Startups de tecnologia: por que algumas dependem mais de reputação que outras?

Existe um conceito geral na comunicação e no marketing de que alguns tipos de serviços precisam de uma camada maior de “credibilização” para serem aceitos pelo público. Quando esse tipo de serviço está no ramo da inovação, a dificuldade é potencializada. Aqui entram alguns tipos de techs, que vão depender mais de reputação do que outras. Basicamente, a dificuldade de credibilização dessas marcas está no caráter de inovação do produto ou serviço que oferecem. Por quê? Bom, se estamos falando de algo novo, baseado em um serviço que já existe, é natural que ocorra uma comparação com os modelos tradicionais, gerando uma desconfiança maior nos usuários. As estratégias de comunicação, nesses casos, devem ser pensadas para cativar o público pelo fator novidade e pelos diferenciais que aquela inovação traz. É preciso trabalhar no consumidor a crença de que o novo é melhor do que o velho e soluciona problemas crônicos dos serviços tradicionais. ‍ entenda como funciona a assessoria de imprensa ‍ Além do caráter inovação, techs de mercados como o financeiro, seguros e saúde – também conhecidas como fintechs, insurtechs e healthtechs – precisam trabalhar ainda mais a reputação. Isso ocorre porque esses produtos estão inseridos em um mercado tradicional e com uma reputação já bem consolidada, onde o consumidor demanda ainda mais confiança no serviço prestado. Ou seja, operam com um perfil ainda mais exigente e de diferente racionalização na hora de comprar. Vamos, a seguir, analisar as particularidades de cada uma. Fintechs: a importância do onboarding Como vimos, quando o assunto é credibilização, um dos fatores principais que torna esse processo mais desafiador para as techs é o fato de estarem no ramo de inovação. Em relação às fintechs, o desafio é potencializado por estarem inseridas também no mercado financeiro, que, apesar de estar em transformação, ainda é muito tradicional no Brasil. Segundo pesquisa da idwall, os bancos vêm perdendo representatividade quanto à quantidade de downloads de aplicativos bancários, mas os números ainda são altos: em 2020, os apps de bancos tradicionais corresponderam a 48% de todos os downloads de apps bancários, contra 52% dos bancos digitais. Um dos pensamentos mais comuns entre early adopters das fintechs é de que o serviço novo pode ser falho em relação ao que o tradicional oferece. Por isso, quanto mais disruptiva for a proposta da marca, maior a necessidade de se trabalhar a reputação logo na apresentação dela ao mercado. A urgência de investimento em reputação desde o dia 1 é importante porque a imagem criada nos early adopters é o que vai guiar a consolidação da marca. Se isso não for reforçado na narrativa inicial da empresa, a fintech dificilmente conseguirá atingir o boom de usuários necessários para dar os próximos passos. Além disso, com a estimativa da idwall de que o número de contas digitais no Brasil ultrapasse os 200 milhões ainda este ano, reforçamos a importância do investimento em reputação desde o início para a conversão e retenção desses usuários. De acordo com a mesma pesquisa, instituições com um onboarding melhor tiveram melhor desempenho no seu crescimento ao longo dos anos. Mas, afinal, como trabalhar a reputação desde cedo nas fintechs? Existem alguns caminhos para isso. Um deles é usar e abusar de cases de sucesso. Mostrar o serviço sendo bem aceito e recomendado ajuda a construir confiança e curiosidade dos novos usuários. Outra possibilidade é explorar a narrativa das políticas de segurança da marca, reforçando nas estratégias de comunicação que os serviços novos são seguros, também deixando o mais transparente possível a forma de funcionamento do produto. Insurtechs: explorar os problemas do tradicional Assim como as fintechs, as insurtechs também estão inseridas em um mercado que já consolidou a reputação do modelo tradicional. No entanto, é possível explorar as vulnerabilidades existentes nesse mercado, oferecendo aos consumidores uma alternativa aos problemas que enfrentam. No mercado de seguros, por exemplo, há a crença entre consumidores de que, por mais que seja fácil contratar no modelo tradicional, é difícil de receber. Ou seja, uma das principais dores desses usuários está na quantidade de burocracia inserida no processo de se contratar um seguro. Segundo levantamento do Distrito Insurtech Report 2020, a redução da burocracia foi um dos principais ganhos trazido pelas insurtechs. O que antes era baseado em processos manuais e, muitas vezes, demorados, passou a contar com automatização e agilidade, além de um atendimento mais personalizado. O processo de credibilização e de construção de reputação nas insurtechs será muito parecido com o das fintechs. É preciso incorporar na narrativa de apresentação da marca os problemas do mercado tradicional, para assim oferecer a nova proposta como contraponto a esses problemas. O desafio das insurtechs também está em oferecer uma experiência muito boa aos early adopters, que são a porta de entrada para acelerar a consolidação do número de clientes e usuários da nova marca. Healthtechs: manter o pacto com consumidores Assim como as fintechs e insurtechs, as healthtechs enfrentam os mesmos desafios em relação à credibilização. O mercado de saúde também é muito tradicional. Afinal, estamos lidando com saúde – e com a crença de que tudo tem que passar pelas mãos de um médico humano. O medo principal dos usuários, portanto, é de que um atendimento tecnológico pode não ser efetivo. Assim como as demais, as healthtechs precisam trabalhar a sua reputação desde o início, focando nos early adopters. Marcas que atuam nesse mercado precisam ter o dobro de atenção para não ter uma quebra de pacto com seus consumidores. Reputação para evitar crises Como vimos, o mercado de inovação como um todo tem que estar focado em credibilização, mas existem algumas techs que vão demandar mais reputação do que outras. O investimento em reputação, nesses casos, precisa ocorrer desde o início para não virar uma gestão de crise. Não tem segredo. A estratégia é atacar os early adopters, que querem fazer diferente, mas ainda têm medo de mudar o padrão. Entender essa diferença no comportamento dos clientes é o passo número 1. E, assim, solucionar os medos

Storytelling baseado em dados: como construir narrativas mais impactantes baseadas em dados

