O que é clipping e qual sua importância para o PR?

Empresas que investem em comunicação sabem que conquistar espaço na mídia é apenas parte do trabalho. O verdadeiro diferencial está em acompanhar, analisar e entender o impacto dessas menções. É nesse contexto que o clipping é uma ferramenta fundamental para profissionais de PR e Marketing.

Storytelling baseado em dados: como construir narrativas mais impactantes baseadas em dados

Com o avanço das tecnologias e análise de dados, a comunicação das empresas passa a exigir um olhar muito mais analítico do que apenas criativo na construção de narrativas impactantes. Diante disso, o mercado consumidor também se adaptou a esse cenário, tendo uma necessidade cada vez maior de storytellings mais adaptados, que respondam às necessidades expressas e que aumentem a conexão entre público e marcas.  ‍ Leia mais: PR baseado em dados: saiba como criar uma estratégia de relações públicas usando métricas ‍ Entenda como construir narrativas mais impactantes e envolventes baseadas na análise de dados. Storytelling baseado em dados: o que é? Cada vez mais imersos nos dados, as empresas se veem com o desafio de traduzir essas análises em decisões mais estratégicas. Quando focamos apenas no mundo da comunicação, essas escolhas mais inteligentes são apresentadas na forma de narrativas mais cativantes e envolventes, que consigam conversar diretamente com o público, entendendo as dores, objeções, desejos e preferências. É diante desse enorme campo de informações que nasce o storytelling baseado em dados.  ‍ Em suma, o storytelling baseado em dados é a prática de construção de narrativas mais envolventes, embasando-se na análise de informações e insights do público a quem se deseja conversar.  ‍ Vantagens de construir storytellings baseado em dados Um storytelling construído com base em dados consegue conversar e atingir o seu target com muito mais facilidade e eficácia, já que entende exatamente qual o público e como ele se comporta. Nesse sentido, você consegue mensurar o nível de aceitação e penetração que determinada mensagem teve, se conseguiram converter determinado anúncio, inserção, post ou outro tipo de comunicação em vendas e se o público está engajando com a sua marca.  ‍ Tendo esses dados em mãos, você consegue balizar a sua mensagem e replicar uma fórmula de sucesso que vai trazer resultados mais perenes. Além disso, você consegue desenvolver campanhas e tomar decisões de forma mais assertiva, entendendo melhores canais, públicos, estratégias e formatos. ‍ Outra vantagem que vale a pena ser pontuada gira em torno da documentação e criação de histórico para a empresa, que consegue uma visão clara das melhorias, potenciais problemas, do que está indo certo e o que pode ser melhorado. Isso é fundamental para embasar estratégias novas e teorias frente a diretoria das empresas.  Como construir narrativas mais impactantes utilizando os dados? Reforçando, a construção de uma narrativa embasada por dados é a união do emocional, através de gatilhos textuais e estratégias de comunicação que engajem e envolvam o público, com o racional e lógico fornecido através dessas análises para potencializar esse contato.  ‍ Conheça aqui algumas dicas para tornar a sua narrativa mais impactante se utilizando dos dados. ‍ Analise os dados corretos Como a mensuração e análise de dados para a construção de storytelling é uma disciplina consideravelmente nova, é bem provável que você utilize de fórmulas prontas e passe a acompanhar as métricas mais conhecidas, que dizem respeito a retorno financeiro, por exemplo. Mas, é importante que haja um trabalho prévio de entendimento do seu negócio e dos objetivos a serem atingidos através dessa análise de dados, para que você consiga estar de olho no que realmente movimenta o ponteiro do seu negócio e resultados que estejam relacionados à comunicação em questão.  ‍ Além disso, setar os objetivos de cada comunicação é fundamental para que você entenda se os resultados são realmente positivos. A título de exemplo, existem narrativas construídas apenas para fomentar o awareness de marca e não necessariamente a conversão dos público – obviamente que as vendas podem ser uma consequência colateral. Nesse cenário, é muito mais válido analisar visitas ao site ou perfil nas redes sociais do que efetivamente a compra de algum produto ou serviço.  ‍ Conheça o seu público Tratando-se de um trabalho de comunicação, esse tópico é uma dica bem vinda independente do seu objetivo ou da ação promovida, afinal, para conseguir se comunicar com alguém, é necessário que você saiba quem está tentando atingir.  ‍ Utilize os dados compilados para construir um perfil que identifique padrões demográficos, como idade, gênero, nível de escolaridade, e outros mais particulares, como interesses, motivações, preocupações, objeções, hábitos de consumo. Com isso, a sua abordagem vai estar adaptada potencializando a força da mensagem.  ‍ Construa a estrutura da sua narrativa Além de ser pautado por dados, uma boa narrativa, que consegue se conectar ao público, é também produzida a partir de uma boa estrutura, com os objetivos claros. ‍ Analisando sob a ótica das relações públicas, é essa a diferença entre uma pauta que cativa a impresa e outra que não conquista as páginas. Além de precisar ser relevante, de interesse público, a pauta precisa comunicar com precisão o que é a empresa, qual o nicho de mercado e o que ela busca com aquele resultado.  ‍ Vamos dar um exemplo que une todas essas dicas: digamos que uma marca deseja comunicar o seu aporte na imprensa. Com esse cenário em mente, a equipe responsável pela comunicação e relações públicas precisa analisar quais os principais veículos que conversam com o target de potenciais consumidores, clientes, stakeholders do negócio e potenciais investidores.  ‍ A partir desse mapeamento, é uma questão de análise de dados e relevância desses canais para que o assessor de imprensa corra atrás da redação. Além disso, a construção do storytelling deve levar em consideração as particularidades de comunicação que o público apresenta.  ‍ Passada a inserção, a equipe deve acompanhar os resultados, quantidade de impressões da matéria em questão e conectar isso com outras métricas de negócio, como através da utilização de links parametrizados. ‍ Em suma, a construção de um storytelling baseado em dados é a melhor forma de se comunicar assertivamente com o seu público e maximizar os resultados esperados.  ‍

