Todo mundo pode ser produtor de conteúdo para internet?

A vida de quem é produtor de conteúdo para a internet pode ser complicada às vezes. Aquele ditado “quem não é visto, não é lembrado” retrata bem o mercado da produção de conteúdo virtual. A internet virou a porta de entrada para a descentralização da produção de conteúdos, que antes eram criados e veiculados apenas por grandes produtoras. Hoje em dia, cada rede social tem seu próprio mecanismo para determinar o que é ou não relevante, o que torna a rotina dos produtores de conteúdo uma montanha russa.   Quando era tudo mato, parecia ser mais fácil entender o perfil dos virais. Assistir um vídeo engraçado, do tipo vídeo cacetadas, e encaminhar para os amigos pelo e-mail era uma prática comum em 2008. O YouTube era o principal canal de veiculação desses vídeos (como se fosse o Tiktok das antigas), e nessa onda de vídeos caseiros começaram a surgir os primeiros grandes produtores de conteúdo pra internet: PC Siqueira, Kéfera Buchmann e Felipe Neto, foram os principais nomes para que o formato de vlog se popularizasse no Brasil. Todo mundo quer ser produtor de conteúdo Depois do boom dos primeiros youtubers, vários produtores de conteúdos pra web começaram a ter destaque nas redes, chegando até as mídias tradicionais (TV e cinema), também foram milhares de livros vendidos e inúmeras salas de teatro lotadas por todo o país. Muita gente criou império nas redes sociais e ganhou muito dinheiro com isso. A visibilidade que esses creators ganharam impulsionou e encorajou inúmeras pessoas a entrarem no universo da produção de conteúdo. Hoje em dia, existem diversos nichos (moda, beleza, esportes, games, espiritualidade, literatura etc), cada um com um público específico e adequado para as diferentes redes. ‍ Reputação digital: o que preciso saber antes de começar minha carreira na internet Mas como nem tudo são flores, as redes sociais também têm um lado obscuro e o principal deles é o algoritmo. É muito frequente ver produtores de conteúdo recorrendo ao Twitter para desabafar dizendo que seu conteúdo “flopou” (não foi muito bem, no dicionário LGBTQ+), ou até mesmo fazendo enquete nos stories do Instagram perguntando aos seguidores se receberam seu material – o que é uma forma de aumentar o engajamento e dar uma recuperada no algoritmo. O que é algoritmo? Na matemática, algoritmos são um conjunto de operações usadas para resolver um problema. Já no universo da internet, os algoritmos nomeiam o mecanismo usado pelas redes sociais para determinar quais conteúdos são relevantes e de interesse do público. Ninguém sabe ao certo como esse mecanismo funciona, ser produtor de conteúdo atualmente significa criar conteúdos e publicá-los sem ao menos ter a certeza de que eles serão entregues ao público. O que pode bombar em um dia, pode não bater nem um terço de views do outro. Uma reputação forte salva nessas horas Existem inúmeros jeitos de driblar a imprevisibilidade dos algoritmos, ter uma reputação forte e consolidada é um deles. Isso porque a reputação é o principal ativo para que um produtor de conteúdo ou marca se consolide no mercado, ou seja, sejam lembrados não só por suas publicações, mas também como uma autoridade no tema. Só quem vive sabe Mesmo sem a transparência das redes sociais, várias pessoas se arriscam em produzir conteúdo para a web e andam em uma corda bamba diariamente, não só pelo boicote das redes, mas também pela possibilidade de cancelamento virtual. É preciso ser muito inteligente, criativo e dedicado para conseguir sobreviver aos desafios da internet e ser produtor de conteúdo de sucesso. Vitrine para as marcas Atualmente, estar presente nas redes sociais é essencial para o sucesso de qualquer marca, afinal, lá estão todos os públicos. Prova disso é que existem aproximadamente 4,33 bilhões de usuários nas redes sociais. Produzir conteúdo com estratégia para as redes é um jeito infalível de fortalecer o relacionamento entre persona e marca e construir um posicionamento assertivo. A MOTIM entende a importância de produzir conteúdo para as redes sociais, mas, além disso, conta com a expertise de criar estratégias que funcionam para superar as adversidades das redes e promover o crescimento sustentável das marcas.

reage, mulher – WALKIE TALKIE #009 [extra]

quando você pensa em startup de inovação, como imagina o quadro de diretores e fundadores? com base no que você pensou, responda (mentalmente): quantas mulheres você visualizou? um estudo de 2019 mostra que 44% das startups nos eua não têm nenhuma mulher em cargo de liderança. o número é ainda pior quando falamos de startups bilionárias: um levantamento de 2021 da crunchbase mostra que, entre as unicórnios de capital privado, cerca de 11% foram fundadas ou cofundadas por mulheres. isso sem falar nos recortes de raça. no brasil, temos apenas uma pessoa negra no alto escalão de uma unicórnio. nenhuma mulher negra figura neste patamar. mulheres que estão reagindo o caminho é longo, mas as mulheres têm reagido. na lista de 2021 das melhores empresas para trabalhar da great place to work, o percentual de mulheres ocupando cargos de média e alta liderança aumentou, assim como o total de negros nas equipes. aqui no brasil, temos ótimas referências para nos inspirar: cris junqueira (nubank), isis abbud (arquivei), mariana dias (gupy), luciana caletti (love mondays), nara iachan (cuponeria), entre tantas outras. não há como negar que a diversidade se tornou um valor incontestável para empresas que querem deixar um legado no mundo. seminário folha debate desafios das mulheres no mercado de trabalho – hoje, às 15h, a folha realiza um seminário muito importante sobre paridade de gênero no mercado de trabalho. não vai perder, ein? o que é ser uma liderança em publicidade? – três mulheres incríveis do podcast “propaganda não é só isso aí” refletem sobre o que é “chegar lá”. conheça as empresas com as melhores práticas para ascensão feminina – quase 60% das companhias no brasil possuem uma política formal para equidade de gênero. bora conhecer algumas delas? a nossa profissional de talent acquisition and culture guardian, fernanda stacy, trouxe como indicação um filme que fala sobre estereótipos de gênero e o contexto do machismo na sociedade. olha só: “eu não sou um homem fácil”, de eléonore pourriat (tem na netflix) INJEÇÃO DE ÂNIMO “precisamos ser criadas para a liberdade. o mundo é grande demais para não sermos quem a gente é”– elza soares

Régua de relacionamento: o que é e qual a importância para a marca?