Com o avanço das tecnologias e análise de dados, a comunicação das empresas passa a exigir um olhar muito mais analítico do que apenas criativo na construção de narrativas impactantes. Diante disso, o mercado consumidor também se adaptou a esse cenário, tendo uma necessidade cada vez maior de storytellings mais adaptados, que respondam às necessidades expressas e que aumentem a conexão entre público e marcas.  ‍ Leia mais: PR baseado em dados: saiba como criar uma estratégia de relações públicas usando métricas ‍ Entenda como construir narrativas mais impactantes e envolventes baseadas na análise de dados. Storytelling baseado em dados: o que é? Cada vez mais imersos nos dados, as empresas se veem com o desafio de traduzir essas análises em decisões mais estratégicas. Quando focamos apenas no mundo da comunicação, essas escolhas mais inteligentes são apresentadas na forma de narrativas mais cativantes e envolventes, que consigam conversar diretamente com o público, entendendo as dores, objeções, desejos e preferências. É diante desse enorme campo de informações que nasce o storytelling baseado em dados.  ‍ Em suma, o storytelling baseado em dados é a prática de construção de narrativas mais envolventes, embasando-se na análise de informações e insights do público a quem se deseja conversar.  ‍ Vantagens de construir storytellings baseado em dados Um storytelling construído com base em dados consegue conversar e atingir o seu target com muito mais facilidade e eficácia, já que entende exatamente qual o público e como ele se comporta. Nesse sentido, você consegue mensurar o nível de aceitação e penetração que determinada mensagem teve, se conseguiram converter determinado anúncio, inserção, post ou outro tipo de comunicação em vendas e se o público está engajando com a sua marca.  ‍ Tendo esses dados em mãos, você consegue balizar a sua mensagem e replicar uma fórmula de sucesso que vai trazer resultados mais perenes. Além disso, você consegue desenvolver campanhas e tomar decisões de forma mais assertiva, entendendo melhores canais, públicos, estratégias e formatos. ‍ Outra vantagem que vale a pena ser pontuada gira em torno da documentação e criação de histórico para a empresa, que consegue uma visão clara das melhorias, potenciais problemas, do que está indo certo e o que pode ser melhorado. Isso é fundamental para embasar estratégias novas e teorias frente a diretoria das empresas.  Como construir narrativas mais impactantes utilizando os dados? Reforçando, a construção de uma narrativa embasada por dados é a união do emocional, através de gatilhos textuais e estratégias de comunicação que engajem e envolvam o público, com o racional e lógico fornecido através dessas análises para potencializar esse contato.  ‍ Conheça aqui algumas dicas para tornar a sua narrativa mais impactante se utilizando dos dados. ‍ Analise os dados corretos Como a mensuração e análise de dados para a construção de storytelling é uma disciplina consideravelmente nova, é bem provável que você utilize de fórmulas prontas e passe a acompanhar as métricas mais conhecidas, que dizem respeito a retorno financeiro, por exemplo. Mas, é importante que haja um trabalho prévio de entendimento do seu negócio e dos objetivos a serem atingidos através dessa análise de dados, para que você consiga estar de olho no que realmente movimenta o ponteiro do seu negócio e resultados que estejam relacionados à comunicação em questão.  ‍ Além disso, setar os objetivos de cada comunicação é fundamental para que você entenda se os resultados são realmente positivos. A título de exemplo, existem narrativas construídas apenas para fomentar o awareness de marca e não necessariamente a conversão dos público – obviamente que as vendas podem ser uma consequência colateral. Nesse cenário, é muito mais válido analisar visitas ao site ou perfil nas redes sociais do que efetivamente a compra de algum produto ou serviço.  ‍ Conheça o seu público Tratando-se de um trabalho de comunicação, esse tópico é uma dica bem vinda independente do seu objetivo ou da ação promovida, afinal, para conseguir se comunicar com alguém, é necessário que você saiba quem está tentando atingir.  ‍ Utilize os dados compilados para construir um perfil que identifique padrões demográficos, como idade, gênero, nível de escolaridade, e outros mais particulares, como interesses, motivações, preocupações, objeções, hábitos de consumo. Com isso, a sua abordagem vai estar adaptada potencializando a força da mensagem.  ‍ Construa a estrutura da sua narrativa Além de ser pautado por dados, uma boa narrativa, que consegue se conectar ao público, é também produzida a partir de uma boa estrutura, com os objetivos claros. ‍ Analisando sob a ótica das relações públicas, é essa a diferença entre uma pauta que cativa a impresa e outra que não conquista as páginas. Além de precisar ser relevante, de interesse público, a pauta precisa comunicar com precisão o que é a empresa, qual o nicho de mercado e o que ela busca com aquele resultado.  ‍ Vamos dar um exemplo que une todas essas dicas: digamos que uma marca deseja comunicar o seu aporte na imprensa. Com esse cenário em mente, a equipe responsável pela comunicação e relações públicas precisa analisar quais os principais veículos que conversam com o target de potenciais consumidores, clientes, stakeholders do negócio e potenciais investidores.  ‍ A partir desse mapeamento, é uma questão de análise de dados e relevância desses canais para que o assessor de imprensa corra atrás da redação. Além disso, a construção do storytelling deve levar em consideração as particularidades de comunicação que o público apresenta.  ‍ Passada a inserção, a equipe deve acompanhar os resultados, quantidade de impressões da matéria em questão e conectar isso com outras métricas de negócio, como através da utilização de links parametrizados. ‍ Em suma, a construção de um storytelling baseado em dados é a melhor forma de se comunicar assertivamente com o seu público e maximizar os resultados esperados.  ‍

Como utilizar tendências da opinião pública a favor da sua marca?

