O que é brand publishing?
As estratégias de marca buscam construir narrativas cada vez mais protagonizadas pelas empresas, tornando-as donas de suas narrativas e parando de depender exclusivamente da mídia tradicional ou da repercussão dos consumidores. Com isso, o chamado brand publishing ganha força nos times de marketing e correlatos, tornando o canal proprietário da marca como principal canal de comunicação com seu target. Vamos entender mais sobre isso? O que é brand publishing? É conhecido como brand publishing a estratégia na qual a marca se torna responsável pela publicação de conteúdos sobre a empresa em seus canais proprietários e deixa de depender dos veículos tradicionais, como a imprensa. Mas, muito mais do que apenas transformar a sua empresa em produtora de conteúdo ou heavy user das redes sociais, essa disciplina envolve um esforço muito maior de planejamento e distribuição de conteúdo, gestão de dados e interação de todos os canais utilizados. Ou seja, partindo para um viés mais figurado, é como se a sua marca se tornasse um veículo de comunicação nichado – como outro qualquer – que oferece conteúdo de qualidade acerca de um tema, mas que, no final das contas, está promovendo uma marca/empresa através daquele assunto. Nesse sentido, utilizar da estratégia de brand publishing é construir uma cadeia de produção de conteúdo que reforce a figura protagonista da sua marca e construa narrativas cada vez mais alinhadas com os objetivos do negócio. Para finalizar, quando falamos de brand publishing, é bem possível que esse termo esteja atrelado ao conceito de “comunicação desintermediada”, fazendo referência ao caráter independente da mídia que os brand publishers possuem. Por que investir em brand publishing? O brand publishing surge como um diferencial competitivo para as marcas, já que, ao assumirem o controle de suas narrativas e passarem a ser o principal canal entre marca e consumidores, eles conseguem reforçar sua posição de autoridade e credibilidade. Com esse reforço, trabalhado na produção de conteúdo de qualidade sobre o nicho de atuação, a marca passa a ganhar reconhecimento e a disputar o espaço de referência frente aos concorrentes. Além de gerar awareness de marca, essa estratégia ainda garante uma redução do funil de vendas, já que o processo de convencimento passa a ser mais natural. Quais as principais etapas para transformar uma marca em brand publisher? Transformar a sua marca em uma brand publisher é um processo que vai muito além da produção de conteúdo por si só – apesar de esta atividade configurar uma etapa importante na publicação independente da mídia. Dito isso, confira a seguir algumas das principais etapas na transformação da sua empresa em brand publisher e saiba como colocar em prática essa estratégia: Estudo e planejamento Para se tornar referência no seu nicho de atuação, é fundamental o entendimento completo das dores e necessidades do seu público, já que você vai criar uma plataforma de conteúdo útil e resolutivo para o seu target. Com isso, entender o comportamento dos seus consumidores e potenciais clientes é fundamental para ser cada vez mais assertivo nessa comunicação e realmente agregar valor. Nesse sentido, é importante definir questões de linguagem, linha editorial, canais, abordagens e todos os aspectos macro que irão nortear as publicações. A partir desse estudo, você conseguirá definir a mecânica do projeto, criando uma plataforma bem estruturada, com técnicas de SEO e melhorias na usabilidade do usuário, para abrigar os seus conteúdos. Produção de conteúdo Agora, depois de definido o projeto e os aspectos mais mecânicos, chegou a hora de produzir o conteúdo. A partir disso, é importante revisitar o estudo de público inicial para entender quais as principais dúvidas, dores e curiosidades, além de estabelecer o tipo de conteúdo que será produzido. Podemos dividir essas produções em três tipos diferentes de conteúdo, comumente utilizados no brand publishing: Hub: gera volume e consistência de publicações. É um conteúdo considerado intermediário no nível de conexão entre público e marca; Help: conteúdo útil, com maior tempo de relevância. É aquele tipo de postagem que é salvo pelos leitores para ser consultado posteriormente; Hero: são os conteúdos mais refinados, agregam valor em outro nível de utilidade e normalmente são postados com menor frequência dado a complexidade do que é ofertado. A título de exemplo, podemos citar campanhas, e-books e materiais ricos. Distribuição do conteúdo A distribuição do conteúdo é outra etapa que exige um certo planejamento e entendimento prévio de target, uma vez que canais diferentes impactam públicos diferentes e, principalmente, pessoas com diferentes noções e conhecimentos acerca da sua marca. Por isso, conceitos de funil de vendas (topo, meio e fundo) precisam ser aplicados no compartilhamento das postagens. Entenda quais canais conversam com cada público e, a partir disso, encontre o conteúdo ideal para o nível de aquecimento daquela audiência. Por exemplo, conteúdos ricos como e-books são ideais para o topo do funil, quando a pessoa ainda não conhece a sua marca e precisa estabelecer essa relação de confiança e credibilidade. Através de um conteúdo de alta qualidade, o potencial consumidor irá entendê-lo cada vez mais como autoridade. Alinhamento da comunicação Para finalizar, pensando em potencializar os efeitos da sua estratégia de brand publishing, é fundamental que você alinhe a comunicação de todos os canais, além de utilizar cada um da forma correta. Utilize da metodologia OSEP para isso e integre os conteúdos proprietários (owned), produzidos através do brand publishing, com mídia paga (paid) e técnicas de assessoria de imprensa e relações públicas (shared). Uma vez consolidada esse ecossistema de produção de conteúdo de qualidade, a sua empresa se aproxima cada vez mais da hegemonia da narrativa, podendo protagonizar conversas e fóruns que sejam alavancas de negócio. É através dessa presença, que coloca a sua empresa como líder de mercado, que se constrói reputação e credibilidade que funcionem como diferencial competitivo.
