5 exemplos de inovação para inspirar sua marca

O brasileiro é comumente lembrado pela sua capacidade de ser criativo em diversas ocasiões, e essa característica é uma das mais importantes quando falamos de inovação.O conceito de inovar se refere à sair do comum, buscar alternativas diferentes para resolver problemas antigos (ou novos). O modo brasileiro de fazer inovação já vem se refletindo no empreendedorismo no país, que ocupa a 54º posição no ranking do Índice Global de Inovação.As startups têm um peso significativo nessa conquista. Essas empresas disruptivas tem a inovação como alicerce principal buscando soluções para problemas contemporâneos, como a crise climática e a sustentabilidade, com o uso do que a tecnologia moderna tem de melhor. Nesse artigo você verá algumas iniciativas que demonstram como a inovação está sendo aplicada nas empresas pelo Brasil e pelo mundo. Antes de tudo: O que é inovação? Inovação é trazer soluções para problemas, muitas vezes tidos como insolucionáveis, a partir da criação ou adaptação de produtos, serviços e processos. Essa transformação sistêmica gera valor para as empresas, aumentando sua reputação, e traz melhorias para seus consumidores, com impacto na sociedade como um todo. A inovação é capaz de transformar comportamentos e hábitos de consumo. Aceita um exemplo simples? A Uber! O aplicativo de corridas transformou drasticamente a forma como as pessoas se locomovem, isso é inovação. Lembramos que há muita pesquisa por trás das soluções propostas, de modo que a empresa inovadora não tira “um coelho da cartola” mas sim, baseia-se em estudos e testes. 1. A indústria alimentícia de baixo impacto Sob a promessa de reinventar a indústria de alimentos, a unicórnio chilena, NotCo defende que remover os animais do processo de produção vai reduzir o impacto do setor no planeta. Mas como fazer isso? A startup reuniu o que a ciência e a tecnologia podem oferecer de melhor para solucionar essa questão: eles criaram um algoritmo capaz de aprender combinações infinitas de plantas para imitar o sabor e a textura de produtos animais, totalmente veganos. A NotCo abre essa lista pois engloba tudo aquilo que pensamos quando falamos em inovação: o cuidado com o futuro e a solução de problemas reais de modo… bom, de modo inovador! 2. Adaptação à pandemia Com as restrições sanitárias e o isolamento social, muitas empresas e funcionários enfrentaram inúmeras dificuldades. A rede varejista, Magalu, se mostrou umas das marcas que mais mostrou capacidade de inovação durante o período. As ações da marca mostraram que a inovação vai além da proposta de produtos e serviços. A empresa esteve disposta a encarar os desafios da pandemia sem sacrificar seus colaboradores, entre as iniciativas tomadas se destaca o movimento “Não demita” idealizado e proposto pelo Magalu, que possui mais de 20 mil funcionários e não fez nenhuma demissão no período. Do lado dos negócios, a aposta foi em inovação digital com grandes investimentos no e-commerce e no omnichannel. Startups de logística, tecnologia e sistemas, empresas de comunicação e negócios de varejo foram adquiridas nos últimos meses e a companhia chegou a ser comparada com a americana Amazon. 3. Diversidade no mundo corporativo Uma das pautas mais faladas nessa década é a da diversidade. Acolher novas pessoas e educar a população sobre o respeito à diversidade e inclusão é a meta de muitas empresas, mas a maioria delas não sabe como fazer isso. Dita como “Startup especialista em inovação para a diversidade”, a Blend Edu elaborou a solução. Ela capacita e mobiliza empresas a colocar a diversidade em prática no seu cotidiano, criando projetos, treinamentos e soluções para impulsionar uma transformação cultural. A startup usou da tecnologia, mais uma vez, para trazer uma solução às empresas preocupadas com a diversidade. Sua metodologia une a estrutura e solidez demandada por “empresas grandes” e o mindset de agilidade usado pelas startups. 4. Segurança da informação! É indiscutível: o mundo se tornou digital. Idas ao banco se tornaram raras e triviais, com o uso dos apps; pilhas e pilhas de papel deixaram de existir, devido ao armazenamento digital nas nuvens. Todos os dados de pessoas jurídicas e físicas estão guardados em dispositivos eletrônicos. Mas eles são seguros? LoveBrands: 5 marcas para se inspirar A BugHunt é uma startup que age na proteção de dados a partir da investigação de falhas de segurança. Os especialistas da plataforma testam as aplicações das empresas e elaboram relatórios sobre como tratar as vulnerabilidades encontradas. A startup inova ao usar uma comunidade de especialistas para ajudar empresas a se manterem seguras. São milhares de hackers éticos buscando vulnerabilidades nos sistemas de empresas parceiras para encontrá-las antes dos criminosos. Eles estão antecipando possíveis problemas de seus clientes. Atenta às novas necessidades do mundo digitalizado, a empresa foi certeira na proposta de soluções de segurança para outras marcas a partir da inovação. 5. Intermédio para aluguel Com as grandes metrópoles cada vez mais populosas, a questão da moradia entrou no foco de ações inovadoras. De um lado, pessoas querendo alugar seus imóveis, mas sem confiança para isso; do outro, aqueles que queriam encontrar um lugar para viver. A startup brasileira Quinto Andar é a maior imobiliária digital do Brasil, sua proposta de valor partiu da ideia de fazer o intermédio entre locatários e inquilinos, feito virtualmente. A empresa proporciona segurança para os dois lados e otimiza um processo que é conhecido pela burocracia. A alternativa inovadora se mostrou um sucesso e colocou a Quinto Andar na categoria de startup unicórnio. Dicionário de Startups: Conheça o significado dos termos mais usados no mercado de inovação A Inovação é constante e eterna A inovação tem muito a ver com todas essas perspectivas positivas de transformação tecnológica. A sociedade muda constantemente e obriga os negócios a acompanhar essas mudanças – cada vez mais complexas. Negócios que entendem isso e se adaptam às novas necessidades, conforme o mundo muda, crescem mais. A inovação é infinita, pois à medida que as soluções aparecem, elas deixam de ser “novidades”. O mundo sempre estará precisando de mais iniciativas inovadoras para continuar crescendo. Talvez a sua possa ser a próxima!