Thought leadership: a importância de contar histórias autênticas e relevantes

Com tantas pessoas disputando lugar umas com as outras na internet, a capacidade de se destacar é crucial, especialmente quando pensamos na estratégia de thought leadership. Aplicar os conceitos por trás dessa técnica pode aumentar o seu reconhecimento e ampliar a sua voz enquanto autoridade em determinado assunto. Descubra o poder que históricas autênticas e relevantes podem ter na sua reputação como figura de liderança: O que é thought leadership? O thought leadership (ou liderança de pensamento), é a prática de se posicionar como uma autoridade no mercado, ou como uma fonte confiável de informações e até inspiração. Através da sua presença, seja por postagens nas redes sociais ou participações em eventos e rodas de networking com as pessoas, é possível trazer ideias inovadoras, suas experiências e visão mais madura para as conversas. Com isso, os profissionais que são considerados autoridades de thought leadership normalmente influenciam pensamentos e práticas, com seus conhecimentos, opiniões e análises de acontecimentos populares. A partir disso, eles compartilham sua expertise em determinada área e passam a ser reconhecidos pela contribuição que fazem aos colegas, outros profissionais e ao mercado, de maneira geral e ampla. Ao longo do seu caminho também vão adquirindo influência, para moldar opiniões por conversas. Qual a importância? No ambiente competitivo de hoje em dia, essa é uma prática que pode te destacar em meio a muitos, não só chamando atenção, mas também deixando a lembrança mais forte na mente do público. Além disso, ser reconhecido como líder auxilia na construção de credibilidade, relacionamentos mais sólidos e duradouros com outros stakeholders também. Também pode desempenhar um papel importante na construção e manutenção da reputação, aumentando a sua visibilidade e se diferenciando dos muitos outros no mercado. Poder das histórias autênticas e relevantes Quando falamos que histórias tem poder na sua estratégia de thought leadership, não estamos falando sobre inventar contos de fadas, mas sim sobre criar narrativas envolventes e cativantes. Compartilhando experiências pessoais, valores e lições aprendidas durante a vida e carreira profissional. Normalmente os relatos contados podem criar conexões emocionais com as pessoas e inspirar o público. Com essas histórias podem ser construídas a confiança e credibilidade, além de demonstrar honestidade e vulnerabilidade. Além disso, é uma forma de humanizar tanto a marca institucional como a marca pessoal, se diferenciando da concorrência. Essas são práticas que podem criar uma reputação positiva e forte, conforme mais e mais pessoas se interessam por você, a construção de comunidade e senso de identificação. Ao contar com uma agência de PR e um serviço de assessoria de imprensa, você pode impulsionar a sua visibilidade como profissional, seja na mídia ou no LinkedIn – ou melhor, ainda: em ambos, de maneira integrada. Ampliando a forma que a sua mensagem é divulgada e investindo no futuro da sua reputação. ‍

Relação com a imprensa: como colocar sua fintech na mídia e alavancar seu negócio

Se você é um tomador de decisões em uma fintech, sabe que a construção e manutenção de uma reputação sólida são fundamentais para o sucesso do seu negócio – o que talvez não saiba é que a visibilidade positiva na mídia é a chave para alcançar esse objetivo. Neste artigo, exploraremos como a relação com a imprensa pode desenvolver coberturas positivas sobre uma marca em veículos renomados para impactar os resultados. Cultivando a reputação estratégica da fintech Alcançar e manter uma boa reputação requer mais do que apenas oferecer um excelente serviço. É preciso contar sua história de maneira envolvente para o seu público e mercado de atuação. Qual reputação sua marca quer ter? a mais inovadora a mais confiável com maior potencial de crescimento mais vantajosa para investir com maior segurança de dados As relações públicas envolvem estratégias proativas para gerenciar a percepção pública através da imprensa. Ao posicionar sua fintech como referência no mercado, através da divulgação de uma pauta relevante, por exemplo, você a destaca, mas também molda a narrativa sobre como ela é percebida. Relação com a imprensa para dar visibilidade à marca Vamos tomar como exemplo as rodadas de captação de recursos, que são um fator comum a todos os negócios de inovação.  O investimento externo é, muitas vezes, o objetivo dos CEOs e quando aquele aporte significativo chega é motivo de comemoração. Mas essa informação vai ficar apenas entre o time interno? Se você faz o posicionamento estratégico, não. Divulgar conquistas deste tipo vai elevar a percepção da marca, a confiança do público e de outros investidores. Um aporte é sempre uma boa forma de dizer ao mundo “ei, minha empresa está aqui e está crescendo”. Por isso, possuir uma relação firmada com veículos especializados no seu ramo de atuação é necessário — quanto antes a conquista for divulgada, melhor. Como vender sua pauta? Um profissional de RP que possui relação com a imprensa vai saber como atrair a atenção dos jornais e portais referência no assunto para vender sua pauta. A observação atenta por parte dele possibilita a identificação de pautas relevantes em contextos e eventos nos quais outras pessoas não conseguiriam perceber. A tarefa do assessor de imprensa consiste em modelar narrativas de forma a torná-las cativantes para os jornalistas. Ao promover oportunidades para coberturas positivas, o especialista está construindo aquela reputação estratégica, e modelando um ambiente propício para alcançar os objetivos do negócio. ‍Não se trata apenas de buscar visibilidade na mídia; é essencial desenvolver uma estratégia elaborada, com pautas relevantes e úteis que se complementam para cultivar a imagem mais favorável da marca. Como chegar à imprensa? Tudo depende do desenvolvimento de relacionamentos sólidos com jornalistas, e isto não é algo que se consegue da noite para o dia. Por isso, investir em uma agência de relações públicas é o caminho mais rápido para se conseguir a reputação de marca, pois os profissionais ativos da área já possuem contatos em veículos de comunicação renomados como: Exame Época Negócios OGlobo TechCrunch Valor Econômico Veja Esses e dezenas de outros veículos fazem parte dos contatos estratégicos do time de relações públicas da MOTIM. ‍ ‍Os resultados de uma boa relação com a imprensa Feito tudo isso, quais os resultados práticos que podem ser esperados para a marca bem posicionada? Mais confiança: ‍A cobertura positiva na imprensa contribui significativamente para a construção de confiança. Os clientes, investidores e parceiros em potencial veem a empresa como uma referência em seu setor – o que lhe confere credibilidade. Exemplo: Imagine que sua fintech foi destaque de uma matéria na Época Negócios elogiando suas práticas inovadoras de segurança de dados. Isso aumentaria a confiança dos clientes existentes, além de atrair a atenção de novos usuários preocupados com a segurança de suas transações. Reconhecimento além da bolha: A cobertura aumenta a visibilidade da marca, colocando-a diante de um público mais amplo — o que é crucial para seu crescimento. Quanto mais ela aparecer em reportagens, artigos e entrevistas, mais se destacará. Exemplo:  Ao ser mencionada em uma matéria sobre inovação financeira na TV Globo, a startup alcançaria potenciais clientes, mas também o público em geral, tornando-a facilmente reconhecida. ‍Atração de parceiros estratégicos: Investidores e parceiros estratégicos muitas vezes monitoram a cobertura da imprensa para identificar oportunidades de investimento. Uma presença positiva na mídia pode ser um fator decisivo na escolha de investir ou estabelecer parcerias. Exemplo: Se sua fintech for destaque  no E-Investidor, destacando seu crescimento significativo e inovações disruptivas,  certamente ela atrairia alguns  investimentos. ‍Invista na presença positiva da sua fintech A credibilidade, confiança e reconhecimento de marca que resultam de uma cobertura bem-sucedida não são apenas indicadores de sucesso, mas também catalisadores para o crescimento.  A relação com a imprensa eleva a percepção do mercado, a atração de investidores e parceiros estratégicos, e serve de apoio em momentos desafiadores.  Portanto, para as fintechs que querem prosperar, investir na construção e manutenção de uma presença positiva na mídia é mais do que uma estratégia de marketing — é um passo essencial em direção ao sucesso empresarial duradouro.  Essas empresas estão posicionando-se como líderes visionários, prontos para enfrentar desafios e colher os frutos de uma reputação forte. Saiba como a MOTIM pode te auxiliar nesse processo: ‍ Fale com um especialista ‍

