Marca pessoal: como trabalhar o seu personal branding para impulsionar a sua empresa
Em tempos cada vez mais competitivos, as marcas precisam utilizar de todas as ferramentas possíveis para atestar superioridade frente aos seus concorrentes. Uma dessas estratégias é o uso da marca pessoal dos fundadores, c-levels e porta-vozes para aumentar ainda mais a credibilidade da empresa que eles representam. Mas, quando falamos sobre uma empresa e os seus porta-vozes, é fundamental que exista uma certa homogeneidade no que é comunicado pela marca e pela pessoa, através da estratégia de personal branding desses profissionais. É sobre isso que vamos falar a seguir: O que é marca pessoal? A marca pessoal, ou personal branding, é capaz de transmitir quem você é, no que diz respeito aos seus valores, ideais, experiências e habilidades, e te diferenciar de outros “concorrentes”. Falar de marca pessoal é basicamente entender uma personalidade como se fosse uma empresa precisando vender o seu produto, ou seja, personal branding é a forma como uma pessoa se comunica ao tentar se “vender”. Dito isso, todo mundo tem a sua própria marca, mas é necessário trabalhá-la para transmitir a mensagem correta. A título de exemplo, podemos falar sobre os influenciadores que precisam conquistar marcas para receber patrocínio e seguidores através da sua personalidade, muito mais do que das suas habilidades. No dia a dia, traduzimos o personal branding para aquelas características que normalmente “nos definem” e que são já muito conhecidas por quem nos cerca. Benefícios de construir uma marca pessoal forte Trabalhar essa estratégia é uma maneira de influenciar a percepção de marca que as pessoas têm da sua empresa. É uma relação de win-win, na qual o CPF e CNPJ ganham credibilidade, um pelo trabalho do outro. Além disso, separamos alguns benefícios de se construir uma marca pessoal sólida que pode funcionar como alavanca de negócio: aumento da sua credibilidade como profissional, te transformando em um thought leader, referência no nicho de atuação e voz ativa nas principais pautas; como consequência, essa é a oportunidade de você gerar diferenciação para a sua empresa em relação aos concorrentes; consolidação da sua reputação e da sua marca, construindo uma imagem mais duradoura e mais sólida contra possíveis crises; aumento da conexão com o seu target, que vai se sentir cada vez mais próximo ao conhecer quais profissionais estão por trás da empresa que tanto admira. Dicas para trabalhar o seu personal branding Estude o seu nicho de mercado e público-alvo Antes de começar a trabalhar a sua própria marca, produzindo conteúdo, indo atrás de pontos de contatos, entre outras ações, é necessário que você entenda com quem você está se comunicando e quais as oportunidades de mercado você pode aproveitar. Entenda quais são os principais gargalos e dores, mapeie assuntos e estude a melhor forma de se comunicar com o target, seja ele composto pelo consumidor final, outras empresas e até mesmo possíveis investidores. Combine suas estratégias pessoais com as da sua marca Lembre-se: as duas marcas (a da empresa e a sua pessoal) estão fortemente conectadas, de uma forma que os consumidores têm até uma certa dificuldade de separá-los. Dessa forma, é fundamental que a comunicação esteja em sintonia, principalmente quando falamos da proposta de valor da marca. É importante ressaltar que as estratégias não precisam – e nem devem – ser um copia e cola, mantendo a identidade pessoal do founder ou c-level, contanto que ela esteja relacionada e se atenha ao que é disseminado pela empresa. Invista em estratégias de Thought Leadership É quase impossível falar sobre marca pessoal e não cair na seara do thought leadership, já que essa estratégia visa dar notoriedade para um profissional ou a empresa que ele representa através da produção de conteúdo de qualidade, visando solucionar alguma dor de mercado ou trazer um viés de diferenciação. Com isso, os chamados “thought leaders” são profissionais referência no nicho de atuação e que passam a ser acompanhados por outras pessoas em busca de conhecimento. Dessa forma, você pode produzir conteúdo para as redes sociais (principalmente o LinkedIn), participar de palestras e fóruns que reúnem profissionais da área, praticar o networking nos eventos e muito mais. Thought Leadership: liderando ideias e negócios Como você pode perceber, trabalhar a marca pessoal dos fundadores e porta-vozes de uma empresa é uma estratégia forte o bastante para movimentar os ponteiros do seu negócio, gerando vendas, criando awareness de marca e estabelecendo uma reputação de credibilidade. Nesse cenário, utilizar do thought leadership se torna fundamental para conseguir resultados exponenciais de negócio, trabalhando um verdadeiro stack de ferramentas integradas com a estratégia macro de marca. Do ponto de vista mercadológico, estratégias de thought leadership são capazes até mesmo de dar um empurrãozinho na conquista de investimentos. E foi para comprovar isso que a MOTIM perguntou para mais de 60 dos principais fundos de investimentos em venture capital atuantes no país: o que chama a atenção deles na hora de um aporte?. O resultado foi compilado em um relatório completo que comprovou, não só que marca e reputação importam, como também que a imagem do founder é um ativo extremamente estratégico na busca por aportes, confira: 91% dos investidores concordam que a reputação e a marca pessoal dos fundadores contribuem para um negócio receber investimentos. *fonte: 2ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto da Relações Públicas no Mercado de Inovação – A Visão do Investidor. Para conferir o relatório completo, acesse o link a seguir: https://pesquisarp.motim.cc/?utm_campaign=Pesquisa%202024&utm_source=blogcatalog&utm_medium=social&utm_content=Blog Leia também: Gestão de reputação: a importância de investir na reputação pessoal l Posicionamento executivo: como líderes fortalecem autoridade e reputação no mercado
Como utilizar a transparência no processo de construção de reputação?