Ilustração de régua de relacionamento com etapas representadas por ícones de e-mail e satisfação

A régua de relacionamento é uma estratégia de comunicação que organiza contatos e interações com clientes ao longo da jornada de compra, fortalecendo o relacionamento com o consumidor e aumentando as chances de conversão. Não há o que discutir: a comunicação é a base do sucesso das estratégias das empresas, seja ela na comunicação interna ou externa. Para alcançar a eficiência da mensagem, é preciso conhecer algumas técnicas, e uma delas é a régua de relacionamento, também conhecida como régua de comunicação no marketing. Com essa ferramenta, as empresas conseguem se aproximar dos clientes e direcioná-los até o momento da conversão. Neste artigo, exploraremos o conceito de régua de relacionamento, sua importância e como ela pode ser aplicada com sucesso em uma estratégia de comunicação e marketing. O que é uma régua de relacionamento? A Régua de Relacionamento, ou régua de comunicação no marketing, consiste em um conjunto de ações que está presente em diversas etapas do processo de marketing, incluindo a fase de retenção do cliente. Ela visa estabelecer e manter um contato constante e significativo com os clientes. ‍ ‍ Para uma comunicação ter uma régua, ela deve envolver diferentes canais e etapas pré-definidas para se comunicar com os clientes ao longo do tempo, de forma a construir o relacionamento de maneira gradativa, fazendo com que seja duradouro e sustentável. Por exemplo, imagine uma campanha de marketing para uma empresa de e-commerce que precisa resgatar alguns clientes que estão há certo tempo sem consumir.  Uma régua de comunicação pode ser construída da seguinte forma: 1° – Um e-mail de “sentimos sua falta”. 2° – Uma mensagem de WhatsApp oferecendo uma oferta exclusiva 3° – Um disparo de SMS oferecendo um cupom de desconto 4° – Um novo e-mail mostrando produtos do interesse desse consumidor E assim por diante. A régua de relacionamento com o cliente não possui uma estratégia fixa, as comunicações e os canais vão depender do objetivo da ação. Tipos de réguas de relacionamento 1. Nutrição de leads A utilização de régua de relacionamento na nutrição de leads é uma das estratégias mais usadas no marketing digital. Em resumo, a empresa cria fluxos automatizados de comunicação para acompanhar o usuário desde o primeiro contato até o momento da compra. Normalmente, essa régua é composta por e-mails, conteúdos educativos, ofertas, materiais ricos e mensagens segmentadas de acordo com o comportamento do lead. O objetivo é manter o interesse ativo ao longo da jornada de compra e aumentar as chances de conversão. Além disso, a régua permite personalizar a comunicação conforme as ações do usuário. Se o lead abriu um e-mail ou clicou em determinado conteúdo de marca, por exemplo, ele pode receber uma nova mensagem mais direcionada ao seu interesse. 2. Pós-venda A régua de relacionamento com clientes no pós-venda busca manter a comunicação ativa após a conclusão da compra. Diferente da régua focada em conversão, aqui o objetivo principal é aumentar a satisfação, fortalecer o relacionamento e incentivar a fidelização. Nesse tipo de estratégia, as empresas podem enviar conteúdos de suporte, acompanhamento do pedido, dicas de uso do produto, pesquisas de satisfação e ofertas para recompra. 3. Atendimento e suporte ao cliente A régua de atendimento e suporte é utilizada para facilitar a comunicação com clientes que já precisam de assistência ou informações adicionais. Ela ajuda a organizar mensagens importantes e tornar o atendimento mais ágil e eficiente. As empresas podem usar esse modelo para enviar atualizações sobre chamados, orientações técnicas, respostas automáticas, confirmações de atendimento e conteúdos de apoio ao cliente. Isso reduz falhas e melhora a experiência durante o uso do produto ou serviço. ‍Como montar uma régua de relacionamento A implementação de uma régua de relacionamento com clientes requer uma abordagem estratégica e orientada por dados. Aqui estão 6 passos-chave para criar a sua régua de forma bem-sucedida: 1. Defina seus objetivos Antes de iniciar a implementação da régua de relacionamento, estabeleça claramente seus objetivos. Eles podem incluir aumentar a retenção de clientes, impulsionar as vendas, melhorar a experiência do cliente ou até comunicar sobre algum assunto, campanha ou evento. Os objetivos ajudarão a direcionar suas ações e medir o sucesso da estratégia. 2. Conheça o seu público-alvo Para se ter uma compreensão profunda do seu público-alvo, realize pesquisas de mercado, analise dados e segmente sua base de clientes para identificar suas necessidades, preferências e comportamentos de compra.  Isso permitirá que você personalize suas mensagens e ofertas ao longo da régua de relacionamento para se adequar àquele público. 3. Mapeie as etapas da régua de relacionamento Determine as diferentes etapas ou momentos-chave em que você deseja se comunicar com seus clientes.  Isso pode incluir boas-vindas após a primeira compra, lembretes de renovação, envio de conteúdo relevante, ofertas personalizadas e pesquisas de satisfação. Cada etapa deve ter um propósito claro e uma mensagem adequada ao contexto. 4. Escolha os canais de comunicação adequados Identifique os canais de comunicação mais eficazes para alcançar seus clientes. Isso pode incluir e-mails, mensagens de texto, mídias sociais, ligações telefônicas ou correspondência física.  Considere as preferências do seu público-alvo e as características de cada canal para determinar a combinação ideal. 5. Automatize a régua de relacionamento Utilize ferramentas de automação de marketing para facilitar a implementação da régua de relacionamento. Elas permitem o envio automático de mensagens e o rastreamento do engajamento dos clientes, economizando tempo e garantindo consistência nas interações. 6. Mensure e otimize os resultados Acompanhe as métricas relevantes para avaliar o desempenho da régua de relacionamento. Analise taxas de abertura, cliques, conversões, taxas de retenção e feedback dos clientes. Com base nos resultados, ajuste suas estratégias de comunicação e experimente melhorias contínuas. ‍ Benefícios da régua de relacionamento com o cliente Para construir uma boa régua de relacionamento, você deve se basear na compreensão das necessidades e preferências dos clientes, ou seja, personalize suas mensagens e interações para atender a esses requisitos pessoais. Veja os principais benefícios da régua de relacionamento para empresas: Fortalecimento do relacionamento com os clientes: Ao estabelecer uma comunicação contínua e

