrocinados. A MOTIM acredita que o marketing de performance pode ser aplicado também dentro do conteúdo, ou como preferimos chamar, conteúdo de alta performance, como as estratégias de SEO para conseguir melhores posições nas pesquisas dos buscadores e campanhas de conteúdo orgânico que aumentam a reputação de uma marca. Entender que o marketing de performance vai além do que se vê por aí, pode te auxiliar a construir sua reputação dentro e fora das redes sociais, sem deixar de lado a mensuração de resultados. A MOTIM atua com comunicação de crescimento, entendendo as necessidades do cliente e utilizando o marketing de performance dentro e fora das redes sociais. Conheça nossos serviços de conteúdo de alta performance no botão abaixo! Clique aqui
Como ir além do básico com o marketing de performance
Atleta de alta performance, performance do seu artista favorito, performance de um carro de corrida… O que então significa essa palavra que dá outro significado ao marketing quando atrelado a ela? O marketing de performance é um dos braços das estratégias de comunicação dentro da internet, baseada em dados para alinhar e direcionar as suas ações digitais. De modo geral, o marketing de performance olha para as mídias pagas, anúncios, e posts patrocinados em diversas redes sociais, pensando no público exato que aquela marca pode – e quer – atingir. O objetivo principal do marketing de performance é gerar lead, ou seja, fazer com que você se torne um comprador em potencial daquele produto ou serviço. O retorno esperado pelas ações do marketing de performance deve ser mensurável, ou seja, uma análise qualitativa das pessoas que foram impactadas por aquela ação. Há quem diga que o marketing de perfomance pode substituir o marketing digital, o colocando como solucionador de todas as lacunas deixadas e criadas ao longo das estratégias. Mas a MOTIM, como já dissemos aqui, entende que o marketing digital sozinho e o marketing de perfomance feito da forma tradicional não cumprem as necessidades das empresas nos dias de hoje. Então, qual a solução? Entendendo o que se conta no marketing de performance Por ter a necessidade de ter dados palpáveis e calculáveis, o marketing de performance usa algumas métricas próprias para entender o comportamento do seu público e audiência dentro das mídias e com os conteúdos pagos. Os 3 principais são os CPC, CPA e CPL, além do ROI e outros KPI’s que se utilizam dentro da área. O CPC é o Custo por Clique, que nada mais é quanto o clique em cada anúncio, post ou conteúdo de cada pessoa custou para a sua empresa. Quanto menor o custo, maior o número de cliques em relação ao dinheiro investido. O CPA, Custo por Aquisição, é quanto aquele lead custou para vir até você e, por exemplo, tirar uma dúvida sobre seu serviço ou produto. E o ROI é o retorno por investimento, ou seja, o quanto do seu investimento está voltando em contratação, conhecimento de marca, compra de produtos. Os KPIs no geral, nada mais são que indicadores da sua estratégia. Eles são os indicadores-chave para o seu negócio a partir do objetivos pautados pelo marketing de performance. Mas não se confunda: KPI não é a mesma coisa que métrica, mas uma métrica pode se tornar um KPI, mas isso é assunto para outro texto. Além do básico do marketing de performance Se engana quem acredita que o marketing de performance tem uma receita única e que não pode ser visto com outros olhos, usando apenas a visão de anúncios, criação de leads e posts patrocinados. A MOTIM acredita que o marketing de performance pode ser aplicado também dentro do conteúdo, ou como preferimos chamar, conteúdo de alta performance. Entender que o marketing de performance vai além do que se vê por aí, pode te auxiliar a construir sua reputação dentro e fora das redes sociais, sem deixar de lado a mensuração de resultados.É possível, e aqui te mostramos como, ainda olhar para cliques, engajamento, custo por aquisição e demais KPIs para além do básico, para além do que já vemos sendo feito há muito tempo. Utilizar do conteúdo, que é um dos pilares da comunicação de grandes marcas nos dias de hoje, como uma ponte para que o marketing de performance se intensifique e seja ainda mais potencializado dentro das estratégias de marketing digital.A MOTIM atua com comunicação de crescimento (ou growth marketing, como preferir chamar), entendendo as necessidades do cliente e utilizando o marketing de performance dentro e fora das redes sociais. Conheça nossos serviços de conteúdo de alta performance no botão abaixo!CAP – conteúdo de alta performance
Marketing emocional: construindo laços profundos com seu público
O que faz você feliz? — perguntava o Pão de Açúcar em suas propagandas em 2013. Agora em 2023, Stella Artois incentiva as pessoas a se encontrarem (e faz isso unindo duas atrizes amadas do brasileiro, Adriana Esteves e Débora Falabella). O que essas propagandas possuem em comum? Algumas propagandas marcam a gente, tiram sorrisos e até lágrimas. E se tiveram esse impacto em você, acredite, eles foram criados para isso. Muitas marcas investem no marketing emocional para se destacarem em meio à concorrência e terem chances de ter a sua atenção. Essa abordagem, que visa criar um vínculo emocional com o público-alvo, é uma poderosa ferramenta para conquistar a confiança dos consumidores e impulsionar o sucesso de uma marca. A importância do vínculo emocional com o público Os seres humanos são movidos por emoções e é exatamente essa conexão emocional que pode influenciar suas decisões — neste caso, as de compra. Quando as marcas conseguem estabelecer um vínculo profundo com seu público, geram sentimentos de confiança, lealdade e identificação. Essa ligação emocional é capaz de criar uma base sólida de clientes fiéis, que se tornam defensores da marca e promotores ativos de seus produtos ou serviços.E é exatamente por isso que os anúncios que mexem com as emoções geram 23% mais resultado em comparação com aqueles anúncios básicos e sem graça. Exemplos de marketing emocional Além dos resultados positivos nas vendas, o marketing emocional também confere à marca maior autenticidade e relevância. Se você, ou sua marca, buscam inspirações para começar a investir nisso, separamos alguns exemplos da estratégia. “Vamos marcar.” da Stella Artois Nina e Carminha frente a frente novamente? Esse foi o truque da Stella Artois para conseguir a atenção do público em sua nova propaganda. A campanha “vamos marcar.” (assim, com ponto-final) incentiva as pessoas a marcarem encontros e reencontros. Além de criarem “momentos que marcam”, a intenção é associar a marca com esses encontros. Share a Coke da Coca-Cola Ao substituir os rótulos tradicionais das garrafas pelo nome de pessoas, a Coca-Cola despertou a