Com a adoção de práticas ESG pelo mercado, que buscam um comprometimento maior de empresas com o impacto socioambiental e com práticas de governança, e o comportamento da nova geração de consumidores, os negócios precisam estar cada vez mais atentos ao que é comunicado, mantendo um compromisso com a transparência em torno de suas ações. No todo, a transparência passou a ser um artigo da ética empresarial, indo além dos stakeholders e atingindo também o consumidor final, o que passa a impactar diretamente a receita das empresas. Entenda como se comunicar com mais transparência a ponto de torná-la um artigo estratégico para a sua marca. O que é transparência empresarial? A transparência pode ser elencada como uma característica fundamental do processo de construção de confiança entre os públicos de interesse da marca. É aquilo que garante o comprometimento do CNPJ não apenas com a saúde do negócio, mas com todos os pontos de contato que mantém a roda girando, desde investidores até clientes, passando pelos parceiros estratégicos do negócio. Por se tratar do processo de construção de confiança, a transparência se torna indispensável para manter uma boa reputação no mercado, sendo necessária para a consolidação do negócio, expansão e busca por investimentos. Em suma, a transparência empresarial é a forma de comunicação que deixa claro, para todos os públicos em contato da empresa – qual a forma de atuação, decisões, processos e até mesmo informações financeiras que sejam de interesse público. A título de exemplo, ela envolve: Prestação de contas; Comunicação aberta, clara e que gere respaldo para todas as partes envolvidas; Ética e integridade; Responsabilidade social e ambiental. Falamos muito sobre transparência empresarial para empresas listadas na bolsa de valores, já que trata-se de um dever desses negócios, mas, não são apenas elas que ganham com essa adoção. Essa é uma prática bem vista por diversos parceiros relevantes, o que pode aproximar o seu negócio de oportunidades financeiras cada vez mais atraentes. Vamos falar sobre os benefícios de uma comunicação mais transparente a seguir: Benefícios de uma comunicação pautada pela transparência Conforme adiantamos, uma comunicação mais transparente é a chave para a aproximação com públicos de interesse, construindo uma relação de confiança. Porém, dentro desse âmbito, os ganhos são variados, principalmente no que diz respeito à consolidação de uma reputação valorizada pelo mercado. Veja a seguir: Construção de reputação Reforçando, a transparência é uma grande aliada na construção de reputação, já que valida o comprometimento da marca com seus públicos ao ponto de compartilhar informações mais sensíveis, reforçando sua integridade. Conquista de investimento e aumento na penetração de mercado A reputação, construída a partir da transparência, se torna artigo altamente requisitado na tomada de decisões de um investimento, principalmente na análise de risco. Empresas já mais consolidadas, com uma reputação que as precede, tendem a serem alvos mais fáceis para os investidores, que justificam o aporte a partir do respeito que aquele negócio tem do mercado. E quando falamos sobre redução de percepção de risco, isso afeta diretamente outras ações da empresa também, principalmente em expansões, lançamento de produtos e serviços novos e conquista de novos mercados. A penetração da mensagem sofre uma resistência menor, sendo mais facilmente absorvida e assimilada. Melhora na percepção de consumidores Assim como falamos no tópico anterior, com a diminuição da percepção de risco, as mensagens passam a ser mais aceitas, impactando diretamente na percepção dos consumidores. Além disso, a reputação é um artigo que automaticamente testa qualidade e procedência, o que justifica uma decisão de compra. Essa melhora de percepção contribui, não apenas na fidelização do cliente, mas na possibilidade de inovação com novos produtos e no aumento de preço, sendo justificado pela qualidade e reputação da marca no mercado. Diminuição dos riscos reputacionais e danos pós crises de imagem Outro ponto benéfico de contar com a transparência é a diminuição de riscos reputacionais exatamente porque há um cuidado com aquilo que é comunicado. O respaldo às partes interessadas contribui para um alinhamento necessário, principalmente em quesitos financeiros, criando uma maior segurança para a empresa. Como um efeito colateral, a reputação funciona como um “colchão” capaz de minimizar danos pós crises de imagem, evitando maiores perdas de capital, parceiros e clientes. Como construir uma comunicação transparente que potencialize a sua reputação? Agora que você entende os benefícios de uma comunicação transparente, saiba como construí-la: Implemente práticas de ESG Começando do início, é importante que a sua empresa seja responsável com o ambiente e o ecossistema no qual está inserida, antes de comunicar-se com transparência. Aqui, vale revisitar todos os valores cultivados dentro da organização, além de implementar medidas de responsabilidade social e ambiental, redução de danos, satisfação de colaboradores e clientes e por aí vai. Promova um ambiente mais saudável para colaboradores Grande parte da reputação de uma empresa vem da percepção dos colaboradores internos, que disseminam a palavra do que viveram dentro das organizações em diversos fóruns. Um ambiente saudável, além de reter talentos e atrair novos funcionários, é também uma oportunidade de compromisso social – tal qual as práticas de ESG -, melhorando significativamente a percepção acerca da sua marca e gerando uma publicidade orgânica positiva. Invista em cases de sucesso e prova social Quando falamos de uma comunicação transparente, colocamos os nossos clientes em foco – tanto como receptores de conteúdo, quanto no lugar de produtores de provas sociais e de qualidade. Em relação a isso, é fundamental que você crie uma rede capaz de absorver os comentários e feedbacks de clientes a fim de alimentar a credibilidade do seu negócio e atestar qualidade do que é ofertado. Com isso em mente, passe a divulgar os resultados positivos e cases de sucesso, tendo em mente que eles devem embasar a transparência do negócio, portanto, críticas também são bem vindas e devem ser tratadas como oportunidades de aprendizado e solucionadas a fim de conquistar ainda mais a confiança dos consumidores. Traduza a transparência em narrativas
Como utilizar narrativas criativas na sua estratégia de RP para gerar conexão com o público?
