Marketing pessoal: como criar uma marca pessoal no LinkedIn

O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo, com mais de 700 milhões de usuários, e diversas opções de cursos, desenvolvimento de carreira e vagas abertas, o que a torna uma plataforma ideal para trabalhar o seu marketing pessoal. ‍ Ao longo deste artigo aprenderemos mais sobre como é possível desenvolver uma estratégia de marketing pessoal para o LinkedIn e construir uma presença online significativa e estratégica. Confira: O que é marketing pessoal? O marketing pessoal é caracterizado por um conjunto de estratégias e ações que podem ser colocadas em prática com o objetivo de fortalecer e promover a sua imagem pessoal. ‍ É como se você estivesse trabalhando uma marca corporativa para uma empresa, mas o que está sendo trabalhado é a sua própria reputação. Com objetivo podem ser variados, como atrair a atenção de empregadores, clientes potenciais, alavancar negócios, construir sua autoridade e até fazer networking. ‍ Um bom exemplo de quem não deixa essa estratégia escapar são os c-levels, executivos de grandes empresas que, normalmente em cargos altos, precisam estar bem posicionados no mercado, representando suas empresas. Mas, qualquer pessoa pode começar o seu processo de criar presença e posicionamento nas redes sociais. ‍ Podemos até citar alguns nomes que não usam apenas o LinkedIn, mas diversas redes sociais para poder alcançar seus objetivos, como: ‍ Silas Colombo, CCO da MOTIM; João Branco, professor de marketing da StartSe e board member do Grupo Cimed; Karla Marques Felmanas, vice presidente do Grupo Cimed; Diego Ivo, CEO da Conversion; Alê Costa, CEO da Cacau Show. Esses são bons perfis para se inspirar, já que fazem um bom trabalho na plataforma com a estratégia de thought leadership.  Qual o papel do LinkedIn para profissionais hoje em dia? Atualmente o LinkedIn é uma das redes sociais mais utilizadas por profissionais em todos os níveis de carreira. E ele pode ser benéfico de diferentes formas quando utilizado corretamente. ‍ É uma poderosa ferramenta de networking que está em constante atualização para melhorar sua usabilidade, formando pontes entre diversos tipos de profissionais. ‍ Mais que isso, é um terreno fértil para desenvolvimento de branding pessoal e profissional. Dentro da rede você pode construir uma presença que reflete suas habilidades e valores, se tornando um tipo de referência no segmento. ‍ Além disso, muitas pessoas utilizam a plataforma para recrutamento e busca de emprego. O próprio LinkedIn tem uma ferramenta de filtragem para vagas de emprego, em que você pode encontrar cargos para as suas habilidades. ‍ Essa rede social pode atuar também como facilitadora de participação em comunidades profissionais, fazendo com que sua presença seja ainda mais percebida. Grupos como esse normalmente discutem tendências, compartilham conhecimentos e permitem networking. 3 estratégias de marketing pessoal para o LinkedIn O LinkedIn contribui para a criação de uma marca pessoal, afinal, você pode atingir pessoas com objetivos semelhantes aos seus e se posicionar gerando autoridade. ‍ Veja algumas estratégias que podem ser utilizadas: 1 – Mantenha o perfil atualizado e otimizado Se você é daqueles que acha que um perfil otimizado no Linkedin serve apenas para a busca por emprego, você está enganado. Otimizar sua conta permite que o algoritmo enteda que você é um usuário qualificado e entregará para mais pessoas o seu conteúdo. Use a plataforma ao seu favor, afinal, se você quer ser lembrado, precisa ser visto. ‍ Isso se aplica a qualquer profissional, independente se ele for um c-level de alguma empresa ou um estagiário. ‍ Mas se o seu perfil já existe, e ainda não está muito atrativo, comece colocando uma foto profissional, e alinhando a sua capa com a carreira em que atua. Adicione também um título impactante e que destaque suas habilidades. ‍ Faça um resumo que conte sua história profissional, dando destaque para conquistas e falando de metas futuras. No seu perfil você também poderá colocar experiências, educação, competências e recomendações. 2 – Criação de conteúdo atraente Compartilhar conteúdos como posts, artigos e atualizações que destaquem sua expertise e interesses é fundamental. É preciso ser relevante e pensar que irão agregar valor ao seu perfil, chamando atenção de outros profissionais. ‍ Muitas vezes você pode trabalhar em conjunto com uma equipe capacitada que realiza a redação do conteúdo para você, criando um tom de voz específico e trabalhando o seu posicionamento de forma consistente. 3 – Gerenciamento da presença online Trabalhar sua presença online é mais uma vertente para a construção da sua reputação pessoal. Integrar isso com estratégias de PR e assessoria de imprensa torna tudo ainda mais poderoso. ‍ Estes profissionais fornecerão apoio na hora de monitorar as suas atividades, respondendo aos comentários e compartilhamentos que surgirem em seu perfil, indicar novas oportunidades e entrar em conversas chave para você. Assim como auxiliam a gerenciar suas mensagens e caixa de entrada, que com o passar do tempo e construção da sua reputação, pode começar a ficar cheia. ‍ Caso tenha se interessado e queira saber mais sobre como uma agência de Relações Públicas pode auxiliar na construção de marca pessoal, entre em contato com um dos nossos especialistas! ‍ Veja mais: Tipos de CEO e como impulsionar sua imagem | Como divulgar o seu propósito de marca de forma efetiva?

Acelerando a sua reputação: o segredo para otimizar o trabalho de assessoria de imprensa e impulsionar resultados