O que é brandformance e como construir
Brandformance é a estratégia que une branding e performance para fortalecer a marca enquanto gera resultados mensuráveis, como leads, conversões e vendas. O conceito vem ganhando espaço entre empresas que buscam o crescimento do negócio de forma mais estratégica. Criar uma marca que seja memorável para os consumidores, ao mesmo tempo em que entrega resultados tangíveis e mensuráveis na geração de valor, pode ser uma grande dificuldade. Se você se identifica, você não está sozinho: essa é uma necessidade de muitas empresas por aí. Por isso, vamos entender como funciona o branding de perfomance, uma fusão inteligente entre branding e performance que vem transformando a comunicação. Ao longo deste conteúdo, você verá o significado de brandformance, a importância da análise de dados no branding e como medir sucesso no branding. Confira! O que é brandformance? Brandformance é a união entre branding e performance, combinando ações voltadas para fortalecimento de marca com campanhas orientadas para resultados mensuráveis. Essa estratégia busca criar uma narrativa consistente e envolvente para o público, sem deixar de lado metas como geração de leads, aumento de conversões, vendas e crescimento do negócio. Ela é a convergência estratégica entre as áreas de um negócio que visam a criação de uma narrativa consistente e envolvente, ao mesmo tempo em que busca alcançar objetivos mensuráveis para orientar ações de marketing, construindo uma marca forte — a união do Branding com a Performance. O conceito de brandformance é relativamente recente no mercado, mas que já tem mostrado eficiência na conexão entre o reconhecimento da empresa e os parâmetros de eficiência. Branding O branding é a alma do negócio. É a forma como se posiciona, se comunica e se diferencia no mercado. Abrange desde a identidade visual até os valores e a missão que ela transmite. É a área responsável pela construção de uma narrativa consistente capaz de atingir o público-alvo, criando uma conexão emocional duradoura. No entanto, ele deve ser constante e de longo prazo. Mesmo uma marca famosa, como a Nike, perderá tudo que conquistou se sumir de repente. Performance O marketing de performance, por outro lado, envolve a análise de métricas, o acompanhamento e a otimização de estratégias para alcançar metas específicas do negócio. É a busca por resultados tangíveis e imediatos, como a geração de leads, conversões e vendas. Um ciclo que se retroalimenta Note que o propósito do branding é mais perene: fortalecer os laços entre consumidores e empresas, tendo resultados como reconhecimento e fidelização dos clientes. Enquanto a performance é mais volátil, agindo especialmente no ambiente digital onde dados são coletados ao longo de toda a jornada do consumidor viabilizando a análise das iniciativas de marca e a implementação de ajustes para maximizar seus efeitos. Se não há equilíbrio entre os dois, pode-se gerar duas situações: Situação 1: Sua performance é excelente, mas o branding deixa a desejar Imagine que sua presença online seja muito boa atraindo novos leads através dos anúncios, campanhas de email marketing, entre outros. No entanto, quando seu cliente chega aos canais oficiais e não encontra nada que o faça se conectar, ele vai embora. Mesmo que o indivíduo faça uma compra, não há garantia de que ele voltará a comprar, por que não foi estabelecido uma conexão que torne a marca memorável a longo prazo — assim, um concorrente com preço mais baixo, por exemplo, terá vantagem no futuro. A decisão de compra não veio da identificação, mas do acaso. E em algum momento, essa curva de aquisição vai parar de crescer, estagnar. Para recuperar os resultados e voltar a crescer, o branding precisa começar. Situação 2: Ótimo branding, mas sem performance Na hipótese oposta, a marca tem tudo que o cliente precisa para gerar uma conexão pessoal, mas nada que otimize a atração de novos leads e mensure os resultados. Neste caso, é como se você oferecesse uma grande festa mas não enviasse nenhum convite. Sempre deve haver alguém que encontre seu produto/serviço, mas, novamente, pelo acaso. Há relação complementar entre as áreas, uma vez que uma pode criar um vínculo emocional com o público, enquanto a outra valida e fornece mais informações por meio de resultados tangíveis. Quando alinhados, temos a tal brandformance capaz de potencializar o que os dois segmentos possuem de melhor. Saiba também: Você sabe criar a estratégia de comunicação da sua marca? A importância do data branding Data branding é a estratégia que utiliza dados, métricas e análises para orientar decisões de branding de forma mais inteligente e mensurável. Seu principal objetivo é entender o comportamento do público, acompanhar a percepção da marca e avaliar, em tempo real, o impacto das campanhas no mercado. O data branding permite que empresas desenvolvam ações mais precisas, personalizadas e orientadas por resultados, reduzindo decisões baseadas apenas em percepção. Entre suas principais características estão: o monitoramento contínuo de indicadores; a análise de comportamento do consumidor; a otimização constante das campanhas; e a capacidade de identificar rapidamente o que gera mais impacto para a marca. Não há para onde fugir: os dados são fundamentais na elaboração das estratégias de marca e determinar quais métricas refletem o progresso será o ponto zero das suas ações. A mensuração do branding no ambiente digital costuma ser complexa. No geral, para avaliar o nível de afinidade do consumidor e a reputação da marca são usados alguns parâmetros, como: volume de buscas em SEO; tom das menções nas redes sociais; e share of voice. Contudo, tais métricas nem sempre capturam integralmente o impacto de uma campanha, já que nem todas elas geram um aumento de buscas ou um número expressivo de elogios online. Nesse contexto, o data branding surge como uma abordagem mais flexível e otimizada para medir o alcance nos negócios, produtos ou serviços. Ao utilizá-lo, é possível obter uma precisão mais estratégica e observar imediatamente o retorno da campanha enquanto ela ainda está em andamento. Exemplos de brandformance Diversas marcas globais já utilizam estratégias de brandformance para fortalecer sua imagem enquanto geram resultados mensuráveis. O diferencial dessas campanhas está na conexão emocional,