Quando falamos de mercados tão saturados como os que vemos atualmente, tornar-se líder ou ganhar destaque frente a outras marcas é sempre fruto de uma diferenciação. É possível que o produto seja revolucionário e solucione uma dor de forma mais eficaz que outros, ou possui maior abrangência e por isso se destaca tendo um público consumidor maior, mas, pensando na maioria dos negócios, o seu fator de diferenciação pode ser apenas a forma como você se comunica e gera conexão com os clientes. Dito isso, as relações públicas se tornam uma ferramenta potente, capaz de conectar as pessoas através de narrativas criativas e cativantes, que não só apresentam a sua marca mas que geram demanda, conexão e desejo pelo seu produto. Vamos entender melhor o poder das narrativas para as relações públicas? O que são narrativas criativas para as relações públicas? Quando falamos das estratégias de relações públicas, infelizmente o mercado ainda não aproveitou o potencial total desta disciplina para gerar conexões ainda mais profundas entre marcas e seus consumidores. Normalmente, esse esforço é centralizado nas redes sociais, com força-tarefa para que os conteúdos sigam as tendências, utilizando de linguagens nativas em busca de uma certa viralização. Mas, ao mesmo tempo que existe a possibilidade deste conteúdo ter um bom desempenho, as redes sociais são caracterizadas pela data de validade para as trends, de forma passageira, e pelo alto volume de conteúdo por minuto, o que dificulta bastante a absorção de conteúdo por parte do público. Com isso, as relações públicas ganham destaque com canais mais perenes e histórias que ficam mais tempo com consumidor, principalmente se a estratégia buscar impactar o target em diferentes veículos, criando uma narrativa integrada. A título de exemplo, quando falamos de narrativas criativas para o PR falamos de técnicas de PR Stunt, lançamento de materiais e produtos com exclusividade para a imprensa, com storytelling enriquecido por trás, divulgação massiva da história da empresa e valores construindo e reforçando a reputação, uso de porta-vozes que possam humanizar a marca e cativar o público através de identificação, incentivo a interação com os públicos e muito mais que vamos abordar nos próximos tópicos. Nesses exemplos, também vale ressaltar que diversos veículos de imprensa buscam diversificar suas pautas atualmente. Com isso, é valorizada histórias relevantes ou que conversem diretamente com o público leitor e promovam engajamento com as páginas. Leia mais: PR Stunt: o que é, como aplicar e exemplos reais Por que utilizar narrativas criativas? Como falamos anteriormente, utilizar dessas narrativas é uma forma de diferenciação dos concorrentes, já que gera uma maior conexão e confiança por parte dos consumidores. As narrativas fora da caixa impressionam o público e permanecem mais tempo no imaginário das pessoas por impressionar e ir contra as técnicas tradicionais e já saturadas. Uma empresa que utiliza da sua história de fundação e dos seus porta-vozes se destaca muito mais do que outra que apenas aparece na imprensa com as mesmas pautas e anúncios pouco estratégicos. Falamos um pouco anteriormente também, mas as narrativas criativas são favorecidas dentro das redações, que buscam notícias mais aprofundadas, cativantes e que sejam relevantes ao público, por isso, utilizar de técnicas mais elaboradas é uma boa saída para vender pautas. Como utilizar narrativas criativas na sua estratégia de relações públicas? Confira a seguir algumas dicas para tornar as suas narrativas mais cativantes e conquistar o público e veículos de imprensa. Saiba vender a sua história Uma das pautas mais importantes e que mais geram relevância para as marcas é aquela que desdobra em detalhes e de forma cativante a história do negócio. Essa estratégia busca gerar conexão através da origem, superação de desafios e os principais impactos que aquele negócio tem para os consumidores e comunidade em que está inserida. Vale ressaltar que não se trata apenas de rebuscar a sua narrativa ou criar uma história mirabolante, é sobre ser autêntico e tentar emocionar e cativar o consumidor através daquilo que você mais conhece: a sua história. Esse é o tipo de conteúdo que é sempre válido estar sendo divulgado, principalmente atrelado a conquista de prêmios, metas, entre outros. Nessa mesma linha, trabalhe constantemente ações que denotem os seus valores e ideais, provando que a sua empresa vai muito além de palavras no brandbook. Você consegue exercitar muito a história da sua empresa através deste tipo de conteúdo e ainda se posiciona em prol de causas. Divulgue seus resultados e seu crescimento Partindo do gancho anterior, divulgar o seu crescimento é uma ótima forma de atestar credibilidade e gerar conexão através das suas conquistas. Não é preciso que você abra faturamento e nem outras métricas de sucesso mais delicadas, mas comemorar e divulgar prêmios e metas é uma ótima saída para mostrar que o seu negócio está indo bem e que vocês estão gerando impacto. Invista em porta-vozes As narrativas criativas precisam ter protagonistas a altura para contar essas histórias, por isso, invista em porta-vozes e representantes para a sua marca. Aqui, o grande ganho é a humanização do CNPJ, principalmente levando em consideração que pessoas se conectam com pessoas e não com marcas. Emocione! O principal trunfo da construção de narrativas criativas é contar com o lado emotivo dos seus consumidores, que se mostram cada vez mais receptivos a depender da sua abordagem. Invista em conteúdos mais empáticos e inspiracionais – a depender do seu tom de voz e comportamento, vale também ir para um lado mais cômico – para potencializar a história que está contando. Em conjunto, essas dicas vão te ajudar a construir uma narrativa mais forte e cativante para conectar Cliente MOTIM sai na frente Na MOTIM, não existe estratégia de RP que não conte com uma narrativa criativa por trás para impulsionar os resultados dos nossos clientes. Saiba mais dos nossos cases aqui. Leia também: Marketing de causa: como gerar impacto social e fortalecer sua marca
2ª Pesquisa Nacional Sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação – A Visão Do Investidor: quanto e quando marca se torna relevante para investidores?