Antes mesmo de pensar em estratégias de assessoria de imprensa e inserções em veículos top tier, você precisa ter segurança em afirmar que está sendo acompanhado pelo parceiro ideal. E, apesar de parecer uma tarefa simples, baseada em cases e resultados de outros clientes, essa decisão envolve um estudo muito mais apurado para garantir de que aquele fornecedor está pronto para o tipo de desafio que você tem enquanto negócio. É um processo mais complexo do que contratar uma agência de marketing digital. Você vai ver! ‍ Os desafios de marca de uma scale-up são, por exemplo, bastante diferentes dos de uma startup ou de uma pré-unicórnio. A conduta para construir a reputação de cada tipo de negócio deve ser diferente e personalizada. E, no mercado atual, cada agência de relações públicas possui uma expertise diferente.  ‍ É pensando em te ajudar com essas dúvidas que nós fizemos esse artigo. Confira aqui e descubra como garantir que o trabalho de PR vai ser cada vez mais assertivo e de acordo com as suas necessidades:  O que você precisa saber antes de buscar o parceiro ideal?  No mercado atual, são diversas as agências de assessoria de imprensa que prometem acelerar a reputação de negócios de inovação, mas nós sabemos que não é bem assim. Inúmeros são os exemplos de fornecedores que ainda possuem um pensamento conservador e um modus operandi que não conversa com a agilidade de uma startup, por exemplo.  ‍ Você precisa se fazer algumas perguntas antes de fechar o contrato, por exemplo, você sabe se essa agência já atendeu ou atende clientes parecidos com você no que diz respeito a porte, momento e objetivos de negócio, entre outras. Além disso, é preciso ter uma certa astúcia no momento de negociação para que esteja claro o que você quer e o que a agência consegue entregar.  Um trabalho de equipe: quais são os papéis e responsabilidades de cada um? Decidido o seu parceiro de relações públicas e assessoria de imprensa, é hora de entender quais os papéis e responsabilidades de cada um dos lados. O trabalho de assessoria também exige um esforço por parte da empresa contratante, que vai precisar preparar porta-vozes, aprovar pautas, planejamentos e munir a equipe terceirizada com informações da empresa para a produção das estratégias.  ‍ Além disso, uma boa assessoria procura manter o cliente sempre a par de tudo que está rolando, tanto de estratégia quanto na operação de cada uma das iniciativas. É preciso que você esteja disposto a compartilhar uma agenda com esse fornecedor para que sejam ajustados detalhes de planejamento, execução e, principalmente, análise de resultados e métricas, mas nós vamos falar mais sobre isso a seguir.  Métricas de sucesso: como cobrar e acompanhar os resultados da assessoria de imprensa? Chegamos finalmente ao tópico que costuma-se ter mais dúvidas: o acompanhamento de resultados.  ‍ É muito comum que o trabalho de assessoria de imprensa seja menosprezado apenas porque as métricas não foram traduzidas para uma linguagem mais mercadológica. Afinal, o que você realmente quer saber é como uma inserção de marca em algum veículo consegue mover o ponteiro do seu negócio. ‍ Além disso, no mercado de agências de assessoria de imprensa, é muito comum o recebimento de relatórios cheios de links e com métricas arcaicas de centimetragem, por exemplo. À primeira vista, pode parecer que o fornecedor está fazendo um bom trabalho, afinal esses números costumam impressionar. Mas, a verdade, é que eles não traduzem muito bem o resultado real da reputação no seu negócio. Alguns outros indicadores podem e devem ser cobrados, como:  Encurtamento do processo de vendas, principalmente em negócios B2B; Diminuição do CAC; Acessos e compras orgânicas; Aumento do volume de buscas; ‍ Com o trabalho rebuscado e com as perguntas certas que você fez na hora de contratar, é bem possível que esse assunto de resultados já tenha surgido antes. Mas agora, é importante, não só que haja uma apresentação e acompanhamento constante, mas que você consiga ver o efeito de cada uma das iniciativas no geral da sua marca, sem cálculos megalomaníacos que não significam muito na prática.  A primeira masterclass MOTIM te ensina como ter um bom projeto de reputação para o seu negócio  Quer saber mais sobre esse e outros tópicos fundamentais na contratação e gerenciamento de um serviço de assessoria de imprensa? Conheça a primeira masterclass MOTIM: reputação para negócios de inovação. ‍ Reunimos todo o conhecimento dos mais de 8 anos de estrada da MOTIM em uma Masterclass única, ministrada pelo nosso CCO e fundador, Silas Colombo. Nela, você vai entender a fundo quais os requisitos que uma agência precisa preencher para estar de acordo com o seu momento de negócio, como gerenciar essa equipe e, principalmente, como ter certeza de que aquele serviço tem surtido efeito e realmente está alavancando o nome da sua empresa.  ‍ São três módulos rápidos –  30 minutos que vão mudar a sua mentalidade –  que vão esclarecer suas principais dúvidas nesse processo e ainda te dar dicas práticas do que realmente tem impacto. Temos certeza que você sairá da Masterclass com reuniões mais produtivas, clareza nos processos e com relatórios mais coesos que mostram o real resultado do trabalho de assessoria de imprensa no seu negócio!  ‍ Saiba mais sobre esse intensivo aqui. ‍

Gestão de reputação: a importância de investir na reputação pessoal

Mão apontando para um ícone roxo de rosto sorridente, simbolizando a satisfação na gestão de reputação