O que é co-branding? Saiba como aplicar e conheça exemplos
No momento atual, há diversas estratégias de marketing que buscam aumentar a relevância das marcas e gerar awareness. Você pode, por exemplo, associar a sua marca com algum influenciador digital, se apossar de alguma trend do momento que converse com o seu público ou até mesmo promover alguma campanha de co-branding. Em resumo, o co-branding é a união de duas empresas, normalmente de nichos diferentes, mas que atingem públicos parecidos, em prol do lançamento de um produto ou serviço que seja a intersecção entre os dois. Ficou interessado? Então, vamos entender melhor essa estratégia a seguir! O que é co-branding? A estratégia de co-branding é pautada na aliança entre duas marcas que buscam atingir um cliente em específico. Muitas vezes, essas marcas já compartilham um público-alvo, principalmente quando falamos de produtos ou serviços que se complementam, mas, em alguns casos, essa parceria surge como forma de aumentar a quantidade de consumidores de ambas as empresas. Um exemplo de parceria entre marcas é a Nike e a Apple, que criaram o Nike+, uma iniciativa focada em trackear os dados de exercícios físicos a partir dos produtos da marca de vestimentas. Partindo do caso acima, uma ação muito comum é o lançamento de um produto ou serviço novo que una características das marcas. Podemos citar exemplos onde se usa um produto já existente de uma marca e o personaliza com a identidade visual de outra marca, ou até criações totalmente do zero. Para que serve o co-branding? Essa estratégia tem como objetivo aumentar o público consumidor e gerar credibilidade, já que duas empresas conhecidas e respeitadas valem mais do que uma. Como consequência, co-branding também gera buzz e coloca ambas as marcas em evidência. Por ser uma estratégia “win-win”, os dois lados da moeda ganham com a iniciativa. É possível criar ações de collab para unir os times de marketing e, com isso, crescer o budget — podendo até mesmo duplicar ou triplicar. A aceleração da reputação das empresas também acontece, já que elas passam a compartilhar a visibilidade que possuem separadamente. O co-branding também serve para criar um senso de exclusividade e urgência, já que muitas empresas vendem essas collabs por um curto período, fazendo com aquele produto seja um “item de colecionador”, gerando uma onda de compras movidas pelo medo de ficar de fora (FOMO – Fear of missing out). No meio de todas essas vantagens, é preciso também se atentar para que a estratégia de comunicação seja bem amarrada e não tenha um efeito contrário. Para isso, você precisa se aliar com empresas que preguem os mesmos valores que você e que possuam uma reputação bem trabalhada. Além disso, é preciso evitar que a sua marca acabe sendo diluída pela outra e passe a estar sempre vinculada. 5 exemplos de co-branding Para dar forma ao conceito de co-branding, separamos aqui 5 exemplos que podem te auxiliar na implementação dessa estratégia na sua empresa. Confira! Adidas + FARM Empresas de vestuário fornecem, normalmente, os melhores exemplos de co-branding do mercado, por isso é bem comum ouvirmos a palavra “collab” sendo utilizada no lançamento de coleções ou artigos em específico. Como exemplo, a Adidas e a FARM já trilham uma parceria de anos, com diversos itens que utilizam da diversidade de estampas da marca brasileira para customizar os itens com pegada mais esportiva. A mais recente colaboração aconteceu em 2022 e foi antecedida por outra parceria que contou com campanhas protagonizadas pela Lu, assistente virtual do Magalu. O Boticário + Bubbaloo Apostando na nostalgia, a O Boticário lançou uma edição limitada da sua linha de cuidados corporais com o aroma do chiclete Bubbaloo, que marcou a infância de grande parte do público consumidor da marca. As embalagens também ganharam uma roupagem especial, o que só reforçou o barulho que os produtos fizeram nas redes sociais. Carmed + Fini Seguindo o sucesso do exemplo anterior, a Carmed fez virou febre durante o ano de 2023 com o lançamento de hidratantes labiais aromatizados com o cheiro das famosas balas Fini. Com três versões da clássica bala de gelatina — bananinha, beijinho e dentadura —, a marca ganhou destaque entre os mais jovens ao investir em uma estratégia pesada de divulgação, principalmente no TikTok. Starbucks + Spotify Unindo duas paixões populares — café e música —, a Starbucks formou uma parceria com o serviço de streaming Spotify para entreter os clientes durante o tempo de permanência na loja. Para isso, todos os funcionários das unidades receberam acesso Premium à plataforma de música e criaram playlists personalizadas. Caso os consumidores gostassem das escolhas, eles poderiam acessar a playlist e ouvi-la de outros lugares. Havaianas e Dolce & Gabbana Trazendo o exemplo mais recente da lista, a Havaianas se juntou com a grife Dolce & Gabbana para lançar quatro modelos únicos que representam a intersecção entre o Brasil e a Itália. Os chinelos trazem estampas clássicas da marca de luxo (leopardo, zebra, desenhos de cerâmicas italianas e carreto siciliano) e foram um verdadeiro sucesso, esgotando em apenas 48 horas, apesar dos preços acima da média. Como fazer co-branding de sucesso Apesar de ser uma ótima estratégia para alavancar a sua marca, é preciso se atentar a algumas particularidades para que o tiro não saia pela culatra e você caia naquelas situações negativas que citamos anteriormente. Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas para que as suas ações de co-branding sejam efetivas. Escolha uma empresa que converse diretamente com a sua marca Como citamos anteriormente, o ideal é que as marcas que iniciem um projeto de parceria tenham alguns pontos em comum. Além de um público-alvo parecido, é preciso que haja um match entre valores e cultura, que vocês busquem defender as mesmas causas, e acima de tudo, que tenham portes e capacidades similares. As diferenças também precisam ser pesadas na balança. De nada adianta uma empresa conversar em diversos aspectos com a sua, mas não se posicionar frente a assuntos importantes para a sua marca ou então ter
Economia da atenção: o que é e como influencia os consumidores
Entenda o que é economia da atenção, como esse conceito surgiu e como as marcas disputam atenção nas redes sociais para alcançar seu público.
O que é o Founder Led Sales e como utilizá-lo?
