O que é uma startup unicórnio e como elas se tornam tão grandes?
No mundo dos investimentos e empreendedorismo, saber o que é uma startup unicórnio é crucial, principalmente quando levamos em conta que estamos vivendo uma onda desses tipos de empreendimentos. Hoje vamos entender mais sobre isso, o que são essas empresas e como elas vêm se tornando cada vez maiores, conquistando seu espaço no mercado. O que é uma startup unicórnio? Uma startup unicórnio é um tipo de empresa de tecnologia que atinge um valuation no mercado de mais 1 bilhão de dólares, antes de abrir o capital na bolsa de valores. O termo unicórnio surgiu por volta de 2013 pela investidora Aileen Lee, que usou para se referir a essas empresas que são consideradas raras e de alto crescimento. Esse status é muito cobiçado dentre as startups, representando sucesso financeiro e também a validação do potencial inovador da empresa e, claro, da proposta de valor do seu produto ou serviço. Geralmente essas empresas possuem tecnologias inovadoras, modelos de negócios únicos com soluções que buscam resolver dores dos clientes. Mas, depois desse “boom” das startups é preciso cuidado para conseguir se manter no topo e ter seu sucesso garantido no longo prazo. A busca por escalabilidade das operações pode desmascarar desafios como concorrência e necessidade de adaptação ao mercado. Por que estão dominando o mercado? Esses tipos de startups estão dominando o mercado por uma combinação de fatores que vem favorecendo as suas operações. Como o caso da inovação disruptiva, um dos carros chefes e principais características dessa modalidade de negócio. A agilidade e adaptabilidade também são duas características comuns para esse tipo de empresa. Suas estruturas são mais enxutas, o que torna processos de decisão mais rápidos. Isso acaba refletindo no tempo de resposta às mudanças do mercado e necessidades dos seus clientes. Este também é outro ponto importante, para os unicórnios o foco no cliente é essencial, buscando sempre oferecer soluções que realmente sejam úteis, resolvem problemas reais e agregam valor. Quanto mais útil for o seu serviço ou produto, mais fácil será de conseguir apoio de investimentos estratégicos, que podem ser uma grande ajuda para o crescimento e expansão da sua operação. Como essas marcas estão crescendo? Uma forte característica dessas marcas é o seu crescimento acelerado que escalona rapidamente. Para chegar nesse ponto elas precisaram superar os principais desafios que surgem no caminho das startups pré-unicórnio, como sustentar esse ritmo de crescimento, encontrar clientes dispostos a confiar na marca e ter todos os parâmetros financeiros positivos (lucro, valuation, etc). E à medida que vão ganhando tração é preciso estabelecer o seu posicionamento de marca mais sólido, construindo sua imagem positiva e com credibilidade. Quando essa estratégia é trabalhada desde o começo, a empresa pode colher os benefícios no futuro, como uma reputação mais madura e maior confiança vinda do mercado. Essa reputação não vai ser criada da noite para o dia e deve ser trabalhada de maneira consistente. Esses tipos de empresas possuem a necessidade de serem vistas, então o posicionamento não só em seus canais de comunicação, como também na mídia, podem aumentar o seu awareness e confiança das pessoas. O trabalho das relações públicas com uma startup unicórnio E qual a função da assessoria de imprensa e relações públicas junto das startups unicórnios? Elas possuem uma responsabilidade fundamental em trabalhar não só a reputação, mas também sua apresentação e presença no mercado. Afinal, a ideia é se destacar e não ser mais do mesmo. Sendo este um dos principais desafios: mostrar diferenciação em um mercado saturado e conquistar a confiança de clientes fiéis às empresas mais tradicionais. E com o trabalho de uma agência de RP, a startup pode começar a aumentar a conscientização sobre a sua marca, com auxílio da cobertura da mídia em veículos relevantes e em outras mídias também. Além disso, qualquer empresa está suscetível a crises de reputação, e é aí que entra o trabalho de relações públicas, com ações rápidas, eficazes e transparentes a sua credibilidade pode ficar mais protegida. Se você acredita que a sua startup precisa de auxílio para a jornada da construção de uma narrativa sólida. Converse com os especialistas da MOTIM, a primeira aceleradora de reputação e gestora de posicionamento do mundo.
O que são estratégias Omnichannel?
Em um mundo cada vez mais conectado, saber integrar sua presença online e offline é a chave para o sucesso. Mas, muito além do que ser visto para ser lembrado, os consumidores da atualidade esperam muito mais da comunicação entre empresa e público, eles buscam experiências. Esses dois fatores caminham juntos para a definição das estratégias Omnichannel. Vem saber mais: O que são estratégias Omnichannel? Partindo da formação da palavra, “omni” vem do latim e significa “tudo” que ao ser incorporado ao “channel” (canal, em inglês), acaba nos apresentando o conceito dessa estratégia. Basicamente, omnichannel é a integração de todos os canais de uma marca, principalmente no que diz respeito aos meios de comunicação focados em venda. Essa estratégia visa evitar ruídos nas comunicações, como sobreposição de informações e repetição, tornando a experiência do cliente algo mais limpo, claro e simples. Sendo assim, essa é uma estratégia que prioriza a experiência do consumidor. Outro objetivo das estratégias omnichannel é atender a nova demanda dos consumidores atuais, cada vez mais pautados pela praticidade e que não conseguem diferenciar muito o que é online do offline. Já que eles entendem o mundo virtual como uma extensão do real, é preciso que as estratégias possuam o mesmo raciocínio. Exemplificando esse último ponto, é extremamente comum que algum consumidor veja algo em uma loja física, mas só realize a compra no ambiente virtual. Por isso, as empresas precisam estar cada vez mais antenadas e preparadas para lidar com essa sinergia. Quando falamos exclusivamente do marketing omnichannel damos um passo para trás e focamos não apenas na venda mas na preparação do lead. Dessa forma, ele não abrange apenas os canais de venda mas também áreas relacionadas à marca. Como funciona? Basicamente, as estratégias omnichannel alinham as comunicações e o atendimento fornecido em cada canal, respeitando as particularidades de cada rede. A título de exemplo, digamos que uma empresa está lançando uma campanha que oferece um determinado desconto para os clientes. Sem desconsiderar os objetivos e funcionamento de cada canal, a empresa precisa alinhar discurso e as informações que serão compartilhadas em cada lugar e pensar na jornada do cliente de forma integrada. Esse processo, advindo das trocas entre diferentes times, vai ser capaz de ter uma visão macro e do viés do consumidor, evitando que haja conflitos de informação, repetição ou problemas mais graves que acarretem em uma desistência ou desconforto. Outro ponto importante