10 exemplos de soft skills que podem ajudar as empresas

Após séculos de valorização de habilidades técnicas e agilidade, finalmente, o foco está passando a ser as habilidades comportamentais. Cada vez mais as empresas estão estimulando o desenvolvimento de diferentes soft skills – ou habilidades interpessoais, em português – em seus colaboradores ‍Essa é uma nova forma de olhar para o trabalho – que está exigindo mais coletividade e inovação. Diante disso, agora é preciso trazer mais humanidade para a jornada de trabalho. Em outras palavras, chegou a hora de desligar o piloto automático e alcançar bons resultados com um time mais engajado. Vale ressaltar que os holofotes começaram a ser direcionados para as soft skills durante a pandemia. Isso porque a configuração do exercício profissional mudou neste período. A habilidade em comunicação, por exemplo, se tornou um fator crucial para o trabalho remoto, já que a maioria do contato pessoal deixou de ser cara a cara e, por consequência, passou a ser mediado pela tecnologia. Outro fator que também colaborou para o estrelato dos diferentes exemplos de soft skills é a expansão da indústria 4.0. Ou seja, neste novo formato de mercado, diversos processos estão sendo automatizados e, com isso, surge a necessidade de repensar as técnicas de produtividade e os relacionamentos no ambiente corporativo. Neste cenário, a estimativa é de que essas habilidades que vão além do conhecimento técnico tenham um lugar de destaque ainda maior nas organizações. Segundo a Deloitte, mais de 65% dos empregos exigirão intensamente o desenvolvimento e uso de soft skills até 2030. O que são soft skills? As soft skills são habilidades sociais e não-técnicas que facilitam a interação entre as pessoas, descomplicando, assim, a resolução de problemas que envolvem o trabalho e a execução de tarefas.São competências intangíveis que estão diretamente ligadas ao comportamento. As principais soft skills têm como objetivo favorecer o crescimento da produtividade e, também, o desenvolvimento pessoal dos colaboradores através da coletividade e trabalho em equipe. Soft skills X Hard Skills Esse talvez esse seja um dos embates mais complexos da gestão de pessoas atualmente. Por um lado, as soft skills que estimulam a produtividade através das habilidades comportamentais e de equipes mais engajadas. Por outro lado, temos as hard skills que buscam melhorar a produtividade através de competências técnicas e teóricas. Vale dizer que nesta disputa não existe um lado vencedor. Isso porque são habilidades complementares. Ou seja, para o sucesso de cada colaborador, ou para o sucesso do time inteiro, é necessário o desenvolvimento dos dois tipos de habilidades. Os 10 principais exemplos de soft skills Agora que você já sabe o que significa este conceito, o próximo passo é saber quais são as soft skills mais valorizadas do meio corporativo. Vamos lá! 1. Flexibilidade Atualmente, saber ser flexível pode ser vantajoso tanto para os relacionamentos interpessoais, quanto para se adaptar a novos processos e demandas no trabalho. Dominar a habilidade da flexibilidade representa a disposição ao aprendizado, reinvenção e versatilidade. Além disso, essa competência ajuda a evitar possíveis conflitos e, desta forma, a estimular mais cumplicidade entre os colaboradores. 2. Comunicação assertiva Como dito anteriormente, a habilidade da comunicação é um dos exemplos de soft skills mais necessários no ambiente profissional. Isso porque a comunicação – quando é feita de forma assertiva – facilita a compreensão das mensagens e otimiza o andamento dos processos. Além disso, o ambiente virtual exige que a comunicação seja muito mais eficaz, visto que existem diversos fatores que podem atrapalhar o entendimento do que está sendo dito, como, por exemplo, instabilidades na rede, assincronismo e dificuldades na interpretação. 3. Liderança Não é segredo que um bom líder é a chave para o bom direcionamento do time. Mas o que não se fala muito é que não é necessário estar num cargo de liderança para exercitar essa habilidade. Essa competência está mais relacionada à postura de liderança – que direciona o caminho e transmite segurança – do que, necessariamente, com um cargo de liderança. Ou seja, este exemplo de soft skills se associa com a capacidade de causas  impactos positivos  e de engajar os colegas e colaboradores. Indo mais além, essa é uma estratégia que muitas empresas utilizam para se posicionar como autoridade no assunto e se assumirem como líderes no mercado. 4. Criatividade A criatividade é uma das capacidades mais esperadas de um profissional, isso porque essa habilidade representa a originalidade, a desenvoltura para resolver problemas, a inovação e as diferentes formas de pensar. Ser uma pessoa criativa não significa somente construir algo do zero. Essa habilidade também é conseguir estabelecer relações entre referências inesperadas e, desta forma, criar algo novo. 5. Inteligência emocional Quando falamos de auto conhecimento, a inteligência emocional é um dos assuntos mais referenciados, no entanto, essa também é uma competência fundamental para se exercitar no ambiente de trabalho. A habilidade da inteligência emocional corresponde ao reconhecimento de emoções e o gerenciamento delas em favor dos objetivos pessoais e profissionais de cada pessoa. Além disso, ter uma inteligência emocional bem desenvolvida é um recurso para facilitar as relações. Vale ressaltar que a evolução da inteligência emocional ajuda nas tomadas de decisão – evitando possíveis precipitações – e, também, traz mais calma e clareza para o enfrentamento das adversidades. 6. Colaboração Duas cabeças pensam melhor que uma, certo? Esse exemplo de soft skills segue exatamente esse princípio. A colaboração está relacionada com a eficácia do trabalho em equipe em prol de objetivos em comum. Isso significa aumentar a dedicação ao trabalho em equipe, respeitar a contribuição de todos os colaboradores e, também, saber trocar ideias e informações. Além disso, essa é uma das principais soft skills que visam incentivar a coletividade e tirar o foco do comportamento individualista no ambiente profissional. Promovendo, assim, a troca de experiências e de diferentes pontos de vista. 7. Empatia Outro exemplo de soft skills que se relaciona diretamente com a evolução pessoal – além da profissional – é a habilidade de empatia. Esta competência corresponde à capacidade de escutar, se conectar e entender verdadeiramente os sentimentos e vivências das outras