Durante o processo de vendas, diversas são as estratégias usadas pelo comercial para realizar a conversão de um lead e fidelizá-lo. Mas, quando falamos de negócios B2B, no qual o ticket médio costuma ser mais elevado, é bem provável que haja uma certa resistência por parte dos clientes, o que acarreta em uma jornada mais extensa e com mais etapas de convencimento. E se a gente te dissesse que existe uma estratégia capaz de eliminar parcialmente essa hesitação através da adição da imagem ou presença do fundador da empresa ao funil de vendas? É sobre isso que vamos falar hoje com o founder led sales. Confira: O que é o founder led sales? O founder led sales (FLS) – do inglês, vendas lideradas pelo fundador – nada mais é do que uma estratégia que coloca o fundador de uma empresa no centro do processo comercial, sendo o responsável por conduzir o cliente nessa jornada de convencimento, de um pitch matador, até o aperto de mãos final de negócio fechado. Normalmente, o FLS é mais comumente utilizado nos estágios iniciais de startups e empresas de tecnologia, antes da estruturação de um time comercial parrudo, mas não exclusivamente apenas nessas condições. É válido ressaltar que, assim como o founder led marketing, o founder-led-sales também trabalha com o thought leadership como um dos braços de apoio na construção de reputação do fundador e na busca por geração de credibilidade, fatores esses capaz de aumentar o nível de confiança dos clientes e até mesmo posicioná-los como referência de mercado. Porque investir no Founder Led Sales? Como comentamos no início deste artigo, o FLS é um grande aliado no processo de vendas B2B ou de ideias disruptivas que possam sofrer resistência em um primeiro momento. Mas, elencamos abaixo algumas outras vantagens de investir nessa estratégia: Conhecimento profundo de produto e modelo de negócio Como parte desenvolvedora do produto e membro ativo de discussões sobre o modelo de negócio, é de se esperar que o founder seja uma das pessoas mais atualizadas e por dentro do que rola na empresa. Com isso, o pitch de vendas acaba sendo mais direto pelo conhecimento profundo do que está sendo apresentado. Dessa forma, o fundador já conhece os gargalos e possíveis objeções, sabendo exatamente como contorná-los. Paixão e comprometimento Partimos da premissa de que não existe ninguém mais empenhado por um negócio do que a própria pessoa responsável pelo seu surgimento. Dito isso, é de se esperar que o founder tenha diversos motivos e histórias para corroborar o surgimento da sua empresa e, somado a isso, ele consegue desenvolver essa narrativa com muito mais emoção, energia e paixão. Ao discorrer sobre propósito, valores e objetivos da empresa, o founder consegue contar o seu storytelling de uma forma mais interessante e cativante que qualquer time comercial recém contratado. Rede de contatos Via de regra, os c-levels e profissionais mais seniores costumam ter uma rede de networking mais vasta. Então, quando associamos o comercial de uma empresa ao seu fundador, isso quer dizer que a lista de contatos do founder passa a ser uma fonte rica de leads para a empresa. Além de possuir contato direto com um número considerável de possíveis clientes, o fundador pode pular etapas do funil de vendas como a sua apresentação, em alguns casos, a apresentação da empresa e do produto, e partir diretamente para a resolução da dor. Credibilidade como motor de negócio Uma das cartas na manga que fazem com que essa estratégia seja tão rica e capaz de gerar movimento no fluxo comercial é a credibilidade do fundador. Em muitos casos, alguns leads podem não querer falar com times comerciais, achando que pode ser perda de tempo, mas topariam conversar com os fundadores em nome do networking. Além disso, o posicionamento do fundador frente ao mercado – em palestras, presença em eventos, conteúdo produzido em suas redes sociais – corrobora a qualidade do produto ofertado, já que a imagem do founder está intrinsecamente ligada à empresa. Aqui, entramos de novo no mérito do thought leadership como alavanca de negócio. Quer saber mais sobre isso? Confira esse artigo aqui. Outro ponto importante que vale ressaltar é que o cliente se sente recebendo um tratamento exclusivo ao estar falando diretamente com uma pessoa de cargos mais elevados. O outro lado da moeda Apesar de estar permeado de benefícios, o founder led sales é uma estratégia que precisa ser utilizada com cuidado, já que o fundador vai receber mais uma tarefa no seu escopo que já é consideravelmente vasto. Pensando nisso, para que não haja pausas ou interrupções no processo de vendas, o planejamento precisa contar com planos B. Uma dica é a utilização do processo de founding sales como uma estratégia bônus, não como protagonista do processo de vendas. Dessa forma, a sua empresa garante o funcionamento do comercial, girando a manivela constantemente, e, de vez em quando, ganha uma forcinha de outra frente. Como funciona o Founder Led Sales na prática? O FLS basicamente funciona com o founder marcando presença em todas as etapas do negócio, desde o desenvolvimento do produto, para ter o entendimento puro de todas as camadas do que é ofertado, até realmente a efetivação das vendas. Descendo um pouco para o tático, o founder led sales é caracterizado principalmente pela busca e abordagem ativa dos leads, podendo ser através de redes sociais, e-mail, networking em eventos, marketing propriamente dito e muito mais. Depois, partimos para as primeiras reuniões com demonstrações do produto, apresentação da empresa e dos responsáveis por ela. Após o primeiro contato, inicia-se efetivamente as etapas de convencimento e exposição do produto como um todo. Aqui é quando as primeiras objeções começam a surgir e também a etapa que o fundador consegue utilizar a sua expertise para driblá-las. Não podemos nos esquecer também do processo de pós-vendas, garantindo que haja satisfação com o produto e que, caso haja algum
Growth marketing: o que é e como faz a marca crescer?