curiosidade e o sentimento de exclusividade em seus consumidores. A campanha incentivou as pessoas a compartilharem o refrigerante com alguém especial, estabelecendo uma conexão emocional com o ato de presentear e criar momentos compartilhados. Comercial da Barnes & Noble Se conectar emocionalmente com o público parte do fato de conhecê-lo, e a livraria americana Barnes & Noble demonstrou isso muito bem, em 2015, com uma campanha de natal em que trouxe a dupla Lady Gaga e Tony Bennett para estrelar um comercial. Além dos artistas se conectarem com públicos de faixas etárias diferentes — atraindo ainda mais pessoas à marca — eles cantavam “Baby It’s Cold Outside”, canção de Idina Menzel, amada pelos americanos e muito reproduzida na época do natal. Real Beauty da Dove A campanha “Real Beauty” da Dove emocionou ao desafiar os padrões de perfeição impostos pela sociedade. Através de anúncios que valorizavam a diversidade e a auto aceitação, a Dove criou uma conexão emocional com as mulheres, mostrando que todas são bonitas à sua própria maneira. Essa campanha pioneira ganhou reconhecimento mundial e trouxe um impacto duradouro, consolidando a marca como defensora da beleza real. Como implementar o marketing emocional? Para qualquer campanha é essencial compreender profundamente o público-alvo e suas necessidades, no marketing emocional essa necessidade fica muito maior, afinal, para atingir de forma certeira o coração do público, é preciso saber bem o que vai emocioná-lo. Fatores regionais, culturais, opinião pública podem ser pontos de partida muito úteis na elaboração dessas estratégias. Veja alguns métodos: realizar pesquisas de mercado analisar o comportamento do consumidor criar personas detalhadas Com base nessas informações, as marcas podem desenvolver mensagens e experiências que ressoem com as emoções do público. Além disso, é importante destacar que o marketing emocional não se limita apenas às campanhas de publicidade. Ele deve estar presente em todos os pontos de contato com o cliente, desde o design do site até o atendimento e venda. Cada interação oferece uma oportunidade para fortalecer o vínculo emocional e proporcionar uma experiência positiva e memorável. Por fim, vale ressaltar que o marketing emocional não é apenas sobre manipulação ou exploração das emoções do público. Trata-se de autenticidade, empatia e conexão genuína. As marcas que querem usar dessa estratégia devem ser transparentes, honestas e consistentes em sua abordagem emocional, pois os consumidores são cada vez mais resistentes em relação a estratégias manipuladoras. Leia também: Marketing social: como demonstrar posicionamento e ações para a sociedade?
Marketing orgânico: como impulsionar sua marca com criação de conteúdo
Leia também: Marketing de busca: como expandir a sua presença digital? De acordo com o relatório publicado pela HubSpot em 2021, a geração de leads está no topo das prioridades para as empresas. Devido a competitividade acirrada, as marcas estão constantemente buscando maneiras de se destacar e alcançar novos públicos. É aí que entra o marketing orgânico, que é uma estratégia acessível e sustentável a longo prazo, pois o conteúdo criado pode continuar a gerar tráfego e engajamento por um longo período de tempo. O que é marketing orgânico? O marketing orgânico, também conhecido como marketing de conteúdo, é uma estratégia que se concentra em criar conteúdo de alta qualidade, útil e relevante que atrai e envolve o público-alvo. Ele se baseia em técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para melhorar o posicionamento do site nas páginas de resultados dos mecanismos de busca, como o Google, e aumentar o tráfego. Dessa forma, o marketing orgânico não envolve a compra de anúncios, mas sim a criação de conteúdo útil e interessante para o público, o que pode levar a um aumento na visibilidade, no engajamento e nas conversões. Benefícios do marketing orgânico Investir em marketing orgânico traz vantagens que vão além da redução de custos com anúncios. Como a estratégia é baseada na criação de conteúdo relevante e otimizado para mecanismos de busca, ela gera resultados consistentes e duradouros ao longo do tempo. Entre os principais benefícios estão: Aumento do tráfego qualificado: pessoas chegam ao site porque estão buscando soluções para suas dúvidas ou necessidades. Fortalecimento da autoridade da marca: produzir conteúdos relevantes faz com que a empresa seja reconhecida como referência em seu segmento. Melhor custo-benefício no longo prazo: diferentemente da mídia paga, o conteúdo continua atraindo visitantes mesmo após sua publicação. Maior confiança do consumidor: conteúdos educativos ajudam a construir credibilidade antes mesmo do primeiro contato comercial. Apoio ao processo de vendas: um blog otimizado pode responder objeções, educar o mercado e gerar leads mais preparados para comprar. Quando bem planejado, o marketing orgânico é capaz de gerar resultados por meses ou até anos sem a necessidade de investimento em anúncio. Quando usar marketing orgânico? A estratégia é ideal para empresas que desejam criar um relacionamento duradouro com o público e aumentar a visibilidade e o reconhecimento da marca a longo prazo. Para ser efetivo na estratégia, é preciso se atentar às necessidades e interesses do público-alvo. O marketing orgânico é uma estratégia especialmente eficaz na construção de reputação e autoridade em um nicho específico, bem como para as marcas que querem atrair clientes por meio de busca. Quando usar a mídia paga? Este é o caso mais adequado para empresas que desejam aumentar o tráfego e as conversões de forma rápida e imediata. Ele é especialmente eficaz para campanhas de curto prazo, como lançamentos de produtos, eventos ou promoções especiais. O marketing pago também é uma estratégia adequada para se alcançar um público-alvo específico ou aumentar a visibilidade em um mercado altamente competitivo. No entanto, o marketing pago pode ser caro, e as empresas precisam estar preparadas para investir para obter resultados satisfatórios. Um não exclui o outro Para aumentar os resultados, é interessante, se houver a possibilidade, investir um pouco em cada estratégia. Enquanto a estratégia orgânica vai favorecer a construção de relacionamento da marca, a paga vai potencializar seu alcance. Veja mais: marketing de performance Como as marcas usam o marketing orgânico As marcas podem usar o marketing orgânico de diversas maneiras. Uma delas é através da criação de blogs e conteúdo relevante que atenda às necessidades e interesses da sua buyer persona. Outra forma é através das redes sociais, onde as marcas podem compartilhar conteúdo interessante, educacional e envolvente que atrai e engaja os seguidores. As