Geração Z: 5 características e como as marcas devem se comunicar com ela!

Já ouviu termos como baby boomers, Geração Z, X e Y ou Millennials? Esses parecem nome de tribos urbanas em um cenário futurístico, mas na verdade fazem parte do nosso passado e presente, em que seus avós, seus pais e você mesmo fazem parte. A categorização de cada geração foi criada considerando as mudanças comportamentais em intervalos de nascimento, sempre usando como marco mudanças políticas, sociais e culturais, como o surgimento da internet, o fim da 2ª guerra mundial ou o início da revolução industrial. Esses aspectos são capazes de impactar diretamente na vida das pessoas que vivem os acontecimentos, provocando efeitos comportamentais e colaborando com a definição de características das gerações. ‍ O que é geração Z? A geração z começa na primeira década do século XXI, considerando as pessoas que nasceram no fim da década de 90. É importante ressaltar que, devido a divisão de gerações considerar aspectos subjetivos, não é definida uma data exata para nenhuma delas. Essa é uma tentativa de entender o comportamento humano de acordo com o seu tempo. O futuro chegou? 5 tecnologias que respondem isso No caso da geração Z, o evento que proporcionou uma mudança expressiva foi o desenvolvimento escalável da tecnologia – e não estamos nos limitando à internet. A partir do fim dos anos 90, a população começou a ter uma variedade de utensílios tecnológicos à disposição que transformaram o modo como viviam, então, a geração Z começou a se formar. Geração Z: características principais Essa geração nasceu com os olhos na tela e são extremamente habituados com as tecnologias do mundo, mas além disso, as diferenças e movimentos sociais já não são novidades para essas pessoas. Veja 5 principais características da geração Z. São digitais A relação com as tecnologias mais complexas que explodiram na virada do milênio, rendeu a eles o apelido de nativos digitais. Sua íntima relação com o mundo digital, com a internet e com a informática é a característica mais notável da geração Z. Essas são pessoas que cresceram jogando videogames, que acompanharam de perto as inovações tecnológicas e aprenderam a utilizá-las. Os mais velhos comumente procuram pessoas dessa geração para resolver “probleminhas” em seus aparelhos eletrônicos que parecem de outro mundo, mas para eles são até bem simples. Poucos vínculos pessoais A Internet teve seu papel nas transformações pessoais dessas pessoas. Essa é uma geração que não costuma criar muitos vínculos duradouros, pois aprenderam a relacionar-se pelas redes sociais e por aplicativos. Muitos, também, evitam sair de casa, especialmente com os serviços de delivery à disposição e apps de relacionamento para conhecer seus parceiros. Pragmáticos Os jovens da geração Z são realistas, práticos e buscam satisfazer suas necessidades financeiras e seu enriquecimento pessoal. O ideal de ter uma única profissão a vida inteira, comprar um imóvel e esperar a aposentadoria, está longe de agradá-los. São adeptos do pensamento lógico, autodidatas e responsáveis. Buscam alternativas inovadoras para sanar seus problemas de maneira simples e rápida. Diversos São os que mais se preocupam com a desigualdade social e as crises climáticas. Esses jovens são radicalmente inclusivos, têm grande poder de mobilização e seu interesse se conecta amplamente com a diversidade. A geração Z contempla múltiplas comunidades e grupos, é a geração mais heterogênea até aqui. Empreendedores De acordo com matéria publicada na Forbes, uma das principais características da geração Z é o perfil empreendedor, não pela dificuldade em ingressar no mercado de trabalho, mas sim por conta da autonomia que o empreendedorismo oferece. Quando em um ambiente corporativo, eles buscam por vagas com maior liberdade para o profissional exercer suas atividades de forma mais autônoma. ‍ Gerações X e Y: O caminho até aqui A Geração X ganhou esse nome por Robert Capa, fotógrafo, que dizia estarmos de frente a uma geração desconhecida – por isso o X. Essa geração passou por poucas e boas: no Brasil, por exemplo, passou por ditadura, ascensão dos movimentos sociais, censura, novos governos e instabilidade. Isso fez com que essa geração ainda seguisse a ideia de estabilidade dos pais e não se destacasse em relação à geração anterior. Agora, a Geração Y, diferente das outras gerações, se descreve como egoísta, preguiçosa, insatisfeita e fútil. Porém, nem tudo é tão negativo assim. Em comparação às outras gerações, essa é considerada a mais criativa,  mais engajada com causas sociais, e suas principais características são serem pessoas multitarefas, influentes, abertas a feedbacks e resilientes. Por último – por enquanto – temos a Geração Z, os primeiros nativos digitais. ‍ Como se comunicar com os Z’s? Como nasceram em meados dos anos 90, essas pessoas agora estão se tornando consumidores independentes e entrando cada vez mais no mercado de trabalho, aumentando seu poder de compra. Este momento cobra que as marcas procurem as melhores maneiras de se comunicar com a geração Z. A chave principal para que a comunicação com essas gerações seja efetiva, é entender suas principais características. Se o público-alvo é composto de pessoas imediatistas, focar na agilidade e rapidez do seu produto e serviço pode ser uma das chaves para atingir essas pessoas. Comportamento do Consumidor: o perfil dos compradores na era da internet Entender que a geração Z não compra de marcas que não estejam alinhadas com seus valores pessoais é saber que seus valores devem ser bem divulgados e que, acima de tudo, eles devem ser sinceros e fazer parte da cultura e ações da empresa, e não só serem uma fachada para atrair um público específico. ‍ Sem medo de errar ou de mudar A geração Z tem identidade fluida. Em tempos de internet e com fácil acesso ao inovador, essas pessoas entendem que elas podem ser o que quiserem, e quando quiserem. Se antes, para se comunicar com outras gerações era necessário mostrar estabilidade e firmeza, aqui, o que tem que ser estável é a vontade de mudar de acordo com o mundo. Não existem segredos, muito menos receitas, para se comunicar com a geração Z. É importante mesmo, entender o que supre suas demandas