No cenário competitivo dos negócios modernos, as marcas estão sempre em busca de estratégias que impulsionem o crescimento e aumentam sua presença no mercado. Nesse contexto, o growth marketing emerge como uma abordagem estratégica que combina habilmente a busca por resultados de alto desempenho com a construção sólida de branding. Neste artigo, exploraremos o que é o growth marketing, como implementar essa estratégia e as principais diferenças entre growth marketing e growth hacking. O que é growth marketing? O growth marketing é uma metodologia que visa impulsionar o crescimento sustentável de uma marca, concentrando-se tanto na aquisição de novos clientes quanto no firmamento do engajamento contínuo dessa base. Portanto, ele atrai novos clientes, mantém um relacionamento com eles e os converte em consumidores de longo prazo, podendo até mesmo transformá-los em embaixadores do negócio. Para isso utiliza-se dados, análises e experimentação para identificar as melhores táticas a serem empregadas, permitindo que as equipes otimizem constantemente suas estratégias com base no desempenho real. Marketing tradicional x Growth marketing O marketing tradicional e o growth marketing possuem objetivos semelhantes, como gerar resultados para as empresas, porém se diferenciam principalmente na forma como as estratégias são planejadas e analisadas. O marketing tradicional costuma trabalhar com campanhas estruturadas e planejadas com antecedência, com forte foco em branding e posicionamento de marca. As ações buscam ampliar o reconhecimento da empresa no mercado, fortalecer sua imagem e construir relacionamento com o público ao longo do tempo, utilizando publicidade, mídia paga e relações públicas (PR). Já o growth marketing tem uma abordagem mais orientada por dados e experimentação. Nesse modelo, as estratégias são constantemente testadas e otimizadas com base em métricas e no comportamento do público. O objetivo é identificar oportunidades em diferentes etapas da jornada do cliente, ajustando as ações para melhorar os resultados. Qual a diferença entre growth marketing e growth hacking? O growth hacking é focado em experimentos rápidos e táticas criativas para gerar crescimento acelerado em curto prazo, geralmente com testes e soluções pouco convencionais. Já o growth marketing adota uma visão mais estratégica de longo prazo, utilizando análise de dados e ações em todas as etapas do funil para promover um crescimento sustentável. Growth marketing Growth hacking Ações de growth marketing O growth marketing funciona a partir de um processo contínuo de análise de dados, experimentação e otimização do funil de vendas. A estratégia busca identificar quais ações geram mais crescimento e melhorar cada etapa da jornada do cliente, desde a aquisição até a retenção e indicação. Esse processo normalmente segue o modelo conhecido como AARRR (Aquisição, Ativação, Retenção, Receita e Referência), que ajuda as empresas a entender onde estão as maiores oportunidades de crescimento dentro do funil de vendas. Nessa lógica, algumas ações são muito utilizadas pelas equipes de growth marketing. Conheça a seguir! 1. Testes A/B Os testes A/B são uma das ferramentas mais importantes do growth marketing. Eles consistem em criar duas versões de um mesmo elemento — como um anúncio, uma página de vendas ou um e-mail — para identificar qual delas gera melhores resultados. Por exemplo, uma empresa pode testar dois títulos diferentes em uma landing page ou duas cores distintas para um botão de chamada para ação. Ao analisar métricas como taxa de cliques ou conversões, é possível descobrir qual versão performa melhor e aplicar essa melhoria de forma escalável. Essa prática permite que decisões sejam tomadas com base em dados reais, reduzindo suposições e aumentando a eficiência das campanhas. 2. Otimização do funil de vendas Outra ação essencial do growth marketing é a otimização do funil de vendas. Nesse processo, as empresas analisam cada etapa da jornada do cliente para identificar gargalos que podem estar prejudicando os resultados. Por exemplo, se muitas pessoas visitam um site, mas poucas realizam cadastro, pode ser necessário simplificar o formulário ou melhorar a proposta de valor da página. O objetivo é melhorar continuamente cada etapa do funil para aumentar a conversão e o crescimento do negócio. 3. Análise de dados e métricas O growth marketing também depende fortemente de análise de dados. Profissionais da área monitoram indicadores específicos para entender o comportamento dos usuários e medir o desempenho das estratégias. Ferramentas como Google Analytics e plataformas de automação ajudam a identificar quais canais estão gerando mais tráfego, quais conteúdos geram mais conversões e quais pontos precisam ser ajustados. Com base nesses dados, as equipes conseguem tomar decisões mais estratégicas e ajustar rapidamente suas ações. 4. Automação de marketing A automação de marketing também é uma prática comum em estratégias de growth. Ela permite escalar processos como envio de e-mails, nutrição de leads e comunicação com clientes. Por exemplo, uma empresa pode criar fluxos automáticos de e-mails para novos usuários, apresentando conteúdos ou ofertas de acordo com o comportamento deles no site ou aplicativo. Isso ajuda a manter o relacionamento com o público e aumenta as chances de conversão e retenção. 5. Programas de indicação Outra ação bastante utilizada é o referral marketing, ou programas de indicação. Nesse modelo, empresas incentivam clientes atuais a convidar novos usuários para a plataforma. Esse tipo de estratégia cria um ciclo de crescimento no qual os próprios clientes ajudam a expandir a base de usuários da empresa. Exemplos de growth marketing Airbnb Nos primeiros anos da empresa, o Airbnb enfrentava um desafio comum em plataformas de marketplace: precisava aumentar rapidamente tanto a oferta de imóveis quanto o número de usuários interessados em hospedagem. Para resolver isso, a empresa criou uma integração que permitia que anúncios do Airbnb fossem publicados também no Craigslist, um dos maiores sites de classificados dos Estados Unidos na época. Com isso, os anfitriões conseguiam divulgar suas propriedades para uma audiência muito maior sem esforço adicional. Essa estratégia ajudou o Airbnb a ganhar visibilidade rapidamente e atrair novos usuários para a plataforma, acelerando seu crescimento em um momento em que a empresa ainda tinha poucos recursos para investir em marketing. Uber A Uber também se destacou pelo uso de estratégias de crescimento. Uma das ações mais conhecidas foi o programa
O que é ICP?