Com o avanço das redes sociais e a democratização da tecnologia, os assuntos considerados de interesse geral ganham ainda mais dinamismo, atingindo milhares de pessoas ao mesmo tempo. Com isso, tendências da opinião pública se tornam cada vez mais frequentes, capazes de influenciar comportamentos e até mesmo a popularidade – ou ausência da mesma – de uma marca.  ‍ Dado esse cenário, torna-se essencial para a sobrevivência de um negócio o acompanhamento desse diálogo coletivo, a fim de não perder novidades, conseguir se adaptar aos movimentos e se manter relevante no médio e longo prazo. Vem saber mais sobre as tendências da opinião pública e como utilizá-las a favor da sua marca.  O que é opinião pública? Partindo do simples, a opinião pública surge a partir da junção de opiniões individuais que acabam sendo adotadas pela coletividade, a partir da identificação de grupos. A partir disso, essas tendências passam a ser vistas como “verdades absolutas” daquele espaço-tempo, ditando comportamentos e ações de um determinado coletivo e culminando em críticas ou aclamações.  Quando trazemos essas tendências da opinião pública para a esfera empresarial, falamos de negócios aderindo a certos pensamentos que lhe sejam vantajosos e tenham fit com o que é pregado, a fim de se manterem relevantes. Tais atitudes são vistas com bons olhos pelo mercado, que é fortemente influenciado por essas tendências, como podemos ver com as altas e quedas das ações na bolsa de valores após certos acontecimentos.  ‍ Além disso, seguir as tendências da opinião pública acabam sendo uma questão de reputação e posicionamento. Por esse motivo, é importante falar que essas alterações precisam estar de acordo com o que é pregado pela empresa, afinal, isso representa muito mais uma mudança de pensamento e atitudes do que apenas atualização do discurso. Não é sobre o que as pessoas querem ouvir, mas sobre mudanças reais que tenham impacto. ‍ Outro exemplo simples e muito importante para a sociedade atual é a adesão de algumas empresas à políticas ESG, cada vez mais preocupada com o seu impacto no mundo. Esse comportamento surgiu a partir de um movimento por parte do consumidor final e foi, gradativamente, ganhando força ao ponto de mobilizar negócios a se tornarem agentes mais ativos na minimização de efeitos negativos ao planeta e sociedade.  ‍ Por que ficar de olho nas tendências de opinião pública? Como dito anteriormente, estar a par das mudanças e opiniões coletivas é o segredo para manter a relevância de uma empresa no longo prazo. São essas adaptações que garantem que aquele negócio vai conseguir se comunicar com a nova geração de consumidores e, principalmente, que ela é apta a continuar concorrendo com outros players do mercado.  ‍ Falando principalmente sobre o nosso momento atual, em que as redes sociais atingiram o patamar de transformar qualquer usuário em um produtor de conteúdo, é fundamental que as empresas estejam sempre em constante atualização e a par do que está acontecendo no mundo, no seu nicho de atuação e em assuntos que envolvam diretamente a marca. Dessa forma, além de se atualizar, a empresa consegue também assumir uma postura fiscal do que é dito sobre eles – seja positiva ou negativamente -, antecipando oportunidades de negócio e potenciais crises.  ‍ Além disso, confira alguns motivos do por que ficar de olho nessas tendências: a nossa sociedade está cada vez mais opinativa e as redes sociais configuram um terreno fértil para isso, armando todos os cidadãos de uma plataforma simples e útil para a proliferação de opiniões individuais que podem ser aderidas pela coletividade; é bem provável que todos os parceiros e stakeholders que fazem parte do seu ecossistema estejam nas redes sociais e outros fóruns online e offline;  a velocidade da internet faz com que um assunto vire rapidamente um tema delicado e que, se tratando de algo relacionado ao seu nicho, exija o posicionamento da sua marca.  Como utilizar as tendências de opinião pública a favor da minha marca? Uma vez entendida a importância de acompanhar as tendências de opinião pública, confira agora algumas dicas para utilizar esses temas a seu favor, consolidando a sua reputação e autoridade ao mesmo tempo que se mantém relevante: ‍ Seja um produtor de conteúdo Assuma as rédeas da comunicação de temas que estão relacionados ao seu negócio, reforçando a sua figura de autoridade e criando credibilidade ao longo do tempo. Dessa forma, além de liderar as conversas e trabalhar com o pioneirismo como gerador de oportunidades, você consegue controlar a direção que os temas estão indo e antever crises.  ‍ Acompanhar e monitorar temas de interesse Em outro cenário, no qual você não foi responsável por emplacar o tema desejado, você também consegue “surfar na onda” de alguma coisa que já está na boca do povo. A partir desse mapeamento, você consegue ser uma das primeiras empresas a adentrar assuntos que provavelmente ainda estão em diálogos apenas de pessoas físicas, liderando esse movimento enquanto marca. ‍ Conte com ferramentas de social listening para facilitar o processo de monitoramento. ‍ Leia mais: Social Listening: o que é essa estratégia que te ajuda a se comunicar melhor com os seus clientes ‍ Analise o comportamento do seu público-alvo Partindo do princípio de que você precisa se manter relevante nos tópicos que dizem respeito ao seu negócio e seu público-alvo, é importante analisar e acompanhar o comportamento online e offline deles. Dessa forma, você consegue gastar energia e tempo com assuntos que realmente sejam rentáveis para a sua sustentabilidade.  ‍ Não se esqueça de utilizar seus estudos sobre persona para auxiliar nesse processo.  ‍ Leia mais: Conheça os tipos de persona e como usá-las Riscos de seguir essas tendências Da mesma forma que acompanhar as tendências da opinião pública trazem inúmeros benefícios, é possível que, quando não realizado da forma correta, haja alguns prejuízos perigosos à imagem da sua marca.  ‍ Diante da cultura do cancelamento, é importante construir uma comunicação extremamente estratégica e autêntica, pensando principalmente que alguns tópicos da opinião pública são tendenciosos e buscam despertar

RP baseado em dados: saiba como criar uma estratégia de relações públicas usando métricas

Diante de diversas estratégias de comunicação e tendências do marketing, saber o que realmente é efetivo e tem resultado é a chave do sucesso. Não basta apenas acompanhar as métricas de determinadas campanhas, é preciso ir a fundo no estudo de como determinada ação impactou os seus ponteiros de negócios, principalmente quando falamos dos dados de relações públicas, afinal, sim, eles estão diretamente ligados. ‍ É a partir dessa máxima que surge o chamado Data Driven PR, ou RP baseado em dados. Essa abordagem coloca a análise de dados e métricas no centro da estratégia, sendo ela a responsável pelos próximos passos da equipe responsável pelas relações públicas. Vem saber mais sobre:  O que é RP baseado em dados? Em suma, um PR baseado em dados é aquele que acompanha dados e métricas e utiliza os insights obtidos através dos números para enriquecer a estratégia de relações públicas. Na prática, você pode acompanhar a quantidade de acessos que determinada matéria teve, alcance, ou quantos veículos de comunicação compraram a sua pauta.  ‍ Mas, apesar de ser um movimento com certa relevância, o data driven PR ainda é um campo bem incipiente. Se compararmos com a análise de métricas das redes sociais ou campanhas de mídia paga, por exemplo, temos uma quantidade mais tímida de percepções e dados a analisar.  ‍ É preciso também tentar construir robustez para os dados coletados e ir além do raso. Por exemplo, nem sempre uma alta taxa de impressões significa sucesso da ação, já que o sentimento das pessoas em relação a essa matéria pode ser negativo e exatamente por isso que o aquilo “viralizou”. A lógica de “falem bem ou falem mal, mas falem de mim” nem sempre é válida quando pensamos na construção de reputação – que é de longo prazo. O importante é aliar dados quantitativos aos qualitativos e ter, de fato, um relatório que represente a realidade. ‍ Qual a importância de criar uma estratégia de relações públicas orientada a dados?  Um RP baseado em dados é um RP estratégico. É a criação de conteúdo de forma a impulsionar os seus clientes e melhorar o sentimento e a relação deles com as marcas e personalidades.  ‍ Através de um trabalho rebuscado de análise de dados e métricas, você consegue gerar maior impacto com menor esforço, já que passa a entender exatamente quais inserções trazem maior resultado e atingem os objetivos na construção de narrativas e reputação. Além disso, esse acompanhamento te ajuda a prever possíveis crises ou estratégias que não forem tão bem sucedidas, assim você consegue mudar a rota antes que seja tarde demais.  ‍ É importante também que você analise o comportamento dos seu público-alvo através desses dados, entendendo o que é bem recebido e o que precisa ser alterado para aumentar a audiência qualificada e aumentar, o máximo possível, a conversão dessas pessoas. Dicas para criar uma estratégia de RP baseada em dados  Agora que você já sabe o que é um RP baseado em dados, ou data driven PR, vamos partir para o tático e colocar a mão na massa. Juntamos aqui algumas dicas de como criar uma estratégia bem estruturada usando métricas como base:  ‍ Estabeleça métricas de acordo com os objetivos de cada cliente Muito mais importante que ter um pacote de métricas bem estruturado e seguir esse direcional como um roteiro, é adaptar cada um dos parâmetros para a realidade do seu cliente.  ‍ Empresas são diferentes e elas têm objetivos diferentes ao contratar um parceiro de relações públicas, por isso, não existe padrão e nem certo ou errado na metrificação dos resultados. Para determinadas empresas, saber a quantidade de visualizações de uma matéria já basta, porém, é possível que você se depare com clientes que queiram métricas mais parrudas ou traduzidas para uma linguagem mais mercadológica.  ‍ Também é válido entender o momento do cliente, se ele está na fase inicial buscando os primeiros clientes e tentando criar autoridade e credibilidade ou então se ele já é mais maduro e quer aumentar a gama de consumidores.  ‍ Escolha bem os veículos parceiros No mesmo sentido do tópico anterior, de nada adianta desprender energia com ações que não fazem sentido para os seus clientes. Aqui, vale analisar se os veículos que você está buscando conversam diretamente com o público-alvo da empresa ou personalidade que você representa.  ‍ E não se apegue apenas a tamanho e questões como “top tier”, às vezes, veículos de menor porte vão gerar resultados mais impactantes e movimentar mais os ponteiros de negócio, pois é através deles que consegue-se um maior controle das mensagens-chave da sua marca, com um público totalmente alinhado. ‍ É por esse motivo que a análise do público-alvo é imprescindível, te levando a compreender exatamente quais veículos atacar.  ‍ Esteja antenado às tendências Fique sempre em alerta sobre os assuntos em alta no momento e busque manter o seu olhar apurado para entender como conectar os seus clientes com essas pautas. Essas são boas oportunidades para aumentar o awareness de quem você representa, atingindo cada vez mais pessoas e posicionando-os frente a tópicos de alta importância.  ‍ Utilize pesquisas de mercado Reforçando o último ponto, é de extrema importância se manter atualizado e antenado no que rola no mundo para que a sua estratégia participe e entre nas conversas em alta. É nesse sentido que você deve procurar pesquisas de mercado ou qualquer outro material rico que mostre o comportamento dos consumidores, tendências para o futuro e por aí vai.  ‍ A MOTIM lançou, no final do ano passado, uma pesquisa de profundidade sobre o mercado de inovação e a sua relação com as relações públicas. Vem conferir: https://www.motim.cc/blog/pesquisa-nacional-impacto-de-relacoes-publicas  ‍ Fique sempre de olho no Share of Voice Existe uma métrica muito usada pela nova geração dos profissionais de relações públicas chamada Share of Voice. Em resumo, é a porcentagem de cobertura do seu cliente na imprensa.  ‍ O cálculo é feito com base na análise e acompanhamento do setor de atuação do seu representado,