No mundo atual, saber fazer a gestão de reputação e trabalhar bem a sua imagem pessoal são pontos fundamentais que impactam a forma com que as outras pessoas percebem seu posicionamento online. Esse artigo te auxiliará a entender mais sobre o conceito de reputação pessoal e como é possível começar esse processo. O que é a gestão de reputação? A gestão de reputação é o conjunto de estratégias usadas para monitorar, influenciar e fortalecer a forma como uma marca ou pessoa é percebida pelo público. Isso envolve acompanhar o que está sendo dito, alinhar a comunicação e agir de forma estratégica para construir uma imagem positiva. Seja você um profissional em ascensão na carreira, porta-voz de uma empresa ou empreendedor, se está buscando pelo destaque em meio a muitas outras pessoas, vai precisar construir uma reputação forte e frequente nas redes. Nesse processo é preciso monitorar, construir estratégias, executar e se conectar com outras pessoas influentes e seu público. Gerir a própria reputação é um processo contínuo que requer tempo, esforço e, principalmente, consistência. Muita gente acaba desistindo no meio do caminho, por achar que não daria resultados logo de cara, e acaba nem colhendo os frutos dessa estratégia.  Importância da gestão de reputação pessoal A gestão de reputação é fundamental para indivíduos e empresas por várias razões. No geral, é uma forma de fazer com que a sua imagem seja positiva, favorecendo a sua credibilidade e a confiança. Com a prática de relações públicas em dia é possível atrair novos negócios, oportunidades e levar a relacionamentos mais sólidos com outros profissionais da área. Tendo essa comunicação voltada não só para a mídia, mas também para as suas redes sociais pessoais, vai impactar diretamente na sua influência e mostrar suas habilidades de liderança. Colocando a sua presença como um ponto de referência no mercado, fazendo com que outros te vejam como autoridade. No caso de um c-level, por exemplo, a sua reputação pode ser usada não apenas para se destacar, mas para atrair novos talentos para a empresa que trabalha e proteger a marca em tempos de crise. Como alavancar a sua reputação pessoal? Para alavancar a sua reputação pessoal, de uma forma que também envolve a gestão inteligente, é preciso adotar algumas estratégias de PR (Relações Públicas), incluindo e Assessoria de Imprensa, que vão auxiliar nesse processo. Veja algumas delas. Aprenda mais sobre o media training O media training ou o treinamento de mídia é um tipo de processo que você pode estudar para ficar mais preparado quando precisar lidar com a mídia. Para quem pretende ou tem contato frequente com a imprensa, como um porta-voz por exemplo, essa é uma prática muito importante. Durante esse treinamento você pode aprender sobre a própria mídia, entendendo os tipos, interesses e características. Outra parte fundamental do media training é identificar as mensagens chave. Antes de qualquer entrevista, separe todos os pontos que devem ser comunicados e foque em desenvolvê-los durante a conversa. É sobre acertar a narrativa e se ater nela, garantindo um pouco mais de controle sobre o que é divulgado posteriormente. Parte do treinamento é simular entrevistas junto de uma agência de PR para te guiar. Quando menos esperar, você conseguirá controlar a narrativa e sua linguagem corporal será mais natural. Afinal, a prática leva a perfeição. Fortaleça sua presença nas redes sociais Outra estratégia para sua reputação pessoal é o fortalecimento da presença nas redes sociais, você deve estar onde o seu público está e interagir com eles. Nesse caso, apesar do LinkedIn ser fundamental para novos negócios, o Instagram e TikTok também tomam seu espaço como redes de conexão mais informal e engajamento. Explore os diferentes formatos de conteúdos que as redes proporcionam, usando a seu favor para poder influenciar e inspirar o público. Isso pode ser feito através da produção de conteúdo de qualidade que tenha relação com a área em que você atua. Abrace oportunidades Conforme a sua reputação vai crescendo, novas oportunidades de aparecer na mídia podem surgir, como convites para podcasts, eventos, palestras e outras apresentações. Não deixe elas passarem despercebidas, com a participação em algum desses tipos de eventos a sua presença pode se tornar ainda mais reconhecida e relevante. É neste momento também que o seu media training entraria em ação! Monitore a presença E não esqueça de gerenciar a sua presença no mundo online, faça o rastreamento de menções ao seu nome ou marca em que trabalha para saber o que as pessoas estão falando e recolher informações relevantes para o direcionamento do seu posicionamento. Isso auxilia a construir novos relacionamentos com aqueles interessados no seu conteúdo e ficar a par de possíveis crises que possam surgir. Quais métricas monitorar na gestão da reputação? A gestão de reputação só evolui quando você acompanha dados que realmente refletem a percepção do público. O foco deve estar em entender o que eles dizem sobre credibilidade e relevância da sua marca. Entre os principais indicadores, vale acompanhar: Análise de sentimento: identifica se as menções são positivas, negativas ou neutras, funcionando como um termômetro da percepção pública. Volume de menções: mostra com que frequência sua marca aparece nas conversas digitais e na mídia. Share of voice: revela o quanto sua empresa domina (ou não) o espaço de conversa em relação aos concorrentes. Alcance de mídia: estima quantas pessoas foram impactadas pelas menções à sua marca. Net Promoter Score (NPS): mede o nível de satisfação e a probabilidade de recomendação dos clientes. Avaliações e classificações: refletem a experiência real do público e influenciam diretamente nas decisões de compra. Índice de resolução de problemas: indica a eficiência do atendimento e a capacidade de reverter experiências negativas. ROI, conversão de vendas e retenção: conecta reputação a resultados concretos, mostrando como a percepção influencia o crescimento. 5 pilares do gerenciamento de reputação Uma gestão de reputação consistente não acontece por acaso, ela se sustenta em pilares estratégicos que orientam as decisões, a  cultura e comunicação da empresa no dia a dia. Veja como cada um funciona na