Como conectar a construção de reputação da sua marca com estratégias ESG?

Dado o comportamento do consumidor moderno e as tendências das próximas gerações, é notória a preocupação genuína com aspectos sociais e relacionados ao meio ambiente. Com isso, cada vez mais, as práticas de ESG se fazem necessárias na criação de estratégia das marcas, principalmente quando falamos da construção de reputação.  ‍ Mas, você sabe como uma agenda de iniciativas ESG pode ser uma forte aliada na construção da imagem da sua marca? Saiba mais sobre:  O que é ESG? ESG é uma sigla que, em inglês, significa Environmental, Social and Governance. Nesse sentido, podemos resumir que ESG é um conjunto das melhores práticas focadas na preservação ambiental, responsabilidade social e transparência empresarial.   ‍ Com origem em um Relatório da ONU, lançado em 2004, as práticas de ESG estabelecem algumas ações, como: Preocupação com a emissão de poluentes através da atividade da sua empresa, busca por alternativas sustentáveis, gerenciamento do lixo produzido, do aspecto ambiental; Respeito às leis trabalhistas, promoção de boas condições de trabalho que valorizem um ambiente agradável e seguro, apoio à diversidade e inclusão, atuação ativa e cuidado com a comunidade na qual a empresa está inserida e posicionamento em relação a causas sociais e ativistas, do ponto de vista social;  Quando falamos das boas práticas de governança, abrangemos políticas de controle de processo, transparência a fim de combater atividades corruptas e comprometimento ético e moral com todos os funcionários e stakeholders.  ESG e Marca: onde se encontram? De bate pronto, podemos afirmar que uma política de ESG é uma forte ferramenta de construção de reputação, afinal, empresas preocupadas com o ambiente em que estão inseridas, indo muito além do lucro obtido, abrilhantam os olhos dos consumidores e do mercado, já que percebem uma certa empatia e um olhar mercadológico sustentável.  ‍ Afinal, uma empresa que constrói o seu império desrespeitando a comunidade em que está inserida, o meio ambiente e os seus stakeholders é uma empresa sem futuro, sem mercado consumidor e sem a reputação necessária para se manter operante.  ‍ A partir do momento que você alia a sua estratégia de marca, a comunicação dos pilares e valores da empresa, com práticas de ESG, diversas áreas são impactadas. Confira a seguir: ‍ Recebimento de investimentos Foi-se o tempo em que investidores queriam saber apenas sobre reportes financeiros e uma projeção de lucro. Com isso, o olhar atento de quem investe passou a analisar diversas outras searas de uma organização a fim de atestar a capacidade dela de ser sustentável.  ‍ Dessa forma, além dos aspectos básicos de ESG, principalmente quando falamos das práticas de governança, a fim de evitar crises de imagem, escândalos e punições financeiras por parte dos reguladores, os investidores também prestam atenção na consequência da adoção de políticas de ESG.  ‍ Como já ressaltamos, práticas ESG contribuem muito na construção de reputação de uma empresa, na forma como ela é percebida pelos consumidores e investidores e também na capacidade de gerar retorno.  ‍ Além  disso, existem fundos de investimento movidos por empresas com propostas sociais interessantes, que busquem solucionar dores latentes do planeta e que utilizem o dinheiro investido para propor soluções criativas que ajudem alguma parcela da população.  ‍ Percepção dos consumidores Na mesma seara da construção de reputação, o estímulo a práticas ESG e um discurso alinhado com tal são ferramentas chave na conexão com seu público e melhora na percepção, já que conversam diretamente com o sentimento dos consumidores.  ‍ Isso faz com que haja um sentimento de inclusão e pertencimento, principalmente quando falamos de ações voltadas para o social e ativismos, o que culmina em um público mais engajado com a sua marca.  ‍ Além disso, como consequência, essa melhora na percepção do público, como um todo, acaba respingando no employer branding da marca, aumentando o desejo de se trabalhar nesse ambiente.  ‍ Benefícios monetários Para finalizar, e, falando especificamente do viés de governança e transparência, tais práticas de ESG contribuem para uma redução no pagamento de impostos e, em alguns casos, até mesmo isenção.  ‍ Em outra ótica, a melhora na percepção do público sobre a sua empresa também contribui para o aumento nos lucros.  Cuidados com uma comunicação ESG Querendo ou não, as práticas de ESG são conteúdos de marca, que favorecem a imagem institucional de uma empresa e que, normalmente, caminham juntas com os pilares e valores cultivados dentro desse ambiente corporativo.  ‍ Mas, da mesma forma como são aliados na construção de uma reputação mais sólida e admirada pelos seus consumidores, também podem ser inimigos caso a estratégia desenhada por trás vise apenas o benefício financeiro das empresas.  ‍ Vale ressaltar que desenvolver estratégias alinhadas com as práticas de ESG precisa ser um trabalho genuíno, que não seja incentivado apenas em prol da tendência ou para manipular os seus consumidores. Tal comportamento pode receber o nome de de greenwashing – quando voltada para iniciativas ambientais – e é altamente prejudicial à imagem da empresa.  ‍ É nítido para os consumidores, principalmente aqueles mais atentos que configuram a nova geração, quando uma empresa utiliza de pautas sociais, ambientais e de governança apenas para se beneficiar e lucrar. Afinal, ser uma empresa ESG vai muito além do discurso.  ‍ Então, a ausência de uma cadeia de ações, que abranjam o cuidado com a comunidade na qual a empresa está inserida, cuidados com o impacto ambiental e práticas de transparência, denunciam a falta de veracidade dessa narrativa.   Como melhorar a sua reputação a partir das práticas de ESG Confira a seguir algumas dicas de como comunicar as suas práticas de ESG a fim de melhorar a percepção do seu público e construir uma reputação mais sólida.  ‍ Tenha um diagnóstico completo da maturidade da sua empresa em relação ao ESG, a fim de entender as suas forças e fraquezas neste assunto e comunicar tais práticas da forma correta; Conscientize os seus funcionários, principalmente líderes. A mudança precisa vir de dentro e estar enraizada na cultura organizacional o bastante antes de se tornar um assunto público. Dessa forma,