O que chama a atenção dos investidores nas empresas de inovação? Será que uma proposta de valor bem comunicada é um dos atributos que os fundos de investimento olham antes de realizar um aporte financeiro, tanto quanto os reportes de receita? Foi buscando comprovar que marca, reputação e uma imagem de autoridade são artigos que abrilhantam os olhos de investidores que a MOTIM lançou a segunda edição da sua Pesquisa Nacional Sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação. Desta vez, o foco foi direcionado para a visão que o mercado financeiro têm sobre empresas como da nova economia, para nortear estratégias no que diz respeito à comunicação da proposta de valor e construção de credibilidade. Confira a primeira edição da nossa pesquisa aqui. Conheça um pouco mais sobre a nossa pesquisa a seguir e baixe o relatório completo no final deste texto. Vem ver: A nossa metodologia Ouvimos mais de 50 dos principais fundos de investimentos em venture capital (VCs), private equity, corporate venture capital (CVCs), aceleradoras/incubadoras e investidores independentes atuantes no país para responder a seguinte dúvida: qual o impacto de marca e reputação na tomada de decisão dos investidores? Nomes de instituições renomadas como Astella, Canary, bossa nova, monashees, Oxygea Ventures, Vox Capital, Supera, Darwin Startups, DOMO.VC, Caravela, Maya Capital, Headline, ACE Ventures e muitas outras somaram suas visões no que se tornou o produto dessa pesquisa. Construímos, então, um formulário que buscava entender os aspectos que enriqueciam uma empresa perante fundos de investimento, o momento certo para construir marca, quais estratégias são mais efetivas, entre outras perguntas que nos comprovaram que reputação é um artigo fundamental para o crescimento sustentável das companhias. Destrinchamos: quais elementos de marca são mais interessantes para os fundos; qual o momento certo para investir em marca e reputação; qual o impacto real da imagem do founder e estratégias de thought leadership para o impulsionamento do negócio; o quanto marca é um ativo diretamente proporcional ao recebimento de investimentos; O resultado você confere a seguir: Marca é realmente um ativo de negócio? De acordo com 91% dos investidores entrevistados, sim! Essa é a porcentagem exata de respondentes que acreditam que as empresas que conseguem comunicar bem a sua proposta de valor para o mercado, investindo em marca, aumentam a probabilidade de receber um investimento. Nessa mesma linha, 41% dos entrevistados acreditam que o investimento em marca e reputação é uma atividade que precisa ser estimulada desde os primeiros estágios (34,5% afirmam que o investimento em marca deve começar a partir das fases pré seed e seed), aumentando a sua capacidade de atingir os seus objetivos no curto, médio e longo prazo. O que comunicar para construir marca? Para recolher os frutos de uma marca consolidada, a imagem deve ser trabalhada muito além da comunicação pré aporte, direcionada apenas aos investidores, ou então no institucional da empresa. É preciso ser figura recorrente em veículos de comunicação confiáveis, trazendo pautas relevantes não apenas para a saúde da marca, mas que agreguem valor para o consumidor final e possíveis investidores. A 2ª pesquisa nacional sobre o impacto das relações públicas comprovou que a divulgação de eventos, como rodadas de investimentos e M&As (69%)*, cases de sucesso (63%), resultados de crescimento e faturamento (56%) e lançamento de novos produtos (50%) são apenas alguns exemplos do que chama a atenção de quem investe. Iniciada essa conversa com fundos de investimentos, buscamos ir muito além da consolidação de dados e estatísticas e criação de gráficos. Queríamos entender, qualitativamente, qual a real importância de uma marca bem estruturada e reputação sólida no crescimento sustentável dos negócios. E com isso, tivemos a participação de partners, diretores, VPs, C-levels, investidores independentes e analistas que nos ajudaram a construir essa fotografia fiel através de suas opiniões. “Criar uma marca forte, bem posicionada e memorável é uma vantagem competitiva duradoura. Ela torna menos provável a competição por preço e torna mais eficientes os investimentos em marketing de performance” – founder e investidor independente. Quer saber mais sobre esse novo movimento de mercado movido pela reputação e quais os dados e estatísticas que corroboram uma tomada de decisão mais estratégica pelas áreas de comunicação das empresas de inovação? É só baixar o relatório completo no link abaixo: Quero o relatório completo da 2ª pesquisa nacional do impacto das relações públicas no mercado de inovação – a visão do investidor.
5 estratégias de PR para scale-ups
O mercado de inovação já entende as relações públicas como uma forma de capitalizar oportunidades com a imprensa e cultivar relacionamentos capazes de construir, aumentar e acelerar reputações. E nesse cenário, protagonizado por empresas de tecnologia e startups, surgem também as chamadas scale-ups, empresas novas em processo de crescimento mas que já possuem uma certa estabilidade para caminhar com as suas próprias pernas. Porém, ainda existe um caminho longo a ser percorrido na consolidação da reputação e autoridade desses negócios em comparação às empresas tradicionais. Conheça algumas estratégias de assessoria de imprensa e relações públicas que podem auxiliar as scale-ups a consolidar sua imagem institucional no mercado e gerar ainda mais valor de negócio. O que são scale ups? Em resumo, scale-ups são empresas que já passaram do estágio inicial de startup e apresentam um crescimento exponencial e sustentável, por aproximadamente três anos. Além disso, são caracterizados por um modelo de negócio e produto já comprovado e consolidado, com planos de expansão, possuindo, dessa forma, escalabilidade. Ou seja, de forma geral, scale-ups são empresas que já possuem um produto validado pelo mercado, com demanda e mercado consumidor já construído, estrutura organizacional e impacto econômico considerável, gerando receita e empregos. Por que scale ups precisam investir em PR? Empresas consideradas scale ups, apesar da estabilidade, ainda estão em busca de investimentos, principalmente para consolidar seus planos de expansão. Uma imagem sólida e consolidada é um dos artigos mais bem quistos pelos investidores, que buscam muito mais que reportes financeiros para comprovar a possibilidade de retorno de seus investimentos. Além disso, construção de reputação através de técnicas e estratégias de relações públicas são sempre bem-vindas para o aumento do awareness da marca, construção de um posicionamento de autoridade e fidelização de clientes. De uma forma geral, o investimento em PR para scale-ups vem como uma ferramenta de sustentabilidade do negócio, garantindo que a empresa ganhe maturidade para enfrentar baixas de mercado e até mesmo potenciais crises. 