Planejamento de rede social: como conseguir sucesso na internet

Não tem como fugir delas, as redes sociais tomaram conta de todo o ambiente virtual, não é? A partir de suas contas, qualquer pessoa consegue manter um vínculo com amigos e familiares, se informar diária e instantaneamente, comentar assuntos, participar de trends e mais uma imensidão de outras atividades. Muitos usuários usam seus perfis de forma mais pessoal, mas para outros, eles se tornaram um negócio lucrativo que necessita de planejamento de rede social. Esse comportamento não ficou apenas entre as pessoas, assim que as marcas perceberam o potencial das redes sociais, mergulharam de cabeça nessa estratégia – que pode trazer bons resultados, quando bem desempenhada. Elas mantêm relacionamento com seus consumidores e até captam leads, mas para ter sucesso nesse terreno, muito competitivo, é preciso fazer o planejamento de rede social. Por que fazer um planejamento de rede social? Como a maioria das coisas na vida, tudo que se planeja com antecedência tende a ter resultados melhores. Fazer o planejamento de rede social é de suma importância para conquistar o sucesso na internet. Tanto para pessoas físicas, que buscam como se tornar digital influencers, quanto para as marcas que querem atingir resultados melhores. Em ambos os casos, as redes sociais devem ser vistas como uma ferramenta profissional, e o planejamento delas deve ser feito antecipadamente. Como começar o planejamento de rede social O ponto de partida consiste em definir o seu objetivo e público-alvo. A partir dessas duas definições é que se pode começar o planejamento, afinal, todo conteúdo é feito para alguém e com algum propósito. Objetivo A definição do objetivo parece até uma tarefa simples para o planejamento de rede social, não é? Mas é importante que esse objetivo seja pensado estrategicamente, para evitar frustrações. Tome cuidado para não definir objetivos inalcançáveis, difíceis de se medir e subjetivos demais. Defini-lo é o seu ponto de partida, sem ele o trabalho será feito no escuro. Uma forma de definir o objetivo, é a tática do objetivo SMART – bastante usada em planejamento de rede social. Esse objetivo possui 5 características, que nomeiam a sigla, são eles: Specific (Específicos) Measurable (Mensurável) Achievable (Alcançável) Relevant (Relevante) Time based (Temporal) Se o objetivo obedecer essas 5 características, ele será mais funcional para seu planejamento. Metas claras e coesas vão ajudar com as etapas seguintes e no cotidiano de postagens, pois cada publicação na sua rede social estará contribuindo para atingir seus objetivos definidos anteriormente. Público-alvo Com o objetivo definido, o planejamento de redes sociais deve pensar no público-alvo que quer impactar. Conhecendo e definindo seu público, poderão ser criados conteúdos direcionados a ele, considerando seu comportamento, gostos e estilo de vida. Sem a definição específica de um público-alvo, o seu planejamento de rede social não servirá para nada, já que o conteúdo criado para abastecer as redes, não será direcionado especificamente para ninguém. Inclusive, o público-alvo irá te ajudar a definir quais redes sociais usar na sua estratégia. Muitas pessoas, hoje em dia, pensam em como viralizar no TikTok; no entanto, se você estiver planejando uma rede social para uma empresa B2B, talvez seja mais interessante uma estratégia de posicionamento no Linkedin. Essa escolha deve ser feita pensando em onde está o seu público. Definição de estratégia Definidos o seu objetivo e público-alvo, o próximo passo do planejamento de redes sociais é a definição da sua estratégia. Ou seja, levantar quais caminhos seguir para atingir o objetivo definido. Para conseguir se relacionar com o público que deseja, o perfil nas redes sociais deve ter uma linguagem definida, isso faz parte da sua estratégia. Em segundo lugar, é necessário definir um cronograma de postagens para rede social, considerando o comportamento do seu público-alvo. Linguagem A linguagem é definida em “como você fala” nas redes. No caso de uma marca, ela é importante em dobro! Marcas precisam definir seu tom de voz e suas características principais que, de certa forma, irão humanizar a marca e dar personalidade. Quanto mais bem elaborada a linguagem, mais fácil será produzir um conteúdo de forma adequada. E pessoas físicas? Alguém que busque como se tornar influenciador digital, ou CEO’s de empresas; devem ter uma linguagem definida? Sim.A questão é que essas pessoas “reais” já tem suas próprias linguagens, no entanto, ninguém é nas redes sociais como é exatamente no seu dia a dia. Fazer o planejamento das redes sociais e definir a linguagem mais adequada irá separar aqueles que usam as redes de forma pessoal, dos que a usam profissionalmente. Cronograma Para começar suas postagens na rede social, independente de qual for, você precisará planejá-las antes. Manter um cronograma de postagens não só te ajuda a não perder uma data importante, como mantém engajada a sua conta. Muitas redes sociais, como o Instagram, entregam posts aos seguidores considerando alguns fatores, um deles é a periodicidade. Muitos usuários se perguntam “como ganhar seguidores no instagram?”, e o fato que mais contribui para isso é fazer o planejamento de rede social da forma correta, entendendo seu funcionamento e entregas. Conteúdo relevante Finalmente chegamos nele, o conteúdo! E não se engane, o planejamento de rede social entra nessa etapa também. Todo seu conteúdo para as redes deve trabalhar para atingir o seu objetivo e persuadir o seu público-alvo. A tomada de decisão cabe a esse público, e o conteúdo vai trabalhar para convencê-lo, seja de clicar em um link, seguir a sua conta, ou apenas deixar um like. Os conteúdos postados devem ser úteis e relevantes para seu público-alvo, e podem ser pensados em um conjunto. Eles irão te colocar em real contato com os seguidores, e a partir deles, será possível criar um relacionamento. Storytelling Usar o storytelling é uma das táticas mais funcionais para capturar a atenção do seu público. Ele consiste na elaboração de uma narrativa para o conteúdo. É como contar uma história nas suas redes, esse método pode ser aplicado em posts sequenciais que se complementam ou aliando conteúdo do feed ao dos stories, no caso do Instagram. A forma de fazer isso, vai

Plano de comunicação estratégico: como conseguir bons resultados?