Projeto de inovação: 5 passos para implantar um na sua empresa.

A competitividade entre empresas nunca esteve tão acirrada, não é? Pense em marcas que possuem uma cultura de inovação e você verá que essa realidade pode atingir níveis ainda mais exorbitantes. Afinal, se o ato de inovar é o que geralmente coloca uma instituição à frente da outra, quando todas elas estão fazendo isso, há pouco o que pode diferenciá-las, considerando que estejam no mesmo setor de atuação. Então entra em cena o projeto de inovação, uma arma para organizar ações que uma marca pode colocar em prática com diversos interesses, como o de se destacar. Se muitas marcas inovam, seja a que faz isso da melhor maneira! Neste texto vamos explicar o que é um projeto de inovação e como construir um do zero. Continue lendo para entender: Passo 0: Entenda o que é um projeto de inovação Um projeto de inovação é um esforço planejado e organizado para desenvolver e implementar novas ideias, métodos, produtos ou processos que tragam melhorias significativas em relação ao estado atual da empresa. Quando bem elaborado, ele pode impulsionar o crescimento, a competitividade e o sucesso das organizações em um ambiente dinâmico e em constante mudança. O que é Employer Branding? 6 dicas para usar na sua empresa É importante saber que um projeto de inovação segue uma abordagem sistemática e estruturada, geralmente dividida em várias etapas que vão desde a pesquisa e o desenvolvimento da ideia, passando por análise de viabilidade técnica e financeira, criação de um plano estratégico, testagem, até a implementação e monitoramento contínuo dos resultados. Entenda cada um deles: ‍ Passo 1: Pesquisa e Desenvolvimento Nesta fase inicial, conduza uma pesquisa aprofundada para identificar oportunidades e desafios. Deve ser feita uma análise  do mercado, considerando as tendências, as necessidades dos clientes e os problemas existentes. Utilize métodos como entrevistas, pesquisas de mercado e análise de concorrência para coletar informações relevantes. Com base nesses insights, você irá começar a desenvolver suas ideias e conceitos inovadores para atingir o objetivo da marca. ‍ Passo 2: Viabilidade Técnica e Financeira  Seguindo a construção do seu plano de inovação, agora é a hora de entender se aqueles insights realmente valerão a pena considerando as ferramentas que você tem disponíveis. Você irá avaliar a viabilidade técnica e financeira das ideias geradas.  Técnica: você tem os insumos e ferramentas necessários para aplicar as ações que deseja?  Financeira: se não tem os insumos necessários, tem caixa para conseguí-los sem colocar a saúde no negócio em risco? Liste quais os recursos, tecnologias necessárias e possíveis desafios que serão enfrentados — antecipar os problemas te deixará preparado para caso eles realmente aconteçam, além de servir como ponto de análise dos riscos. Além disso, avalie a viabilidade financeira, estimando os custos envolvidos, o potencial retorno do investimento e a sustentabilidade financeira do projeto de inovação. ‍ Passo 3: Plano Estratégico Tudo certo até aqui? Com base na avaliação de viabilidade, é hora de partir para um  plano estratégico detalhado para o projeto de inovação. Refine as suas metas e objetivos, estabeleça as etapas para cada uma delas, defina os marcos importantes, aloque recursos necessários e estabeleça prazos realistas.  O plano estratégico deve abranger todos os aspectos do projeto, incluindo o escopo, as atividades, os responsáveis e os indicadores de desempenho para medir o progresso. Você vai usá-lo o tempo todo para monitorar os resultados e até mesmo modificar a estratégia, caso seja necessário. ‍ Passo 4: Testagem Reduzir os riscos ao máximo possível é a intenção da fase de teste. Nela, você vai criar protótipos ou modelos mínimos viáveis (MVPs) para testar a funcionalidade, a usabilidade e a aceitação das soluções propostas. Realize testes em ambiente controlado ou em pequena escala, coletando feedback dos usuários e refinando as ideias com base nos resultados obtidos. Os testes ajudam a identificar possíveis melhorias e a minimizar os riscos antes da implantação em larga escala — seu plano estratégico vai ser muito útil para mensurar os resultados dos testes, considerando a escala de proporção. ‍ Passo 5: Finalmente, a implantação Após a fase de testes e ajustes, é hora de implementar a solução inovadora. Você vai executar as ações do seu plano estratégico, assegurando que todas as etapas e atividades sejam realizadas de acordo com o cronograma estabelecido.  Monitore o progresso, faça ajustes quando necessário e comunique-se regularmente com as partes interessadas envolvidas. Durante a implantação, também é importante considerar ações de treinamento, comunicação e monitoramento contínuo para garantir a adoção bem-sucedida do seu projeto de inovação. ‍ É hora de criar o seu projeto de inovação! A inovação pode ocorrer em diversos domínios, como tecnologia, produtos, processos, modelos de negócios, estratégias e até mesmo na forma como as organizações interagem com seus clientes e colaboradores. Um projeto de inovação pode ser interno, envolvendo apenas a organização em si, ou pode ser uma colaboração com parceiros externos, como universidades, laboratórios de pesquisa, fornecedores ou outras empresas — tudo depende dos seus objetivos. A base para implantação de um plano como este é a busca por soluções criativas e disruptivas para resolver problemas, atender às necessidades do mercado, melhorar a eficiência operacional, criar novas oportunidades de negócios ou gerar valor para os clientes. A inovação pode ser incremental, ou seja, melhorias graduais em produtos ou processos existentes, ou pode ser radical, envolvendo a criação de algo completamente novo e revolucionário. O projeto de inovação é apenas um conjunto de etapas que irão te ajudar a construir a mudança de forma organizada e eficiente, mas o sucesso do plano se deve à determinação e experiência da equipe por trás da estratégia.