é em relação ao atendimento. Essa é a estratégia capaz de manter a excelência em todos os pontos que os clientes têm contato, sem gerar desfalques na empresa e a impressão de que uma área atende melhor que a outra. Quais as vantagens de utilizar o Omnichannel? As estratégias omnichannel são ótimas aliadas para a era digital, mas os benefícios vão muito além do básico de integração de comunicações. Confira a seguir: Melhora na experiência do cliente Estamos dando muito destaque para esse ponto já que ele é realmente um dos maiores ganhos das estratégias integradas. Mas, ao conectar discurso e mensagem de todos os canais, a comunicação se torna mais assertiva, sem gargalos e ruídos, conseguindo reforçar o que é importante e até mesmo trabalhar quesitos e atributos da marca através dessa repetição controlada. Otimização das vendas e aumento do lucro O funil de vendas de uma empresa que conta com estratégias omnichannel pode sofrer alterações e ficar mais curto e otimizado a depender da eficácia dessas comunicações e abordagens. Da mesma forma, o valor gasto com tantas intensivas acaba diminuindo e se dissolvendo entre diferentes frentes. Aumento da visibilidade dos times Um problema recorrente nas empresas, principalmente aquelas que possuem muitas frentes de atuação, é a ausência de um olhar macro. Diante desse cenário, essa integração e comunicação 360º se torna um ganho operacional, estratégico e organizacional também. Geração de insights a partir da análise de dados E, para finalizar, um dos maiores benefícios de contar com estratégias integradas é a comparação de dados que cada canal gera, o que é decisivo para o entendimento completo do comportamento dos clientes da marca. É a partir desse ponto que você entende quais os canais mais efetivos, quais geram maiores conversões, quais os mais indicados para determinado tipo de comunicação e até pormenores como: quais horários priorizar, tipo de linguagem e abordagem, entre outros. Desafios de uma estratégia Omnichannel É bem provável que você já tenha percebido que, apesar de ser extremamente eficaz e trazer inúmeros benefícios no curto e longo prazo, as estratégias omnichannel exigem um certo cuidado e são sim de alta complexidade. Integrar áreas já é considerado um desafio daqueles, mas quando subimos isso a um novo patamar e entregamos uma comunicação integrada para clientes também, tudo se torna um pouco mais complexo. Dito isso, é importante que você tenha em mente a necessidade de investimento em tecnologias e plataformas que organizem os fluxos e que consigam manter todos os colaboradores envolvidos na mesma página. Além disso, esse pensamento movido pela integração tem que ser pautado principalmente pela colaboração e transparência. Para finalizar e reforçar um ponto que já expusemos neste texto, as áreas integradas e responsáveis por essas comunicações precisam ter um trabalho preliminar de estudo de linguagem, tom de voz e atendimento e entender quais áreas possuem liberdade para adaptar o que foi estabelecido, sempre respeitando o caráter de cada canal. Leia Também: Comunicação Integrada: dicas para um tom de voz consistente
Descubra o que são matérias promotoras
As matérias promotoras são uma métrica construída exclusivamente a partir da metodologia MOTIM para solucionar um dos maiores desafios de um projeto de PR: a construção de métricas e indicadores que realmente traduzam o sucesso das ações. Dada essa dificuldade de entendimento, os times de comunicação e marketing das empresas não conseguem reportar resultados com clareza para suas lideranças, o que dá início a uma bola de neve de problemas. A liderança responsável pelas iniciativas de relações públicas transmite resultados pouco ou completamente não compatíveis com as metas do negócio e a desconexão leva a uma das maiores falácias do mercado: PR não dá resultado. É nesse cenário que essas frentes perdem força e investimento, sofrendo de cortes de budget, quando deveriam ser preservadas a todos os custos, dado os benefícios a longo prazo. Entenda a seguir o que são matérias promotoras e como elas te ajudam a reportar resultados de ações de PR para as lideranças de um negócio, mantendo o investimento. O que são matérias promotoras? Assim como o próprio nome diz, as matérias promotoras são inserções na imprensa que agreguem valor, além do comunicacional, para uma marca, posicionando-a como protagonista, e promovendo as particularidades mais estratégicas do negócio. Dito isso, existem critérios específicos para identificar uma matéria como promotora, não dependendo apenas da inserção ou veiculação de um conteúdo citando a marca pela imprensa. A ideia é que a métrica seja co criada em conjunto com a área de comunicação da empresa atendida, buscando entender o momento de negócio e os principais objetivos que a comunicação precisa atacar. A partir disso, vem uma análise minuciosa por parte dos especialistas para entender quais particularidades de negociação de pauta e construção de narrativas precisam compor a estratégia para que haja movimento de negócio a longo prazo. Qual a composição de uma matéria promotora? Como falamos anteriormente, o entendimento do que é ou não uma matéria promotora depende muito da marca e do que é sucesso para ela naquele momento, quais os objetivos que a comunicação busca atingir. Em linhas gerais, existem alguns critérios que evidenciam para o time MOTIM que alguma matéria pode ser entendida como promotora, capaz de alavancar o negócio: matérias completamente dedicadas à marca; menção direta da marca no título, linha fina ou primeiro parágrafo; duas ou mais mensagens de valor inseridas no corpo da matéria; duas ou mais aspas ou citações de porta-voz ou porta-vozes em matérias de mercado. Idealmente, é importante que o time de comunicação participe da definição desses indicadores para que o parceiro de PR consiga conquistar cada vez mais resultados que se aproximem de uma maior entrega de valor. A título de exemplo, algumas marcas podem interpretar resultados em tier 1 como o que almejavam exatamente por buscarem awareness e conseguirem conversar com o grande público – normalmente em negócios B2C -; enquanto outras buscam veículos nichados, consumidas por um público mais especializado. Como reportar resultados? Esse desafio que a MOTIM vem tentando solucionar ao longo dos seus 9 anos de estrada e ouvindo, de todos os líderes de comunicação, que não existe fórmula pronta para reportar resultados de PR para os seus líderes porque tudo depende do alinhamento entre negócio e comunicação. Pensando nisso, desenvolvemos dois materiais ricos que podem te nortear na hora de convencer a sua diretoria de que relações públicas é investimento, e não custo. Assista aqui o nosso webinar sobre defesa do PR e, em seguida, descubra qual a forma correta de reportar resultados a partir de um framework exclusivo. Evite que o seu projeto de PR e assessoria de imprensa tenha um fim nele mesmo. Fale com a MOTIM e nos siga nas principais redes sociais (Instagram e LinkedIn).