PR Stunt: o que é, como aplicar e exemplos reais

No momento atual, se destacar no meio de um mercado extremamente saturado e competitivo é o maior desafio das empresas. Surge a necessidade de se encontrar ferramentas e estratégias que possibilitem uma geração de impacto real, que converse com o target e que tenha, como consequência, um engajamento mais duradouro. Quando adicionamos um elemento de criatividade, fica nítido: estamos falando do PR Stunt.  ‍ Vem entender um pouco mais sobre essa ação de relações públicas que promete captar a atenção do público de forma qualificada.  PR stunt: o que é? O PR Stunt é a abreviação de Public Relations Stunt e nada mais é do que uma estratégia de RP focada principalmente na geração de impacto, seja pelo quesito surpresa, choque, emoção ou inovação.  ‍ Dado o seu teor revolucionário e disruptivo, o PR Stunt normalmente não tem como foco a transmissão de informações, mas sim o compartilhamento e engajamento que aquela ação vai gerar. Esse caráter surpreendente funciona sempre como um gatilho certo para gerar buzz em cima de algo, manter a pauta aquecida na boca do povo, incentivando não só os compartilhamentos, mas também a discussão.  ‍ Mas, aqui vale a reflexão de que, se o PR Stunt é uma ação que busca chocar e surpreender, o cuidado e parcimônia são mais que bem-vindos. Existe uma linha tênue entre ações que vão ter o impacto positivo, que convém com a marca e representam-a perfeitamente, e outras que vão gerar mídias negativas. Por isso, é de suma importância que haja alinhamento da ação com o discurso e valores que a empresa prega e que haja entendimento do público que deseja alcançar, principalmente porque mexemos com o lado emocional e podemos despertar sentimentos não tão positivos.  ‍ Como estruturar uma ação de PR Stunt? Como ressaltamos na definição, o PR Stunt é caracterizado pelo seu viés surpreendente e inovador, ou seja, é pautado principalmente pela criatividade. Não existe uma fórmula certa para estruturar uma ação dessas, mas você pode ser norteado por exemplos do mercado que deram certo. Vamos falar sobre esses exemplos um pouco mais para frente.  ‍ Mas, o que é importante sempre ter em mente é como alinhar o discurso da ação com o always on da empresa, mantendo linguagem e comportamento, e não esquecer quem é o público-alvo da iniciativa além de quais os resultados esperados.  Quais os benefícios de investir em uma estratégia de PR Stunt? Como você deve ter percebido, apesar de ser uma ação que merece um olhar mais cuidadoso, existem inúmeros benefícios de contar com o PR Stunt no seu portfólio de estratégias.  ‍ Engajamento e interesse autênticos Divergindo das campanhas publicitárias normais, que costumam focar na persuasão e convencimento, o PR Stunt se conecta com o público através das emoções e busca estabelecer uma conexão genuína através do tópico discutido. Isso, automaticamente, é responsável por gerar um tipo de engajamento mais verdadeiro e autêntico, fortalecendo sentimentos como lealdade e fidelidade, que são ganhos extraordinários principalmente quando falamos do longo prazo.  ‍ Lembrança de marca Como falamos anteriormente, é fundamental que você mantenha a ação dentro das diretrizes da sua marca, mantendo-se fiel ao comportamento, características, linguagem e tom de voz. Caso isso seja feito de forma bem sucedida, o público vai assimilar essas particularidades e entender exatamente quem vocês são.   ‍ Além disso, o PR Stunt também é uma forte ferramenta de awareness de marca porque apesar de ter um público-alvo definido e trabalhar a ação em prol daquela parcela, quando bem feito, é provável que a iniciativa fure a bolha e alcance um público ainda maior do que o esperado, gerando awareness. Indo um passo além, a ação, quando bem sucedida, pode ser lembrada por anos pela audiência, atingindo também um objetivo de recall de marca, que é extremamente relevante para depender menos de mídias pagas com resultados mais imediatos. ‍ Rebranding Apesar de ser uma iniciativa ousada, o PR Stunt consegue sim redirecionar o comportamento e forma como a sua marca é vista pelo público. Imagine uma marca mais conservadora, ao trabalhar estratégias de PR Stunt, automaticamente vai exigir um nível de disrupção maior do que vinha sendo feito. Isso vai ser traduzido para o resultado final da ação e percebido pelas pessoas que forem impactadas. Dessa forma, a marca passa a receber cada vez mais ares de inovação.  ‍ Exemplos de PR Stunt Confira alguns exemplos que podem te inspirar: ‍ Red Bull Stratos A empresa de energéticos patrocinou o salto do paraquedista australiano Felix Baumgartner da estratosfera, quebrando três recordes mundiais. Como a Red Bull é fã de carteirinha de esportes radicais, essa ação, além de gerar buzz, ainda contribuiu com os atributos da marca.  ‍ Whopper Detour do Burguer King Como mais uma estratégia de provocar a concorrência, o Burguer King lançou uma ação em que os clientes que se aproximassem de lojas do McDonald’s iriam desbloquear descontos e não iriam consumir com o concorrente.  ‍ Dia Mundial do Sono da IKEA Em 2023, a empresa lançou uma ação em terras brasileiras para destacar a importância do sono. Por isso, instalaram diversas camas em shoppings para que as pessoas pudessem experimentar os colchões e dar uma descansada durante o dia.  ‍ Com esses exemplos, fica nítido que as ações fogem do convencional. Estruturar um PR stunt demanda planejamento, mentes criativas reunidas e uma estratégia parruda de lançamento, mas, pode apostar: os resultados serão muito positivos.  ‍