Boas táticas de comunicação estratégica desempenham um papel fundamental para o sucesso das marcas e ter a comunicação bem definida é essencial para transmitir a mensagem certa ao público-alvo, construindo a almejada reputação de marca. Neste artigo, exploraremos o conceito de plano de comunicação, bem como as estratégias mais eficazes que as empresas podem adotar para atrair o público e impulsionar os planos de marketing. O que é plano de comunicação? Um plano de comunicação é uma estratégia escrita que delineia as ações e táticas para promover a mensagem de uma empresa, produto ou serviço para o público desejado, seja interno ou externo. É uma ferramenta fundamental que garante que as mensagens sejam conscientes, relevantes e eficazes.   Ele engloba diferentes canais de comunicação, como mídia social, marketing de conteúdo, relações públicas e publicidade, para criar uma mensagem coesa e consistente. A aplicação do planejamento parte da definição da intenção desse plano — que, como dito anteriormente, pode ser direcionado ao público interno ou externo à marca. Vamos explicar cada um deles separadamente. Plano de comunicação interna O plano de comunicação interna diz respeito à forma como uma organização se comunica com seus funcionários, membros da equipe e partes interessadas internas. O objetivo principal é manter os colaboradores informados, engajados e alinhados com os objetivos da empresa. Para garantir que as informações fluam de forma eficaz e transparente dentro da organização, a estratégia deve incluir comunicados internos, boletins informativos, reuniões de equipe, intranet corporativa, entre outros canais de comunicação interna. Além disso, um bom plano de comunicação interna pode envolver os colaboradores, criar um senso de pertencimento e motivá-los. Plano de comunicação externa O plano de comunicação externa concentra-se na forma como uma organização se comunica com clientes, parceiros de negócios, investidores, mídia e a comunidade em geral.  O objetivo principal é construir e manter uma imagem positiva da marca e promover seus produtos, serviços ou causas — Isso inclui mensagens-chave, posicionamento, tom de voz, estilo visual e valores da marca. Aqui estão alguns aspectos importantes da estratégia de comunicação externa: Um projeto bem executado e que une com êxito essas pontas, permite que a organização se destaque em meio à concorrência, captando a atenção do público-alvo e atraindo potenciais clientes.  Além disso, a comunicação efetiva com parceiros de negócios é essencial para estabelecer relações de confiança, colaborações estratégicas e oportunidades de crescimento mútuo. Importância do plano de comunicação estratégico Criar um plano de comunicação estratégico é importante para empresas que desejam fortalecer sua marca, alinhar mensagens e construir relacionamentos mais consistentes com o público. O plano organiza objetivos, canais, linguagem e estratégias para que todas as iniciativas façam sentido dentro do posicionamento da empresa. Quando bem estruturado, o plano ajuda a evitar falhas de comunicação, melhora o relacionamento com clientes, parceiros e imprensa, além de aumentar a autoridade da marca no mercado.  Exemplos de plano de comunicação  Existem diferentes estilos de planos de comunicação, que podem variar conforme o  tamanho da empresa, segmento, objetivos e canais utilizados. Um exemplo de estratégia de comunicação pode acontecer quando uma empresa precisa responder a uma crise de imagem causada por críticas nas redes sociais ou pela repercussão de uma notícia negativa.  Nesse contexto, o planejamento deve prever o alinhamento dos porta-vozes, a definição de posicionamentos oficiais, como notas e entrevistas com a imprensa, e a comunicação com clientes e parceiros. Outro exemplo é o plano de uma empresa do varejo durante uma campanha sazonal, como Black Friday ou Natal. Nesse contexto, o planejamento pode envolver anúncios digitais, ações com influenciadores, e-mail marketing e comunicação interna para alinhamento das equipes. 5 passos para desenvolver um plano de comunicação Sendo ele um documento que orienta todas as ações de comunicação da empresa, deve ser construído de acordo com a situação atual do negócio, público e objetivos.  Veja 5 passos principais para construir um plano de comunicação eficiente. 1. Análise de público-alvo  É essencial compreender o público que se deseja alcançar. Realize pesquisas de mercado, analise os dados demográficos e comportamentais para obter insights valiosos sobre quem são seus consumidores. 2. Objetivos de comunicação  Estabeleça metas claras e mensuráveis para sua estratégia de comunicação. Isso pode incluir aumentar o conhecimento da marca, gerar leads, melhorar a reputação ou impulsionar as vendas. 3. Mensagem central  A mensagem que deseja transmitir deve ser clara, concisa e alinhada aos valores e posicionamento da marca. Definindo bem a mensagem, você evita que ao longo da estratégia de comunicação, ela seja perdida ou modificada. 4. Seleção de canais de comunicação Identifique os canais mais relevantes para alcançar seu público-alvo e objetivos. Isso pode incluir mídias sociais, blogs, e-mail marketing, anúncios pagos, entre outros. Também é importante se atentar à qual linguagem usar em determinado canal, podendo haver diferenciação se a empresa achar necessário. 5. Cronograma e orçamento  Defina um cronograma para implementar suas ações de comunicação e aloque recursos adequados para cada canal. Considere também os prazos de eventos importantes e lançamentos de produtos, assim você terá sua estratégia bem definida a longo prazo. Como fazer um plano de comunicação estratégico? Veja as dicas da MOTIM Há mais de 6 anos atuando na construção de reputações para marcas de inovação, a MOTIM é especialista em comunicações deste tipo.  Temos 3 áreas que atuam em frentes diferentes construindo a comunicação dos clientes. Por isso, separamos algumas dicas valiosas e que usamos por aqui: Para transformar estratégia em resultados reais, contar com especialistas faz toda a diferença. A MOTIM une conteúdo, branding pessoal, assessoria de imprensa e relações públicas para fortalecer a reputação de marcas inovadoras e criar conexões relevantes com o público e a mídia. Se a sua empresa quer construir um plano de comunicação, converse com os especialistas da MOTIMe descubra como aumentar a credibilidade da sua marca! Leia também:  Perguntas frequentes 1. Qual o papel dos dados na construção de um plano de comunicação? Os dados são essenciais para entender o comportamento do público, medir resultados e ajustar estratégias ao longo do tempo. Métricas de engajamento, alcance e conversão