O que é uma startup unicórnio e como elas se tornam tão grandes?

No mundo dos investimentos e empreendedorismo, saber o que é uma startup unicórnio é crucial, principalmente quando levamos em conta que estamos vivendo uma onda desses tipos de empreendimentos. Hoje vamos entender mais sobre isso, o que são essas empresas e como elas vêm se tornando cada vez maiores, conquistando seu espaço no mercado. O que é uma startup unicórnio? Uma startup unicórnio é um tipo de empresa de tecnologia que atinge um valuation no mercado de mais 1 bilhão de dólares, antes de abrir o capital na bolsa de valores. O termo unicórnio surgiu por volta de 2013 pela investidora Aileen Lee, que usou para se referir a essas empresas que são consideradas raras e de alto crescimento. Esse status é muito cobiçado dentre as startups, representando sucesso financeiro e também a validação do potencial inovador da empresa e, claro, da proposta de valor do seu produto ou serviço. Geralmente essas empresas possuem tecnologias inovadoras, modelos de negócios únicos com soluções que buscam resolver dores dos clientes. Mas, depois desse “boom” das startups é preciso cuidado para conseguir se manter no topo e ter seu sucesso garantido no longo prazo. A busca por escalabilidade das operações pode desmascarar desafios como concorrência e necessidade de adaptação ao mercado. Por que estão dominando o mercado? Esses tipos de startups estão dominando o mercado por uma combinação de fatores que vem favorecendo as suas operações. Como o caso da inovação disruptiva, um dos carros chefes e principais características dessa modalidade de negócio. A agilidade e adaptabilidade também são duas características comuns para esse tipo de empresa. Suas estruturas são mais enxutas, o que torna processos de decisão mais rápidos. Isso acaba refletindo no tempo de resposta às mudanças do mercado e necessidades dos seus clientes. Este também é outro ponto importante, para os unicórnios o foco no cliente é essencial, buscando sempre oferecer soluções que realmente sejam úteis, resolvem problemas reais e agregam valor. Quanto mais útil for o seu serviço ou produto, mais fácil será de conseguir apoio de investimentos estratégicos, que podem ser uma grande ajuda para o crescimento e expansão da sua operação. Como essas marcas estão crescendo? Uma forte característica dessas marcas é o seu crescimento acelerado que escalona rapidamente. Para chegar nesse ponto elas precisaram superar os principais desafios que surgem no caminho das startups pré-unicórnio, como sustentar esse ritmo de crescimento, encontrar clientes dispostos a confiar na marca e ter todos os parâmetros financeiros positivos (lucro, valuation, etc).  E à medida que vão ganhando tração é preciso estabelecer o seu posicionamento de marca mais sólido, construindo sua imagem positiva e com credibilidade. Quando essa estratégia é trabalhada desde o começo, a empresa pode colher os benefícios no futuro, como uma reputação mais madura e maior confiança vinda do mercado. Essa reputação não vai ser criada da noite para o dia e deve ser trabalhada de maneira consistente. Esses tipos de empresas possuem a necessidade de serem vistas, então o posicionamento não só em seus canais de comunicação, como também na mídia, podem aumentar o seu awareness e confiança das pessoas. O trabalho das relações públicas com uma startup unicórnio E qual a função da assessoria de imprensa e relações públicas junto das startups unicórnios? Elas possuem uma responsabilidade fundamental em trabalhar não só a reputação, mas também sua apresentação e presença no mercado. Afinal, a ideia é se destacar e não ser mais do mesmo. Sendo este um dos principais desafios: mostrar diferenciação em um mercado saturado e conquistar a confiança de clientes fiéis às empresas mais tradicionais. E com o trabalho de uma agência de RP, a startup pode começar a aumentar a conscientização sobre a sua marca, com auxílio da cobertura da mídia em veículos relevantes e em outras mídias também. Além disso, qualquer empresa está suscetível a crises de reputação, e é aí que entra o trabalho de relações públicas, com ações rápidas, eficazes e transparentes a sua credibilidade pode ficar mais protegida. Se você acredita que a sua startup precisa de auxílio para a jornada da construção de uma narrativa sólida. Converse com os especialistas da MOTIM, a primeira aceleradora de reputação e gestora de posicionamento do mundo.