PR Stunt: o que é, como aplicar e exemplos reais

No momento atual, se destacar no meio de um mercado extremamente saturado e competitivo é o maior desafio das empresas. Surge a necessidade de se encontrar ferramentas e estratégias que possibilitem uma geração de impacto real, que converse com o target e que tenha, como consequência, um engajamento mais duradouro. Quando adicionamos um elemento de criatividade, fica nítido: estamos falando do PR Stunt.  ‍ Vem entender um pouco mais sobre essa ação de relações públicas que promete captar a atenção do público de forma qualificada.  PR stunt: o que é? O PR Stunt é a abreviação de Public Relations Stunt e nada mais é do que uma estratégia de RP focada principalmente na geração de impacto, seja pelo quesito surpresa, choque, emoção ou inovação.  ‍ Dado o seu teor revolucionário e disruptivo, o PR Stunt normalmente não tem como foco a transmissão de informações, mas sim o compartilhamento e engajamento que aquela ação vai gerar. Esse caráter surpreendente funciona sempre como um gatilho certo para gerar buzz em cima de algo, manter a pauta aquecida na boca do povo, incentivando não só os compartilhamentos, mas também a discussão.  ‍ Mas, aqui vale a reflexão de que, se o PR Stunt é uma ação que busca chocar e surpreender, o cuidado e parcimônia são mais que bem-vindos. Existe uma linha tênue entre ações que vão ter o impacto positivo, que convém com a marca e representam-a perfeitamente, e outras que vão gerar mídias negativas. Por isso, é de suma importância que haja alinhamento da ação com o discurso e valores que a empresa prega e que haja entendimento do público que deseja alcançar, principalmente porque mexemos com o lado emocional e podemos despertar sentimentos não tão positivos.  ‍ Como estruturar uma ação de PR Stunt? Como ressaltamos na definição, o PR Stunt é caracterizado pelo seu viés surpreendente e inovador, ou seja, é pautado principalmente pela criatividade. Não existe uma fórmula certa para estruturar uma ação dessas, mas você pode ser norteado por exemplos do mercado que deram certo. Vamos falar sobre esses exemplos um pouco mais para frente.  ‍ Mas, o que é importante sempre ter em mente é como alinhar o discurso da ação com o always on da empresa, mantendo linguagem e comportamento, e não esquecer quem é o público-alvo da iniciativa além de quais os resultados esperados.  Quais os benefícios de investir em uma estratégia de PR Stunt? Como você deve ter percebido, apesar de ser uma ação que merece um olhar mais cuidadoso, existem inúmeros benefícios de contar com o PR Stunt no seu portfólio de estratégias.  ‍ Engajamento e interesse autênticos Divergindo das campanhas publicitárias normais, que costumam focar na persuasão e convencimento, o PR Stunt se conecta com o público através das emoções e busca estabelecer uma conexão genuína através do tópico discutido. Isso, automaticamente, é responsável por gerar um tipo de engajamento mais verdadeiro e autêntico, fortalecendo sentimentos como lealdade e fidelidade, que são ganhos extraordinários principalmente quando falamos do longo prazo.  ‍ Lembrança de marca Como falamos anteriormente, é fundamental que você mantenha a ação dentro das diretrizes da sua marca, mantendo-se fiel ao comportamento, características, linguagem e tom de voz. Caso isso seja feito de forma bem sucedida, o público vai assimilar essas particularidades e entender exatamente quem vocês são.   ‍ Além disso, o PR Stunt também é uma forte ferramenta de awareness de marca porque apesar de ter um público-alvo definido e trabalhar a ação em prol daquela parcela, quando bem feito, é provável que a iniciativa fure a bolha e alcance um público ainda maior do que o esperado, gerando awareness. Indo um passo além, a ação, quando bem sucedida, pode ser lembrada por anos pela audiência, atingindo também um objetivo de recall de marca, que é extremamente relevante para depender menos de mídias pagas com resultados mais imediatos. ‍ Rebranding Apesar de ser uma iniciativa ousada, o PR Stunt consegue sim redirecionar o comportamento e forma como a sua marca é vista pelo público. Imagine uma marca mais conservadora, ao trabalhar estratégias de PR Stunt, automaticamente vai exigir um nível de disrupção maior do que vinha sendo feito. Isso vai ser traduzido para o resultado final da ação e percebido pelas pessoas que forem impactadas. Dessa forma, a marca passa a receber cada vez mais ares de inovação.  ‍ Exemplos de PR Stunt Confira alguns exemplos que podem te inspirar: ‍ Red Bull Stratos A empresa de energéticos patrocinou o salto do paraquedista australiano Felix Baumgartner da estratosfera, quebrando três recordes mundiais. Como a Red Bull é fã de carteirinha de esportes radicais, essa ação, além de gerar buzz, ainda contribuiu com os atributos da marca.  ‍ Whopper Detour do Burguer King Como mais uma estratégia de provocar a concorrência, o Burguer King lançou uma ação em que os clientes que se aproximassem de lojas do McDonald’s iriam desbloquear descontos e não iriam consumir com o concorrente.  ‍ Dia Mundial do Sono da IKEA Em 2023, a empresa lançou uma ação em terras brasileiras para destacar a importância do sono. Por isso, instalaram diversas camas em shoppings para que as pessoas pudessem experimentar os colchões e dar uma descansada durante o dia.  ‍ Com esses exemplos, fica nítido que as ações fogem do convencional. Estruturar um PR stunt demanda planejamento, mentes criativas reunidas e uma estratégia parruda de lançamento, mas, pode apostar: os resultados serão muito positivos.  ‍

Como adaptar a sua estratégia de comunicação ao expandir globalmente?

Com o crescimento dos negócios, o próximo passo esperado é atingir novos mercados e expandir a operação para além dos limites regionais. Em alguns casos, de empresas que realmente escalaram sua produção e atingiram outros patamares, essa expansão é realizada internacionalmente, conversando com públicos totalmente diferentes, inclusive em termos culturais, mas que ainda possuem as mesmas dores que o target inicial, necessitando desses serviços.  ‍ Para que esse processo seja bem sucedido, é necessário muito mais do que o planejamento operacional, é preciso entender qual o perfil do novo consumidor e como construir uma estratégia de comunicação que consiga atingir, conversar e ser efetiva com eles.  ‍ Entenda a seguir como conseguir adaptar a sua estratégia de comunicação e construir reputação ao expandir globalmente. ‍ O que é a expansão global? Quando falamos de uma empresa que está em processo de expansão global, nos referimos a uma estratégia de crescimento, conquistando novos mercados, ou seja, comercializando seus produtos e serviços para outros públicos, sem limitações geográficas.  ‍ Esse processo tem diversos recortes e possibilidades, com a sua empresa firmando parcerias estrangeiras, contratando prestadores de serviços de outros países ou até mesmo se firmando em outros territórios, construindo sedes, por exemplo.  ‍ Apesar de ser uma movimentação extremamente estratégica e importante para a empresa, é passível de riscos, como a dificuldade de aceitação do novo público consumidor. Nesse cenário que uma estratégia sólida e parruda de comunicação entra como essencial para a sobrevivência desse negócio fora de sua terra natal.  Por que é importante trabalhar a sua estratégia de comunicação de forma diferenciada ao expandir? Uma boa estratégia de comunicação sempre é pautada, principalmente, pelo estudo dos públicos a quem ela busca conversar. Nisso, é preciso entender hábitos de consumo, estilo de vida, dores e objeções, linguagem e outras características que normalmente são comuns ao seu público-alvo. No caso de chegar em um novo país, vale um estudo extra: o da cultura local. São essas particularidades que vão ser capazes de nortear a sua comunicação e vão te ajudar a construir conexões entre a sua marca e o seu consumidor, sejam elas de confiança, de admiração, de desejo, entre outras.  ‍ Quando falamos de expansão, obrigatoriamente nos deparamos com o desafio de conversar com pessoas diferentes. Mesmo que elas sejam unidas pela mesma dor, que provavelmente o seu produto busca solucionar, são públicos criados em realidades diferentes, com particularidades culturais e hábitos diferenciados.  ‍ Principalmente quando falamos sobre cultura, o estudo passa a ser muito mais apurado, não apenas para se adequar aos consumidores, mas também para respeitar aquelas tradições. Mas, é importante ressaltar que hábitos de consumo também são fortemente influenciados pela criação e cultura de um povo, por isso, muito mais do que uma pesquisa comunicacional, é preciso entender se o seu produto vai ter um terreno fértil de crescimento, se haverá demanda e por aí vai.  ‍ Entendido tudo isso, vamos conhecer algumas dicas para tornar a sua comunicação cada vez mais assertiva ao se comunicar com diferentes públicos.  Dicas para tornar a sua comunicação mais assertiva ao expandir internacionalmente Segundo a pesquisa Trajetórias FDC de Internacionalização das Empresas Brasileiras, de 2023, o target principal dos negócios em expansão se concentra ainda na América, tanto por fatores regionais e de proximidade, quanto de hábitos culturais, além, é claro, de Portugal, com as nossas similaridades provenientes da colonização.  ‍ Mesmo levando em consideração diversos fatores que nos aproximam desses outros mercados, ainda é fundamental que você siga algumas dicas na hora de internacionalizar o seu negócio e, consequentemente, a sua comunicação. Vem ver: ‍ Pesquisa em primeiro lugar  É válido ressaltar que o processo de expansão passa por um momento completamente contemplativo, de entendimento de público e mercado, antes de ir para a ação. Neste lugar, inicie com um estudo dos consumidores e analise todas as potenciais objeções, dores e dificuldades, além, é claro, dos hábitos de consumo.  ‍ Desdobre essa pesquisa também para aspectos linguísticos, tornando a sua estratégia cada vez mais parruda. É importante destacar que não estamos dizendo que você precisa perder as características, tom de voz e personalidade da sua marca ao fazer essa tradução, mas sim um cuidado a mais com o que é comunicado, substituindo regionalismos da forma correta.  ‍ Contrate tradutores Ainda nesse campo das linguagens, é importante se afastar o máximo possível de traduções instantâneas, até mesmo aquelas através de inteligência artificial. Algumas expressões são típicas do dialeto falado e precisam ser respeitadas para trazer maior veracidade e te aproximar do consumidor.  ‍ Para isso, busque contratar tradutores e profissionais que tenham total domínio, não só da língua estrangeira, como também da sua.  ‍ Construa um novo material de tom de voz Dado o nível de maturidade do seu negócio, que agora ultrapassa as fronteiras, é bem provável que vocês já tenham um manual de tom de voz, brandbook e outros materiais que norteiam a comunicação e comportamento da sua marca frente aos stakeholders, mercado e consumidores. Porém, como ressaltamos no decorrer deste conteúdo, é importante adaptar e personalizar todo tipo de contato da empresa com o público.  ‍ Pensando nisso, construa um novo material para ser um apoio na produção de conteúdo, obviamente utilizando de todas as pesquisas e ferramentas utilizadas anteriormente.  ‍ Em resumo, a comunicação de uma empresa é a maior ferramenta de conversão, com baixo esforço, em muitos casos. Mas, para isso, é imprescindível que seja criada uma estratégia parruda, a altura da maturidade do negócio e alinhada aos objetivos, público-alvo e personalidade da empresa.  ‍