Dicionário de Startups: os termos mais usados no mercado de inovação

O termo startup já foi praticamente desconhecido no Brasil, mas a partir da última década essas empresas se tornaram mais conhecidas e viraram sinônimo de modernidade e inovação. Com diversos segmentos de atuação e propondo a renovação do mercado tradicional, as startups chegaram com tudo e com direito a um dialeto próprio, o startupês. Com tantos termos, é possível até montar um dicionário de startups, e foi isso que a MOTIM fez! Por estarmos em contato direto e constante com negócios de inovação, listamos os termos mais comuns e utilizados no mercado de inovação para que você não se perca em meio às palavras. Confira o dicionário de startups. O que é uma Startup? Antes de qualquer coisa, vamos explicar o que significa startup. O nome “startup” vem da junção das palavras em inglês “start” e “up” e está ligado à ideia de começar um negócio inovador e crescer rapidamente. Por definição, startups, além de inovadoras e com rápido crescimento, possuem modelos de negócios replicáveis e escaláveis. O que são Startups Tech? Relacionadas com inovação, disruptividade e cheias de originalidade, é comum ver startups usarem os sufixo “tech” se destacando no mundo empresarial. As startups tech usam a tecnologia como ferramenta fundamental para fazer mudanças em setores diferentes, além de colaborar para o desenvolvimento da tecnologia em si. Veja alguns exemplos de tipos de startups e seus significados: Agrotech ou Agtech Você sabe o que são agrotechs? Elas usam tecnologia para auxiliar processos voltados ao setor do agronegócio no geral, o que inclui agricultura e pecuária de grandes corporações ou produtores familiares. Elas são um dos tipos de startups que têm otimizado processos essenciais para esse setor e fazem isso pensando no impacto ambiental e no gerenciamento da produção de forma mais eficaz, rentável e responsável. Biotech Biotechs são startups que desenvolvem soluções a partir de uma base biológica.Fazendo a manipulação de organismos vivos, elas promoveram uma série de transformações em indústrias como a farmacêutica, alimentícia e de insumos agrícolas.A partir do estudo e análise de seres vivos, esse tipo de startup usa a biotecnologia para tornar possível o desenvolvimento de diversos produtos, desde medicamentos até espécies de vegetais aprimoradas contra pragas. Construtech Construtech é o termo usado para se referir a startups voltadas especificamente à área da construção civil. Essas empresas surgiram com a proposta de modernizar o setor dando a ele produtividade, economia e explorando técnicas novas. Pelo mundo existem construtechs até mesmo usando impressoras 3D para construir casas. Outras propõem o conceito de “casa a jato”, onde você compra uma casa praticamente pronta, porém, desmontada! Edtech Edtechs são startups que trabalham com tecnologia voltada para a educação. Nesse tipo de negócio é comum que a educação seja mediada por plataformas online e utilizem técnicas de gamificação para aprimorar o aprendizado. Alura, Tutor Mundi e Revvo são exemplos de edtechs que atuam no Brasil e estão mudando a maneira como se estuda. Fintech Talvez a mais conhecida do dicionário de startups. As fintechs são voltadas ao setor financeiro. Marcas como BlueBenx e Nomad Global estabeleceram inovações para diversos serviços como empréstimo, financiamento, compra de moeda estrangeira e muito mais! Se o setor financeiro era conhecido pela burocracia e lentidão, os serviços das fintechs mudaram isso, automatizando e acelerando processos de maneira virtual! Foodtech As foodtechs são startups que desenvolvem soluções para o setor alimentício. Essas empresas são tão influentes atualmente que fica difícil imaginar como seria o nosso cotidiano sem sua presença. Elas transformam a forma como os alimentos são produzidos, distribuídos e consumidos. As foodtechs estão comumente em busca de alternativas ecológicas para a produção de alimentos. Preocupadas com questões como o uso consciente do solo, redução de desperdício na cadeia produtiva e redução de produtos de origem animal, essas startups são promissoras. A NotCo é um exemplo de foodtech preocupado com essas questões. Healthtech ou Medtech Elas trazem soluções para o ramo da medicina. Healthtechs otimizam processos médicos como diagnóstico e gestão de pacientes. Essas startups, também chamadas de Medtechs, estão gerando impactos que otimizam processos, como atendimento, diagnóstico e tratamento de doenças. Para isso, essas startups utilizam tecnologias como inteligência artificial, impressão 3D, robótica e nanotecnologia. Algumas estão envolvidas com o conceito de “corpo conectado”, uma das promessas de tecnologias do futuro! Esses são alguns dos termos mais comuns para se referir às startups tech. Agora, veja no dicionário de startups outro conjunto de termos muito utilizado nesse mercado: os c-levels. O que são c-levels? C-Level é um termo para classificar cargos de alto escalão de corporações. A letra “C” significa “chefe”, portanto esses cargos são os de lideranças dentro de startups. Confira alguns deles a seguir: CEO (Chief Executive Officer) Diretor Executivo ou Presidente da empresa. O CEO provavelmente é o mais conhecido dos c-levels, já que parte da sua função é ser o porta-voz da empresa. Um exemplo, e talvez o mais famoso deles, é Mark Zuckerberg, o CEO da empresa Meta. COO (Chief Operation Officer) Diretor de Operações, normalmente responsável pelas movimentações de operação da equipe na empresa. Cabe a ele garantir eficiência e produtividade das operações. CFO (Chief Financial Officer) Diretor Financeiro. O CFO é o profissional responsável pelas operações financeiras de um negócio. Sua função pode se estender à busca de oportunidades de negócios, investimentos externos e avaliação de situações de riscos x benefícios financeiros. CMO (Chief Marketing Officer) CMO é o Diretor de Marketing, um profissional muito necessário para empresas que querem ser vistas no mercado. Fica sobre sua responsabilidade criar estratégias e conduzir os planos de atração de clientes. CTO (Chief Technology Officer) Diretor de Tecnologia, este é o c-level da área de tecnologia de uma startup. O CTO deve supervisionar o setor para promover a inovação dos produtos e serviços. Em um contexto em que as startups são sinônimo de inovação, sua função é primordial para o crescimento do negócio. Outros termos usados no mercado de inovação Depois de conhecer o significado de alguns tipos de startups e o que faz o CEO de uma empresa,