Tendências de mercado e de consumo: como utilizá-las na estratégia da sua marca

A garantia de um bom ano de vendas, às vezes, vai muito além dos esforços de marketing e divulgação, é um assunto que abrange desde tendências de consumo até o comportamento da geração que se encontra em foco no momento.  ‍ É sempre importante insistir na ideia de que o mercado é sim um ambiente extremamente saturado e é preciso diversificar as estratégias e artimanhas que te levem a conversar diretamente com o seu público em um lugar de destaque. Neste tópico, surge a necessidade de um exercício de adaptação com a nova realidade, de olho no que consegue te aproximar de quem compra o que você oferece.  ‍ Vamos entender mais sobre esses novos comportamentos e tendências de mercado, principalmente de 2025, que podem melhorar seu próximo período de vendas:  O que são as chamadas tendências de mercado? As tendências de mercado são indicativos de como os consumidores vão se comportar no que diz respeito às compras em um determinado período. Esses direcionais, normalmente resultado de pesquisas geradas por grandes institutos especializados, são reflexos sociais, econômicos e culturais que constituem comportamentos em massa capazes de nortear as suas estratégias e tomada de decisões, já que, a partir desses estudos, você consegue antecipar a recepção de produtos, serviços, propagandas e muito mais.  ‍ Tais padrões de comportamento são fundamentais para as marcas se manterem relevantes no cenário e para que seus processos, produtos e serviços conversem com as necessidades atuais, se tornando adaptável e cada vez mais competitiva.  ‍ É importante destacar também que as tendências de consumo são diferentes das de mercado, apesar de estarem fortemente interligadas. Quando falamos sobre consumo, focamos apenas na pessoa física que está na posição de comprador ou consumidor de algo, e aí, ao expandir para tendências de mercado, somamos os estudos direcionados ao CPF com o entendimento do mercado como um todo, movimento das empresas referências no ramo, economia do local e por aí vai.  ‍ Dito isso, as tendências de mercado também podem ser divididas em três tipos distintos: Modismos, Tendências e Megatendências. Confira cada um deles: ‍ Modismos Caracterizadas pelo seu viés passageiro, os modismos são febres que normalmente surgem na internet e possuem uma data de validade próxima. Normalmente são chamadas de trends e é necessária uma resposta rápida das marcas para que elas sejam aproveitadas.  ‍ A título de exemplo, as paleterias mexicanas que populavam cada esquina do país há alguns anos atrás, mas que atualmente não configuram negócios unicamente pautados nesse produto.  ‍ Tendências  As tendências falam sobre o público de uma forma mais profunda e duradoura e são reflexos de outros indicadores sociais.  ‍ Exemplificando, podemos falar sobre o trabalho remoto ou home office, que se tornou o “novo normal” no período pandêmico, mas foi um comportamento corporativo que se mantém até hoje. Com a volta do presencial e o regime híbrido, diversas empresas de escritórios compartilhados conseguiram surfar nessa onda e aumentar seus faturamentos.  ‍ Megatendências Seguindo a lógica do nome, as megatendências são movimentos muito mais expressivos, normalmente datados de 7 anos ou mais. Normalmente, são mudanças muito mais complexas que exigem um tempo maior de produção ou consumo, tal qual os carros inteligentes.  Como identificar tendências de mercado? O entendimento das tendências de mercado parte de uma premissa básica de estudo profundo e em tempo real do cenário atual. É preciso que você acompanhe pesquisas, redes sociais, noticiários e fique por dentro de todos os assuntos que possam impactar a sua marca, seja direta ou indiretamente.  ‍ Além disso, é preciso profissionalizar esse estudo com a análise constante de dados e acompanhamento dos concorrentes. Nesse sentido, a tecnologia é a sua melhor amiga tanto para assimilar as informações, quanto para inovar no que você oferece e surpreender seus consumidores.  ‍ Entender o consumidor para entender o mercado: quais são os perfis do consumidor do futuro? Como já falamos anteriormente, as tendências de consumo estão fortemente ligadas às tendências de mercado, sendo a primeira uma parte fundamental da segunda. Com isso, vamos entender um pouco mais sobre os principais perfis dos consumidores do futuro, de acordo com pesquisas, para descobrir quais comportamentos de mercado a sua marca deve adotar.  ‍ Neo-niilistas Muito mais conformados com a realidade que os cercam, o consumidor do futuro entende todos os problemas do mundo atual mas não se coloca como agente causador ou principal combatente. Esse sentimento de impotência, leva-os a abrir mão da responsabilidade sem perder o olhar preocupado e sem se tornar alheio às mazelas.  ‍ Redutores Indo levemente contra o comportamento dos neo-niilistas, os redutores buscam soluções e se apresentam de uma forma mais inconformada. Por isso, valorizam relações mais humanas como resposta para a alta exposição às redes sociais e privilegiam empresas cada vez mais ativas em causas sociais e ambientais.  ‍ Eles entendem seu impacto no mundo e querem reduzir os efeitos negativos pensando sempre no senso de comunidade, então, eles esperam esse mesmo comportamento das marcas que vão consumir.  ‍ Protetores do tempo Os protetores do tempo são uma resposta quase que automática da nova geração aos efeitos da pandemia. Por isso, eles almejam experiências, construção de memórias e coisas que agreguem valor real às suas vidas. São muito mais focados no que viveram ou vão viver do que o que possuem.  ‍ Pioneiros O último perfil de consumidor do futuro é o pioneiro, caracterizado pela sede de mudança, com ambientes mais inteligentes e capazes de suprir as necessidades atuais, como o metaverso, por exemplo. São os verdadeiros frutos da revolução digital, com um pé no real e outro no virtual, e veem as revoluções tecnológicas como oportunidades de criar um mundo que realmente dê certo.  Tendências de mercado 2025: quais são e como utilizá-las na sua marca? Partindo para o prático, agora que você já conhece o perfil dos consumidores para 2025, que tal antecipar alguns dos movimentos do mercado derivados desses comportamentos? Descubra também como colocar esses aprendizados em prática na sua marca: ‍ Fator humano Como percebemos um pouco