5 estratégias de PR para scale-ups Assim como em qualquer outra disciplina da comunicação, as relações públicas possuem algumas particularidades a partir do tipo de empresa que ela busca atender. Pensando nisso, confira a seguir algumas estratégias para enriquecer seu planejamento de PR a fim de atingir seus objetivos com maior aproveitamento e de forma mais assertiva: Construção de narrativa Apesar de estarmos falando sobre uma empresa mais estruturada, com alguns anos de trajetória e que possivelmente já faz parte do dia a dia de uma parte da população, ainda é fundamental um reforço sobre a narrativa que precisa ser contada. Temos que partir do pressuposto de que o público-alvo pode não ter sido impactado ainda pela história que você deseja contar e por isso, é válido estar sempre trabalhando uma certa divulgação em volta disso, Além disso, a construção de reputação parte muitas vezes da consolidação dessa narrativa, que vai ser responsável por cativar o público consumidor, criando uma relação de maior proximidade, capaz até mesmo de garantir vendas e fidelização. Investimento em thought leadership Na mesma linha em que a construção e divulgação de narrativa aproxima a empresa do consumidor final, investir em thought leadership se apresenta como outra dessas estratégias, principalmente se falamos de empresas B2B que possuem um funil de vendas e processo de convencimento do cliente muito maior e complexo. Investir em thought leadership para os c-levels da empresa também funciona como um reforço na construção de credibilidade, tornando os líderes em representantes e referência em algum assunto, importância que acaba sendo compartilhada com a empresa. Quer saber mais sobre como impulsionar a reputação da sua empresa através de uma estratégia de conteúdo para os porta-vozes? Conheça aqui: Comunicação de marcos, conquistas e big numbers Uma ótima tática de comprovação de autoridade e credibilidade é a divulgação de resultados, marcos, conquistas e big numbers importantes para a empresa, seja desde um prêmio até recebimento de investimentos. Além disso, a divulgação obrigatória por parte de empresas que estão na Bolsa de Valores também é um apoio para a consolidação da reputação e aumento da confiança por parte dos investidores, interessados e clientes. Quando esse tipo de informação se torna uma key message a ser trabalhada de maneira institucional, a comunicação se torna ainda mais forte e essencial para o processo de gestão de posicionamento. Valorização da produção de conteúdo de marca digital Um dos principais pontos que consolidam o trabalho de relações públicas vem por parte da produção de conteúdo institucional nos canais proprietários da marca, afinal, todo o público conquistado por meio do PR acaba se dividindo entre as redes sociais para conhecer melhor aquela empresa. Empresa que não se posiciona, parece que não existe. Essa é a primeira etapa do funil de vendas e é preciso pensar que um bom trabalho de RP, além de gerar aumentar autoridade e credibilidade, é gerar awareness da marca e curiosidade acerca dos produtos e serviços. Com isso, é preciso que todo esse esforço de divulgação e primeiro contato consiga ser convertido em clientes através de uma boa comunicação de marca, que consiga abarcar proposta de valor, informações essenciais e tudo aquilo que cative o lead. Essa comunicação pode ser construída através das redes sociais da marca, site, newsletters, podcasts e outros canais que consigam transmitir a mensagem de forma estratégica. Trabalhe a manutenção do relacionamento com a imprensa Partimos do princípio de que “quem não é visto, não é lembrado”. Quando esse conceito é aliado à estratégia de thought leadership e a de canais proprietários, a construção e manutenção de um bom relacionamento com os stakeholders ganha ainda mais relevância e impacto. Principalmente em nome da consistência e frequência. Esse é um trabalho essencial para gerar resultados positivos nas atividades de relações públicas. Quando o relacionamento com a imprensa e demais públicos de interesse é cultivado de forma consistente e alinhada aos objetivos de longo prazo da empresa, os benefícios são duradouros e significativos. Para
Fintechs: por que elas devem investir em reputação?
Cada vez mais comprova-se que reputação e credibilidade são artigos de luxo no mercado de inovação e tecnologia. Isso acontece já que a maioria das techs – fintechs, edtechs, foodtechs – são ainda iniciantes, com poucos anos de experiência, e trazem soluções disruptivas para problemas já muito enraizados. Essas soluções, geralmente mais mirabolantes, acabam instigando a dúvida do consumidor final, que sem conhecer a sua marca e sem considerá-la referência, acaba não sendo fidelizado. Pensando em evitar esses cenários, que a popularidade fala mais alto do que a qualidade do produto ou oferta de inovação, que um investimento em marca e reputação se faz necessário. Quando falamos de fintechs, empresas de tecnologia relacionadas ao mercado financeiro, o cenário fica ainda mais instável e o processo de convencimento e fidelização de um lead se torna mais longo, exigindo um trabalho de branding, marca e reputação muito mais robusto. Vem saber mais sobre: Fintech: o que é? Fintech é um termo que surgiu da junção de duas palavras em inglês: financial (financeiro) com a abreviação de technology (tecnologia), tech. Por isso, é uma palavra usada para descrever empresas que ofertam serviços ou produtos financeiros, no qual a tecnologia é a principal ferramenta e diferencial das concorrentes. A título de exemplo, bancos digitais são fintechs e oferecem soluções à palma da sua mão, sem necessidade de sair de casa e tudo através do seu smartphone. Além disso, essas empresas são conhecidas por possuírem menos burocracias, terem processos mais rápidos, democratizarem o acesso ao crédito e possuírem baixíssimo custo para o cliente final. São empresas de alta escalabilidade, considerando que são isentas de custos de estruturas físicas, como agências, e são adotadas por muitas pessoas que prezam pela facilidade e comodidade. Mas, é exatamente esse ponto que surge como objeção de uma parcela de potenciais clientes, que não as consideram seguras. Nesse cenário, e para vencer essas contestações, o investimento em uma marca estruturada, que transmita credibilidade e autoridade e em uma reputação sólida surgem como oportunidades únicas de crescimento. Entenda mais a seguir: Por que as fintechs devem investir em reputação? Quando falamos de fintechs – e serviços financeiros, como um todo – uma palavra permeia toda a relação entre empresa e cliente: confiança. E, considerando que as soluções ofertadas são completamente diferentes do que o público está acostumado, o processo de construção e consolidação dessa credibilidade pode ser um pouco mais longo e árduo. Criar segurança para o cliente O setor financeiro por si só já é uma grande vítima das fraudes e, quando falamos de uma empresa não física, esse número aumenta exponencialmente e exige uma atenção redobrada por parte dos clientes. Por isso, investir em reputação e criação de conteúdo de credibilidade que ensina como evitar golpes e deixar seus consumidores em alerta é um dos primeiros passos para se estabelecer como referência de mercado. Esse tipo de investimento faz com que as pessoas se sintam mais seguras em compartilhar informações sensíveis como dados pessoais, número de cartão, saldo e por aí vai. Além disso, é uma forma da empresa se proteger contra esses tipos de crime. Atrair investidores Comprovamos, através da segunda edição da Pesquisa Nacional sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação, que a reputação de uma empresa abrilhanta os olhos de quem investe. 55% dos investidores acreditam que a clareza no posicionamento de marca e proposta de valor são o principal atributo de marca para um negócio em busca de investimento. Da mesma forma como os clientes de uma fintech não vão transferir seus dados bancários para uma empresa que eles não confiam, investidores também não estão dispostos a perder dinheiro com um investimento arriscado. Evitar conflitos regulatórios Muito mais do que investir diretamente em reputação e no que está sendo comunicado, é fundamental que você trabalhe em prol de que essa reputação seja construída a partir das ações da empresa. Estar de acordo com a regulamentação, altamente complexa no Brasil, é uma das primeiras etapas de credibilização de uma fintech. Além de evitar multas, sanções e até embargos e perda de licença, cumprir o que manda o Banco Central e outros órgãos fiscalizadores é o que atesta uma mínima segurança para seus clientes. Diferenciação do mercado Reputação é um diferencial competitivo, independente do seu mercado de atuação ou tipo de cliente. É esse artigo que convence os consumidores de que a sua marca é confiável, credível e de alta qualidade, se diferenciando de outros players do mercado que ou não conseguem atestar autoridade ou não investem nessa seara e contam com a sorte para serem escolhidos frente a diversas opções do mercado. Quando falamos