Do off-line ao digital: Conheça os tipos de Marketing
Quantos tipos de marketing você conhece? O mercado está mudando! Disso você já sabe. Mas, com tantas mudanças nas tecnologias, na forma como nos comunicamos e no próprio comportamento dos consumidores, novos tipos de marketing estão ganhando espaço na nossa sociedade. Essas mudanças surgem por conta das novas tecnologias e dos novos profissionais que vão chegando no mercado de trabalho, muitos deles da geração Z, o que acaba trazendo novas visões e perspectivas para as estratégias. Continue acompanhando o artigo para conhecer alguns dos tipos de marketing existentes: 5 tipos de marketing Existem diversas formas de fazer marketing hoje em dia, principalmente com tantos canais e meios de veiculação, e poderíamos passar horas falando de todas elas. Hoje elencamos 5 deles que estão ganhando espaço no mercado e em campanhas no Brasil e mundo afora. Confira quais são e alguns exemplos de aplicação: 1 – Off-line Essa ação normalmente é caracterizada por ser uma das que não estão sendo veiculadas pela internet ou nas redes sociais, como acontece hoje em dia. O tradicional ocorre através dos meios de comunicação convencionais, como a televisão, rádio, telefone e mídia impressa, que podem ser jornais ou revistas. Os comerciais que costumamos ver na televisão – muitos com músicas que grudam na mente – são uma forma de montar estratégias para essa modalidade. 2 – Outbound e Inbound Duas categorias do marketing que se destacam são o outbound e inbound, com nomes parecidos mas funções diferentes. Vamos entender mais sobre essas duas estratégias de atração de clientes. O Inbound tem como objetivo a atração de clientes de forma orgânica. Isso pode ser feito de diversas formas, incluindo a produção de conteúdo de valor, que deve ser feito com objetivo de educar para se tornar referência em meio ao seu público alvo. Espera-se que o resultado final seja uma conexão mais significativa com seus leads, clientes em potencial, para que se construa uma relação de confiança entre a sua marca e os clientes. Enquanto o outbound é uma abordagem mais direta, com objetivo interromper e chamar atenção. Seu objetivo é alcançar a maior quantidade de pessoas possíveis, de forma rápida e mais direta. 3 – De guerrilha Dentre os tipos de marketing, o de guerrilha é um dos mais interessantes e menos convencionais. Atualmente, muitas marcas estão aderindo aos charmes dessa estratégia, demonstrando toda a sua criatividade. Quem não sabe que o Burger King tem uma richa com o McDonald’s? Isso já vem de anos atrás. Em uma estratégia criada em 2016, o Burger King se “fantasiou” de Mc Donalds para o Halloween, como uma fantasia assustadora. No outdoor eles ainda brincaram falando que ainda grelham seus hambúrgueres no fogo, algo que o McDonald’s não faz. Isso é o marketing de guerrilha: a ideia é destacar de forma inesperada e impactante, que cause um efeito em seu público. Trata-se de uma estratégia promissora que pode se favorecer das redes sociais para gerar não só impacto, como boas experiências. 4 – De influência Outra estratégia muito utilizada é o marketing de influência, usado em diversas campanhas para poder ganhar público com as suas personalidades favoritas. Para sua aplicação, as marcas e empresas se conectam com pessoas influentes, podendo ser celebridades e influenciadores digitais, geralmente de nichos que sejam semelhantes ao seu serviço ou produto. Essas pessoas geralmente possuem uma grande base de seguidores em diferentes plataformas e redes sociais, e são capazes de influenciar quem os acompanha a tomar decisões de compra. Pode ser também uma ótima estratégia para quem busca aumentar o awareness da marca utilizando da credibilidade e autoridade de influenciadores. 5 – Marketing de relacionamento Nossa última estrela deste artigo sobre os tipos de marketing, pode se relacionar diretamente com a assessoria de imprensa e relações públicas. Mas antes, o que é o marketing de relacionamento? Essa é uma estratégia que tem como objetivo criar relacionamentos que possam ser fortalecidos com os clientes da sua marca ou empresa, podendo levar à fidelização dos clientes que já estão na casa. Vale destacar que a personalização é muito importante, assim como a comunicação direta e contínua, ofertando valor e engajando com seu público. Mas, o que isso tem a ver com a assessoria de imprensa e relações públicas? Os relacionamentos construídos e fortalecidos não ocorrem apenas entre marca e clientes, mas também com jornalistas, investidores, parceiros e com a comunidade com a qual se comunica. Além do mais, através da assessoria de imprensa, a marca consegue trabalhar o seu reconhecimento na mídia, gerando uma imagem positiva de autoridade em seu segmento e visibilidade. A lógica de que tudo vira pauta! A lógica do marketing mix fica mais simples depois de entender todas as possibilidades. O ideal é sempre buscar atingir seu público com consistência de mensagem, independente da estratégia e do canal escolhido, e sempre combinando os tipos de marketing para alcançá-los em diversos momentos da jornada de compra.