empresas também podem usar técnicas de SEO para otimizar o conteúdo do site e melhorar o posicionamento nas páginas de resultados dos mecanismos de busca. Como o Google lida com marketing orgânico? O Google valoriza e incentiva o marketing orgânico, pois ele está alinhado com a missão da empresa de fornecer resultados relevantes e úteis aos usuários em suas buscas. A empresa usa algoritmos complexos para determinar quais páginas aparecerão nos resultados de busca e, em geral, privilegia páginas que oferecem conteúdo de alta qualidade e relevante para o usuário. Para otimizar o marketing orgânico, as empresas devem seguir as práticas recomendadas de SEO, alinhadas com as diretrizes do Google, que busca impedir práticas fraudulentas, como textos duplicados ou a compra de links para manipular os resultados de busca. Se atentar às métricas de SEO é fundamental, pois elas são as responsáveis pela posição que seu conteúdo conseguirá no rankeamento da página de buscas. De acordo com o próprio Google, a taxa de cliques para a primeira posição de busca é em média 31,73%, enquanto o segundo lugar recebe 24,71% dos cliques. Veja o ranking de CTR por posição: Como fazer marketing orgânico? Criar uma estratégia eficiente de marketing orgânico exige planejamento. Além de criar conteúdos com frequência, é preciso entender quais informações seu público procura e como os mecanismos de busca avaliam a qualidade dessas páginas. Conheça a intenção de busca do público Antes de produzir qualquer conteúdo, identifique quais dúvidas seus clientes têm durante a jornada de compra. Ferramentas de pesquisa de palavras-chave ajudam a descobrir os termos mais buscados e os assuntos com maior potencial de tráfego. Produza conteúdos originais e aprofundados O Google prioriza páginas que realmente ajudam o usuário a resolver um problema. Por isso, artigos completos, atualizados e escritos por especialistas tendem a conquistar melhores posições nos resultados de pesquisa. Otimize as páginas para SEO Além da qualidade do conteúdo, aspectos técnicos também influenciam o ranqueamento. Utilize títulos claros, subtítulos organizados, URLs amigáveis, links internos, meta descriptions e imagens otimizadas para facilitar a indexação pelos mecanismos de busca. Atualize conteúdos periodicamente O marketing orgânico não termina quando um artigo é publicado. Revisar informações, incluir novos dados e atualizar estatísticas ajuda a manter o conteúdo relevante e
O que as 100 empresas com melhor reputação do Brasil têm em comum?
Da pessoa mais popular no ensino médio ao governo do país, uma coisa é certa: todos se preocupam com a própria reputação. As empresas com melhor reputação do Brasil enxergam e entendem a imagem que estão passando, e alinhada à identidade proposta, trabalham para manter as suas ações e comunicação alinhadas com seu público.A ideia de reputação muitas vezes também é relacionada à fama, ao quanto algo – ou alguém – está na “boca do povo” ou na ponta dos dedos, se pensarmos nas redes sociais. E mesmo que diversas vezes o “prezar pela reputação” seja carregada de um sentido positivo, a imagem de empresas na sociedade também pode ser negativa.Mas como manter uma reputação positiva aumentando a credibilidade e a confiança do público na mensagem, produtos e serviços de uma empresa? O alinhamento entre discurso e ações é a principal estratégia para uma boa reputação. Hoje com a internet, redes sociais, todo e qualquer deslize se torna muito fácil de ser percebido e comentado, atingindo diretamente a imagem das empresas.As 100 empresas com melhor reputação do Brasil em 2020, não são as mesmas de 2019. Com a crise econômica, política e social do país, agravado pela pandemia, diversas empresas que antes ocupavam o top 50 perderam espaço para empresas que souberam manter seus valores alinhados às suas práticas em tempos tão difíceis. Mas o que essas empresas têm em comum? Fonte: Seja Trainee/Reprodução Em 2020, as 100 empresas com melhor reputação do Brasil possuíam um diferencial: 12 de 100 empresas eram lideradas por mulheres. No top 10 temos a brasileira Magazine Luiza, que foi de 10ª colocada em 2019 para 3ª colocada em 2020, no mesmo ano que criou e divulgou ações e valores que causaram discussões envolvendo a empresa.No marketing 3.0, já tínhamos uma aproximação ainda mais pessoal do consumidor, entendendo que vender somente o produto ou serviço não é mais suficiente, e sim que valores e um “estilo de vida” são pontos decisivos na hora da compra para os consumidores. Já no marketing 4.0, a criação de comunidades que defendem a marca a é o que torna a venda de produtos e serviços ainda mais fácil e orgânica.Diferente da Magazine Luiza, a Natura e a Ambev se mantiveram em suas posições de 2019 em 2020, mantendo a comunicação e a criação de uma comunidade que defende e confia nos produtos e na mensagem dessas empresas.Em 2021 não é possível manter uma boa reputação com omissão, principalmente dentro do cenário que estamos vivendo. A Magazine Luiza levanta bandeiras de diversidade dentro e fora da sua empresa, empregando mais pessoas negras, dando apoio a mulheres vítimas de violência doméstica, enquanto a Natura sempre se colocou à frente do debate sobre sustentabilidade e proteção da natureza.Segundo pesquisa da Edelman Trust Barometer feita em 2021, empresas são a instituição que os brasileiros mais confiam. Enquanto o governo e a imprensa sofreram queda de confiança, empresas e instituições privadas aumentaram. Mas, além de confiar, 97% dos entrevistados esperam que as empresas sejam engajadas socialmente e façam mudanças sociais. Não por coincidência, as empresas que ocupam o top 100 com reputações boas são empresas que se propõem a engajar socialmente com seus colaboradores e seus consumidores. Reputação é sua imagem e suas ações sendo vistas pelas pessoas que você quer conquistar. Não tem como conquistar a confiança do seu público se você não abraçar suas dores, não pesquisar sua cultura e não manter um diálogo próximo.As 100 empresas com melhor reputação do Brasil entendem o momento que o país vive e entendem os 97% que esperam que elas tenham um posicionamento e causem uma mudança. Compreender o cenário, pesquisar, escutar e ter atenção aos mínimos detalhes na construção e divulgação da imagem e identidade são os principais cuidados que essas empresas possuem para se manter no Top 100. Confira outros 5 dados sobre reputação que você não pode ficar sem saber. O que você está fazendo pelo bem da sua reputação? Já conversou com seu público hoje e já entendeu como ele enxerga suas ações e valores?A MOTIM é a primeira aceleradora de reputação e gestora de posicionamento do mundo. Fale conosco e descubra o que podemos fazer pela sua empresa.Entre em contato!