exclusivamente do mercado de fintechs, o Brasil já conta com 1.500 instituições, provando a necessidade de contar com reputação para se diferenciar dos outros players. Sobrevivência em momentos de crise O mercado financeiro pode ser bem instável se levarmos em consideração mudanças políticas e outros elementos que exercem influência. Pensando nisso, mesmo que a sua empresa siga à risca todas as normas e regulamentações, ainda existe a possibilidade de que você enfrente momentos de baixa e precise balizar isso com os seus clientes. Reputação de marca é um dos artigos que torna esse trabalho de contenção de crises um pouco menos dolorido. Afinal, a confiança depositada pelos seus clientes foi construída ao longo de um tempo, com diversos indícios de qualidade de serviço, produto e atendimento, o que diminui o desespero quando as coisas passam a não correr exatamente como o esperado. Essa reputação, então, entra como um amortecedor do impacto negativo de uma crise e a oportunidade de controlar seu público antes de iniciar o gerenciamento, com declarações e ações efetivas. Techs: Invista em reputação Empresas movidas pela inovação, como soluções não convencionais, acabam enfrentando uma resistência maior por parte dos consumidores, sejam eles B2B ou B2C. É tentando evitar essas objeções que um trabalho de construção de reputação,
Agência para fintechs: Relações Públicas para elevar a confiança dos clientes
Falando de Relações Públicas, qual a importância de haver uma agência para fintechs que buscam se solidificar no mercado e atingir patamares mais altos? As soluções de inovação voltadas para o mercado financeiro emergiram como parte de uma revolução na indústria financeira, impulsionada principalmente pela evolução tecnológica e pela mudança nas expectativas dos consumidores. O acesso generalizado à internet desempenhou um papel fundamental em seu surgimento e a conectividade global permitiu a criação de diversos segmentos dentre os serviços financeiros online, facilitando transações e operações remotas. Independente da área de atuação de cada fintech, todas elas têm algo em comum: a barreira de confiança. Quebrar paradigmas que existem por tanto tempo na nossa sociedade, com soluções disruptivas, pode causar um estranhamento. Bancos digitais, crédito online, novas formas de pagamento, de investimento, de transacionar, criptomoedas, câmbio. Toda nova solução digital elimina burocracias, é verdade, mas também elimina pessoas nas cadeiras de agências, no atendimento, passando confiança para o cliente final. Então, como uma startup financeira pode ultrapassar essas barreiras, conseguir crescimento acelerado, se diferenciar entre tantas e atingir a liderança do mercado? A gente explica a seguir: Agência para fintech: RP é a chave da sua reputação Reputação refere-se à percepção que os consumidores têm de uma empresa com base em suas experiências, exposição, posicionamentos, valores e qualidade dos produtos ou serviços oferecidos. Quando uma empresa substitui uma central de atendimento por um chat online, uma agência física por um aplicativo, é preciso, sim, direcionar esforços para sua reputação. É preciso conquistar a confiança da audiência. Para as fintechs, isso é ainda mais importante, afinal, elas cuidam de tudo que pode envolver dinheiro – item essencial para a vida de pessoas (físicas ou jurídicas). Para convencer alguém de que é, realmente, seguro e vantajoso confiar seu dinheiro em determinada solução, é preciso um trabalho de: Expansão da autoridade Reconhecimento de marca Firmação da comunidade Encontrar uma agência para fintechs é o modo mais eficaz de atingir esses três pontos, com estratégias direcionadas para cada objetivo. Veja alguns exemplos delas: 1. Expandindo a sua autoridade no setor financeiro Não há como fugir deste ponto: autoridade é o marco zero da aquisição de clientes no segmento financeiro, sobretudo o digital, onde não há uma agência física e um gerente para conversar cara a cara. Para o consumidor: Usar a credibilidade de veículos renomados supre bem esse déficit. Pense: “a marca X não tem agência física, mas saiu na Exame como uma referência no setor”, neste caso, as chances do consumidor confiar nela são muito maiores. A estratégia envolve a criação de comunicados de imprensa envolventes sobre marcos significativos da empresa, como lançamentos de novos produtos, parcerias estratégicas, balanços financeiros ou conquistas importantes. Ao garantir uma presença consistente em veículos respeitados, a fintech ganha visibilidade e credibilidade. Para stakeholders: As fintechs têm o poder na mão, quando trabalham o conceito credibilidade, de conversar com os diversos stakeholders que fazem parte da estratégia do negócio: Investidores, conselho consultivo, governo, cliente interno, cliente final. Sair no Valor Econômico, por exemplo, lhes confere grande exposição e relevância — além de atingir mais pessoas, ela os atinge de forma persuasiva. 2. Reconhecimento de marca A fintech saiu na imprensa. Está tudo resolvido? Não é tão simples assim. As matérias em veículos de comunicação tem grande força mas ela é momentânea. Sair uma vez no Valor Econômico não vai resolver todos os seus problemas, é preciso constância na mídia e diversidade de resultados. Com posicionamento estratégico algumas vezes por mês e em veículos diferentes — chegando a pessoas diferentes — a empresa em questão vai alcançar o desejado reconhecimento de marca, deixando de ser “mais uma uma fintech”, para se tornar “A fintech”, à medida em que se torna mais familiar para potenciais clientes, investidores e parceiros. O reconhecimento de marca é essencial no setor que é o mais desenvolvido no ecossistema de empreendedorismo e inovação do país, afinal, é ele que garante que o seu negócio seja conhecido pelos seus diferenciais, e se sobressaia dentre tantos. Além disso, os stakeholders muitas vezes monitoram a cobertura da imprensa ao avaliar negócios. Uma presença consistente e positiva na mídia pode atrair o interesse dessas pessoas, abrindo oportunidades para investimentos e parcerias estratégicas. 3. Firmação de comunidade Com as estratégias firmadas pela agência para fintech, se alcançou a autoridade e o reconhecimento de marca. Agora, é preciso direcionar a audiência para algum lugar para se manter uma conversa mais direta, constante e próxima com as pessoas. Construir uma comunidade sólida em redes sociais é uma estratégia essencial para as startups financeiras manterem os consumidores conectados à ela, fortalecerem a confiança e promoverem a lealdade. Redes sociais são um braço amplo para as estratégias de relações públicas. Nelas, dá para firmar parcerias estratégicas com outras empresas e influenciadores — o que irá contribuir com os dois primeiros pontos da construção de reputação. Além disso, não ter um perfil na rede social, é impensável para qualquer um que busque a confiança do público, até mesmo para negócios B2B. Hoje em dia, a primeira pesquisa que uma pessoa faz para conhecer uma marca é nas redes sociais — não estar lá vai levantar desconfianças. Além do básico: RP é mais que sair na imprensa Cada negócio tem suas particularidades e as estratégias não podem ser as mesmas sempre. Ao escolher uma agência para fintech, pense que o serviço contratado deve ser adaptado e alinhado aos seus objetivos. Mesmo que relações públicas estejam diretamente ligadas à assessoria de imprensa, ela não se prende apenas a isso. Uma agência de RP vai te ajudar em muito mais. Agência para fintech te ajuda na participação em eventos Participar ativamente de eventos do setor, como conferências, feiras e workshops, é uma estratégia funcional, barata e altamente produtiva. Essa presença física permite que a startup se conecte diretamente com stakeholders-chave, incluindo potenciais clientes, parceiros e investidores. Além de estandes expositores, a participação em painéis, palestras e mesas-redondas oferece oportunidades para
O que é Awareness e como aumentar o da sua marca?