Como construir autoridade em mercados altamente competitivos

Ao adentrar um novo mercado, seja por uma empresa recente ou outra que mudou sua área de atuação ou realizou uma expansão de fronteiras, é necessário saber explorar os seus diferenciais a fim de ganhar destaque e, como consequência, se tornar uma marca mais competitiva.   ‍ Nesse cenário, passamos a falar de autoridade como o principal artigo de diferenciação. Isso porque, em indústrias caracterizadas pela presença de muitos players ativos ou alguém já muito consolidado e referência de mercado, possuir autoridade é o que te faz gerar receita e conquistar clientes. ‍ Dito isso,  acima do mapeamento e entendimento desses diferenciais, é necessário saber como comunicá-los e torná-los a base da sua estratégia de construção de autoridade. Saiba mais:  O que é autoridade de marca? Quando falamos de autoridade de marca, nos referimos a uma imagem construída e consolidada através de estratégias de comunicação e transparência que denotam que a sua empresa é confiável e especialista no nicho em que está inserida.  ‍ Essa construção é uma grande chancela que afeta diretamente suas vendas, já que embasa a decisão de compra dos consumidores, que provavelmente preferem comprar de um negócio confiável do que outro que apresente a mesma qualidade de produto, mas que não apresenta esse atributo. Além disso, é a autoridade da marca, ou seja, a reputação e credibilidade transmitida, que consegue fidelizar esses clientes e tornar a compra algo recorrente, e não pontual.  ‍ Por que investir na construção de autoridade como diferencial competitivo? Aqui, falamos da autoridade de uma marca como um artigo que melhora a percepção de valor do público. Eles passam a construir um comparativo entre a marca X e a marca Y, entendendo que uma é melhor, soluciona suas dores de modo mais eficaz e é mais bem visto, socialmente falando, a partir da sua reputação.  ‍ A título de exemplo, empresas consideradas referência de mercado normalmente criam conteúdos relevantes dentro do seu nicho de atuação. Isso porque, ao gerar um valor positivo para os seus consumidores, eles passam a entender a marca como altamente capacitada e credível o bastante para “apostarem” o seu dinheiro.  ‍ E, tal qual em um efeito manada, a partir do momento que uma primeira leva de consumidores entende o valor do seu negócio, outros passam a perceber essa preferência de consumo, gerando um aumento exponencial de conversões e, possivelmente, receita.  ‍ Com esse contexto, dado o aumento da percepção de valor da marca, a empresa se torna mais relevante no olhar dos consumidores, passando na frente de outros concorrentes. Como construir autoridade em mercados altamente competitivos? Além dos princípios básicos de entendimento profundo do público consumidor a fim de criar comunicações mais certeiras e entender dores e necessidades, compilamos aqui algumas dicas que podem te auxiliar na construção de autoridade a longo prazo:  ‍ Valorizar a criação de conteúdo relevante O passo mais simples e base na construção de autoridade vêm de um esforço interno de produção de conteúdo de qualidade e relevância, que agregue valor ao consumidor, solucione dúvidas e apresente o seu produto como solução de qualidade.  ‍ Você pode investir em blogs, conteúdos ricos e de profundidade, como e-books e tabelas, entre outros. Vale destacar também as nas redes sociais, nas quais é importante se manter presente e atualizado, engajando o consumidor e alimentando essa conversa mais próxima, dada as características do canal.  ‍ Invista em estratégias de relações públicas Na mesma linha do anterior, forneça pautas relevantes para o seu público alvo e se coloque como fonte confiável para a construção de matérias. Dessa forma, a imprensa se apresenta como uma grande aliada, que vai embasar a credibilidade do seu negócio, ao mesmo tempo que gera conteúdo interessante, que vai atrair a atenção de forma orgânica do público.  ‍ Com isso, você também consegue mensurar o protagonismo da sua marca versus outros concorrentes através de métricas como Share of Voice.  ‍ Utilize provas sociais para embasar a qualidade do seu produto A autoridade é construída majoritariamente com base em resultados previamente conquistados, já que, normalmente, o consumidor baseia a sua percepção em experiências anteriores.  ‍ É seu papel, então, ir atrás de encontrar a melhor forma de comunicar os feitos e a qualidade do produto através dessas provas. Você pode utilizar de depoimento de clientes, conquista de prêmios e cases de sucesso que mostram que a credibilidade da marca não veio à toa.  ‍ Tenha um branding consistente Uma marca forte é uma marca que consegue se comunicar da forma mais assertiva possível. Além disso, essa consistência garante o reconhecimento do seu público, aumentando a autoridade, já que permeiam o imaginário das pessoas e estão no que chamamos de top of mind.  ‍ Também podemos falar sobre a conexão emocional que uma identidade forte transmite. As pessoas associam bons momentos com as cores, tipografia, logo, tom de voz e personalidade da marca, repercutindo por aí as suas experiências pessoais e valorizando a sua empresa frente a outras que não há conexão.  ‍ A construção de autoridade é um processo que leva tempo e que exige uma parceria estratégica com fornecedores de relações públicas e uma equipe de comunicação preparada para utilizar os atributos da marca como aceleradores, gerando protagonismo contra concorrentes.  Leia também: Buzz marketing: como gerar visibilidade para a sua marca | Digital PR: o que é e como fortalece a marca | Funil de conteúdo: como organizar a comunicação?