Músicas do Tik tok: veja as mais famosas e como o app se tornou motor da indústria musical
O TikTok é um sucesso absoluto. Seja você Millenial ou Geração Z, com certeza já chegou a assistir algum vídeo, mesmo que não nativamente na plataforma. Você também já deve ter sido impactado por trends e challenges que, do nada, literalmente do nada, conquistaram pessoas e marcas. Aliás, mais um chute: as músicas do Tik Tok já entraram na sua cabeça e ficaram lá, dias e dias se repetindo. A rede conta com mais de 1,23 bilhões de usuários, e lidera a lista de apps mais baixados do mundo, sendo avaliado em mais de US$ 50 bilhões de dólares! (“Oh, no no no no – Abre o olho, Mark Zuckerberg!!) Mas em meio a tantos recordes, algo diferente e não previsto aconteceu. O TikTok se tornou um forte propulsor da indústria musical. Artistas e gravadoras do mundo todo perceberam que a rede social do lado pode ser um atalho para o sucesso. Mas como? Tik tok tem influência musical? Sim, muita! As pessoas têm entrado no TikTok para descobrir coisas novas, entender o que e quem está em alta no mundo digital. Então, com certeza, o TikTok “tá, tá movimentando” o mercado da música. Inclusive, uma pesquisa comprovou que 80% dos usuários afirmam ter descoberto novos artistas e áudios dentro da plataforma, tornando o TikTok a principal ferramenta para conhecer músicas e hits, desbancando grandes streamings. Esse fenômeno faz com que o número de ouvintes mensais aumente e muitas dessas músicas entrem para as playlists de Top 50 e Hits Virais, entregando organicamente em escala e alavancando a carreira de alguns artistas. Foi esse fenômeno que levou a brasileira Anitta ao topo do Spotify global. Hit do ano: Envolver, de Anitta, começou no TikTok A música que levou a cantora brasileira ao topo do Spotify mundial, começou, quem diria, no Tik Tok. A canção foi lançada inicialmente em 2021 e faz parte do projeto internacional da cantora, o Girl From Rio. Após a faixa entrar em um challenge de dança no TikTok, começou a mostrar um crescimento considerável em streams, e se tornou um grande sucesso entre o público. As “dancinhas de Tik Tok” são um potente motor para alavancar uma música, com grande potencial de viralização Essas trends ultrapassam as fronteiras de países, fazendo com que uma música possa se tornar um hit global. Música da Wandinha O potencial da rede social pode ser analisado com base no enorme fenômeno causado pela “música da Wandinha”, que viralizou no fim de 2022 após o lançamento da série Wednesday. Um fator muito curioso é que a música que fez sucesso no Tik Tok sequer faz parte da produção musical da série lançada pela Netflix. A “música da Wandinha” é, na verdade, uma canção da cantora Lady Gaga, chamada Bloody Mary. A faixa faz parte do terceiro disco da cantora e foi lançada em 2011. O que aconteceu foi que algum usuário produziu uma fancam com a personagem Wandinha dançando a música de Lady Gaga. Com o tema da série em alta, e a impressionante sincronia dos passos de dança com a música, a trend estourou. O resultado foi o que você está pensando: Bloody Mary voltou a subir nas paradas musicais, após 11 anos de seu lançamento. Músicas do Tik Tok mais tocadas em 2022 Recentemente, foram divulgadas as músicas mais tocadas no TikTok no Brasil em 2022, pela própria plataforma. L7nnon, Os Hawaianos e DJ Bel da CDD conquistaram o primeiro lugar com o hit “Desenrola, bate, joga de ladin”, que você com certeza já ouviu ou viu alguém fazer a dancinha. Além desses, Pedro Sampaio e Xamã também foram destaque. Confira abaixo a lista completa: Desenrola, bate, joga de ladin – L7nnon, Os Hawaianos e DJ Bel da CDD Dançarina – Pedro Sampaio e MC Pedrinho Malvadão 3 – Xamã, Gustah, Neo Beats e Baguá Records Quebra de ladinho e faz coraçãozinho – DJ JL O único Beat Automotivo Tan Tan Tan Viral – WZ Beat Na Rebolada – Os Quebradeiras, DJ Zullu e Machadez Malvada – Zé Felipe Sentadona – Davi Kneip, MC Frog e DJ Gabriel do Borel Vontade de Morder – Simone & Simaria e Zé Felipe Acorda, Pedrinho – Jovem Dionísio Mesmo que você não seja ouvinte assíduo de música popular, já deve ter escutado alguma dessas músicas por aí. O alcance do TikTok é enorme e já deixou os limites do virtual. Tudo que acontece lá, repercute no mundo exterior. O algoritmo do Tik Tok Pense bem: nos últimos tempos, todas as redes (basicamente, todos os produtos do Facebook) seguiam uma lógica semelhante para exibir as publicações. Para ir além dos recursos já vistos, enquanto todas as outras redes sociais focavam em nossas bolhas como prioridade, o algoritmo do TikTok nos coloca sempre com coisas novas o tempo todo, mas de uma forma relevante. Como viralizar no Tik Tok! Se você notar e der um check no TikTok diariamente pela manhã, perceberá que, cada vez mais, o que estará exposto por lá é de seu gosto – mesmo que você não siga ninguém. Outro ponto diferente é que o algoritmo do TikTok não condiciona a exibição de uma publicação ao número de seguidores do criador. Na verdade, ele exibe uma publicação para um grande volume de usuários, ainda que o criador não tenha muitos seguidores. Desenvolvido para te viciar Quando você busca entender qual o segredo da plataforma, qual a fórmula mágica do algoritmo do TikTok, fica claro que a grande diferença, na verdade, é a sua comunidade, os tiktokers. Lá as pessoas se sentem seguras para expressar e criar conteúdos de forma autêntica e bem criativa, sem se importar tanto com padrões que vemos em outras redes sociais por aí. O jeito que as pessoas se descobrem no TikTok permite que os vídeos dos usuários alcancem outros criadores de conteúdo e se identifiquem de alguma forma. Logo, acabam por seguir, se conectar e consumir o conteúdo. Esse processo “ligeiro” faz com que o aplicativo seja um grande condutor de tendências e