Em um processo de vendas convencional, é preciso que os responsáveis pelo contato com os potenciais clientes priorizem os leads que possuem maior compatibilidade com as soluções que a empresa em questão oferece, afinal, é isso que garante a venda mais facilmente. Mas, você sabe dizer como é feita essa seleção? Ou melhor, quais são as características dessas pessoas que os definem como preferenciais na fila da área comercial e até mesmo na escolha de target para as ações de marketing? A resposta para essa pergunta se resume na sigla ICP, ou Ideal Customer Profile. Vem saber mais sobre essa estratégia que vai facilitar a comunicação e abordagem de quem realmente pode virar cliente fidelizado. O que é ICP (Ideal Customer Profile)? O Ideal Customer Profile (ICP) – ou Perfil do Cliente Ideal, em português – é basicamente a observação de algumas características em comum entre todos os seus potenciais clientes. Ou seja, são aspectos e particularidades que definem empresas-alvo que as aproximam do produto ou serviço que você oferece. Normalmente, esses padrões são mais focados em dores e problemas que podem ser solucionados através da sua marca. O entendimento do ICP é fundamental para enriquecer suas estratégias e principalmente afinar a comunicação com os clientes, tornando-as mais assertivas e com maior tendência de conversão de clientes. ICP vs. público-alvo vs. persona: quais as diferenças? No meio do emaranhado de nomenclaturas do marketing digital, é bem possível que você tenha se sentido um pouco perdido com os conceitos de ICP, público-alvo e persona, e considerado-os sinônimos. A verdade é que apesar de designarem classificações de públicos em potencial, existem algumas diferenças muito importantes para o entendimento completo do alvo que você deseja atingir. Vem ver: ICP Como destrinchamos no tópico anterior, o ICP gira em torno das características ideias, sejam elas dores, problemas, dados, entre outros, que gerem a oportunidade da sua empresa entrar como solucionadora ou parceira. Lembrando que o ICP diz respeito sobre o perfil de empresas que você deseja conversar, em um processo de vendas B2B, então ele acaba sendo muito mais que esses pontos listados acima. O perfil do consumidor ideal gira em torno de algumas características quantitativas como tamanho e faturamento e outras qualitativas que dizem respeito a negócios, como nicho, momento de empresa e tipo de produto. Em suma, são os aspectos que contribuem para que aquela pessoa se torne um cliente. Além disso, o ICP tem um viés muito mais comercial do que as outras nomenclaturas a seguir. Para resumir, a principal diferença do ICP e das outras nomenclaturas é o tipo de cliente que ela busca mapear. O primeiro foca mais em empresas, enquanto os outros costumam trazer descritivos de pessoas, ficando no campo de idade, nome, profissão, entre outros. Público-Alvo Agora, quando falamos de público-alvo, abrangemos mais o cenário e focamos em toda e qualquer pessoa que a sua marca deseja conversar. Essa visão, por ser mais macro, não desce no detalhe sobre frentes a serem atacadas e por isso, não é um direcional completo na criação de estratégias. Dessa forma, podemos entender que o público-alvo é uma etapa anterior ao ICP e foca em características mais demográficas do que comportamentais. A título de exemplo, ao trabalhar com público-alvo categorizamos a idade média dos consumidores, localização, profissão e gênero. Buyer Persona Para finalizar, a buyer persona se apresenta como uma análise do consumidor ideal com seus comportamentos, características e aspectos próprios, focado em pessoas físicas. Mas, a diferença aqui é na forma como se é apresentada essa análise. Enquanto o ICP serve mais no sentido de priorização entre os diversos públicos existentes no mercado, a buyer persona é um desenho fictício desse consumidor ideal, utilizado muito mais no marketing e criado no sentido de humanizar e aproximar o consumidor para que as divulgações e propagandas conversem melhor com eles. Uma persona ganha aspectos como nome, profissão, idade, escolaridade, configuração familiar, lugares que frequenta, hobbies, aparência física. É uma representação real de uma pessoa que convive na sociedade. Quais as vantagens de desenhar o perfil do seu consumidor ideal? Como você deve ter percebido, o ICP tem um aspecto mais voltado para a efetivação de vendas, em estratégias comerciais e de marketing de performance. Dito isso, confira algumas das vantagens de conhecer bem o perfil do seu consumidor ideal. Melhora na comunicação com os potenciais clientes Sabendo os comportamentos padrão dos seus leads mais aquecidos, você consegue estruturar uma comunicação mais adequada e assertiva, tanto no que diz respeito a canais, régua de abordagens, linguagem e muito mais. A título de exemplo, se você lidar com clientes com pouco tempo livre disponível e que possuem caixas de entrada muito atribuladas, a sua comunicação precisa seguir a linha do “menos é mais”. Mas, ao mesmo tempo que são poucas e menos insistentes as abordagens, elas precisam ser mais cirúrgicas e objetivas. Encurtamento do funil de vendas Ainda girando um pouco em torno do último aspecto, essa melhora na comunicação acarreta, inevitavelmente, em um funil de vendas mais curto já que o seu lead vai ter uma abordagem mais alinhada à sua realidade, sem a necessidade de re-contatos e passando pelo processo de aquecimento – ou funil – de forma muito mais rápida. Melhora de métricas A partir do momento que você identifica quem é o seu consumidor padrão, a filtragem dos leads pode ser feita com base nesse estudo e o seu time comercial consegue atacar exatamente quem já está mais engatilhado a realizar uma compra e ser convertido. Com isso, além de você economizar tempo e dinheiro, é bem provável que você note uma melhora considerável em alguns índices como aumento da taxa de conversão, redução de churn, já que os leads convertidos possuem um fit mais adequado e aumento no retorno sobre o investimento (ROI). Dicas para estruturar o ICP da sua marca Agora que você já sabe o que é e quais
Social listening: o que é e como aplicar essa estratégia?
Entenda o que é social listening, como funciona, suas diferenças do monitoramento de redes sociais e principais ferramentas usadas para acompanhar menções.