Early adopters: a porta de entrada das startups para sucesso e popularidade

Quanto tempo você levou para usar um Uber pela primeira vez? Quem entre seus amigos, ou familiares, foi o primeiro a usar o PIX e convencer os demais? Essas pessoas que aderem de cara uma novidade são chamadas de early adopters e são valiosas para as empresas inovadoras.Todo tipo de negócio, seja ele mais tradicional ou um negócio inovador, almeja o mesmo objetivo: gerar impacto o suficiente para se cristalizar no mercado. É claro que, em termos gerais, isso significa “cair no gosto do povo”, o que é um  tremendo desafio para marcas, especialmente as que estão em estágio inicial. Posicionamento de marca no ambiente digital Os “primeiros adeptos” são a porta de entrada para a popularidade de um produto ou serviço e, consequentemente, para uma empresa. Alcançar esse grupo, que pode ser exigente, requer preparo e cuidado em suas estratégias de comunicação. Neste artigo, você entenderá a importância desse grupo, como ele se comporta e como atingi-lo. Vem ver! O que são early adopters? Os early adopters são as primeiras pessoas a aderirem a uma novidade no mercado – seja ela qual for. Esse termo é utilizado no setor de consumo, sendo uma importante porta de entrada para marcas em direção à validação dos seus modelos de negócio. Os empreendedores em estágio inicial de maturidade, devem investir algum tempo pensando em como atingir essas pessoas, já que, a partir daí, o negócio poderá prosperar, se for positivamente avaliado pelos primeiros adeptos. Para startups, esse grupo possui uma importância ainda maior, pois agem na difusão da inovação e geração de valor. Nós da MOTIM enxergamos três etapas no caminho entre o primeiro adepto, até o público de massa. São eles: Primeiro uso do produto/serviço Aprovação Compartilhamento da experiência. Se eles são a porta de entrada para o público de massa, a maior importância dos primeiros adeptos é a sua aprovação. Não basta utilizar o seu produto, eles precisam aprová-lo. Curva da difusão da inovação O termo early adopters vem da curva da difusão da inovação, que é um teoria elaborada para explicar a adoção de novas tecnologias e a disseminação de novas ideias, comportamentos e hábitos de consumo. A teoria foi criada por Everett Rogers em seu livro Diffusion of Innovations em 1962 e é usada até hoje em estratégias para a validação popular de marcas e produtos.De acordo com Rogers, quando falamos adaptação às inovações, podemos classificar o comportamento dos indivíduos em 5 categorias: Inovadores; Primeiros adeptos; Maioria inicial; Maioria tardia; Retardatários. Como dito anteriormente, o grupo é peça fundamental na aceitação popular, sendo uma espécie de portal para um público mais resistente a inovações, ou que prefiram esperar os demais “testarem” uma novidade antes de embarcar nela. Comportamento de consumo Agora que você já entendeu o que são early adopters, pode focar nas estratégias para chegar nele. Se sua marca quer sucesso na aceitação do público, deve investir algum tempo para entender esse público e garantir a boa reputação do negócio. O que é Brandformance? o conceito que vem ganhando espaço entre times de marketing Eles gostam de inovação Parece óbvio, mas precisa ser frisado: Eles amam novidades! Se o seu produto/serviço for inovador e conseguir chegar até essa pessoa, é muito provável que ele seja experimentado. Mas cuidado! Eles não são cobaias e muito menos compradores compulsivos — o fator determinante para o uso da sua solução é se ela realmente será útil para a pessoa. Parta do princípio que essa pessoa enfrenta um problema e o seu produto será a solução, mantendo a inovação em destaque. Assim, você irá alcançar o público ideal para seu negócio. São formadores de opinião Sua marca não ficará restrita à eles, essas pessoas não são do tipo tímidas, se elas usarem sua solução, esteja certo que irão passá-la à frente. Muitos influenciadores digitais são primeiros adeptos (mesmo que eles próprios não saibam disso), sempre em busca de novidades para alimentar suas redes sociais e seguidores. Até mesmo em meios não-digitais, como em uma mesa de barzinho, o primeiro adepto vai falar da sua nova experiência de consumo. Estão por dentro das trends Junte as duas características anteriores e você chegará ao indiscutível: Esse grupo de pessoas está nas redes sociais, e muito atentos a tudo que acontece nelas. De acordo com o próprio Twitter, “as principais inovações tecnológicas dos últimos dez anos se desenrolaram no Twitter, alimentadas por influencers, primeiros adeptos que usam a plataforma para um diálogo contínuo sobre tecnologia.” Isso significa que sua marca deve ter olhos atentos às redes sociais, elas serão uma importante ferramenta para atingir esse público e gerar debate sobre o produto. Como sua marca pode alcançar os early adopters? Para alcançá-los não existe outra maneira: você precisa ser visto e reconhecido. As estratégias utilizadas vão depender do seu tipo de negócio, público-alvo e objetivos, mas uma regra unânime a todo negócio que busque alcançar primeiros adeptos é a de posicionamento estratégico. Ao aderir à assessoria de imprensa, por exemplo, sua startup vai conseguir maior visibilidade com resultados na mídia que devem alavancar o Share of Voice da sua marca. Consequentemente, com sua marca mais falada, a curiosidade dos early adopters vai ser aguçada e seu nome passará a circular entre esse seleto grupo.

2ª Pesquisa Nacional Sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação – A Visão Do Investidor: quanto e quando marca se torna relevante para investidores?