Muito se fala sobre aumentar o awareness de uma marca, mas o que isso significa? Essa é mais uma daquelas palavras gringas que se inseriram em nosso dia a dia, e que nem sempre possuímos total conhecimento do que realmente representa. A tradução da palavra “awareness” significa consciência ou conscientização, logo, o Brand Awareness significa consciência da marca. Mas se tratando de algo tão importante, qual seria o peso deste termo perante o desempenho de uma empresa e seu lugar no mercado? Nesse artigo, não irão restar dúvidas sobre o que é awareness de marca, além de explorarmos as estratégias. O que é o Awareness? O awareness é o índice de conhecimento que o público tem de uma marca, de forma mais prática, pode ser o quanto nos lembramos dela. E quando falamos em formas de aumentar o awareness, estamos pensando nas melhores estratégias ou campanhas intencionais para aumentar o reconhecimento do seu público sobre a sua marca. Quando isso acontece, os clientes ou públicos se sentem mais familiarizados com a sua marca, mas também de seus produtos, serviços e até dos seus valores. Se tratando de um índice, ele deve ser mensurado de alguma forma, e para isso podemos usar algumas métricas e métodos, como: Pesquisas de opinião; Brand Health Tracking – BHT; Top of Mind. Apesar dessas métricas específicas, é possível encontrar algumas formas mais simples de medir o aumento e diminuição do awareness, através do alcance, impressões, visitas orgânicas aos sites e vendas orgânicas. Agora que você já conhece um pouco mais sobre a teoria, vamos falar um pouco de prática. Existem diferentes níveis de awareness e é fácil pensar nisso quando usamos um exemplo clássico. Sem pensar muito, qual é a primeira marca de refrigerante que vem à sua cabeça? Provavelmente você pensou em Coca Cola, não foi? Isso é um grande indicativo de que o awareness da marca é alto. Essa é uma marca que vem construindo e trabalhando sua presença e posicionamento há mais de 100 anos, então o seu awareness já é bem consolidado e presente na memória de tantos consumidores. Mas, se você conheceu uma marca relativamente nova, se deparou com toda a sua identidade visual, valores e produtos de forma muito recente, esse awareness pode estar ainda em construção. Construir uma marca presente e consistente leva tempo! Importância de aumentar o awareness Por que você precisaria aumentar o awareness da sua marca? Que diferença isso faria no seu posicionamento e na experiência do seu cliente? E a resposta para isso é: faz muita diferença! O reconhecimento, identificação e familiaridade com uma marca pode despertar muitas reações no seu público alvo. Ainda pensando no exemplo da Coca Cola, muitas pessoas contam com esse refrigerante em suas refeições familiares, em momentos importantes e outras situações. A Coca Cola é uma marca que criou laços profundos com seus consumidores de forma muito efetiva. Um dos motivos que faz com que o awareness seja importante na construção de uma marca é a lembrança, que aumenta a probabilidade dos consumidores reconhecerem sua marca em um processo de decisão de compra. Ou seja, a compra acontece, sem que seja necessário ver um anúncio e clicar num call to action. Assim como facilita o reconhecimento em mercados saturados, fazendo com que seu produto ou serviço fique em uma posição de destaque. Além disso, é o fato de que quanto maior for o reconhecimento do seu público com a sua marca, menos dinheiro precisará ser gasto com mídias de performance. Isso porque você já é naturalmente lembrado pelo seu consumidor, então não é necessário que eles sejam impactados com anúncios toda hora. É importante mencionar que apesar de uma estratégia de awareness incrível, a construção leva tempo e o reconhecimento natural da sua marca não vai surgir de uma hora para outra. É preciso consistência e uma boa gestão de marca, com acompanhamento, pesquisa de público e mercado, e, claro, relações públicas. Estratégias para aumentar o awareness Em qualquer tipo de campanha ou implementação de estratégia o primeiro passo é conhecer o seu público. Quem você quer que reconheça a sua marca, quem será impactado pelas suas estratégias para aumentar o awareness? Com o seu público alvo em mente, as estratégias podem ser muito mais direcionadas, e consequentemente mais assertivas. Veja algumas opções: 1 – Maior presença na imprensa Trabalhar com um time de assessoria ou relações públicas que é voltado para as estratégias corretas, pode te colocar em grandes veículos de comunicação. Com uma comunicação assertiva e um bom time, é possível identificar boas oportunidades de mídias relevantes, auxiliando na divulgação de bons resultados da sua empresa, dando espaço aos seus porta-vozes e muito mais. Como essas mídias são massivas, aumenta-se consideravelmente a quantidade de pessoas que estão conhecendo mais sobre esse negócio. A ideia aqui é ter uma maior quantidade de pessoas no topo do funil. Literalmente colocar a sua marca na boca do povo! 2 – Posicionamento de liderança Se você segue as suas marcas favoritas no Instagram, Facebook e até no LinkedIn, pode ter notado que cada vez mais as marcas estão se tornando humanizadas e colocando suas lideranças para se tornarem o ‘rosto da marca’. Esse trabalho de porta-voz de uma marca pode ser feito através de uma estratégia de Relações Públicas sólida, chamada Thought Leadership, que é voltada para aumentar tanto a humanização, quanto a autoridade da sua marca através da figura de um executivo: um fundador, CEO, vice presidente ou diretoria. 3 – Marketing de influenciadores Hoje em dia é difícil pensar em uma marca que não trabalhou ou que não pensa em trabalhar com influenciadores digitais. Quando o seu produto ou serviço está alinhado ao nicho desse influenciador, isso pode ser uma grande vantagem para aumentar o seu awareness, afinal, toda aquela massa de seguidores está ouvindo falar da sua marca, e, consequentemente, ficando em suas memórias. Além, é claro, de estar diretamente ligado à maiores vendas do seu produto. 4 – Patrocínio Grandes eventos, festivais, times se