O que é ESG? Saiba porque o mercado tem valorizado a responsabilidade das marcas

A sigla ESG (Environmental, Social, and Governance) é uma abreviação utilizada para se referir aos três aspectos críticos que as empresas devem considerar em suas estratégias e operações. O termo foi criado em 2004 e surgiu a partir de uma provocação do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a 50 CEOs de grandes instituições financeiras do mundo todo. Ele queria propostas sobre como integrar fatores ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais. E assim, começou o ESG, que é uma forma de avaliar as empresas de uma perspectiva mais ampla, levando em conta não apenas seu desempenho financeiro, mas também seu impacto social, ambiental e suas práticas de governança. Veja, abaixo, como cada uma dessas categorias se diferem: Meio Ambiente As empresas em busca do impacto ESG devem considerar seus impactos ambientais, incluindo a emissões de gases de efeito estufa, o uso de recursos naturais, o impacto de suas operações no meio ambiente e sua estratégia de sustentabilidade. Questões Sociais O impacto na sociedade, inclui questões relacionadas à diversidade e inclusão, direitos humanos e equidade entre gêneros. Está ligado ao acolhimento das pessoas e mudança de hábitos e comportamentos enraizados. Governança Corporativa As empresas devem ter práticas de governança sólidas, incluindo transparência, responsabilidade, integridade, condições de trabalho, bem estar dos colaboradores e boas relações com fornecedores. Ser ESG só traz benefícios! As empresas são avaliadas de acordo com esses três aspectos pelo mercado, e aquelas que demonstram práticas sólidas em ESG tendem a ter uma reputação melhor, uma base de clientes e fornecedores mais leal e uma posição financeira mais estável — o que pode atrair mais investimentos. O que é reputação? Veja 5 características ligadas ao valor de marca! Um recente estudo da EY identificou que investidores utilizam as divulgações ESG das empresas para tomar decisões de investimento. A pesquisa aponta que 99% dos investidores se baseiam nessas práticas para pautar suas decisões na hora de avaliar um negócio. Ao incorporar tais práticas, as startups conseguem benefícios que vão além da atração de investidores. Veja alguns deles: Reputação positiva: As boas práticas ESG geram uma imagem positiva perante o público da empresa. Isso pode ajudar a aumentar o reconhecimento da marca e a atrair novos clientes. Eficiência operacional: Implementar práticas ESG pode ajudar as startups a se tornarem mais rentáveis, reduzindo custos e aprimorando a eficiência energética. Diferenciação no mercado: Seus concorrentes não possuem práticas ESG? Adotá-las pode te fazer se destacar no mercado e ter uma posição de líder em questões ambientais e sociais. Além desses fatores, essas empresas causam um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente, o que pode ser uma fonte de satisfação e orgulho para seus fundadores e funcionários. Como divulgar suas boas práticas ESG? Não é hora de falsa modéstia. Se sua empresa está aplicada nas boas práticas pela melhora do seu negócio, do bem estar dos seus funcionários e do planeta, essa é uma carta na manga que não pode ser desperdiçada. Você pode (e deve) levar suas práticas para público. Além de fortalecer sua marca, você irá incentivar outras empresas a fazerem o mesmo. Saia na imprensa! Sair na mídia é a maneira mais expansiva para divulgar uma mensagem. Existem diversos veículos de comunicação focados em noticiar questões ligadas ao mundo empresarial; alguns outros são focados em boas práticas de gestão ou responsabilidade ambiental. ‍Veículos de grande porte podem colocar a sua marca em contato com milhões de pessoas e o selo ESG é uma excelente maneira de conseguir uma matéria em um deles. Para ter um resultado na imprensa, busque um serviço especializado em assessoria de imprensa, pois o assessor é o profissional da comunicação preparado para colocar sua marca em contato com os jornalistas dos melhores veículos do país e do mundo. Assessoria de Imprensa: O que é e por quê contratar? ESG = Reputação As pessoas e as empresas estão cada vez mais conscientes da importância de adotar boas práticas responsáveis em questões ambientais, sociais e de governança. Se uma marca não se mostrar comprometida com essas questões, ela pode ter sua reputação prejudicada, o que vai afetar negativamente seus resultados financeiros e a sua capacidade de atrair investimentos, talentos e clientes. Por outro lado, as startups que se posicionam como líderes em questões ESG tendem a ter uma imagem positiva se diferenciando de seus concorrentes – Essa reputação positiva pode ser uma fonte valiosa de diferenciação e vantagem competitiva no mercado. Se sua empresa já é comprometida com o ESG, o mundo precisa saber disso! A MOTIM é especialista em assessoria de imprensa e é a primeira aceleradora de reputações do mundo! Nosso trabalho é colocar marcas inovadoras em contato com o máximo de pessoas possível, através de resultados em veículos como O Globo, Exame, Estadão, Época Negócios e muitos outros! Entre em contato conosco!

Figital: o que é e como utilizar na sua marca?

O figital, ou phygital, é uma fusão de produtos e experiências físicas e digitais para melhorar a experiência de clientes conectados. O conceito de phygital representa a tendência mais promissora do mercado atual, uma vez que está direcionada diretamente para o perfil do consumidor multicanal — aquele que utiliza uma variedade de canais ao longo de sua jornada de compra. Neste artigo, exploraremos o que é figital, exemplos, como implementar nos negócios e como ela se tornou uma oportunidade imperdível para as empresas se destacarem e melhorarem seus serviços. O que é figital? O termo figital é um conceito que combina a interseção entre o mundo físico e o mundo digital. A ideia é que, cada vez mais, nossas experiências cotidianas incorporam elementos digitais e vice-versa. É uma mudança fundamental na forma como vivemos, trabalhamos e consumimos, significando também uma transformação na comunicação de negócios. Essencialmente, essa abordagem é crucial para atender às demandas do omnichannel, uma estratégia que se baseia na completa integração entre as operações online e offline de um negócio.  Isso permite que o cliente navegue de forma fluida entre os diversos canais de vendas e atendimento da empresa, experimentando uma sensação de conectividade entre todos eles. As características do phygital incluem: Integração: fusão perfeita entre os aspectos físicos e digitais da experiência do cliente. Multicanal: oferece múltiplos pontos de contato, tanto online quanto offline. Experiência aprimorada: proporciona conveniência e acessibilidade. Dados e personalização: utiliza dados para personalizar ofertas e serviços. Conectividade: garante uma jornada do cliente sem interrupções entre os canais. Exemplos de Figital na prática A ascensão do figital é uma resposta direta às mudanças significativas nos hábitos de consumo das pessoas. Se, há uma década, os consumidores podiam ser divididos em dois grupos distintos: os mais tradicionais, que preferiam comprar exclusivamente em lojas físicas, e os entusiastas da tecnologia, que optam por compras online, hoje, essas preferências se misturam. Então, essa demarcação tradicional está desaparecendo à medida que os dois mundos se tornam mais próximos e conectados, novos hábitos de consumo influenciam a mudança. Veja alguns exemplos de figital que você já pode ter tido contato: Varejo Lojas físicas utilizam tecnologia para melhorar a experiência do cliente. Isso inclui a criação de aplicativos de compras, onde é possível explorar produtos digitalmente antes de fazer a compra na loja física.  Dá para consultar coleções de roupas, preços de produtos, modelos de eletrônicos e só se deslocar quando encontra a opção ideal para você.  Grandes varejistas têm atualização em tempo real dos catálogos virtuais, assim, o consumidor sabe qual produto encontrará em qual unidade. Nos casos em que não se pode esperar o prazo de envio, dá para comprar online e ir retirar, muitas vezes no mesmo dia, na loja. Educação Plataformas de ensino online e salas de aula virtuais se tornaram muito mais comuns, combinando o aprendizado presencial com recursos digitais. O modelo híbrido de aprendizado é adotado por diversas universidades, especialmente em matérias teóricas, que não dependem da presença do aluno. Evitando deslocamento desnecessário e melhora da produtividade de todos. Saúde Consultas médicas online, aplicativos de monitoramento de saúde e prontuários eletrônicos são exemplos de como a saúde, também, se tornou “figital”, proporcionando uma experiência mais conveniente e acessível aos pacientes. Muitos consultórios possuem a possibilidade de se fazer uma consulta à distância, onde o médico irá fazer uma análise inicial do quadro do paciente e, em casos simples, pode receitar medicação de forma virtual.  Nos mais complexos, ele indica o comparecimento mas também pode instruir cuidados imediatos ao paciente que aliviam alguns sintomas. Oportunidade de negócios no universo phygital A tendência figital representa uma oportunidade de negócios promissora. As empresas que adotam essa abordagem podem colher uma série de benefícios, como maior engajamento e adaptabilidade dos clientes, uma vez que algumas necessidades deles não dependem de atendimento presencial, além da possibilidade de extensão do horário de atendimento.  O cenário do varejo brasileiro, por exemplo, já não pode ser entendido como uma disputa entre físico e digital, mas como uma jornada integrada, em que os dois canais coexistem. Uma pesquisa da CNDL/SPC Brasil em parceria com a Offerwise, revelou que 82% dos consumidores ainda compram em lojas físicas, mas 95% dos consumidores já utilizam apps e sites como canais de pesquisa ou início da compra.  Nesse contexto, a eficiência operacional também se torna um dos principais benefícios do modelo figital, com automatização, análise de dados em tempo real e tomada de decisão a partir das soluções do figital. Essas possibilidades também colaboram com as estratégias business intelligence das marcas e, principalmente, de quem tem grandes operações. Por que a adaptação ao “figital” é essencial? A adoção do phygital representa uma maneira de abraçar a tendência omnichannel, que vai muito além da simples venda pela internet. A principal vantagem dessa estratégia é o posicionamento da empresa com a inovação do mercado.  Abraçar o conceito é uma oportunidade empolgante para as empresas melhorarem suas operações, envolverem os clientes de maneira mais profunda e explorarem novas áreas de crescimento. Assim, se posicionam para prosperar na economia moderna, onde os mundos físico e digital estão mais entrelaçados do que nunca. Como implementar uma estratégia de comunicação figital Para aplicar o conceito na comunicação da sua marca, é importante integrar canais físicos e digitais de forma estratégica e complementar. Isso significa criar experiências conectadas entre loja física, redes sociais, aplicativos, e-commerce, atendimento online e ações presenciais. Integre canais físicos e digitais Uma estratégia eficiente conecta ambientes online e offline para criar uma experiência contínua ao consumidor. Loja física, redes sociais, aplicativos e e-commerce devem atuar de forma integrada na jornada de compra, seja por meio de compras online, uso de QR Codes em pontos físicos ou campanhas conectadas entre redes sociais e lojas físicas. Aposte em experiências interativas QR Codes, totens digitais, realidade aumentada e ações interativas ajudam a aproximar consumidores da marca e tornam a experiência mais dinâmica. Essas iniciativas fortalecem a proposta phygital e aumentam o engajamento. Invista em comunicação omnichannel O consumidor atual transita entre