Porta-voz humanizado: seu impacto na construção da marca
Você sabe da importância de se trabalhar a humanização da figura do porta-voz da sua empresa nas redes sociais e outros locais de exposição? Em qualquer empresa o porta-voz tem um papel crucial na gestão do negócio, mas te convidamos a refletir sobre a imagem dessa pessoa da porta pra fora, já que muitos ainda não têm total clareza sobre o conceito, importância e o impacto de trabalhar a marca pessoal de executivos. Confira esse assunto de forma mais aprofundada: Quem é um porta-voz? Segundo o dicionário, o termo “porta-voz” é aquele indivíduo que transmite as opiniões de outro ou de uma entidade. Portanto, o porta-voz é quem representa uma marca em determinados eventos de exposição, sendo responsável por dar um rosto para uma empresa. Ao mesmo tempo, é importante dizer que: ele não é uma extensão da marca e pode (deve!) se posicionar de forma individual em seus perfis, principalmente no LinkedIn, que é uma rede social muito estratégica e que vai além de oferta e demanda de emprego. Em uma empresa, ele se torna um profissional com um papel importante, já que passa a ser a representação dela em diversas situações, como, por exemplo: Palestras em eventos Diante de crises Participação em podcasts Eventos que promovem relacionamento ou networking Normalmente os porta-vozes são fundadores, CEOs, presidentes, vice-presidentes e outros profissionais em cargos dentro do comitê executivo, que podem ser CMO, CPO, CTO e c-levels. Ou seja, podemos dizer que essas pessoas se tornarão a personificação dos valores, visão e missão da empresa, criando uma relação com seus diversos stakeholders através de uma figura humana. Importância da humanização da marca pelo porta-voz Para definir os passos desse profissional enquanto porta-voz, é preciso ter um pensamento estratégico, autêntico e focar em formas de comunicação eficazes, além de ter uma correlação próxima ao posicionamento institucional do negócio que toca. Um exemplo é o porta-voz do governo, pessoas responsáveis por representar o posicionamento político daquele momento, oferecendo informações formais e direcionamentos. É a partir disso que poderemos escolher a estratégia de posicionamento que vai depender da personalidade do profissional e da marca. O indivíduo que se tornar a figura de destaque de uma marca será reconhecido, gerando mais confiança dos públicos que interagem e até desejo de compra, carregando uma autoridade junto de seu nome. Isso pode abrir portas para oportunidades de negócio, parcerias e até rodadas de investimento. No começo da era das redes sociais para marcas e empresas, era comum encontrar conteúdos mais engessados e formais, mas, com o tempo, isso foi mudando, passando de uma comunicação impessoal e distante para algo mais caloroso, próximo e humanizado. Em um mundo como o que vivemos hoje, é preciso ter em mente que pessoas compram de marcas, mas só quando confiam e interagem com pessoas. Além da conexão, podemos citar alguns outros pontos que tornam essa humanização e papel do porta-voz tão importantes: Pode abrir portas para maior recepção em entrevistas e outras aparições na mídia; Gera mais conexão para parcerias com outras empresas; Mais visibilidade em eventos do seu nicho; Maior engajamento do público. Impacto na reputação da marca Não podemos deixar de falar no impacto – positivo – que um bom posicionamento por parte do porta-voz pode representar para a reputação de uma marca. Por ser uma prática que vem se tornando tão importante, as marcas e os próprios líderes que querem se posicionar da forma correta, estão buscando agências especializadas em assessoria de imprensa e relações públicas. Cada vez mais empresas estão adotando a prática da humanização da marca pelo porta-voz devido aos grandes impactos que isso pode gerar. Foi o que mostrou o relatório 1ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto de Relações Públicas no Mercado de Inovação. Esse é um processo que leva tempo, uma prática a ser construída e trabalhada frequentemente. Essa é uma estratégia bastante conhecida e que tem um nome: thought leadership. Um conceito que visa trabalhar de maneira alinhada o posicionamento do negócio junto de seus porta-vozes, que amarra um verdadeiro ecossistema de comunicação para negócios que querem acelerar reputações. Se você tem interesse em se aprofundar mais no tema de thought leadership, nós temos o artigo perfeito para você. Basta clicar neste link.
PR B2B: como a assessoria de imprensa influencia o funil de vendas
Em um mercado cada vez mais competitivo e racional, o PR B2B deixou de ser uma ferramenta de visibilidade para se tornar um motor de credibilidade e crescimento sustentável. Mais do que aparecer, marcas B2B precisam ser lembradas, respeitadas e confiadas e é exatamente nesse espaço que o PR atua. Se o seu negócio é B2B e você enfrenta muitas objeções ao longo do seu ciclo de vendas, esse conteúdo é ideal para você aprender como utilizar o PR e a assessoria de imprensa como ferramentas de conversão. O que é PR B2B? Assim como toda estratégia de comunicação, o PR precisa ser adaptável ao contexto de negócio para fazer sentido e gerar impacto. Quando falamos em PR B2B, falamos de relações públicas aplicadas a empresas que vendem para outras empresas – um universo onde o modelo de negócio influencia diretamente o comportamento de compra e, portanto, a forma como o público é impactado pela mídia. No B2B, as decisões de compra costumam ser mais racionais, demoradas e baseadas em confiança. Produtos e serviços tendem a ser mais caros, contratos são de longo prazo e envolvem múltiplos decisores, como técnicos, financeiros e executivos. Isso faz com que o conteúdo das mensagens e tipo de veículo tenham que ser escolhidos sob uma ótica diferente. Enquanto, de maneira simplista, o B2C busca desejo e volume, o PR B2B constrói credibilidade e reputação. O papel das relações públicas aqui é reduzir a percepção de risco, educar o mercado sobre a solução e inserir a marca em contextos de autoridade, como publicações especializadas, eventos técnicos ou análises setoriais. É essa camada de reputação que serve como prova social e justifica o investimento, fortalecendo o processo de decisão antes mesmo do contato com o time comercial. Quando bem estruturado, o PR B2B funciona como uma ferramenta de crescimento, capaz de influenciar o funil de vendas e encurtar o ciclo de convencimento ao posicionar a marca como referência confiável dentro do seu setor. Como o PR influencia o funil de vendas B2B? Quando pensamos no funil de vendas B2B, seguimos a lógica clássica de topo, meio e fundo mas, diferente do B2C, esse percurso exige uma camada muito mais densa de consideração e qualificação. Aqui, a jornada é racional, longa e pautada por confiança e segurança, garantindo que a percepção de risco seja a menor possível e que esteja de acordo com o direcionamento de todos os tomadores de decisão. Enquanto, muitas vezes, o PR voltado para o consumo (B2C) busca gerar awareness em massa e atingir o maior número possível de pessoas, o PR voltado a empresas atua de forma mais segmentada e estratégica, conversando com públicos já qualificados de decisores, especialistas e stakeholders que já entendem e conhecem o mercado, com um letramento específico sobre a solução que você oferta. Por isso, mesmo que ainda cumpra o papel de gerar