Make Instagram Instagram again: Influenciadores definem as mudanças em redes sociais?
Quem usa as redes sociais com frequência já deve ter notado que o Instagram tem direcionado esforços para se equiparar ao concorrente, TikTok. A rede social, que inicialmente priorizava a publicação de imagens e funcionava como uma espécie de álbum de fotos, agora tem foco em vídeos. E foi essa mudança que causou o movimento “Make Instagram Instagram again” entre os influenciadores.O Instagram revelou que pretende se tornar “uma rede social de vídeos”, em que a timeline principal do app será focada na ferramenta reels, e a partir disso, influenciadores digitais famosos partiram em defesa do modelo tradicional do aplicativo.Neste artigo vamos te responder a seguinte pergunta: Os influenciadores têm o poder de mudar as decisões dos executivos e os planos para redes sociais? A era dos Tiktokers Se os influenciadores do Instagram foram por muito tempo os mais visados pelo público, hoje isso mudou. Agora, nomes como Kim Kardashian e Kylie Jenner vêm dividindo a atenção dos fãs com influenciadores digitais do TikTok. Hoje, a busca pela atenção do internauta é o maior objetivo de empresas e redes sociais. Você conhece a economia da atenção? As marcas disputam pela sua! A rede social que tomou conta do mundo todo foi criada em 2016, na China. Desde então o TikTok se tornou um grande fenômeno devido às grandes e variadas formas de criação de conteúdo dentro do aplicativo. Um dos maiores diferenciais para criadores de conteúdo é que a plataforma entrega os vídeos para usuários que não seguem o seu perfil. Você não precisa ter milhares de seguidores para que seus vídeos sejam vistos. Você precisa apenas prender o público naquele conteúdo específico. Isso permite que milhares de pessoas saiam do anonimato quase que instantaneamente com apenas um vídeo.De acordo com o Canaltech, o app chinês alcançou o mundo inteiro em agosto de 2018 quando a empresa responsável se fundiu ao Musical.ly. Desde então, o TikTok cresceu tanto que já obriga outras redes a mudarem, em um movimento parecido com o que aconteceu com o extinto Snapchat. Make Instagram Instagram again O movimento que agitou discussões nas redes, trata-se de uma petição que vem rodando na internet e já acumula mais de 140 mil assinaturas. O “Make Instagram Instagram again” se tornou notícia quando as irmãs Kardashian, grandes influenciadoras, aderiram ao movimento em prol de que a rede social da empresa Meta retome suas características tradicionais.Já há algum tempo que estão sendo implantadas mudanças na plataforma. De fotos para vídeos curtos, o Instagram deve se tornar cada vez mais focado na ferramenta reels. Como viralizar no TikTok? Dicas de produção de conteúdo para bombar na rede A mudança se dá em detrimento da preferência dos jovens pelo rival, TikTok. Mas o apelo dos influenciadores, com o movimento, chegou aos executivos da rede social. Seguir os influenciadores ou os usuários? A resposta do Instagram foi rápida e concisa: “o Instagram vai se tornar vídeo ao longo do tempo”, revelou o CEO da rede social, Adam Mosseri. Mesmo com os apelos de influenciadores digitais, a decisão dos executivos permaneceu a mesma.O que motiva essa decisão, você já sabe: a disputa pela sua atenção entre o Instagram e o TikTok. No entanto, se formos mais a fundo nisso, encontramos mais motivações.Hoje, a rede social chinesa possui nos Estados Unidos mais usuários da geração Z do que o Instagram. O comportamento dos usuários desta geração está intimamente ligado ao imediatismo, à agilidade e excesso de impulsos – características que o app compreende bem. O fenômeno é tão grande que o TikTok se tornou o motor da indústria musical.O algoritmo da plataforma também é um diferencial importante para essa mudança no comportamento dos usuários – que nem mesmo os influenciadores poderiam frear. Muito mais intuitivo e ágil nas sugestões de conteúdo, o TikTok explorou muito melhor os conteúdos personalizados. Como comentamos mais acima, ele não entrega seus vídeos apenas para os seguidores. O algoritmo do TikTok consegue entender o padrão de consumo de conteúdo de cada um dos usuários e entregar os vídeos que se encaixam em cada perfil. Dessa maneira, uma pessoa sem seguidores que acabou de publicar seu primeiro vídeo é capaz de impactar milhões de pessoas da noite para o dia. Basta acertar o conteúdo! Influenciadores digitais e seus impactos nas decisões de consumo As grandes marcas presentes no ambiente digital sempre irão seguir o comportamento dos usuários – afinal, é para eles que os esforços são direcionados.Até mesmo o Google, o maior nome da internet, está focando em experiências personalizadas para os usuários, com o feed do Google. Também na intenção de se equiparar a outros apps, que não são exatamente de busca, mas servem como.Os influenciadores digitais têm seu peso no ecossistema da internet, mas seus poderes são limitados. Seus impactos nas decisões de consumo são amplamente explorados por marcas, para construção de uma relação com seu público-alvo.No entanto, mesmo que alguns dos maiores influenciadores do mundo tenham entrado no movimento “Make Instagram Instagram again”, a rede vai permanecer seguindo a direção que o comportamento geral aponta, afinal quem determina a condução do jogo é você, usuário.