Marketing de Influência: a estratégia que consegue potencializar a sua assessoria de imprensa
Atualmente, enfrentamos um momento conturbado de mercado pela disputa por público e audiência. Sabemos o quão saturado são alguns nichos de atuação e o quão complicado é chamar a atenção dos consumidores, que são constantemente bombardeados por diversas marcas sem ter certeza sobre a confiabilidade de cada uma. Leia também: Creator economy: como fortalecer sua marca usando criadores de conteúdo Nesse cenário, diversas estratégias são criadas para potencializar o trabalho das áreas de marketing e gerar maior confiabilidade e autoridade para as marcas. Uma dessas metodologias é o marketing de influência, que busca pessoas com um certo nível de prestígio para apresentar produtos e serviços aos consumidores e conduzi-los a compra. Mas, você sabia que essa técnica pode trabalhar em conjunto até mesmo com a assessoria de imprensa e relações públicas? Entenda um pouco mais sobre a intersecção dessas disciplinas aqui: O que é o Marketing de Influência? Como o próprio nome diz, o marketing de influência gira em torno do convencimento dos consumidores por parte de alguém que tem credibilidade no meio, ou seja, exerce influência em uma parcela do público específico – sua comunidade de seguidores. É uma estratégia que gira em torno da contratação de produtores de conteúdo que possuem uma audiência engajada e acabam sendo levados a realizar uma ação, por exemplo, a compra de um produto. O que enriquece essa estratégia é a produção de um conteúdo com aspecto mais “orgânico”, quando comparada com anúncios e propagandas, o que atribui maior veracidade e, consequentemente, maior confiabilidade. Quem protagoniza essa estratégia? Quando falamos sobre esses produtores de conteúdo, focamos majoritariamente nos chamados influenciadores – que possuem um conceito levemente diferente dos creators. Essas pessoas são extremamente ativas nas redes sociais que, devido a um comportamento ou conteúdo diferenciado, conquistaram alguns espectadores e criaram uma comunidade. Os influenciadores podem atuar em diversos nichos e produzir conteúdos em diferentes formatos. A título de exemplo, você pode encontrar pessoas falando sobre moda, estilo de vida, gastronomia e por aí vai. É bem comum que os produtores de conteúdo sejam fiéis a um nicho em específico, o que ajuda a segmentar bem o público, ou então abranger aspectos mais gerais das suas vidas, como se fosse uma espécie de diário ou reality show. Vantagens de contar com estratégias de Marketing de Influência Pessoas comuns transmitem maior credibilidade Aqui, podemos fazer uma comparação com outros tipos de publicidade, como um anúncio na televisão. Você pode ser impactado por um programa ou serviço durante os intervalos comerciais, mas o que vai realmente te fazer comprar é a indicação de alguém que você considere confiável, até porque, propagandas podem ser enganosas. É seguindo essa lógica que os influenciadores entram como os responsáveis pelo convencimento final. Graças aos conteúdos produzidos, o público cria uma conexão e relação de “amizade”, mesmo que unilateral, com os eles, fazendo com que as indicações tenham um efeito similar ao conselho de amigo. O trabalho dos influenciadores é capaz até mesmo de diminuir a jornada de convencimento dos clientes, sendo uma fonte de divulgação em massa mas com um poder de conversão maior do que outras mídias. Aumento de audiência Um dos principais motivos que fazem uma marca adotar o marketing de influência é o aumento da audiência e divulgação. Através dos influenciadores, a empresa consegue atingir públicos diferenciados e conversar diretamente com quem antes estava muito distante. Como comentado no tópico anterior, é uma forma de divulgação que atinge grandes públicos, levando o nome da sua marca muito mais longe por preços mais acessíveis. Alcance do seu ICP Comentamos um pouco sobre os inúmeros nichos estabelecidos no mercado de influenciadores e é exatamente esse o ouro da estratégia. A partir de uma curadoria bem feita, que preste atenção ao conteúdo produzido, público engajado e comportamento dessas pessoas, você consegue selecionar o influencer ideal para trabalhar com a sua marca, já que ele se comporta como um porta-voz direto das pessoas que você deseja atingir. É muito importante prestar atenção na mensagem que esse profissional costuma passar, como transmite suas ideias e, principalmente, quem é impactado por seus conteúdos. O público-alvo precisa conversar com o seu ICP para que as ações tenham os resultados esperados. Possibilita conteúdos diferentes Normalmente, com a contratação de influenciadores, você consegue fazer três tipos diferentes de publicações: o chamado publipost, parcerias e campanhas. Os publiposts são conteúdos patrocinados que já vem com o indicativo de que não são uma publicação orgânica, ou seja, o público sabe de cara que existe uma empresa por trás daquele post. Normalmente, a mensagem a ser comunicada já é pré-combinada entre marca e influenciador e esse último recebe o pagamento em dinheiro. Por outro lado, as parcerias são mais naturais, no qual o influenciador tem uma liberdade maior de expressar sua opinião sobre o produto ou serviço. É bem comum que uma marca envie uma presente ou amostra do que oferecem (os chamados “recebidos”) para que o criador de conteúdo traga seus insights. Esse tipo de conteúdo é o que mais gera valor para a marca já que atribui maior credibilidade ao produto, além de ser mais de longo prazo, transformando esse influenciador em um embaixador. Para finalizar, as campanhas são propagandas com maior envolvimento do influenciador, o qual precisa seguir um mote dado pela empresa e produzir o conteúdo mais criativo e que gere maior engajamento. Esse tipo de publicação permite maior liberdade para o influenciador criar um conteúdo que tenha mais a sua cara, seguindo um briefing bem definido e falando as mensagens-chaves específicas da sua campanha. Enriquecimento de outras estratégias Sabemos bem que um marketing de qualidade é aquele que combina a mensagem de todas as campanhas e fazem com que elas caminhem em uma direção só para potencializar os resultados. Partindo desse pressuposto, quando bem executado, o marketing de influência tem diversos efeitos positivos de reforço de marca e aumento do tráfego no site e
Marketing orgânico: como impulsionar sua marca com criação de conteúdo