awareness, o PR B2B opera em uma camada mais profunda de compreensão e autoridade. Ele busca educar o mercado sobre o problema, explicar o valor da solução e reduzir o risco percebido, preparando o terreno para que a área comercial encontre um lead mais maduro e inclinado à decisão. Além disso, o PR é o elo entre o branding e a geração de demanda, conectando reputação e performance. Cada inserção atua como mais um ponto de contato e influência, fazendo com que a marca não seja esquecida pelo lead e para que ele seja melhor conduzido ao longo do funil. Impacto da reputação na decisão de compra Falar de PR é diretamente trabalhar reputação como artigo de negócios, capaz de movimentar métricas importantes para a sustentabilidade das empresas. A ideia é que o bom relacionamento com a imprensa seja capaz de comprovar a credibilidade do negócio através de inserções estratégicas, capitalizando a reputação. Mas, o impacto da reputação e do PR em negócios B2B vai além da exposição, confira a seguir: cria awareness qualificado; posiciona a marca como especialista no setor; prova o valor através da apresentação de cases, dados e posicionamento de porta-vozes (thought leadership); sustenta a decisão, servindo como prova social e argumento de autoridade para o comercial. E aqui, criamos um importante paralelo entre o marketing e o PR B2B, enquanto o primeiro é um canal de atração de leads, o segundo é o que garante a conversão através da confiança. Nenhuma decisão de compra – principalmente no contexto de tickets altos e contratos mais duradouros – são pautadas apenas em um único ponto de contato e esse é o primeiro direcionamento a se ter em mente quando construir estratégias integradas de marketing e PR. Benefícios de investir em PR para empresas B2B Tratar o PR e a assessoria de imprensa, principalmente em contextos B2B, como investimento é uma das chaves para transformar a sua comunicação em ferramenta de crescimento, isso porque, apesar do gasto inicial, são essas ações que impulsionam o seu negócio de forma exponencial. Os benefícios de investir em PR B2B vão além dos mais ligados a reputação e marca, como construção de credibilidade, posicionamento de especialista e líder de mercado e geração de memória positiva da marca. Um dos principais ganhos está na otimização e redução do funil de vendas, que passa a enfrentar uma quantidade menor de objeções e diminui a necessidade agressiva de estar em constante contato com o lead para “vencê-lo pelo cansaço”. Confira outras vantagens mais mercadológicas de ter reputação e PR como ferramentas de crescimento: Educa o mercado, possibilitando que os leads cheguem muito mais aquecidos no pipe do comercial; Cria awareness qualificado, conversando diretamente com o target e gerando buzz entre decisores capazes de contratar o seu negócio; Constrói prova social, gerando mais uma camada de credibilidade para a empresa; Estimula e faz a manutenção do relacionamento com stakeholders; Reduz dependência da mídia paga para aquisição de clientes – consequentemente, a redução do CAC também se faz presente; Aumenta lifetime value (LTV); Diversos outros benefícios
Como o PR fortalece a cultura organizacional e atrai talentos
No mercado atual, o PR é uma das ferramentas mais poderosas para construir e manter relacionamentos estratégicos, tanto com o público externo quanto com quem faz a empresa acontecer: as pessoas. Uma estratégia bem estruturada de PR e assessoria de imprensa é o que sustenta uma cultura organizacional forte, capaz de engajar o time e atrair novos talentos. Neste artigo, você vai entender como o PR impacta a cultura, o engajamento e os resultados de RH, e aprender como medir esse impacto na prática. O que é cultura organizacional? Em primeiro lugar, cultura organizacional é um conceito que define como uma empresa é e se comporta na condução de negócios com parceiros, clientes e, principalmente, com os seus colaboradores internos. A cultura é composta por políticas, comportamentos, pilares, crenças, valores, práticas que constroem unidade e padrão entre os funcionários e que traduzem tudo o que aquele negócio dissemina e trabalha. Dessa forma, esse é um espelho de uma marca, fazendo com que as pessoas possuam maior identificação e possam trabalhar em ambientes mais compatíveis com quem são. Além disso, a cultura é um recurso estratégico capaz de destacar uma empresa em um mercado competitivo, não só na aquisição de clientes, mas na atração dos melhores talentos. Agora que você já sabe um pouco mais sobre cultura organizacional e a sua importância, vamos entender como o PR influência nesse ativo estratégico. Como o PR influencia na cultura da sua empresa? Quando falamos do PR como uma ferramenta aliada ao RH e a marca empregadora de um negócio, posicionamos a disciplina como capaz de fortalecer todos os aspectos internos e traduzi-los para o mercado. Investir em assessoria de imprensa é, inevitavelmente, trabalhar narrativas que valorizem um negócio para os públicos de interesse. Por exemplo, quando olhamos para clientes, é uma tradução dos benefícios e vantagens de apostar no serviço daquela marca; ao falar com investidores, a ideia é que a percepção de risco seja reduzida e haja confiança o bastante para que acordos e negócios sejam traçados. Da mesma forma, quando falamos dos ganhos em cultura e para a área de recursos humanos, pensamos na construção de narrativas que valorizem os principais pilares do negócio, tornando-o atrativo para novos talentos. Isso tudo só é possível pela construção de reputação e posicionamento de credibilidade conquistado apenas através das relações públicas e assessoria de imprensa. Essa disciplina é capaz de conversar com os públicos alvo – sejam eles mais ou menos especializados, massa ou nicho – através dos veículos mais estratégicos, que sejam capazes de transmitir autoridade. Nesse ponto, as pautas precisam valorizar os aspectos internos – como valores e propósito – através de narrativas inspiradoras que trabalhem o orgulho de pertencer, além de inspirarem através de líderes e colaboradores com trajetórias que encantem, como porta-vozes. Leia mais: O que é endomarketing e como aplicá-lo PR e cultura organizacional: quais os principais benefícios? Em linhas gerais, da mesma forma como a empresa é vista de maneira diferente pelos stakeholders externos a partir de uma inserção na imprensa, o mesmo acontece dentro de casa. O aumento de percepção de autoridade e valorização do negócio são apenas alguns dos benefícios de contar com uma estratégia de PR com foco em cultura organizacional, indo além da melhora do engajamento e retenção de talentos. Confira, a seguir, alguns outros benefícios: Fortalece o senso de propósito e pertencimento Esse é um ponto fortemente conectado com o engajamento do time, mas vai além da participação em ações internas e retenção de profissionais. Aqui, falamos de um aspecto mais subjetivo, capaz de encantar os colaboradores, que passam a advogar em prol da marca como um bom local de trabalho e entregam projetos e resultados mais apaixonados e motivados. Trabalhar o senso de propósito é o que motiva o time a ir além e figura um “benefício” subjetivo, já que existem inúmeros ganhos para o profissional que trabalha em um lugar no qual acredita e sente prazer em fazer parte. Além disso, a ideia é que seja valorizado o papel de cada um no todo, na entrega de projetos