Influência Digital: Maximizando o Alcance e a Relevância das Fintechs nas Redes Sociais

No cenário disputado das fintechs, onde a reputação e a credibilidade são as grandes moedas de troca, a influência digital surge como uma poderosa aliada para atrair novos clientes, consolidar a identidade da marca e estimular o progresso. Isso pode trazer diversos benefícios quando aplicado com as estratégias certas. Ao longo do artigo vamos entender mais sobre termos, importância e aplicação. O que são fintechs? As fintechs são conhecidas por serem um tipo de startup disruptiva que combinam tecnologia com oferecimento de serviços financeiros, buscando criar soluções ágeis e acessíveis para o mercado e desafiando os modelos de negócio dos bancos tradicionais. Muitas vezes essas empresas encontram obstáculos enquanto se desenvolvem, sendo o mais comum deles a falta de confiança por parte do público. Isso porque essas empresas dependem desse fator: construção de relacionamento e confiança com seus clientes, principalmente quando levamos em consideração que se trata de um serviço para gerenciar um ativo tão importante na vida de pessoas e empresas: o dinheiro.. Sendo um dos grandes obstáculos, a desconfiança, essas empresas acabam dependendo muito de sua autoridade no mercado, de estratégias e principalmente, de sua reputação. É preciso se destacar frente a um cenário altamente competitivo. O que é influência digital? A influência digital é uma prática em que indivíduos ou grupos de pessoas utilizam plataformas online, como redes sociais e blogs, para impactar as opiniões, decisões e comportamentos dos usuários dessas plataformas. Aqueles que aplicam essas práticas são os influenciadores digitais, que usam de sua credibilidade e autoridade para influenciar os seus seguidores. Normalmente eles realizam as famosas “publis” com empresas e marcas, falando bem do seu serviço ou produto, para impactar mais pessoas e engajar com seu público alvo. Essa atividade é muito conhecida como marketing de influência, que muitas empresas já utilizam, com objetivo de fazer uma identificação maior com o seu público ou apenas criar campanhas mais inovadoras e humanizadas. De qualquer forma, essa acaba sendo uma ótima ideia para impulsionar a reputação da marca e fortalecer outras estratégias de PR que podem ser colocadas em prática. Importância das Fintechs nas redes sociais Apesar das empresas estarem reconhecendo cada vez mais o valor das estratégias de influência digital, algumas ainda estão na contramão, seja por tradicionalismo ou por não encontrarem um real benefício que podem ganhar. Mas, para as fintechs essa pode ser uma grande vantagem para aumentar a sua reputação, awareness e construir a confiança dos seus seguidores. Aplicando essa estratégia é possível alcançar ainda mais pessoas, expandindo o seu público alvo e atingindo mais indivíduos interessados, mas que ainda não conheciam o seu negócio. Esse tipo de conteúdo permite que os seguidores compartilhem e interajam de maneira mais próxima da sua marca e uns com os outros, gerando mais confiança e o senso de comunidades. ‍ Ao fornecer informações úteis e transparentes via influenciadores digitais, as fintechs estabelecem uma base sólida de confiança com os clientes em potencial. Moldando sua reputação em algo mais positivo e consolidando o posicionamento no mercado financeiro. Estratégias que maximizam o alcance e a relevância Para que a sua fintech se destaque e crie presença nas redes sociais, uma série de estratégias estruturadas podem ser colocadas em prática, sendo uma delas a de influência digital, que cascateia-se em muitas outras. Confira as possíveis formas de maximizar o alcance e relevância usando desse método: Campanhas de lançamento de produtos e serviços Essa é uma excelente estratégia que mostra o poder da influência digital quando combinado com o PR. Por exemplo, você pode usar a imprensa para fazer a divulgação e lançamento de produtos e serviços, enquanto os influenciadores fazem a sua parte, gerando um buzz nas redes sociais, amplificando sua mensagem.  Parcerias relevantes A influência digital te dá a liberdade de fazer parcerias com os influenciadores que estão mais em alta no momento, mas é preciso pensar bem antes de bater o martelo. Isso porque o influencer com mais seguidores pode não ser o mais relevante para o seu negócio e momento da empresa. Como uma fintech, procure saber quem são os creators mais relevantes dentro do nicho de finanças nas redes sociais como Instagram, TikTok e Youtube e busque se aproximar deles. Eventos e workshops online Após fechar parceria com os influencers que fazem sentido para sua marca, você pode ir além e programar eventos, como lives, webinars e workshops online, com foco na educação e informação do seu público. Para as fintechs é interessante que elas trabalhem com especialistas na área – que não deixam de ser influencers – dessa forma podem atingir mais pessoas, e ainda agregar valor. Acelere a reputação da sua fintech! Essas dicas de como usar a influência digital para a sua fintech buscam gerar um posicionamento positivo, construindo a sua narrativa por parcerias relevantes e estabelecendo sua autoridade. Isso não é o suficiente para a manutenção da sua reputação, por isso se você busca uma agência para fintechs que possa elevar o seu negócio, a MOTIM é a parceira estratégica que você procura. Fale com um especialista!

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