Reputação para Fintechs: por que umas precisam mais do que outras?

No dinâmico cenário das fintechs, a construção e preservação da reputação de marca emerge como um componente crítico, definindo o sucesso ou fracasso desde o primeiro contato com o mercado. O desafio é amplificado ao considerarmos a tradicionalidade ainda presente no mercado financeiro brasileiro.  Segundo a Pesquisa Fintech Deep Dive 2023: 56% das empresas estão voltadas apenas para o segmento B2B, que é mais rentável.  6% pretende dar foco exclusivo em B2C, em 2022 o percentual era 10%. Os números sinalizam uma mudança de preferência que pode ser motivada pela alta competitividade do setor com o surgimento de novas fintechs o tempo todo. Ao mesmo tempo em que startups financeiras nascem, grandes bancos criam suas próprias vertentes digitais. O mercado, portanto, se torna altamente competitivo. Então, como driblar essas dificuldades competitivas para: ‍ 1º: se destacar dos competidores 2º: competir com líderes de mercado 3º: conquistar sua própria base de consumidores ‍ O movimento torna a gestão da reputação crucial, especialmente quando a proposta da marca é disruptiva. Quando começar a investir em reputação para fintechs? Dá para supor que a necessidade de investir em reputação começa desde o primeiro dia da fintech. As estratégias de RP da marca orientam a sua consolidação, impactando diretamente a sua capacidade de atrair os usuários para alcançar os próximos patamares de crescimento.  A ausência de uma narrativa robusta e positiva no estágio inicial pode ser um obstáculo significativo para atingir o tão almejado boom de usuários. A batalha pela conversão e retenção desses usuários exigirá não apenas inovação tecnológica, mas também uma imagem sólida e confiável. Reputação para atrair investidores A resistência ao investimento de risco tem influenciado a dinâmica do mercado, resultando em uma maior seletividade na concessão de aportes. No entanto, mesmo diante desse cenário, observa-se que o segmento de fintechs tem demonstrado melhores resultados em comparação com as startups em geral, enfrentando de maneira mais atenuada os impactos da escassez de fundos. Ainda segundo a Pesquisa Fintech Deep Dive 2023: ‍ Houve um aumento de 41% para 45% no número de fintechs que obtiveram recursos entre 2021 e 2022.  E crescimento de 21% para 31% no percentual das que conseguiram captar mais de R$10 milhões no mesmo período. ‍ Nesse contexto, torna-se evidente a importância estratégica das relações públicas para fintechs. O fortalecimento da imagem e reputação dessas empresas pode desempenhar um papel crucial na captação de recursos, potencializando ainda mais a boa vontade do investidor, considerando o trabalho feito para melhorar a reputação da marca e, consequentemente, a confiança nela. Investir em uma abordagem proativa de relações públicas pode não apenas mitigar eventuais preocupações quanto ao risco, mas também posicionar a marca de maneira mais atrativa aos olhos dos investidores. Desafios em conseguir investimento ‍ Conseguir capital para impulsionar o crescimento é um dos maiores desafios enfrentados pelas fintechs. Em 2023, 26% dos negócios apontam a falta de exposição da marca como um fator determinante na busca por financiamento, destacando a necessidade de conquistar visibilidade no mercado. ‍ Neste contexto, as relações públicas se demonstram uma ferramenta estratégica e eficaz para enfrentar esse desafio. A exposição da marca na imprensa melhora a confiança dos investidores e a criação de uma imagem sólida e positiva no cenário competitivo do setor. Veja alguns exemplos de reputação para fintechs: ‍ Experiências reais que moldaram a reputação: ‍ O exemplo mais conhecido de estratégia de posicionamento e reputação nesse nicho é o do Nubank, que ao se lançar no mercado, adotou uma abordagem proativa de comunicação. Eles organizaram eventos de lançamento e participaram de entrevistas, destacando a simplicidade e transparência de seus serviços. A estratégia funcionou, conquistando a confiança dos early adopters e consolidando a reputação do Nubank como uma vanguardista. Abaixo, conheça alguns cases de sucesso da MOTIM que, assim como esse do Nubank, conseguiram se estabelecer no mercado usando a estratégia de relações públicas. Nomad Global: crescendo 30% ao mês ‍ A Nomad é a fintech para os brasileiros que querem simplificar a vida financeira global, criada com o propósito de facilitar o acesso ao mercado internacional para o brasileiro que busca mobilidade e liberdade. A estratégia de RP focada em incluir os aportes recebidos pela marca na comunicação ajudou a marca a ganhar ainda mais credibilidade e crescer mais de 30% ao mês. Esses aportes foram usados como timing para falar sobre o posicionamento e gerar valor, aumentando sua percepção de transformação no mercado. Os resultados em imprensa alcançaram mais de 1,2 bilhões de pessoas entre 2021 e 2022. Transferbank: de desconhecida, para player de mercado Há apenas 3 anos no mercado, o Transferbank se transformou em uma das principais soluções de transferências internacionais do Brasil, sendo reconhecido por sua transparência, agilidade, economia e autonomia.  Sua necessidade de impulsionar a reputação era para sair do anonimato, conquistando primeiro a credibilidade dos usuários e em seguida a autoridade do mercado com competidores já estabelecidos. Para isso, foi criada uma estratégia dividida em duas fases:  ‍ 1ª: A exposição rápida em um veículo de alta repercussão 2ª: Promoção da imagem do porta-voz da marca como autoridade em temas relacionados ao dólar e remessas internacionais. ‍ Em apenas três meses, foram mais de 365 publicações na mídia que aumentaram em 8.000% os usuários da Transferbank, que era, até então, desconhecida. ‍ Como sair na Imprensa? Reportagens positivas, entrevistas com líderes e menções em artigos especializados contribuem para a construção de uma narrativa pública positiva em torno da fintech, tornando-se uma peça-chave na construção de uma reputação sólida e duradoura. Para alcançar a cobertura desejada e a reputação, é possível adotar diversas estratégias efetivas. Possuir uma agência de relações públicas a frente desse trabalho vai garantir relacionamentos sólidos com jornalistas especializados no setor, além de facilitar a divulgação de notícias e conquistar a atenção da mídia.  A MOTIM é especialista na construção e manutenção da reputação de diversos negócios disruptivos. Nosso catálogo de clientes possui startups de diversas áreas, incluindo fintechs. Queremos ajudar você a acelerar o seu negócio.  Peça um diagnóstico e

RP baseado em dados: saiba como criar uma estratégia de relações públicas usando métricas