Leia também: Marketing de busca: como expandir a sua presença digital? De acordo com o relatório publicado pela HubSpot em 2021, a geração de leads está no topo das prioridades para as empresas. Devido a competitividade acirrada, as marcas estão constantemente buscando maneiras de se destacar e alcançar novos públicos. É aí que entra o marketing orgânico, que é uma estratégia acessível e sustentável a longo prazo, pois o conteúdo criado pode continuar a gerar tráfego e engajamento por um longo período de tempo. O que é marketing orgânico? O marketing orgânico, também conhecido como marketing de conteúdo, é uma estratégia que se concentra em criar conteúdo de alta qualidade, útil e relevante que atrai e envolve o público-alvo. Ele se baseia em técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para melhorar o posicionamento do site nas páginas de resultados dos mecanismos de busca, como o Google, e aumentar o tráfego. Dessa forma, o marketing orgânico não envolve a compra de anúncios, mas sim a criação de conteúdo útil e interessante para o público, o que pode levar a um aumento na visibilidade, no engajamento e nas conversões. Benefícios do marketing orgânico Investir em marketing orgânico traz vantagens que vão além da redução de custos com anúncios. Como a estratégia é baseada na criação de conteúdo relevante e otimizado para mecanismos de busca, ela gera resultados consistentes e duradouros ao longo do tempo. Entre os principais benefícios estão: Aumento do tráfego qualificado: pessoas chegam ao site porque estão buscando soluções para suas dúvidas ou necessidades. Fortalecimento da autoridade da marca: produzir conteúdos relevantes faz com que a empresa seja reconhecida como referência em seu segmento. Melhor custo-benefício no longo prazo: diferentemente da mídia paga, o conteúdo continua atraindo visitantes mesmo após sua publicação. Maior confiança do consumidor: conteúdos educativos ajudam a construir credibilidade antes mesmo do primeiro contato comercial. Apoio ao processo de vendas: um blog otimizado pode responder objeções, educar o mercado e gerar leads mais preparados para comprar. Quando bem planejado, o marketing orgânico é capaz de gerar resultados por meses ou até anos sem a necessidade de investimento em anúncio. Quando usar marketing orgânico? A estratégia é ideal para empresas que desejam criar um relacionamento duradouro com o público e aumentar a visibilidade e o reconhecimento da marca a longo prazo. Para ser efetivo na estratégia, é preciso se atentar às necessidades e interesses do público-alvo. O marketing orgânico é uma estratégia especialmente eficaz na construção de reputação e autoridade em um nicho específico, bem como para as marcas que querem atrair clientes por meio de busca. Quando usar a mídia paga? Este é o caso mais adequado para empresas que desejam aumentar o tráfego e as conversões de forma rápida e imediata. Ele é especialmente eficaz para campanhas de curto prazo, como lançamentos de produtos, eventos ou promoções especiais. O marketing pago também é uma estratégia adequada para se alcançar um público-alvo específico ou aumentar a visibilidade em um mercado altamente competitivo. No entanto, o marketing pago pode ser caro, e as empresas precisam estar preparadas para investir para obter resultados satisfatórios. Um não exclui o outro Para aumentar os resultados, é interessante, se houver a possibilidade, investir um pouco em cada estratégia. Enquanto a estratégia orgânica vai favorecer a construção de relacionamento da marca, a paga vai potencializar seu alcance. Veja mais: marketing de performance Como as marcas usam o marketing orgânico As marcas podem usar o marketing orgânico de diversas maneiras. Uma delas é através da criação de blogs e conteúdo relevante que atenda às necessidades e interesses da sua buyer persona. Outra forma é através das redes sociais, onde as marcas podem compartilhar conteúdo interessante, educacional e envolvente que atrai e engaja os seguidores. As empresas também podem usar técnicas de SEO para otimizar o conteúdo do site e melhorar o posicionamento nas páginas de resultados dos mecanismos de busca. Como o Google lida com marketing orgânico? O Google valoriza e incentiva o marketing orgânico, pois ele está alinhado com a missão da empresa de fornecer resultados relevantes e úteis aos usuários em suas buscas. A empresa usa algoritmos complexos para determinar quais páginas aparecerão nos resultados de busca e, em geral, privilegia páginas que oferecem conteúdo de alta qualidade e relevante para o usuário. Para otimizar o marketing orgânico, as empresas devem seguir as práticas recomendadas de SEO, alinhadas com as diretrizes do Google, que busca impedir práticas fraudulentas, como textos duplicados ou a compra de links para manipular os resultados de busca. Se atentar às métricas de SEO é fundamental, pois elas são as responsáveis pela posição que seu conteúdo conseguirá no rankeamento da página de buscas. De acordo com o próprio Google, a taxa de cliques para a primeira posição de busca é em média 31,73%, enquanto o segundo lugar recebe 24,71% dos cliques. Veja o ranking de CTR por posição: Como fazer marketing orgânico? Criar uma estratégia eficiente de marketing orgânico exige planejamento. Além de criar conteúdos com frequência, é preciso entender quais informações seu público procura e como os mecanismos de busca avaliam a qualidade dessas páginas. Conheça a intenção de busca do público Antes de produzir qualquer conteúdo, identifique quais dúvidas seus clientes têm durante a jornada de compra. Ferramentas de pesquisa de palavras-chave ajudam a descobrir os termos mais buscados e os assuntos com maior potencial de tráfego. Produza conteúdos originais e aprofundados O Google prioriza páginas que realmente ajudam o usuário a resolver um problema. Por isso, artigos completos, atualizados e escritos por especialistas tendem a conquistar melhores posições nos resultados de pesquisa. Otimize as páginas para SEO Além da qualidade do conteúdo, aspectos técnicos também influenciam o ranqueamento. Utilize títulos claros, subtítulos organizados, URLs amigáveis, links internos, meta descriptions e imagens otimizadas para facilitar a indexação pelos mecanismos de busca. Atualize conteúdos periodicamente O marketing orgânico não termina quando um artigo é publicado. Revisar informações, incluir novos dados e atualizar estatísticas ajuda a manter o conteúdo relevante e