Posicionamento político: um guia para marcas se manterem ativas e relevantes

Não se envolver em pautas políticas parece uma regra universal para as marcas, certo? A imparcialidade das grandes empresas, muitas vezes, é causada pelo receio de se colocar na mira de ataques. No entanto, não é raro vermos marcas gigantes quebrando o silêncio e fazendo posicionamento político em casos específicos.É importante ressaltar que, aqui, o posicionamento político referido não é o partidário, mas sim o que envolve pautas de cunho social, como gênero, raça, religião e etc. A era pós-moderna, cada vez mais, tem cobrado as grandes organizações a se posicionarem frente a questões como essas, importantes para o bem comum.Portanto, o que define em quais assuntos uma marca se posiciona, ou não? Vamos ver alguns exemplos, e explicar o benefício que um bom posicionamento tem à reputação de marcas, mesmo quando o assunto é sensível e polêmico. O novo consumidor exige compromisso social O perfil dos consumidores, em geral, está mudando consideravelmente. Um levantamento da consultoria internacional de tendências WGSN, mostrou que algumas das maiores preocupações do consumidor estão relacionadas com: mudanças climáticas; responsabilidade ambiental; qualidade de vida; diversidade e inclusão; vida em comunidade. Esse levantamento demonstra como a responsabilidade social é cobrada no posicionamento, podendo até causar a perda de reputação em marcas que não estiverem atentas aos valores do consumidor. Finalmente, o posicionamento político! Quando uma marca fecha os olhos para uma causa, especialmente aquelas que são debatidas em redes sociais, ela está fechando os olhos para os consumidores que se importam com a questão específica.Considerando que o novo consumidor já está muito preocupado com questões políticas e sociais, o silêncio de uma empresa pode ser um verdadeiro tiro no pé.Então sua empresa precisa se posicionar em todas as questões que aparecerem?A resposta é não. Tudo nesse sentido deve ser feito com cautela. As abordagens e temas discutidos precisam levar em consideração alguns pontos: a marca está pronta para se posicionar? a pauta em questão dialoga com os valores que a marca defende e pratica? seu público está envolto na questão social? qual seria a causa-efeito do posicionamento? Se a marca não se posiciona, ela é posicionada Avaliada a situação, a marca pode decidir não se manifestar. No entanto, ela está se posicionando de uma maneira ou de outra. Fazer o posicionamento frente a uma questão sensível significa ter o domínio da narrativa em que a marca se coloca, podendo definir o sucesso de um posicionamento social ou político. Posicionamento de marca no ambiente digital Além de sanar o anseio dos consumidores por uma ação, o posicionamento é capaz de colocar uma empresa como defensora de causas importantes, alinhando-se, assim, com os valores da sociedade moderna.Veja, a seguir, um exemplo de posicionamento político feito de forma genial e eficaz. Nike e o banimento de Colin Kaepernick Em 2020, o jogador Colin Kaepernick fez um ato de protesto contra a morte de cidadãos negros por policiais nos Estados Unidos, se ajoelhando no gramado do estádio durante a exibição do hino nacional. Após o protesto, Colin se tornou alvo de ataques feitos por conservadores norte-americanos que o acusavam de desrespeito à bandeira.A medida tomada pela NFL na ocasião, para lidar com a polêmica, foi a pior possível: o banimento de Colin Kaepernick do campeonato.A ação estampou jornais pelo mundo todo e a NFL passou a ser criticada por ter punido o jogador que lutava contra o racismo no país. Um abalo gigante à imagem da Liga e, especialmente, dos patrocinadores.Um destes patrocinadores, a Nike, resolveu se posicionar sobre o caso, deixando claro sua responsabilidade junto à comunidade negra em uma ação publicitária; a campanha Just do it. A mensagem foi clara e direta, “Acredite em algo, mesmo que signifique sacrificar tudo”, dizia o texto sobre a fotografia do rosto de Colin. O que marcas com bom posicionamento têm em comum? Além de estampar a campanha, o jogador se tornou um patrocinado vitalício da Nike, que conseguiu mostrar seu compromisso com a causa racial, especialmente por estar constantemente ligada a conceitos culturais que são populares entre os afro-americanos, como o hip-hop e o basquete, até mesmo por meio de patrocínios ao setor. Existem várias formas de posicionamento O caso citado acima mostra que o posicionamento pode ser feito em ações, mais do que em palavras.Uma nota de repúdio dificilmente teria o mesmo efeito que a ação tomada pela Nike, que, além de acolher Colin em um momento difícil da carreira, também deu notoriedade a um assunto de relevância social e de interesse direto de parte do público com o qual a marca se relaciona. Com quem sua marca quer se relacionar? É claro que se posicionar frente às injustiças sociais e causas sensíveis trará, em algum nível, discussões envolvendo grupos contrários à causa defendida. Isso é totalmente normal.O que uma marca deve saber é que não agradará a todos, e deve, acima de tudo, decidir com quais públicos manterá seu relacionamento. Posicionamento é isto, e os benefícios de tomá-lo superam qualquer efeito menor. O que as 100 empresas com melhor reputação do Brasil têm em comum? O posicionamento político mantém a marca relevante e ativa na sociedade, estando alinhada às necessidades do seu tempo. Atentar-se às causas que importam para sua marca, seu público e a comunidade como um todo, vai trazer valor para o negócio e fazer com que ele seja lembrado. Isso é a reputação de uma empresa.Colocar sua marca no seu melhor posicionamento é a principal estratégia para a construção de uma boa reputação. A MOTIM é gestora de posicionamento e aceleradora de reputação. Por isso, é especialista nas estratégias para colocar sua marca no topo.

Qual o momento certo para investir na reputação da minha marca?