Diante de diversas estratégias de comunicação e tendências do marketing, saber o que realmente é efetivo e tem resultado é a chave do sucesso. Não basta apenas acompanhar as métricas de determinadas campanhas, é preciso ir a fundo no estudo de como determinada ação impactou os seus ponteiros de negócios, principalmente quando falamos dos dados de relações públicas, afinal, sim, eles estão diretamente ligados. ‍ É a partir dessa máxima que surge o chamado Data Driven PR, ou RP baseado em dados. Essa abordagem coloca a análise de dados e métricas no centro da estratégia, sendo ela a responsável pelos próximos passos da equipe responsável pelas relações públicas. Vem saber mais sobre:  O que é RP baseado em dados? Em suma, um PR baseado em dados é aquele que acompanha dados e métricas e utiliza os insights obtidos através dos números para enriquecer a estratégia de relações públicas. Na prática, você pode acompanhar a quantidade de acessos que determinada matéria teve, alcance, ou quantos veículos de comunicação compraram a sua pauta.  ‍ Mas, apesar de ser um movimento com certa relevância, o data driven PR ainda é um campo bem incipiente. Se compararmos com a análise de métricas das redes sociais ou campanhas de mídia paga, por exemplo, temos uma quantidade mais tímida de percepções e dados a analisar.  ‍ É preciso também tentar construir robustez para os dados coletados e ir além do raso. Por exemplo, nem sempre uma alta taxa de impressões significa sucesso da ação, já que o sentimento das pessoas em relação a essa matéria pode ser negativo e exatamente por isso que o aquilo “viralizou”. A lógica de “falem bem ou falem mal, mas falem de mim” nem sempre é válida quando pensamos na construção de reputação – que é de longo prazo. O importante é aliar dados quantitativos aos qualitativos e ter, de fato, um relatório que represente a realidade. ‍ Qual a importância de criar uma estratégia de relações públicas orientada a dados?  Um RP baseado em dados é um RP estratégico. É a criação de conteúdo de forma a impulsionar os seus clientes e melhorar o sentimento e a relação deles com as marcas e personalidades.  ‍ Através de um trabalho rebuscado de análise de dados e métricas, você consegue gerar maior impacto com menor esforço, já que passa a entender exatamente quais inserções trazem maior resultado e atingem os objetivos na construção de narrativas e reputação. Além disso, esse acompanhamento te ajuda a prever possíveis crises ou estratégias que não forem tão bem sucedidas, assim você consegue mudar a rota antes que seja tarde demais.  ‍ É importante também que você analise o comportamento dos seu público-alvo através desses dados, entendendo o que é bem recebido e o que precisa ser alterado para aumentar a audiência qualificada e aumentar, o máximo possível, a conversão dessas pessoas. Dicas para criar uma estratégia de RP baseada em dados  Agora que você já sabe o que é um RP baseado em dados, ou data driven PR, vamos partir para o tático e colocar a mão na massa. Juntamos aqui algumas dicas de como criar uma estratégia bem estruturada usando métricas como base:  ‍ Estabeleça métricas de acordo com os objetivos de cada cliente Muito mais importante que ter um pacote de métricas bem estruturado e seguir esse direcional como um roteiro, é adaptar cada um dos parâmetros para a realidade do seu cliente.  ‍ Empresas são diferentes e elas têm objetivos diferentes ao contratar um parceiro de relações públicas, por isso, não existe padrão e nem certo ou errado na metrificação dos resultados. Para determinadas empresas, saber a quantidade de visualizações de uma matéria já basta, porém, é possível que você se depare com clientes que queiram métricas mais parrudas ou traduzidas para uma linguagem mais mercadológica.  ‍ Também é válido entender o momento do cliente, se ele está na fase inicial buscando os primeiros clientes e tentando criar autoridade e credibilidade ou então se ele já é mais maduro e quer aumentar a gama de consumidores.  ‍ Escolha bem os veículos parceiros No mesmo sentido do tópico anterior, de nada adianta desprender energia com ações que não fazem sentido para os seus clientes. Aqui, vale analisar se os veículos que você está buscando conversam diretamente com o público-alvo da empresa ou personalidade que você representa.  ‍ E não se apegue apenas a tamanho e questões como “top tier”, às vezes, veículos de menor porte vão gerar resultados mais impactantes e movimentar mais os ponteiros de negócio, pois é através deles que consegue-se um maior controle das mensagens-chave da sua marca, com um público totalmente alinhado. ‍ É por esse motivo que a análise do público-alvo é imprescindível, te levando a compreender exatamente quais veículos atacar.  ‍ Esteja antenado às tendências Fique sempre em alerta sobre os assuntos em alta no momento e busque manter o seu olhar apurado para entender como conectar os seus clientes com essas pautas. Essas são boas oportunidades para aumentar o awareness de quem você representa, atingindo cada vez mais pessoas e posicionando-os frente a tópicos de alta importância.  ‍ Utilize pesquisas de mercado Reforçando o último ponto, é de extrema importância se manter atualizado e antenado no que rola no mundo para que a sua estratégia participe e entre nas conversas em alta. É nesse sentido que você deve procurar pesquisas de mercado ou qualquer outro material rico que mostre o comportamento dos consumidores, tendências para o futuro e por aí vai.  ‍ A MOTIM lançou, no final do ano passado, uma pesquisa de profundidade sobre o mercado de inovação e a sua relação com as relações públicas. Vem conferir: https://www.motim.cc/blog/pesquisa-nacional-impacto-de-relacoes-publicas  ‍ Fique sempre de olho no Share of Voice Existe uma métrica muito usada pela nova geração dos profissionais de relações públicas chamada Share of Voice. Em resumo, é a porcentagem de cobertura do seu cliente na imprensa.  ‍ O cálculo é feito com base na análise e acompanhamento do setor de atuação do seu representado,