mais interessantes e que tenham objetivos além da geração de receita. Trabalha marca empregadora atraindo talentos Ainda falando sobre um dos principais ganhos de investir em relações públicas, falamos sobre a atração de talentos. Aqui, não precisamos nos apegar no básico de divulgações de vagas, programas de estágio e trainee; a ideia é que pautas mais comuns e que sejam construídas exatamente para traduzir o dia a dia na empresa sejam o principal braço da estratégia. E, muito mais do que conquistar novos profissionais, a qualidade desses interessados é muito maior também. São pessoas que já chegam na empresa de forma mais engajada, desde o processo seletivo, e que normalmente são mais seniores ou capacitadas para a vaga. Encanta stakeholders estratégicos Principalmente quando falamos de investidores e parceiros, a forma como uma empresa se posiciona acerca de assuntos internos é de extrema importância, exatamente porque a forma como ela se comporta dentro de casa diz muito sobre o compromisso a ser firmado com quem está fora do time. Além disso, parte da estratégia de PR voltada para cultura organizacional e assuntos internos respeita boas práticas de governança, trazendo transparência com parceiros e pessoas capazes de movimentar os negócios. Como mensurar o impacto de PR nas métricas de RH e engajamento Um dos principais desafios de trabalhar estratégias de PR é a demonstração de resultados e mensuração de métricas. Assim como em qualquer projeto, há divergências acerca do entendimento do que é sucesso, principalmente em empresas com mudanças rápidas de direcionamento. Saiba como mensurar o impacto de PR em métricas de RH e engajamento em 3 passos: Entenda quais são as métricas de sucesso para a área de pessoas É preciso, em primeiro lugar, entender qual o momento do negócio e quais os objetivos da área de pessoas para o próximo ciclo antes de
O que é a metodologia OSEP e como utilizá-la?
Como falamos no nosso último post, as estratégias integradas estão cada vez mais em alta em um momento em que todas as comunicações e canais estão amplamente conectados. Diante desse cenário, surge a necessidade de trabalhar unindo diversas disciplinas do marketing para conversar melhor e mais assertivamente com os consumidores e potenciais clientes, de maneira consistente. Mas, nós sabemos que na realidade (ou na parte operacional dos projetos), o marketing é dividido em algumas vertentes bem diferentes que possuem suas particularidades, métricas próprias e formas diferentes de trabalhar. Uma das formas mais assertivas de dividir e integrar essas disciplinas é através da metodologia OSEP. Vem entender mais: O que é a metodologia OSEP? A metodologia OSEP é basicamente uma forma de visualizar as diferentes áreas do marketing através da origem de cada uma das mídias, o que facilita o processo de entendimento das particularidades de cada uma e da forma como conversar com o público. A sigla vem do inglês e abrange os seguintes tipos de mídia: Owned (canais próprios da marca), Shared (canais compartilhados), Earned (mídia espontânea ou ganha) e Paid (mídia paga). Vamos entender cada uma delas? Owned (canais proprietários) Quando falamos dos canais proprietários, nos referimos a blog, site e redes sociais, principalmente. Canais que surjam para falar única e exclusivamente da marca mas que também sejam apoios da criação de conteúdo relevante e de qualidade. Nesse sentido, tudo que é postado nos canais proprietários precisa ser útil, relevante, interessante e valioso para o seu target e não apenas com o intuito de vender ou com linguagens extremamente comerciais. Diante disso, para conquistar e conversar com o seu público é imprescindível que haja atualizações constantes, seja pelas mudanças do algoritmo, alterações institucionais ou até mesmo otimização do conteúdo. É interessante, por exemplo, promover os chamados conteúdos ricos – como e-books, webinars, planilhas, calculadoras e por aí vai -, sendo essa, uma estratégia poderosa de captação de leads. Shared (canais compartilhados) Quando falamos de canais compartilhados, focamos principalmente nas redes sociais, graças ao seu viés de compartilhamento de conteúdo que não seja seu, o que é o objetivo de muitas marcas com o seu público. Nesse sentido, falamos principalmente do engajamento vindo das pessoas comuns falando sobre a sua marca, colaboradores e porta-vozes, formadores de opinião e muitos outros. O que importa é que seja conteúdo sobre você que não foi feito pela sua marca e nem compartilhado nos canais institucionais. E nesse sentido de público, o melhor canal compartilhado é aquele que converse melhor com quem você planeja atingir e que tenha o seu target como heavy user, sendo o Linkedin a melhor ferramenta para B2B e o Instagram para B2C, por exemplo. Earned (mídia espontânea ou ganha) Esse tópico faz referência direta a todo tipo de mídia que não exige um investimento financeiro por trás, e por isso, falamos principalmente do trabalho de relações públicas. Na disciplina de RP, esse “ganho” vem do do cultivo de boas relações com a imprensa e seus veículos de comunicação, que conseguem ajudar a sua marca a contar a narrativa. Esse tipo de mídia é fundamental na construção de reputação e credibilidade. Paid (mídia paga) A mídia paga pode ser resumida em tudo que conhecemos como publicidade, mas ela se apresenta em muitas formas diferentes, como: anúncio e impulsionamento de posts nas redes sociais e ferramentas de busca, comerciais e propagandas nos meios de comunicação, branded content, out of home e por aí vai. É o tipo de mídia que alcança grandes públicos e por isso ela precisa ser feita com cuidado e estratégia para que a mensagem chegue nas pessoas certas, que o discurso esteja coerente, sem gerar margem de dúvidas e que não seja desperdício de dinheiro. Quando aliado ao marketing orgânico, as estratégias de mídia paga são potencializadas, com uma conversão mais simplificada do lead, e vice-versa. Mídia convergente: a unificação das outras modalidades Como falamos no início deste texto, os consumidores exigem cada vez mais estratégias integradas, que condizem com o comportamento de miscigenação do mundo online com o offline. É nesse cenário que surge a mídia convergente como a unificação da metodologia OSEP. Confira: Como se fosse uma quinta categoria da metodologia OSEP, a converged media (ou mídia convergente) é a combinação das outras quatro modalidades visando melhorar a experiência do cliente. Dessa forma, exige-se que os profissionais de cada frente passem a ter uma visão mais macro do negócio e focar no contexto da marca, independente da sua área de atuação. Esse overview mais holístico deve então focar nas particularidades de cada mídia em prol do crescimento da empresa, conquista de metas e melhores resultados. Vale ressaltar que o objetivo da mídia convergente é reduzir gastos e ampliar resultados, por isso, é bem provável que haja discrepâncias latentes no orçamento de cada área, levando em consideração que alguns tipos de mídia exigem gastos maiores. Se trata então, de um trabalho inteligente para potencializar as suas estratégias. Na prática, essa convergência só traz benefícios, quando bem feita. Principalmente quando falamos da melhora na experiência do usuário, uma vez que a jornada dele é conhecida e bem dominada, gerando comunicações mais assertivas para cada momento do funil.