Como construir reputação para startups em busca de investimento?

O processo de construção de reputação é completamente individual para cada empresa e precisa levar em consideração o nicho de mercado, porte, público-alvo e principalmente, o estágio que a marca se encontra em relação ao desenvolvimento e financiamento.  ‍ A título de exemplo, empresas em momentos iniciais e que buscam captação de investimentos, chamadas de rodadas pré-seed e seed, exigem um tipo de comunicação muito diferente de outras que já passaram por outras rodadas de aportes maiores ou que possuem um modelo de negócio já bem estabelecido, com demanda e escala comprovadas.  ‍ Entenda a seguir como construir reputação para essas empresas em estágios iniciais: O que é reputação de marca? Partindo do início, podemos entender reputação de marca como a percepção que o público tem sobre aquela empresa. Conseguimos entender mais facilmente este conceito ao pensarmos em pessoas públicas e celebridades, porém a lógica é bem parecida ao nos referirmos a CNPJs.  ‍ Nesse sentido, a reputação de uma marca está fortemente ligada à sua percepção de risco. Quanto maior é sua reputação, menos risco ela apresenta para quem investe nela. Isso também diz respeito ao posicionamento adotado nas comunicações, a forma como essa empresa interage com seus clientes, stakeholders e outros públicos, além de bandeiras que são levantadas. Com isso, podemos dizer também que a reputação é uma consequência direta da cultura da empresa, tanto aquela aplicada internamente para os colaboradores, quanto pilares divulgados, como práticas ESGs, ativismo, entre outros.  ‍ Entendido o conceito, podemos dizer que a construção de reputação é um processo que exige tempo, narrativas bem amarradas, posicionamento claro e consistência de discurso. Ao longo do tempo, cultivar uma reputação sólida é a chave para consolidar a sua empresa como líder de mercado, podendo até mesmo receber nomeações como top of mind. ‍ Além disso, quando pensamos no funil de vendas completo e no processo de convencimento e conversão de um lead em cliente, a reputação da empresa se apresenta como um artigo decisivo, aquilo que realmente fideliza aquela pessoa. Afinal, é a imagem construída no decorrer do tempo e o posicionamento que atesta a qualidade do que é ofertado e reforça o compromisso da empresa com seus clientes.  ‍ De um ponto de vista mais pessimista, a reputação também é um dos poucos atributos que ajudam a combater crises, justamente pela solidez da imagem construída.  Qual o momento certo para investir em reputação? Muitas empresas, principalmente as que estão iniciando suas trajetórias agora, acreditam erroneamente que reputação é um artigo a ser trabalhado depois de muitos anos de estrada, algo que apenas negócios de grande porte devem se preocupar. Mas, essa ideia não poderia estar mais equivocada.  ‍ Negócios em estágio inicial, principalmente aqueles do mercado da inovação com produtos e serviços mais mirabolantes ou mais complicados, precisam conquistar não só clientes, mas também investidores, para que aquele projeto realmente saia do papel e decole.  ‍ A 2ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação: A Visão do Investidor, comprovou que 91% dos investidores entrevistados concordam que marcas que conseguem comunicar bem a sua proposta de valor para o mercado aumentam a probabilidade de receberem um investimento. Além disso, 4 em cada 5 investidores entendem que o impacto do posicionamento e da força de marca no valuation acontece ainda nas primeiras rodadas de investimentos.  ‍ Leia mais: Quer saber mais sobre a 2ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação? Acesse o relatório completo aqui.  Como construir reputação? Como já falamos anteriormente, o processo de construção de reputação exige uma certa dedicação e consistência para que haja resultados positivos ao longo prazo. Mas, pensando em particularidades desse processo para empresas em diferentes estágios, separamos algumas dicas a seguir.  ‍ Para empresas em estágio de pré-seed Empresas em pré-seed são aquelas que ainda estão provando suas ideias para o mercado, com um protótipo do produto, ainda sem nada muito concreto. Nesse estágio, os responsáveis ainda estão em fases de teste, procurando entender se aquele negócio é viável ou não, se ele resolve uma dor, estudando mercado, demanda e outros pormenores.  ‍ Essa fase exige um certo investimento sem previsão de retorno próximo, por isso, é necessário que a tese seja bem fundamentada, com possíveis objeções já mapeadas e em processo de entendimento e solução, além de uma previsão da trajetória de sucesso. ‍ Esses são apenas alguns atributos que podem auxiliar o processo de convencimento dos investidores, mas ainda falta a tão sonhada reputação que falamos lá trás como cartada final de convencimento. Obviamente, como a empresa ainda nem saiu do papel, é praticamente impossível que ela já tenha um posicionamento claro e uma imagem sólida, certo? É nesse ponto que recorremos aos fundadores.  ‍ A reputação dos fundadores é um artigo que flutua do CPF para o CNPJ representado, por isso, trabalhar a imagem de quem está por trás dessa ideia é basicamente controlar a percepção dessa empresa. Por isso, é importante investir em estratégias de thought leadership, no relacionamento dos fundadores com fundos e investidores autônomos, além de presença em eventos e palestras. ‍ Para empresas em estágio de seed Quando falamos em startups em estágio de seed, nos referimos àquelas que já possuem o MVP, produto mínimo viável, e já lançaram seu produto no mercado, buscando entender a recepção e assim, escalar a operação. Geralmente, essas empresas ainda estão na etapa de falar com os early-adopters e é preciso aumentar o topo do funil. ‍ Por isso, é provável que já estejam buscando aportes e financiamentos mais robustos e que possuam uma resistência menor por parte dos investidores, já que possuem planos mais palpáveis e uma trajetória de sucesso mais comprovada.  ‍ Mesmo assim, a máxima é a mesma das empresas em pré-seed que buscam trabalhar a imagem dos fundadores. Agora, porém, é possível trazer um pouco mais de substância sobre a empresa para os fóruns. A presença em eventos de inovação também são ótimas chamadas para já abrir o seu