A importância dos influenciadores digitais para as marcas!
Eles ditam trends, já são tratados como celebridades e compartilham suas rotinas quase 100% do tempo com seus seguidores. Os influenciadores digitais possuem perfis populares capazes de alcançar milhões de pessoas e de influenciar seus gostos e opiniões.Com tanto poder de alcance em suas mãos, essas pessoas se tornaram atrativas para grandes empresas em busca de fortalecer suas marcas, divulgar produtos ou criar laços com novos públicos.Mas eles são realmente valorosos para as marcas? Veja como as estratégias de marketing de influência funcionam hoje em dia. Influenciador digital ou digital influencer? Ambos os termos são corretos e se referem a mesma coisa, influenciadores ou influencers digitais são pessoas que possuem grande número de seguidores em redes sociais e, assim, conseguem se manter financeiramente com o trabalho na internet ou complementam a renda com esse trabalho. Isso desde a era dos blogs, passando pelo Instagram e Youtube, até a onda recente do TikTok.Devido ao alto alcance de suas redes, essas pessoas se tornaram um poderoso método de divulgação de informações, sobretudo serviços e produtos. Alguns perfis são especializados em avaliar marcas, produtos e até mesmo estabelecimentos – quem nunca recorreu à uma blogueira na hora de comprar uma maquiagem ou visitar um restaurante? Influenciadores definem as mudanças em redes sociais? Marketing de influência Se você já comprou alguma coisa na internet após ver a indicação de alguém em uma rede social, você fez parte do marketing de influência. Essa estratégia tem gerado números interessantes para marcas que apostam em sua eficácia. Uma pesquisa realizada pela Opinion Box mostrou que 55% das pessoas que seguem influenciadores em redes sociais já compraram ao menos um produto por indicação desses profissionais.O uso de influenciadores digitais foi a estratégia que mais trouxe frutos para grandes marcas em 2021, então não é difícil supor que a maioria das empresas busca por esses profissionais para divulgar seus produtos e serviços. O influenciador empresta sua reputação à marca Quando uma celebridade altamente conhecida aparece na TV e diz “Ei, olha, eu uso esse produto e comprovo sua qualidade”, ela está fazendo marketing de influência. Esse conceito, apesar de estar em alta na era dos influenciadores, não é novo. Quer um exemplo conhecido? Quem se lembra da apresentadora Xuxa nas propagandas do Monange? Ao aplicar essa estratégia no mundo das celebridades virtuais, os profissionais de marketing e assessoria de imprensa conseguiram multiplicar a eficiência na aquisição dos produtos apresentados porque os influenciadores já possuíam um laço de confiança muito mais íntimo e próximo com seus públicos – o que as propagandas na TV faziam com mais limitação.O resultado? Quando o seguidor vê uma publi ele pensa “Hum, se a fulana gostou, o produto deve ser bom mesmo.” Assim, os influenciadores digitais funcionam como uma “ponte” entre marca e consumidor, e as chances dessas publis se converterem em novos consumidores para as marcas são altas – 77% dos internautas brasileiros seguem algum influenciador digital em suas redes sociais. Muito mais eficaz que anúncios “Não pule esse anúncio” dizia o anúncio que você pulou. Acredite, você não foi o único. Isso ocorre devido ao fato de que quando uma pessoa navega na internet, ela está em busca de duas coisas: uma solução/resposta ou uma distração/entretenimento. Então, a menos que você esteja procurando um shampoo milagroso que repara danos de sol, você vai evitar assistir um vídeo sobre isso. Os anúncios (que estão cada vez mais intrusivos) se mostram gradativamente menos eficientes e, à medida que isso acontece, marcas têm preferido divulgar seus produtos por meio dos influenciadores.Quando seu youtuber favorito faz um vídeo citando como aquele novo shampoo resolveu todos seus problemas com danos do sol, você provavelmente vai assistir (mesmo que não tenha danos no cabelo) porque gosta de ver o que aquela pessoa tem a dizer. Está aí a eficácia das estratégias de marketing envolvendo os influencers – o público já possui um relacionamento com aquela pessoa. Reputação de longo prazo A reputação da marca é mais favorecida com o uso de influenciadores quando o relacionamento é mantido a longo prazo. Em primeiro lugar, porque, muitas vezes, as indicações são feitas nos stories para se ter aquela sensação de maior intimidade e que, no entanto, possui prazo de exposição de 24 horas. O que é reputação? Veja 5 características principais Em segundo lugar, e mais importante, está o fato do consumidor ainda levar um certo tempo para amadurecer a ideia antes de realizar uma aquisição. Quanto mais tempo um produto estiver exposto para os seguidores de alguém, mais a imagem do influenciador será ligada à marca. Não abra mão do storytelling As empresas que são novas no uso de influenciadores digitais em suas estratégias de comunicação podem cair em um erro muito comum: a ausência do storytelling.Existe uma ideia popular de que as marcas só enviam os produtos para o digital influencer e deixam que ele produza o conteúdo como bem entender. Bom, isso pode até acontecer, mas é um claro erro de amador.A sua marca perde o controle da narrativa, não sabe qual história será contada e, por fim, não conquista o resultado esperado.Para se ter uma boa eficiência é necessário trabalhar em conjunto com um profissional de assessoria de imprensa ou marketing para construir um storytelling onde o influenciador vai inserindo o produto da marca em seu dia a dia para favorecer o uso do produto e converter os consumidores estrategicamente. Assessoria de imprensa é o primeiro passo Agora você já sabe que não é só enviar um kit para um influenciador qualquer e esperar uma chuva de novos clientes, mas existem outros cuidados a serem levados em consideração ao fazer uma ação com influenciadores digitais: Budget da ação Público almejado Influenciador compatível Mensagem da marca Geração de valor Narrativa para conversão Esses pontos específicos só podem ser definidos após a análise de um profissional qualificado que entenda as especificidades de cada marca, defina as metas e mensure resultados esperados.Por isso, se você se pergunta “como contratar um influenciador digital?” A resposta é que você deve
Layoffs no Brasil: o que provocou o fenômeno nas startups?