Comunicação corporativa: o que é e como usá-la como diferencial competitivo
Muito se fala sobre uma comunicação assertiva de uma empresa com seus clientes, mas, pensando na sobrevivência sustentável de um negócio, é preciso que esse cuidado seja similar com o que é transmitido para stakeholders e parceiros estratégicos. É nesse cenário que surge a comunicação corporativa, principalmente como uma solução para evitar ruídos e garantir que o seu posicionamento seja claro, coeso e transmitido eficientemente. Saiba mais sobre comunicação corporativa: O que é comunicação corporativa? Pensando na construção de reputação e estruturação da imagem de uma empresa, é preciso que todos os stakeholders desse negócio recebam uma atenção especial quando falamos do que é comunicado e a forma como ela precisa ser transmitida. A comunicação corporativa, ou empresarial, surge a partir dessa necessidade, voltada para públicos diversos e parceiros, que precisam entender sobre o seu negócio, quais as decisões tomadas, próximos passos, posturas. São eles que, acima de tudo, possuem um crivo mais apurado e apresentam maiores objeções na hora de confiar na credibilidade de um negócio. Dito isso, a comunicação corporativa é um conjunto de ações e práticas que conversam com públicos diferentes de uma empresa, que não seja o consumidor final. Nisso, podemos falar de parceiros de negócio, stakeholders, investidores, concorrentes, equipe interna. Mas, mais do que isso, a comunicação corporativa trabalha em torno de um reforço da sua reputação. Com isso, essas práticas consolidam a sua marca para que chegue uma mensagem cada vez mais sólida para o seu cliente. Como exemplo de práticas, podemos citar reuniões, conferências, eventos e apresentações na vertical interna, estimulando a interação e aumento de produtividade dos colaboradores, além de criar um ambiente mais saudável e confortável de se trabalhar. Quando falamos da comunicação externa, destaca-se principalmente presença em eventos, palestras, criação de conteúdo de qualidade em redes sociais corporativas, como o LinkedIn. Qual a importância de uma comunicação corporativa assertiva? Em um mundo cada vez mais competitivo e saturado, saber se posicionar e se comunicar da forma correta é chave para se diferenciar dos outros players do mercado. Com isso, uma comunicação corporativa assertiva é o que pode te aproximar de quem faz o seu negócio acontecer e quem consegue corroborar a sua figura de autoridade. Através de uma estratégia bem consolidada, você consegue atrair investidores, fortalecer a imagem da marca, evitar ruídos – ou seja, assumir as rédeas da sua narrativa -, e, como já citamos anteriormente, é um grande diferencial competitivo capaz até mesmo de aumentar os níveis de fidelização dos seus clientes. Como trabalhar a comunicação corporativa da sua empresa? Se tratando de um tipo de comunicação muito abrangente, na qual diversos canais podem – e devem – ser utilizados para conversar com esses diferentes públicos, existem algumas dicas que podem te orientar na hora de construir um planejamento estratégico. Confira a seguir: Mapeie as suas personas A comunicação corporativa não se restringe apenas a um público específico, mas sim a todo o ecossistema na qual a empresa está inserida. A partir disso, construir uma comunicação assertiva precisa passar pelo estudo e mapeamento das personas a fim de entender o comportamento padrão de cada um e a melhor forma de conversar com eles. Não se esqueça que as personas são perfis semi-fictícios e que servem de norte para entender qual o tom de voz a ser aplicado e até mesmo quais os canais que te possibilitem uma conversa mais direta. Lembre-se também de mapear os seus colaboradores internos, partindo em uma análise mais profunda da sua cultura organizacional. Defina canais de comunicação Uma vez entendido o comportamento dos seus targets, utilize o estudo de persona para definir quais canais serão utilizados, afinal é importante estar onde os seus stakeholders estão. Vale entender também a relação de esforço versus retorno, principalmente quando falamos de canais que exigem a presença dos representantes ou porta-vozes, como eventos ou palestras. As redes sociais se configuram como fortes aliadas aqui, mesmo focando nessa comunicação B2B, principalmente quando olhamos para o LinkedIn e estratégias de produção de conteúdo voltadas para o thought leadership. Exercite a sua cultura organizacional Neste caso, podemos pensar que quanto mais estruturada é a sua cultura organizacional, melhor e mais fácil será comunicá-la para o público externo. O primeiro passo de um bom posicionamento é ter claro o comportamento, tom de voz e personalidade da sua empresa e quais são os valores cultivados. Além disso, como os colaboradores internos configuram um dos públicos a serem atingidos pela comunicação corporativa, trabalhar a sua cultura é fundamental para mantê-los engajados e para criar um ambiente cada vez mais saudável e confortável de se trabalhar. Podemos pensar também nos colaboradores como ferramentas de divulgação a partir da sua satisfação por fazer parte da organização. Monitore os concorrentes Acima de tudo, a comunicação corporativa é um artigo de diferenciação, bem como a reputação da sua empresa. Por esse motivo, é fundamental que você acompanhe o comportamento e presença dos seus concorrentes em canais online e offline a fim de ter uma noção de benchmarking e do que você precisa fazer para se equiparar e se diferenciar. De uma forma geral, a comunicação corporativa é uma seara muito ampla, que possibilita diversas práticas e presença em diferentes canais de comunicação, sempre com o intuito de trabalhar e reforçar a reputação da marca. Estude o seu target e combine isso com os seus objetivos de longo prazo para entender qual a melhor estratégia a adotar. Leia Também: Comunicação Integrada: dicas para um tom de voz consistente
Marketing de Influência: a estratégia que consegue potencializar a sua assessoria de imprensa