Construir uma marca não é uma tarefa fácil, principalmente porque é ela quem constitui a ponta do iceberg quando falamos sobre um serviço ou um produto. Investir na reputação é um dos passos principais quando se tem uma marca estruturada, entendendo que por trás dela existe toda uma construção do que ela representa de fato. Mas tendo ciência de toda essa construção, qual o momento certo para investir na reputação da sua marca? ‍Investir na reputação da sua marca é, antes de mais nada, investir na sua imagem. Entender como seu negócio quer ser visto pelo público e como ele quer ser consumido pelas suas personas é um dos pontos principais para entender como geri-lo e como sua reputação vai ser construída. Antes de pensar qual o momento certo de se investir na reputação da sua marca, a primeira pergunta a se fazer é: o que é reputação e como ela é construída? No artigo do Jornal do Comércio, Fabiane Madeira explica a reputação de forma simples: é como os outros te veem. Reputação é o resultado entre imagem e identidade, ou seja, como de fato as pessoas te enxergam atrelado ao que você prega e constrói, enquanto marca. É como se a sua empresa fizesse jus ao que promete, ao que prega e ao que defende dentro das redes sociais, empresa, produtos e serviços, sendo para além de discurso e se consagrando como prática. Como dizemos sempre aqui na MOTIM, a reputação é a nova moeda, e não dizemos isso da porta pra fora. Hoje, as empresas mais valiosas do mercado têm mais de 54% do seu valor total atrelados a sua reputação, como a própria Amazon, por exemplo. Essa porcentagem nos leva a entender que para além do capital físico, o capital intelectual, a imagem e reputação de uma marca ou empresa, também é o que traz valor à instituição. Falamos sobre isso neste outro conteúdo aqui. Mas eu não sou a Amazon, então quando investir na reputação da minha marca? A ideia de investimento sempre está atrelada a grandes montantes de dinheiro sendo depositados em algo que, talvez, não dê retorno. Mas quando falamos de investir na reputação de marca, estamos falando de uma aplicação que vai para além de grandes quantias, mas, sim, de tempo, processo e construção. Reputação não se constrói do dia para o outro. Se a sua identidade demorou anos para ser construída, e até hoje você se questiona se certos traços de personalidade são os corretos, o mesmo acontece com a sua marca. De nada adianta escrever em pedra valores, objetivos e missões que só fazem sentido em um determinado momento, enquanto a sua empresa está presente dentro de uma sociedade que tem valores distintos e que mudam constantemente. O momento certo para se investir na reputação da sua marca é desde o começo, desde o nascimento dela. ‍Reputação é construção e entender esse processo já é um investimento, tendo que ser algo constante e contínuo, sempre estruturando sua marca e fazendo com que sua imagem e identidade estejam equilibradas dentro do seu público de interesse. Deixar para investir na reputação do seu negócio em momentos de crise, por exemplo, pode não trazer o resultado esperado, visto que a imagem já está comprometida e ações pensadas serão emergenciais, para apagar o fogo causado. Com um investimento na reputação desde os primórdios da construção de marca, as crises se tornam menores e a construção, mais sólida e concisa.

O que é Buyer Persona e como criar uma para sua marca

Você conhece o seu cliente? Como você o descreveria? Qual é o cargo, interesses, idade? Você sabe do que ele precisa? Entender quem é a sua buyer persona é identificar quem é o seu cliente ideal e atraí-lo com mais facilidade, deixando seu processo de venda mais eficiente.Quer conhecer mais sobre o assunto? Confira no artigo abaixo! O que é uma buyer persona? A buyer persona é a representação do seu cliente ideal. Junta-se as principais características de todos os seus clientes em um único personagem semi fictício.A ideia é que você direcione a sua comunicação para esse personagem e, dessa forma, se comunique diretamente com os clientes ideais para o seu negócio.E você não precisa ficar preso apenas a uma persona. Elas podem variar de acordo com os produtos e serviços que você vende ou, até mesmo, com diferentes direcionamentos que você pode dar para um único produto. Qual é a diferença entre persona e público-alvo? O público-alvo surgiu no contexto do marketing 2.0, em que o principal objetivo era criar campanhas para uma massa de consumidores. Era comum segmentar mercados por idade, gênero, interesses, entre outros dados demográficos.Poderíamos descrever o público-alvo de uma campanha para maquiagem assim: Mulheres de 20 a 40 anos, moradoras do Rio de Janeiro, com renda familiar entre R$4.000,00 a R$20.000,00. Se maquiam diariamente para estudar e trabalhar. Perceba que a descrição é muito abrangente de idade, região e renda. Dentre as inúmeras diferenças entre público-alvo e personas, a principal é que o público-alvo é uma definição mais genérica dos consumidores, o que deixa a campanha menos assertiva, enquanto a persona é definida de forma mais detalhada e pessoal.A buyer persona traz mais complexidade, já que é traçado um perfil completo de uma pessoa, como comportamento, dados demográficos, motivações, objetivos, preocupações e fatores em geral que tornem a pessoa única. Assim, é possível compreender melhor quem é o seu cliente e quais são as dores dele. Por que definir uma buyer persona ? Agora que você já sabe a importância de uma persona, vamos entender os benefícios que ela traz: Entender as dores Quando entendemos o que nossa persona precisa, fica mais fácil solucionar essa dor e, assim, entregar o que ela quer, aumentando as suas vendas. Conteúdos personalizados O marketing consegue, através da persona, criar conteúdos personalizados. Sabendo com quem falar, é muito mais fácil entender como se comunicar e vender o seu produto. Aumentar o ROI O processo de vendas é a continuidade do trabalho de marketing. Portanto, trazer as pessoas certas para o funil de vendas poupa tempo e dinheiro. Como criar uma persona para a sua marca? Depois de entender o que é uma persona e quais benefícios ela pode trazer para a sua marca, está na hora de colocar a mão na massa e criar a sua própria persona.Para isso é necessário seguir os 4 passos: 1- Coletar os dados dos clientes Antes de ir atrás dos seus dados, é preciso elaborar um planejamento de pesquisa, que envolve a definição dos seus objetivos (sendo o principal conhecer o perfil dos clientes da sua marca), público-alvo (seus clientes e quem mais você desejar alcançar, como potenciais clientes) e os materiais necessários para a coleta, como o roteiro das perguntas, por exemplo.Em geral, as pesquisas para coletar dados são feitas através de entrevistas e questionários on-line, além de análises aos dados que você já tem no seu público-alvo. 2- Fazer perguntas para os clientes Você já sabe o que perguntar para os clientes? Essa é uma dúvida comum e vamos te ajudar a responder!Uma boa dica é dividir em categorias e depois desenvolver as perguntas. Essas categorias podem ser adaptadas de acordo com a necessidade do seu negócio, mas as básicas são: demográficas, pessoal, profissional, conteúdo que consome, hobbies, hábitos de compra e relação com a empresa. Pronto, agora é só distribuir.Não faça perguntas ou quantidade de perguntas que você mesmo não responderia ou desistiria no meio, seja preciso e tenha em mente seus objetivos. 3- Analisar os dados coletados A resposta de quem é a sua persona já está pronta, mas você ainda não consegue enxergar. Para deixar mais claro quem é essa pessoa, você precisa organizar os seus dados. Identifique padrões nas respostas dos seus entrevistados e as organize em uma planilha, também aponte a quantidade de respostas similares ou iguais. Assim, você consegue ter uma visão funcional das suas respostas. 4- Construir a persona Imagine sua persona como um ser humano de verdade, que vai interagir com os seus conteúdos e comprar da sua loja. Então, ela precisa ter um nome, uma imagem e ser preenchida com todas as características e comportamentos que você mais obteve de relevante durante a captura de dados.Para facilitar, pense em uma história para a sua persona: como ela chegou até a sua empresa e como interage com sua marca, assim você consegue perceber os hábitos, comportamentos, características e relacionamento dessa persona.Aqui estão alguns exemplos de perguntas mais profundas para você inserir no seu formulário para a construção da sua buyer persona: O que você faz nas horas vagas? Em quais lugares você passa a maior parte do seu tempo? Por quais assuntos você mais se interessa? Quais são as redes sociais que você mais usa? Por qual canal você procura se informar? Quais são seus objetivos profissionais? Sua buyer persona é o primeiro passo! A MOTIM sabe da necessidade da criação de uma persona, mas, além disso, do entendimento de como essa persona deve ser utilizada dentro da estratégia da sua marca, sendo dentro e fora da internet.A buyer persona nos ajuda a entender onde nossos clientes estão e com quem se comunicam, assim encontramos as melhores formas de entrarmos nos espaços que eles estão. Dessa forma, construímos e aceleramos a reputação de marcas que se tornam verdadeiras referências em suas áreas de atuação.