Por que scaleups devem investir em reputação? Conheça 5 estratégias

Hoje em dia a reputação é importante para qualquer tipo de empresa, inclusive para as scaleups. Mas, sabemos que esse é um tipo de ação que as marcas não costumam investir muita energia, geralmente negligenciado em função de estratégias de performance e ações mais voláteis, que trazem números expressivos pontuais, mas não duradouros.  Durante esse artigo vamos entender mais sobre as estratégias que podem ser colocadas em prática para esse porte de empresas, afinal, a reputação se faz importante desde os estágios iniciais de um negócio. O que são scaleups? Como o próprio nome já diz, scaleups são empresas que estão escalando, ampliando o seu negócio e inovando, é claro. No mundo existem mais de 100 mil scaleups, enquanto no Brasil existiam 14.792 desses empreendimentos em 2023, segundo o Relatório ABStartups 2023. Segundo a OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – é entendido que o conceito de scaleup é representado por uma empresa que cresceu pelo menos 20% ao ano durante 3 anos seguidos, e ao longo desse período deve ter pelo menos 10 funcionários. É fácil confundir o conceito e simplesmente pensar que é uma empresa de crescimento alto e rápido. Por isso vamos aprofundar um pouco mais. Uma das propriedades nós já conhecemos, o crescimento acelerado, tanto em receita, clientes e até serviços. E a ideia é que esse crescimento seja feito em larga escala. Outra característica é sua cultura inovadora, a busca por novidades e soluções disruptivas. Afinal, a empresa vai precisar se manter antenada para acompanhar a concorrência e sustentar esse crescimento. Normalmente essa modalidade de negócio acompanha uma liderança visionária – e determinada – que podem se tornar porta-vozes, agregando no reconhecimento da empresa, que também é uma característica da modalidade. Mais um ponto que é importante ressaltar: scaleups não necessariamente precisam ser empresas de tecnologia, mas, em sua maioria, são. A distribuição no setor é bem grande, mas a área de TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação – tem 44% dos negócios, enquanto Serviços conta com 32% e a Indústria com 16%. Diferença de scaleups e startups A confusão entre scaleups e startups é muito comum, mas isso não vai ser um problema para você, pois a gente te explica. Esses dois tipos de empresas têm como principal aspecto a inovação e o potencial. O que as difere é o estágio de desenvolvimento. Uma startup é uma empresa em estágio inicial, que busca validar o seu modelo de negócio, e isso acaba sendo acompanhado por um crescimento instável, que leva a riscos mais altos. Enquanto o modelo de scaleups se encontra em um estágio mais maduro de crescimento, buscando escalar o seu negócio, tomando forma de maneira consistente, sustentável e rápida. Uma startup não é uma scaleups, mas pode vir a se tornar. Por que investir em reputação? Se scaleups tem o desafio de ampliar o negócio, é preciso que mais e mais pessoas as conheçam. Por isso, reputação é primordial. E por que isso é importante para esse tipo de empresa? Reputação é um conceito que está ligado a credibilidade e autoridade – mas não é um sinônimo – e trabalhando em cima desse ponto você consegue fortalecer o seu posicionamento como referência diante do público. Além disso, focando em construir sua notoriedade, é possível que isso atraia não só clientes, mas também abra novas portas, como possíveis investidores e parcerias, algo tão crucial nesse momento de construção e ganho de escala de qualquer negócio. Falando em clientes, fazer uma boa gestão de reputação pode trazer efeitos na fidelização, principalmente quando levamos em consideração que a marca pode impactar na decisão de um cliente. Outro ponto que mostra a importância da boa integridade de uma scaleup, é a possibilidade de se defender e amortecer os impactos de uma crise. Ela é quem garante que os danos gerados à imagem da marca sejam muito intensos.  A fidelização mediante um histórico de qualidade e confiabilidade, faz com que os clientes estejam mais propensos a dar o benefício da dúvida durante crises. 5 estratégias para elevar a reputação de scaleups Tendo tudo isso em vista, separamos 5 estratégias para scaleups trabalharem suas reputações! Continue lendo: 1 – Posicionamento da liderança Essa definitivamente é uma das estratégias mais poderosas para empresas, especialmente para as scaleups que precisam fazer um posicionamento assertivo, podendo aumentar sua visibilidade, autoridade e a confiança do público na marca.  