Branding pessoal: como cada C-level deve se posicionar
O branding pessoal, ou marca pessoal, é uma forma de se diferenciar em um mundo cada vez mais competitivo e conectado. Esse conceito é, na verdade, o ato de transformar a imagem de uma pessoa em uma marca. Isso pode acontecer com celebridades, influenciadores, mas também para profissionais no contexto corporativo. A construção de uma marca forte não precisa e nem deve se apoiar apenas na imagem de uma empresa, mas também de profissionais com cargo C-level para serem seus porta-vozes. A marca pessoal do profissional também não precisa estar apenas relacionadas ao seu background profissional em uma experiência isolada, e deve ser criada sob a ótica da reputação, valores, visão e formas de liderar. Continue neste artigo para entender mais sobre branding pessoal, sua importância para os C-levels e o que pode ser feito para criar ou manter um posicionamento de autoridade. O que é branding pessoal? O branding é o conceito de trabalhar estrategicamente em uma marca para que ela seja mais conhecida, adquirida e recomendada. Então, quando mencionamos o “branding pessoal” estamos nos referindo a uma construção parecida, porém, para uma pessoa. Isso envolve a construção e gestão da sua imagem, reputação e posicionamento, o que afeta diretamente a percepção que as pessoas possuem de você. Quem está disposto a trabalhar o seu branding pessoal irá comunicar seus valores, habilidades, experiências e vivências de forma autêntica e coerente, dentro de uma estratégia maior, que pode ser: autoridade, reconhecimento, recomendação, ou até mesmo para conseguir uma vaga desejada de trabalho. Para isso é possível adotar diversas estratégias, sendo a principal delas a criação e manutenção de um perfil consistente nas redes sociais que comunique tudo que é importante para sua marca pessoal, e para a sua empresa, se essa pessoa for um porta-voz. Este é um assunto que possui muita conexão com o tema de thought leadership, que se trata da prática de se estabelecer como autoridade reconhecida no setor em que atua, servindo como um pilar de influência e referência para outros. Quando um líder busca trabalhar o seu personal branding sob a ótica da metodologia de thought leadership, ele vai buscar criar uma imagem de credibilidade, o que pode também aumentar o seu alcance. Isso pode abrir portas para que esse porta-voz receba mais oportunidades de ser palestrante, contribuir em entrevistas e workshops, por exemplo. Afinal, quando mais presença, mais lembrança, o que acaba contribuindo para ainda mais autoridade na sua área. O que é um C-level? O termo C-Level é uma abreviação de ‘chief level’, referente aos cargos de alto escalão em um cenário corporativo. Muitos deles são referentes aos executivos chave que são parte da alta administração de uma empresa, nas abreviações em inglês são caracterizados por começar com a palavra Chief – geralmente uma sigla iniciando com a letra C -, em português geralmente se trata da palavra ‘Diretor’. Você provavelmente já conhece alguns desses termos utilizados, como: CEO – Chief Executive Officer – Diretor Executivo; CFO – Chief Financial Officer – Diretor Financeiro; COO – Chief Operating Officer – Diretor de Operações; CTO – Chief Technology Officer – Diretor de Tecnologia. Como o C-level deve se posicionar através do branding pessoal? Os C-levels são as figuras de maior credibilidade dentro de uma empresa, por isso, devem transparecer confiança e autoridade para seus diferentes stakeholders: colaboradores, clientes, seguidores, investidores e para o seu público de forma geral. Nesse exemplo, é interessante começar a trabalhar o seu branding pessoal focando em aumentar a sua influência e credibilidade. Existem muitas estratégias que podem ser colocadas em prática para construir uma narrativa pessoal que tenha como objetivo esse posicionamento de autoridade. Isso pode incluir comunicações que abordam: História profissional; Carreira; Assuntos tendência sobre o nicho de atuação da empresa; Cursos e certificações; Presença em eventos; O Linkedin é a rede social mais utilizada e apropriada para estratégias como essa, afinal, todo o ecossistema de mercado está presente lá. Acompanhando a linha de raciocínio das redes sociais, a consistência também é importante. Para que as pessoas conheçam a sua presença e se inspirem em você, é preciso ser visto e lembrado. Os C-levels são mais do que sua imagem pessoal, como uma pessoa individual, eles geralmente também são os porta-vozes e o rosto da empresa em que trabalham. Por isso, eles precisam também apresentar a sua expertise na área, o que vai contribuir não só para a sua reputação, mas para a da sua empresa também. Outro ponto muito importante na aceleração da sua reputação como C-level – levando em conta o branding pessoal – é a participação na comunidade. Geralmente profissionais de cargos de alto escalão tem um tempo mais curto, mas ele pode ser voltado também para a construção de relacionamentos com outros colegas, profissionais, público – de forma geral o networking. A reputação é um dos recursos mais importantes que uma empresa tem, e quando seus executivos também possuem esse objetivo em conjunto, ela se torna um verdadeiro motor de crescimento. Quer saber mais sobre como aumentar e melhorar sua presença e reputação? Fale com um especialista da MOTIM.