O que marcas com bom posicionamento têm em comum?

Assim como nós, que temos nossos lugares favoritos na sala de cinema, as marcas com bom posicionamento também procuram esse espaço na mente e na vida das pessoas. Buscar um lugar de notoriedade, preferência e defesa é o objetivo, mas o que elas estão fazendo para que isso seja alcançado?Segundo o blog MindMiners, posicionamento de marca nada mais é que a união entre segmentação e diferenciação. É falar com pessoas em nichos específicos, mas de uma forma diferente de outras marcas, causando notoriedade e destaque entre elas. Um bom posicionamento faz alcançar o 1º lugar dentro daquele segmento, além de uma fixação maior na mente dos consumidores.Em um artigo do Neil Patel, especialista de marketing e tráfego pago, se destacam 6 marcas que possuem um bom posicionamento, sendo elas: Havaianas, Colcci, Melissa, Puma, Coca-cola e Apple. Mas o que essas marcas com um bom posicionamento têm em comum?Construir um bom posicionamento de marca também é sobre construir a sensação de comunidade. No Guia de posicionamento de marca da Rock Content, entendemos que investir apenas na divulgação da sua marca, fazer com que ela seja reconhecida não é o bastante. A divulgação e o quanto sua marca está na boca do povo é apenas um dos braços do posicionamento de marca, mas não o corpo inteiro. Qual o segredo das marcas com bom posicionamento Quais estratégias das marcas com bom posicionamento? [Fonte: Unsplash/Reprodução]Assim como já falamos neste texto, o posicionamento está diretamente relacionado com a reputação da marca. Um posicionamento consistente com os ideais da empresa, gera uma reputação sólida, que afeta diretamente na valuation da marca.O caminho para a construção de uma marca com um bom relacionamento não tem grandes segredos, mas não é tão simples se olharmos atentamente. Entender, de fato, com quem está se falando é o primeiro passo para a elaboração desse posicionamento. As grandes marcas com bom posicionamento investem em captação de informações, através de pesquisas ou de conteúdo interativos, sempre buscando entender profundamente suas personas, com o objetivo de se destacar na multidão.Mas olhar somente para si, ignorando as movimentações de outras marcas, tendo elas um bom posicionamento ou não, se torna um tiro no pé. Olhar para o que as marcas estão fazendo e construindo sua reputação é um passo importante dado pelas marcas com um bom posicionamento. Olhar para a concorrência, analisar os próximos passos e entender como as estratégias estão sendo construídas também é o que difere no momento de construção do posicionamento. Lembre-se: segmentação e diferenciação são os pilares dessa construção!A chave de virada para as marcas com um bom posicionamento foi alinhar valores de marca, pensamentos e percepções. Mas o que isso quer dizer? O alinhamento desses 3 pontos é conseguir ver e entender o contexto social, o que sua empresa defende e acredita, além dos pensamentos de gestores e sonhos para o futuro. Hoje, segundo a CEO da P&G Brasil, Juliana Azevedo, os consumidores não consomem mais de marcas que não se posicionam ativamente. O posicionamento tornou- se a chave principal para as marcas.É isso que difere e continua destacando as marcas com um bom posicionamento das demais, possuindo um 1º lugar na mente de seus consumidores. Alinhar o que acredita, o que acontece e o que quer que ocorra é o principal desafio, mas é o que vai ditar os caminhos para o posicionamento e reputação de sua marca.Além disso, se conectar com seu público a nível humano – e sincero -, agregar valor ao seu produto e evidenciar as qualidades – sem omitir ou enganar o consumidor – são estratégias que também foram seguidas e trilhadas pelas grandes marcas com bom posicionamento. Todos sabemos que a bateria do iPhone não é das melhores, da mesma forma que a Apple nunca disse que era a melhor do mercado nesse sentido, mas a saliência da qualidade do aparelho, câmera, avanço tecnológico e design faz com que esse ponto seja apenas um mero detalhe que pode passar despercebido.Colocar sua marca no topo do posicionamento – ou no melhor lugar na sala de cinema – é a principal estratégia para a construção de uma boa reputação, já que essas duas esferas andam lado a lado. A MOTIM é gestora de posicionamento e aceleradora de reputação, por isso, é especialista nas estratégias para colocar sua marca no topo.Entre em contato