Nos últimos meses de 2022, o Brasil viu uma série de movimentações diferentes no cenário de inovação, incluindo as startups de sucesso. Diversas empresas como Loft, Quinto Andar e Facily anunciaram layoff (as demissões em massa). O que gerou instabilidade e receio entre os colaboradores de startups por todo o país. Uma das causas entendidas para esse fenômeno é a estabilização do mercado de inovação, que viveu uma verdadeira euforia em 2021. As ditas startups de sucesso receberam aportes altos de investimentos em venture capital. Foi nesse período que a América latina se tornou líder em investimentos de risco. A estabilização não é o único motivo para as demissões, a recessão foi incentivada por outros fatores, que você vai ver a seguir. A captação de recursos das startups As startups são avaliadas por sua capacidade de gerar lucro no futuro, caso ela atinja os objetivos traçados no plano de negócio da empresa. Empresas desse tipo participam de rodadas de investimentos para captar dinheiro, chamados de venture capital, ou capital de risco. Do outro lado estão os investidores. Eles estão cientes do alto risco dos investimentos, porém também sabem que o retorno pode ser grandioso e proporcional ao risco oferecido. As startups precisam convencer esses investidores de que trarão lucros vantajosos após estarem consolidadas. Todas as etapas de crescimento rumo a uma startup de sucesso são descritas no plano de negócio das marcas. Ao convencê-los, essas startups promissoras recebem o aporte financeiro e usam esse dinheiro para a expansão do negócio até a próxima rodada de investimento, em um ciclo que se repete até que a empresa se torne independente. Crescimento acelerado A startup cresce astronomicamente em pouquíssimo tempo devido aos recursos externos de venture capital, mas demora até dar resultados que compensem os altos investimentos iniciais. Por isso, as startups unicórnio são tão valorizadas, geralmente elas já atingiram patamares em que o lucro e o investimento foram equilibrados, tornando-se startups de sucesso. Antes do layoff: a euforia das startups em 2020 No entanto, como em praticamente tudo na sociedade, as startups também enfrentam crise que são muito influenciadas por razões geopolíticas, tendências de economias globais e crises no país, que afetam o comportamento dos investidores. Para o CCO e fundador da MOTIM, Silas Colombo, uma das razões para o movimento foi a estabilização do mercado, que recebeu altos investimentos a partir de 2020. Taxa Selic De 2016 a 2020 a taxa Selic sofreu quedas constantes, alcançando a mínima histórica em agosto de 2020. Em sua nona redução consecutiva, a Selic caiu de 2,25% ao ano para a mínima histórica de 2% ao ano. Essa mudança, anunciada pelo Comitê de Política Monetária, deu continuidade ao movimento de redução dos juros no Brasil iniciado em julho de 2019. A baixa da Selic estimulou investimentos em ativos de risco, que apesar desse nome, podem trazer grande rentabilidade aos investidores. Volume de venture capital Com toda essa movimentação, o cenário se tornou positivo para investidores de venture capital, que colocaram os olhos nas startups brasileiras. Por isso, o volume de investimento só aumentou. Segundo dados do portal Distrito, entre 2020 e 2021, o número de investidores que colocaram dinheiro em startups subiu 34% no Brasil. Em 2021 tudo mudou Com a inflação no país se tornando cada vez maior, o Banco Central passou a subir a taxa Selic para conter a crise. De acordo com o portal G1, em maio de 2022 “O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realizou o 10º aumento seguido da taxa básica de juros da economia” De janeiro de 2021 até maio de 2022, o percentual que era de 2% ao ano, subiu para 12,75%. E a tendência é de que essa alta continue. Como a taxa Selic tem aumentado, significa que existe um custo maior para as empresas pegarem crédito. Isso fez com que os investidores buscassem alternativas com riscos menores. Ou seja, fugindo das rodadas de investimento em venture capital – o que diminui os recursos disponíveis para startups. Inflação americana Não bastassem as consecutivas altas da taxa Selic, os Estados Unidos enfrentam sua maior inflação nos últimos 40 anos, fazendo com que as taxas aumentem lá também. O aumento dessas taxas de investimento é uma forma de atrair capital para o país e valorizar sua moeda. Assim, os Estado Unidos impactam mercados emergentes como o Brasil, já que se torna mais lucrativo e seguro investir lá. Layoffs nas startups de sucesso Na prática, vivemos uma intensa diminuição do apetite por investimento de risco (fundamental para as startups). Mas os investidores que já colocaram dinheiro em negócios querem ver o retorno do capital investido. Por isso, eles passam a cobrar resultados melhores das startups ou, ao menos, indicadores de que conseguirão superar o custo do investimento feito. Do lado dos empreendedores de startups existe a incerteza de que uma nova rodada de investimentos vá acontecer. Por isso, mesmo as startups de sucesso precisam segurar dinheiro em caixa, cortando gastos e reduzindo o número de colaboradores, o que gera demissões em massa. É preciso desacelerar O que tudo isso nos ensina em relação às startups de sucesso? As crises e movimentações econômicas sempre existiram, e sempre vão existir. Em alguns momentos, como em 2020, elas impulsionam o crescimento dos negócios como um todo. Em outro, como vivemos em 2022, são responsáveis por crises como a das demissões em massa. Se a antiga regra para startups era a de crescer muito e repentinamente com investimentos de venture capital, e a longo prazo gerar resultados que paguem os investidores, agora, parece que o ideal é crescer menos, mas mantendo uma rentabilidade saudável e contínua, para que crises não obriguem as startups de sucesso a demitir seus colaboradores, o que é um forte abalo em sua reputação de marca. É possível salvar a reputação dessas marcas? As startups vão reagir mais depressa Todo momento de crise é, também, um momento de oportunidade, e o empreendedor de inovação sabe disso como ninguém. Podemos esperar que startups encontrem novas maneiras