Atualmente, enfrentamos um momento conturbado de mercado pela disputa por público e audiência. Sabemos o quão saturado são alguns nichos de atuação e o quão complicado é chamar a atenção dos consumidores, que são constantemente bombardeados por diversas marcas sem ter certeza sobre a confiabilidade de cada uma. Leia também: Creator economy: como fortalecer sua marca usando criadores de conteúdo Nesse cenário, diversas estratégias são criadas para potencializar o trabalho das áreas de marketing e gerar maior confiabilidade e autoridade para as marcas. Uma dessas metodologias é o marketing de influência, que busca pessoas com um certo nível de prestígio para apresentar produtos e serviços aos consumidores e conduzi-los a compra. Mas, você sabia que essa técnica pode trabalhar em conjunto até mesmo com a assessoria de imprensa e relações públicas? Entenda um pouco mais sobre a intersecção dessas disciplinas aqui: O que é o Marketing de Influência? Como o próprio nome diz, o marketing de influência gira em torno do convencimento dos consumidores por parte de alguém que tem credibilidade no meio, ou seja, exerce influência em uma parcela do público específico – sua comunidade de seguidores. É uma estratégia que gira em torno da contratação de produtores de conteúdo que possuem uma audiência engajada e acabam sendo levados a realizar uma ação, por exemplo, a compra de um produto. O que enriquece essa estratégia é a produção de um conteúdo com aspecto mais “orgânico”, quando comparada com anúncios e propagandas, o que atribui maior veracidade e, consequentemente, maior confiabilidade. Quem protagoniza essa estratégia? Quando falamos sobre esses produtores de conteúdo, focamos majoritariamente nos chamados influenciadores – que possuem um conceito levemente diferente dos creators. Essas pessoas são extremamente ativas nas redes sociais que, devido a um comportamento ou conteúdo diferenciado, conquistaram alguns espectadores e criaram uma comunidade. Os influenciadores podem atuar em diversos nichos e produzir conteúdos em diferentes formatos. A título de exemplo, você pode encontrar pessoas falando sobre moda, estilo de vida, gastronomia e por aí vai. É bem comum que os produtores de conteúdo sejam fiéis a um nicho em específico, o que ajuda a segmentar bem o público, ou então abranger aspectos mais gerais das suas vidas, como se fosse uma espécie de diário ou reality show. Vantagens de contar com estratégias de Marketing de Influência Pessoas comuns transmitem maior credibilidade Aqui, podemos fazer uma comparação com outros tipos de publicidade, como um anúncio na televisão. Você pode ser impactado por um programa ou serviço durante os intervalos comerciais, mas o que vai realmente te fazer comprar é a indicação de alguém que você considere confiável, até porque, propagandas podem ser enganosas. É seguindo essa lógica que os influenciadores entram como os responsáveis pelo convencimento final. Graças aos conteúdos produzidos, o público cria uma conexão e relação de “amizade”, mesmo que unilateral, com os eles, fazendo com que as indicações tenham um efeito similar ao conselho de amigo. O trabalho dos influenciadores é capaz até mesmo de diminuir a jornada de convencimento dos clientes, sendo uma fonte de divulgação em massa mas com um poder de conversão maior do que outras mídias. Aumento de audiência Um dos principais motivos que fazem uma marca adotar o marketing de influência é o aumento da audiência e divulgação. Através dos influenciadores, a empresa consegue atingir públicos diferenciados e conversar diretamente com quem antes estava muito distante. Como comentado no tópico anterior, é uma forma de divulgação que atinge grandes públicos, levando o nome da sua marca muito mais longe por preços mais acessíveis. Alcance do seu ICP Comentamos um pouco sobre os inúmeros nichos estabelecidos no mercado de influenciadores e é exatamente esse o ouro da estratégia. A partir de uma curadoria bem feita, que preste atenção ao conteúdo produzido, público engajado e comportamento dessas pessoas, você consegue selecionar o influencer ideal para trabalhar com a sua marca, já que ele se comporta como um porta-voz direto das pessoas que você deseja atingir. É muito importante prestar atenção na mensagem que esse profissional costuma passar, como transmite suas ideias e, principalmente, quem é impactado por seus conteúdos. O público-alvo precisa conversar com o seu ICP para que as ações tenham os resultados esperados. Possibilita conteúdos diferentes Normalmente, com a contratação de influenciadores, você consegue fazer três tipos diferentes de publicações: o chamado publipost, parcerias e campanhas. Os publiposts são conteúdos patrocinados que já vem com o indicativo de que não são uma publicação orgânica, ou seja, o público sabe de cara que existe uma empresa por trás daquele post. Normalmente, a mensagem a ser comunicada já é pré-combinada entre marca e influenciador e esse último recebe o pagamento em dinheiro. Por outro lado, as parcerias são mais naturais, no qual o influenciador tem uma liberdade maior de expressar sua opinião sobre o produto ou serviço. É bem comum que uma marca envie uma presente ou amostra do que oferecem (os chamados “recebidos”) para que o criador de conteúdo traga seus insights. Esse tipo de conteúdo é o que mais gera valor para a marca já que atribui maior credibilidade ao produto, além de ser mais de longo prazo, transformando esse influenciador em um embaixador. Para finalizar, as campanhas são propagandas com maior envolvimento do influenciador, o qual precisa seguir um mote dado pela empresa e produzir o conteúdo mais criativo e que gere maior engajamento. Esse tipo de publicação permite maior liberdade para o influenciador criar um conteúdo que tenha mais a sua cara, seguindo um briefing bem definido e falando as mensagens-chaves específicas da sua campanha. Enriquecimento de outras estratégias Sabemos bem que um marketing de qualidade é aquele que combina a mensagem de todas as campanhas e fazem com que elas caminhem em uma direção só para potencializar os resultados. Partindo desse pressuposto, quando bem executado, o marketing de influência tem diversos efeitos positivos de reforço de marca e aumento do tráfego no site e