Gerenciamento de crise: o que é e como fazer

Empresa nenhuma que passar por uma crise de imagem ou precisar se pronunciar acerca de um tema delicado. Mas, é de suma importância que elas estejam preparadas e saibam como fazer um gerenciamento de crise da forma correta a fim de minimizar danos e não prejudicar a reputação da marca — elemento que pode ser extremamente frágil.

Como gerar demanda através das relações públicas?

Seja pela ausência ou excesso, muitas empresas enfrentam dificuldades em relação à demanda. No último caso, é possível que a necessidade de mercado escale muito mais rapidamente do que a operação, mas, a real preocupação vem com a ausência. Pensando nisso, as empresas recorrem a diversas estratégias, principalmente do marketing e pagas, em busca de aumentar o seu mercado consumidor.  ‍ Poucos profissionais sabem que outras mídias orgânicas conseguem atingir o mesmo resultado – e em muitos casos, até melhor – gastando menos com performance e impulsionamento. Uma dessas disciplinas é as relações públicas.  ‍ Um ponto fundamental sobre o trabalho de relações públicas que deseja ir além é que, muitas vezes, o seu consumidor não está com você porque ainda não conhece o seu produto ou serviço. É função do PR apresentar essas soluções para o seu público-alvo. ‍ Vem ver como você consegue gerar demanda através das relações públicas:  ‍ O que é o processo de decisão de compra? Antes de mostrar como as relações públicas conseguem gerar demanda para o seu negócio, é preciso entender o que é o processo de decisão de compra e como ele funciona.  ‍ Quando falamos sobre a venda de algo, temos que voltar o nosso olhar para o cliente, a pessoa que deseja (ou vai desejar)  aquele produto. É o entendimento sobre o comportamento do consumidor que vai direcionar a sua comunicação, esforços de venda e, até mesmo, melhorias no produto.  ‍ Com isso em mente, o processo de decisão de compra é muito pautado no perfil do consumidor ideal, principalmente nas necessidades, dores, dados demográficos, como faixa etária, poder aquisitivo, formação acadêmica e por aí vai.  ‍ Podemos exemplificar isso ao analisar duas empresas diferentes: uma que tem como consumidor final a pessoa física e a outra focada em atender empresas. O processo de decisão de compra do primeiro vai ser muito mais curto, dependendo apenas da necessidade e desejo da pessoa, enquanto para o segundo, é mais longo, enfrentando maiores objeções e precisando passar por diversos profissionais a fim da compra ser efetivada.  ‍ Por isso, é muito importante entender o que leva o seu consumidor a tomar essa decisão. Tenha uma análise macro que responda se o seu produto está dentro do padrão de valores que o consumidor costuma e está disposto a pagar, se ele vai precisar ser encantado pela característica do produto ou se a necessidade ultrapassa objeções e por aí vai.  ‍ Com essas informações em mãos, a estratégia passa a ser delimitada de formas diferentes e direcionada para atacar as principais dores. Porém, é possível que ainda haja uma certa resistência, e é nesse ponto que as RP entram como facilitadoras. Vamos entender.  ‍ Como driblar o processo de decisão de compra? Diante de diversas objeções sobre um produto, as marcas se perguntam qual a melhor saída para combatê-las a fim de evitar que o consumidor se perca durante o funil. As relações públicas entram como uma das ferramentas mais poderosas, nesse sentido, para mitigar as dúvidas com a construção de reputação para as marcas e também criar uma relação de confiabilidade. ‍ A reputação, podemos chamar também da autoridade ou credibilidade da marca, funciona como uma justificativa para a decisão de compra, comprovando a excelência daquele produto e/ou empresa. Podemos pensar como um reforço de que aquela compra pode ser feita com confiança e que será benéfica, levando em consideração a qualidade da marca, a expertise e relevância dela no nicho de atuação. É como se elas fossem capazes de diminuir a percepção de risco. ‍ Além disso, um trabalho estratégico de relações públicas, além de construir reputação e trabalhar essa posição de autoridade, também consegue construir conexão e relação com o público consumidor através de narrativas cativantes. Voltamos na análise de público e ressaltamos que uma empresa preparada sabe exatamente com quem está conversando, por isso, tem as ferramentas essenciais para vender e distribuir pautas que realmente gerem impacto nos consumidores. PR e reputação: como alavancar vendas e gerar demanda? Como falamos anteriormente, o PR se apresenta como uma grande ferramenta para driblar objeções do processo de vendas, mas, ele também é capaz de gerar demanda, ou melhor dizendo, atrair leads que podem ser convertidos em clientes.  ‍ Mas você sabe como? Reunimos algumas dicas para impulsionar a sua estratégia de relações públicas ao ponto de realmente ter resultados palpáveis.  ‍ Aposte no storytelling Falamos anteriormente mas este é um dos principais diferenciais de um PR estratégico para um tradicional: uma construção inteligente de storytelling. ‍ Aqui, pensamos na construção de pautas de uma forma mais macro e pensando no impacto que determinado tema vai ter efetivamente para a imprensa, já que não é apenas uma questão de exposição mas sim, estar no local certo, conversando com a pessoa certa. Com isso em mente, construa pautas e histórias que respondam dúvidas e que tenham o seu produto como solução para uma dor de mercado.  ‍ Descubra como transformar o seu pitch de vendas em uma história relevante e interessante a fim de alcançar os principais veículos de imprensa.  ‍ Quer saber mais sobre como estampar manchetes e conseguir resultados a partir de inserções estratégicas? Conheça a MOTIM.  ‍ Faça um estudo de veículos Um passo importante de planejamento é o entendimento dos seus objetivos e metas, principalmente quando diz respeito ao público que você quer atingir. Uma empresa B2C pode querer, através da imprensa, se posicionar em busca de investimentos ou parceiros, por isso, é interessante analisar o macro mas também estar atento às oportunidades individuais.  ‍ Com isso em mente, analise os veículos de imprensa que estão na sua lista de desejo e que possam conversar diretamente com o público desejado. Nem sempre os chamados top tier são ideais para trazerem os resultados mapeados e, em outros casos, eles são ideais para posicionamento de credibilidade e autoridade, ao atingir um público macro.  ‍ Utilize cases de sucesso Na linha de que a reputação é sua principal carta na manga, um