Marketing conversacional: uma estratégia que não pode ficar de fora do seu negócio

Você pode até não saber teoricamente o que é marketing conversacional, mas vamos te mostrar que ele está presente no seu dia a dia e deixa sua vida bem mais fácil, sobretudo quando precisa navegar por um site ou procurar atendimento por canais oficiais de uma empresa. Neste texto, vamos te mostrar como sua marca pode se tornar mais eficiente com a adoção da estratégia de marketing conversacional. O nome é bastante eficiente quando se trata da auto explicação, mas vamos deixar ele ainda mais claro pra você! ‍ O que é marketing conversacional? Marketing conversacional é uma estratégia que utiliza ferramentas tecnológicas para construir conversas automatizadas em tempo real para direcionar clientes em sua jornada de compra. Técnico demais? Vamos explicar: ‍ Sim, você já usou o marketing conversacional! Imagine que você precisa comprar um curso de especialização na sua área, tem a indicação de uma instituição de ensino e resolve dar uma conferida nas opções do site, mas ainda não sabe exatamente qual curso fazer.  Ao chegar nele, existem dezenas de opções voltadas ao seu campo de atuação, então você vai gastar algum tempo para compará-las e, dependendo da sua disposição, pode até deixar isso pra depois — abandonando o site. Agora, imagine que ao entrar no site, você dá de cara com um chatbot e nele pode interagir com um atendente virtual, oferecendo as informações necessárias para escolher o melhor curso.  Certamente, as opções para analisar serão bem menores e assertivas para o seu perfil, então você deve ficar mais estimulado a fazer sua inscrição. A segunda opção de site provavelmente vai atrair mais visitantes e ter uma taxa de retenção bem maior que a primeira, pois ele está otimizado para tornar a navegação mais ágil, personalizada e eficiente. Bom, isso é marketing conversacional na prática! ‍ ‍ Entendendo o comportamento do consumidor Podemos pular a parte de que o comportamento do consumidor mudou devido à evolução da tecnologia e o fácil acesso aos dispositivos móveis? Okay, então vamos ao que interessa: O fato principal é que o consumidor atual é mais exigente, impaciente e bem informado. Então, as plataformas de vendas têm um desafio cada dia maior para encarar: como atrair e reter esses consumidores? Existem alguns indicadores de que uma marca precisa sacudir a poeira e buscar alternativas mais atualizadas. Abandono do carrinho de compras Taxa de rejeição alta em páginas do site Dificuldade em conseguir leads através de formulários Se o seu site possui alta atratividade nos conteúdos topo do funil, mas pouca ou nenhuma no fundo do funil, você tem um problema na condução desses visitantes. Mapear e compreender o comportamento do seu consumidor é fundamental para direcionamento do negócio e melhora dos resultados. ‍ O marketing conversacional pode te ajudar nisso! É importante dizer que essa é apenas uma das estratégias de marketing que podem ajudar a melhorar o engajamento do seu site e consequente aumento das vendas e conversões. O marketing conversacional tornará toda a experiência mais pessoal e eficiente. Veja alguns dados divulgados pela pesquisa CX Trends 2023, que comprovam a eficiência de uma solução tecnológica de personalização da experiência do cliente: 98% dos clientes gastarão mais com empresas que oferecem opção preferida de atendimento ao cliente, como chatbot; 97% dos consumidores gastarão mais com empresas que personalizam o atendimento que oferecem; 70% dos consumidores gastam mais com empresas que oferecem experiências do cliente fluidas, personalizadas e integradas. Então, se do ponto de vista do cliente é bem mais vantajoso interagir com um chatbot, para a marca esse investimento pode trazer uma melhora considerável dos resultados. ‍ Dá pra usar até no WhatsApp Ele já é considerado a rede social mais popular aqui no Brasil. O “Zap” é usado por  93,4% dos usuários de internet entre 16 e 64 anos. E se a intenção do marketing conversacional é construir uma experiência personalizada através da troca de mensagens, o uso do App número 1 de conversas cai como uma luva. Basta fazer a integração do App com o site com a implementação de uma ferramenta automatizada. Diversas marcas usam a estratégia a partir da integração entre o site e a rede social. Novos recursos do próprio WhatsApp prometem que os usuários brasileiros da ferramenta também poderão visualizar produtos diretamente pelo App, aumentando as oportunidades de uso da rede. ‍ Benefícios além das vendas O uso de marketing conversacional automatizado oferece ao inbound marketing uma abordagem inovadora e tecnológica para impulsionar as vendas, aprimorar a experiência do cliente e possui mais alguns benefícios positivos. 24 horas por dia O chatbot é uma inteligência artificial, portanto ele não precisa parar para descansar e nem se dividir em turnos. A ferramenta estará a postos para auxiliar um potencial cliente mesmo que ele resolva comprar um mimo para si às 3 da madrugada. Dados qualitativos Saber os dados sobre as visitas ao seu site é muito bom, mas a maioria deles é quantitativo. Com um chatbot, usado no marketing conversacional, dá pra conseguir alguns dados qualitativos  através da interação por conversa com o cliente. Por exemplo, se ele busca por um produto que você não tem, você poderá saber qual produto é esse e em caso de uma alta procura, pode passar a oferecer ele em seu catálogo. Fluxo de nutrição Esse é mais voltado aos integrados ao WhatsApp. A mesma conversa que auxilia o cliente poderá, posteriormente, nutrir ele com algumas mensagens em um fluxo de nutrição, podendo servir como atrativo para outras compras. Muitas empresas de e-commerce usam essa estratégia para divulgar vantagens exclusivas, descontos ou tentar recuperar o cliente que não efetuou uma compra. ‍ Sucesso do seu negócio Sem dúvidas, muitas empresas irão explorar cada vez mais os chatbots para combinar qualidade e eficiência no atendimento e relacionamento com o cliente. Eles desempenham um papel importante no funil de vendas, identificando quando um lead passa pela fase de atração e sugerindo o avanço para a fase de consideração. Além disso, eles podem ser programados para coletar as informações necessárias sobre

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