Para que isso seja atingido é importante que a liderança da marca apareça nas redes sociais e na grande mídia, humanizando sua figura, tornando-a acessível e sendo porta-voz até mesmo dos argumentos de vendas do produto/serviço oferecido. Por exemplo, com uma boa presença nas redes sociais, em especial o LinkedIn – onde é possível fazer networking e se destacar em sua área de atuação – a liderança pode se tornar um especialista, sendo um tipo de referência quando falamos de conhecimento em determinada área. Além disso, pode amplificar a mensagem da empresa, como sua visão e valores, assim como fazer uma diferenciação da concorrência. 2 – Engajamento com a comunidade Seus clientes são sua comunidade! Faça ela trabalhar em prol da sua marca. Essa também é uma ótima forma de acelerar a sua reputação, com uma tática de engajamento em comunidades digitais, proporcionando diferentes experiências e vivências para quem já acompanha a marca na internet. E dentro dessa estratégia é possível pensar em formas de fazer com que a sua própria comunidade se torne um motor para alavancar a sua reputação. Isso acontece porque nós sempre queremos indicar coisas boas para quem conhecemos, e daí surge o marketing boca a boca. Mas para que isso aconteça de forma natural, é preciso trabalhar o senso de comunidade, que pode ser construído a partir de métodos como: Member get member; Programas de cuponagem; Fóruns no WhatsApp; Estratégias para criar relacionamento. 3 – Desenvolvimento de relacionamento com a imprensa Um tipo de prática que não pode faltar em nenhuma empresa é o relacionamento com a imprensa. Afinal, quem não quer sair em

Share of voice: por que monitorar a participação de sua marca no mercado?

Uma prática fundamental para as marcas é o monitoramento do Share of Voice, ou SOV, como também é conhecido. É uma métrica poderosa para empresas que buscam construir uma reputação no mercado em que atuam e entender como suas marcas estão posicionadas frente a outros concorrentes. Vamos nos aprofundar mais neste assunto, para entender conceitos e sua aplicação prática. O que é share of voice? O termo “share of voice” pode ser traduzido como “participação de voz” de uma marca. Mas, muito mais que um termo, trata-se de uma métrica utilizada para quantificar a presença e/ou participação de uma marca quando comparada aos seus concorrentes em um determinado espaço – geralmente na imprensa. De forma mais simples e prática, é uma maneira utilizada para medir o volume de matérias e publicações realizadas na imprensa e que citem ou falem sobre a sua empresa em forma de porcentagem. Na área de relações públicas e na assessoria de imprensa é usado como uma das formas de avaliar a visibilidade e o impacto da reputação da marca em seu nicho. Por exemplo, considerando todas as publicações de fintechs na imprensa, quantas delas falam sobre determinada empresa? E quantas falam sobre suas concorrentes? Esse número, em porcentagem, mostra o SOV. É interessante se manter com o maior número possível de share of voice, para garantir que sua marca esteja estampada em mais locais do que as outras. Para fazer o cálculo dessa métrica tão importante é necessário levar em conta a presença da sua marca na mídia e a visibilidade total dos concorrentes no mercado. Existe uma fórmula para isso: Share of Voice = visibilidade da marca / visibilidade total do mercado X 100 Então quanto maior o SOV, mais atenção sua marca está capturando dentro do mercado, com mais pessoas discutindo e mencionando sua marca com mais frequência. O que pode resultar em um aumento do conhecimento da marca, uma interação mais significativa com o público e, em última análise, um impulso nas vendas. Por que é importante? A métrica do share of voice é muito importante para uma marca que quer construir a sua reputação. Através do SOV é possível medir a sua presença no mercado, permitindo que as marcas entendam sua posição em relação aos seus concorrentes. É uma medida quantitativa do espaço que sua empresa vem ocupando, podendo auxiliar a entender mais sobre a sua competitividade. Outro ponto que torna esse indicador tão importante é a possibilidade de analisar a visibilidade da sua marca. Quanto maior o SOV, mais pessoas estão vendo e falando sobre você, e, ao mesmo tempo, devemos levar em conta a média de visitantes do portal em que você está presente. Uma maior participação de voz muitas vezes está relacionada a um maior engajamento do público. Algo que acontece quando a marca está mais presente na mente dos consumidores e torna-se mais propensa a receber interações, comentários e compartilhamentos nas mídias sociais e em outros canais. Para quem quer passar a investir em reputação, essa mensuração pode servir como direcional para as campanhas de relações-públicas e assessoria de imprensa. Entenda o que é a reputação de marca e como construir a sua! ‍