Como reconstruir e fortalecer a reputação da marca após crise de imagem

Momentos de crise evidenciam ainda mais a  importância de cultivar uma reputação sólida, afinal, ela é um dos poucos assets capazes de contornar adversidades e servir de apoio para superar os danos de imagem. Normalmente, tais adversidades necessitam de um trabalho reforçado de reconstrução e a criação de um plano de ação que busque minimizar os danos.  ‍ Outra consequência comum é a reestruturação do discurso, em uma tentativa de caminhar em uma nova trajetória que afaste a marca daquilo que causou a instabilidade.  ‍ Esse tipo de estratégia de reinvenção ou fortalecimento serão o foco principal deste artigo:  O que são crises de imagem? Em primeiro lugar, crises de imagens são eventos que têm o poder de abalar negativamente a percepção do público acerca de uma marca, organização ou, até mesmo, pessoa. A título de exemplo, uma crise pode ser configurada por erros, comportamentos inadequados, escândalos e por aí vai.  Pelo mercado se apresentar como um ambiente extremamente competitivo, esses deslizes são a oportunidade perfeita para que os concorrentes se sobressaiam e que haja um déficit considerável nas contas da empresa em crise. A partir disso, medidas precisam ser tomadas para evitar que os danos se multipliquem. Confira:  Como superar crises de imagem Em um mundo caracterizado principalmente pela agilidade comunicacional e conexão entre indivíduos, uma crise de imagem acaba tendo o seu efeito negativo multiplicado exponencialmente. Pequenos desvios de discurso, desatenção ao que é comunicado e outros erros podem afetar a imagem da empresa de forma permanente, com danos significativos na reputação que levou anos para ser construída.  ‍ Dado esse cenário, uma necessidade do profissional do futuro é, não só saber como evitar essas situações, mas como contornar o acontecido e buscar soluções que fortaleçam a reputação. Confira a seguir as principais medidas a serem tomadas após uma crise de imagem: ‍ Seja rápido A rapidez é o seu maior aliado após uma crise de imagem. Com o passar do tempo, a incerteza gerada no público só é potencializada, aumentando a chance de que terceiros participem da discussão e passem a disseminar informações que vão contra o que a empresa desejava.  ‍ Outro fator que evidencia a necessidade de medidas imediatas é o sentimento de descaso transmitido através da demora. O público, principalmente aqueles que te acompanham e nutrem uma certa relação com a empresa, podem considerar falta de cuidado, denotando que a organização não está preocupada e atenta com a situação. ‍ Identifique o melhor canal para comunicar Saber onde se comunicar com o seu público-alvo faz parte da metodologia de gestão de crise. Afinal, uma comunicação não direcionada pode só alarmar ainda mais a situação. Analise como a conversa tem acontecido, em quais fóruns, o comportamento dessas pessoas e o sentimento de marca que está predominando. ‍ Busque assertividade no discurso Após uma crise de imagem, a atenção de todos está redobrada acima de cada movimentação da empresa. Por isso, é fundamental que a empresa tenha um cuidado excepcional ao construir as comunicações, com um posicionamento claro e consistente, aberto a pedidos de desculpas, caso necessário, e disposto a promover mudanças a fim de evitar que o ocorrido se repita. Apresentar um plano de ação pode ser interessante também a depender do teor da crise. ‍ Confira a seguir algumas medidas de longo prazo para evitar que uma crise de imagem se repita e para reconstruir e potencializar a força da sua reputação:  ‍ Como reconstruir e fortalecer a reputação da sua marca após crises? Existem algumas medidas fundamentais para superar crises e conseguir reestruturar a reputação da sua marca, desta vez, criando um ecossistema de comunicação mais protegido. ‍ Analise os danos O primeiro passo é entender a dimensão da situação, olhando no detalhe. Entenda qual foi o estopim dessa crise para que medidas sejam tomadas priorizando esse ponto, mas não se esqueça de mediar os efeitos colaterais e outras possíveis consequências. ‍ Como pontuamos anteriormente, a velocidade de compartilhamento das informações faz com que tudo ganhe uma proporção muito maior e atinja mais pessoas do que normalmente aconteceria. Agora, interessados e pessoas que acompanham a marca são impactados com a mesma intensidade que outros fora do nicho, sendo esse último grupo capaz de amplificar os efeitos negativos já que não possui uma conexão com a marca.  ‍ Depois que o mapeamento de consequências for feito, é hora de partir para a criação de um plano de ação que consiga ser efetivo.  ‍ Monitoramento de menções  Atrelado ao ponto anterior, é fundamental que você saiba o que está sendo falado sobre a sua marca, avaliando se o sentimento é positivo, negativo ou neutro, em um exercício de social listening.  ‍ Esse acompanhamento é importante para balizar quais temas ainda precisam ser retomados, em uma nova possível retratação ou mudança de comportamento, e até mesmo quais assuntos foram superados através de um bom trabalho de gestão de crise.  ‍ Nesse sentido, o monitoramento de menções também funciona como um termômetro da qualidade das medidas tomadas, o que pode ser imprescindível para a construção de um plano de ações futuras.  ‍ Posicione-se frente aos principais interessados O processo de retratação vai muito além de um simples comunicado em redes sociais mas, ele se desdobra em comunicações diferentes para os diferentes públicos do ecossistema dessa empresa.  ‍ É necessário entender como determinada crise afeta os seus principais stakeholders, para que seja criado um plano personalizado. A título de exemplo, os investidores veem crises de imagem de uma forma extremamente sensível, já que é uma situação que afeta diretamente os balanços financeiros. Para esse público específico, é ideal que a equipe de comunicação construa uma fotografia de como essa crise vai ser contornada com o mínimo impacto possível na receita atual e futura. Do outro lado da moeda, os consumidores estão mais interessados em saber como a empresa vai lidar com o descuido, defendendo possíveis públicos lesados.  ‍ Atenção redobrada com as próximas comunicações Evidenciando ainda mais o tópico anterior, lidar com uma crise de imagem exige

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