Employer branding: uma estratégia essencial para sua marca
A competição das marcas pela atenção dos consumidores é um fato amplamente conhecido, mas se engana quem pensa que para por aí. Empresas também têm disputado por profissionais no mercado de trabalho e uma maneira de atrair os melhores talentos é o employer branding, que consiste em construir e promover uma imagem positiva da empresa como empregadora. O que é employer branding? O employer branding é a reputação que a empresa tem no mercado como um lugar para se trabalhar. Ele é construído a partir da percepção dos funcionários, candidatos a vagas, clientes, fornecedores e até mesmo da sociedade em geral. Sobretudo com a fácil conexão entre profissionais, por plataformas como o LinkedIn, a imagem que a empresa projeta como empregadora pode influenciar diretamente a atração e retenção de talentos. Essa estratégia se relaciona diretamente com a cultura e os valores da empresa. Diversidade nas empresas: o que as marcas estão fazendo? Uma empresa com uma boa marca empregadora é vista como um lugar que valoriza seus funcionários, oferece oportunidades de desenvolvimento, um ambiente de trabalho saudável e uma remuneração justa. Exemplos de employer branding Algumas empresas se destacam por terem uma marca empregadora forte e atraente para os profissionais do mercado. Veja alguns exemplos: Google Não é grande novidade que a gigante de tecnologia oferece um ambiente de trabalho com salas de jogos, áreas de lazer e benefícios como refeições gratuitas e massagens. Além disso, a empresa investe em programas de desenvolvimento profissional para seus funcionários. O Google foi uma das primeiras empresas a apostar em uma cultura de trabalho mais “diferentona”, abrindo espaço para outras marcas, especialmente as de inovação, para fazer o mesmo. Nubank O Nu é uma fintech unicórnio brasileira e possui uma cultura organizacional pautada em inovação e diversidade. Os valores da empresa incluem a criatividade e o trabalho em equipe, oferecendo um ambiente flexível. Além disso, existem políticas de benefícios que incluem plano de saúde, seguro de vida e programas de educação – todas valorizando seu employer branding. Zappos Famosa por seu atendimento ao cliente excepcional e reconhecida como um lugar ótimo para trabalhar, a Zappos investe em treinamento e desenvolvimento de seus funcionários, além de oferecer um ambiente de trabalho mais descontraído. Esses são apenas alguns exemplos de empresas que têm uma marca empregadora forte. Mas é importante ressaltar que cada empresa deve construir sua própria identidade e que reflita seus valores e cultura organizacional. Por que investir em employer branding? Agora que entendemos o que é employer brand e vimos alguns exemplos, fica mais fácil entender por que essa estratégia é tão essencial para as empresas. Uma pesquisa realizada em 2021 pela Robert Half aponta que 36% dos profissionais estão parcialmente satisfeitos na oportunidade atual, enquanto 16% se dizem insatisfeitos Além de evitar a insatisfação dos colaboradores e, consequentemente, os resultados da empresa, a construção de uma marca empregadora forte pode trazer outros benefícios: Atração de novos talentos: Ser reconhecida como uma boa marca empregadora pode ajudar a atrair os melhores profissionais do mercado, afinal, a qualidade de vida no trabalho é fator determinante para contratações. Redução de turnover: Funcionários satisfeitos e engajados têm menos chances de deixar a empresa. Isso pode ajudar a reduzir o turnover e os custos com recrutamento e treinamento. Melhoria da reputação: Investir em uma marca empregadora forte pode melhorar a reputação da empresa perante a sociedade, gerando benefícios financeiros e reputacionais. Uma empresa que valoriza seus funcionários e oferece um ambiente de trabalho saudável é vista como mais ética e responsável socialmente, atraindo clientes e parceiros de negócios que compartilham dos mesmos valores. Como a MOTIM atua em employer branding A MOTIM é uma empresa que valoriza seus colaboradores e investe para fidelizar seus talentos. Desde o início, percebemos que para obter sucesso, seria necessário oferecer aos funcionários um ambiente de trabalho acolhedor, com oportunidades de desenvolvimento e reconhecimento pelo trabalho realizado. Investimos em benefícios como horários flexíveis, programas de treinamento e desenvolvimento, além de um plano de carreira bem estruturado. Essas medidas foram tomadas com o objetivo de atrair e reter os melhores talentos do mercado e, assim, garantir a excelência na entrega de produtos e serviços aos nossos clientes. O resultado das estratégias de employer branding foi que, além de mantermos um time muito preparado, conseguimos o selo “Great Place to Work” — reconhecimento que atesta a excelência do ambiente de trabalho e a satisfação dos colaboradores.