PR para startups: como acelerar a captação de investimentos

É comum que as pessoas interpretem as relações públicas apenas como um canal de comunicação com os seus públicos finais. Mas, principalmente quando pensamos no PR para startups, a imprensa e os jornalistas são peças fundamentais para fomentar o relacionamento com outros grupos estratégicos, como stakeholders, parceiros e – principalmente – investidores.  ‍ Em relação a essa última parcela, trabalhar a imagem da sua marca frente a formadores de opinião é o que garante redução da percepção de risco por quem pretende injetar dinheiro na sua empresa. Quer entender melhor como funciona o PR para startups e quais as vantagens, principalmente na captação de investimentos? Acompanhe a seguir:  ‍ Leia mais: Como construir reputação para startups em busca de investimento? O que é PR para startups? De modo geral, o PR para startups não se diferencia tanto das outras estratégias de relações públicas para empresas e companhias que operam em formatos diferentes. Da mesma forma, a disciplina busca promover uma marca, produto ou serviço mudando a percepção que determinado público tem sobre aquilo, de forma positiva.  ‍ A ideia é que o PR funcione de forma semelhante ao marketing tradicional, divulgando e vendendo algo, porém em um lugar de influência, construção de autoridade, de forma com que a decisão de compra seja ancorada pela imprensa, tida como credível e confiável. ‍ Quando pensamos nas relações públicas voltadas para startups, usamos a máxima acima, com adaptações que construam uma estratégia mais conectada aos objetivos da marca.  Ainda assim, a disciplina prevê uma construção de imagem positiva da marca, influenciando relacionamento e conexão com todos os públicos de interesse, a fim de contribuir com o crescimento do negócio.  ‍ Quais as diferenças para as relações públicas tradicionais?  É importante estabelecer paralelos, principalmente, em relação ao público que a empresa busca atingir e as metas de médio e longo prazo. A título de exemplo, empresas mais consolidadas, já não precisam mais justificar os seus produtos e serviços e muito menos letrar o público consumidor sobre.  ‍ Ao pensar em startups, movidas a um crescimento acelerado e a oferta de soluções disruptivas e inovadoras para  o mercado, é necessária uma camada de educação do público consumidor antes de que eles estejam prontos para comprar. É nesse momento que o PR se faz diferente.  ‍ Da mesma maneira, startups e empresas de inovação estão em um estágio muito favorável à captação de investimentos para que o negócio cresça e escale. Por isso, é importante que a assessoria de imprensa volte os seus esforços a fim de conversar com investidores e públicos-chave para a sustentabilidade.  Quais os benefícios de investir em uma estratégia de RP para startups? O mercado atual, apesar do conhecimento sobre estratégias de comunicação, ainda vê essas ações como luxo ou, no mínimo, de forma desconexa com o negócio, como um todo.  ‍ Elas ignoram que o maior benefício de contar com uma estratégia de relações públicas – seja ela para negócios em ascensão, como startups, ou outros mais consolidados – é ter uma comunicação pronta para te aproximar dos seus objetivos de negócio.  ‍ Confira, a seguir, alguns benefícios de contar com PR para startups:  ‍ Aumento de visibilidade e credibilidade Um dos benefícios mais batidos – e importantes – quando falamos da atuação do PR. A disciplina, por trabalhar com veículos de alta divulgação, funciona como uma expansão do seu topo de funil. Dessa forma, você atinge uma quantidade maior de pessoas, de forma mais aprofundada, com matérias institucionais, e em parceria com canais de comunicação credíveis.  ‍ Do ponto de vista da credibilidade, esse é um dos principais ganhos de trabalhar com a imprensa já que não é um trabalho de autopromoção, como acontece com o marketing e os seus derivados, como redes sociais e mídia paga. O PR atua em um processo de osmose, na qual a referência e autoridade de um veículo acaba transbordando para a marca.  ‍ Principalmente quando pensamos em negócios ainda early stage ou em fase embrionária, essa é uma ótima solução para que o seu projeto de go to market tenha maior aderência e seja mais bem sucedido.  ‍ Redução de custos com marketing e comercial  O PR funciona como um lubrificante das engrenagens do seu negócio, de forma que desafoga todos os times que estão no front, os mais responsáveis por aumentar a receita, como o Comercial, Revenue e Marketing.  ‍ Quando pensamos no marketing, a ideia é que a sua marca pare de depender da aquisição ativa de clientes, seja através de mídia paga ou de esforços em social, CRM e outras frentes. O seu cliente – uma vez que te conheceu através de veículos de renome e que tenha construído uma relação com você através dessas inserções – passa a te procurar, por iniciativa própria, já com uma maior confiança na sua marca e soluções.  ‍ Esse ponto nos leva a contribuição com o comercial, que normalmente enfrenta uma quantidade maior de objeções, que tornam o funil mais longo e truncado, principalmente se olharmos da ótica de que startups propõem soluções alternativas, com um processo mais longo de convencimento. No cenário das B2B, essa situação só se agrava mais, fazendo com que o investimento em PR seja ainda mais necessário.  ‍ Aproximação com públicos de interesse e objetivos de negócio Quando o PR é pensado estrategicamente, ele deixa de ser apenas sobre visibilidade — e passa a ser sobre acesso. Acesso às conversas certas, aos públicos que influenciam o crescimento e às oportunidades que impulsionam o negócio para o próximo estágio. ‍ A comunicação tem o poder de abrir portas. Ao construir uma narrativa clara sobre o propósito, o diferencial competitivo e o potencial de expansão da sua marca, você não só informa – você conecta. E essas conexões são o que aproximam o negócio de seus objetivos reais: atrair parceiros, conquistar confiança e gerar desejo de participação. ‍ É assim que o PR se torna uma ponte entre reputação e resultado: ao traduzir a ambição da marca em histórias

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