O que chama a atenção dos investidores nas empresas de inovação? Será que uma proposta de valor bem comunicada é um dos atributos que os fundos de investimento olham antes de realizar um aporte financeiro, tanto quanto os reportes de receita?  ‍ Foi buscando comprovar que marca, reputação e uma imagem de autoridade são artigos que abrilhantam os olhos de investidores que a MOTIM lançou a segunda edição da sua Pesquisa Nacional Sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação. Desta vez, o foco foi direcionado para a visão que o mercado financeiro têm sobre empresas como da nova economia, para nortear estratégias no que diz respeito à comunicação da proposta de valor e construção de credibilidade.  ‍ Confira a primeira edição da nossa pesquisa aqui. ‍ Conheça um pouco mais sobre a nossa pesquisa a seguir e baixe o relatório completo no final deste texto. Vem ver:  A nossa metodologia Ouvimos mais de 50 dos principais fundos de investimentos em venture capital (VCs), private equity, corporate venture capital (CVCs), aceleradoras/incubadoras e investidores independentes atuantes no país para responder a seguinte dúvida: qual o impacto de marca e reputação na tomada de decisão dos investidores?  ‍ Nomes de instituições renomadas como Astella, Canary, bossa nova, monashees, Oxygea Ventures, Vox Capital, Supera, Darwin Startups, DOMO.VC, Caravela, Maya Capital, Headline, ACE Ventures e muitas outras somaram suas visões no que se tornou o produto dessa pesquisa. ‍ Construímos, então, um formulário que buscava entender os aspectos que enriqueciam uma empresa perante fundos de investimento, o momento certo para construir marca, quais estratégias são mais efetivas, entre outras perguntas que nos comprovaram que reputação é um artigo fundamental para o crescimento sustentável das companhias.  ‍ Destrinchamos: quais elementos de marca são mais interessantes para os fundos; qual o momento certo para investir em marca e reputação; qual o impacto real da imagem do founder e estratégias de thought leadership para o impulsionamento do negócio; o quanto marca é um ativo diretamente proporcional ao recebimento de investimentos; ‍ O resultado você confere a seguir: Marca é realmente um ativo de negócio?  De acordo com 91% dos investidores entrevistados, sim! Essa é a porcentagem exata de respondentes que acreditam que as empresas que conseguem comunicar bem a sua proposta de valor para o mercado, investindo em marca, aumentam a probabilidade de receber um investimento.  ‍ Nessa mesma linha, 41% dos entrevistados acreditam que o investimento em marca e reputação é uma atividade que precisa ser estimulada desde os primeiros estágios (34,5% afirmam que o investimento em marca deve começar a partir das fases pré seed e seed), aumentando a sua capacidade de atingir os seus objetivos no curto, médio e longo prazo.  O que comunicar para construir marca? Para recolher os frutos de uma marca consolidada, a imagem deve ser trabalhada muito além da comunicação pré aporte, direcionada apenas aos investidores, ou então no institucional da empresa. É preciso ser figura recorrente em veículos de comunicação confiáveis, trazendo pautas relevantes não apenas para a saúde da marca, mas que agreguem valor para o consumidor final e possíveis investidores.  ‍ A 2ª pesquisa nacional sobre o impacto das relações públicas comprovou que a divulgação de eventos, como rodadas de investimentos e M&As (69%)*, cases de sucesso (63%), resultados de crescimento e faturamento (56%) e lançamento de novos produtos (50%) são apenas alguns exemplos do que chama a atenção de quem investe.  ‍ ‍ Iniciada essa conversa com fundos de investimentos, buscamos ir muito além da consolidação de dados e estatísticas e criação de gráficos. Queríamos entender, qualitativamente, qual a real importância de uma marca bem estruturada e reputação sólida no crescimento sustentável dos negócios. E com isso, tivemos a participação de partners, diretores, VPs, C-levels, investidores independentes e analistas que nos ajudaram a construir essa fotografia fiel através de suas opiniões.  ‍ “Criar uma marca forte, bem posicionada e memorável é uma vantagem competitiva duradoura. Ela torna menos provável a competição por preço e torna mais eficientes os investimentos em marketing de performance” – founder e investidor independente.  ‍ Quer saber mais sobre esse novo movimento de mercado movido pela reputação e quais os dados e estatísticas que corroboram uma tomada de decisão mais estratégica pelas áreas de comunicação das empresas de inovação? É só baixar o relatório completo no link abaixo:  ‍ Quero o relatório completo da 2ª pesquisa nacional do impacto das relações públicas no mercado de inovação – a visão do investidor. ‍

5 estratégias de PR para scale-ups

O mercado de inovação já entende as relações públicas como uma forma de capitalizar oportunidades com a imprensa e cultivar relacionamentos capazes de construir, aumentar e acelerar reputações.  ‍ E nesse cenário, protagonizado por empresas de tecnologia e startups, surgem também as chamadas scale-ups, empresas novas em processo de crescimento mas que já possuem uma certa estabilidade para caminhar com as suas próprias pernas. Porém, ainda existe um caminho longo a ser percorrido na consolidação da reputação e autoridade desses negócios em comparação às empresas tradicionais. ‍ Conheça algumas estratégias de assessoria de imprensa e relações públicas que podem auxiliar as scale-ups a consolidar sua imagem institucional no mercado e gerar ainda mais valor de negócio. O que são scale ups? Em resumo, scale-ups são empresas que já passaram do estágio inicial de startup e apresentam um crescimento exponencial e sustentável, por aproximadamente três anos.  Além disso, são caracterizados por um modelo de negócio e produto já comprovado e consolidado, com planos de expansão, possuindo, dessa forma, escalabilidade.  Ou seja, de forma geral, scale-ups são empresas que já possuem um produto validado pelo mercado, com demanda e mercado consumidor já construído, estrutura organizacional e impacto econômico considerável, gerando receita e empregos.  ‍ Por que scale ups precisam investir em PR? Empresas consideradas scale ups, apesar da estabilidade, ainda estão em busca de investimentos, principalmente para consolidar seus planos de expansão. Uma imagem sólida e consolidada é um dos artigos mais bem quistos pelos investidores, que buscam muito mais que reportes financeiros para comprovar a possibilidade de retorno de seus investimentos.  ‍ Além disso, construção de reputação através de técnicas e estratégias de relações públicas são sempre bem-vindas para o aumento do awareness da marca, construção de um posicionamento de autoridade e fidelização de clientes.  ‍ De uma forma geral, o investimento em PR para scale-ups vem como uma ferramenta de sustentabilidade do negócio, garantindo que a empresa ganhe maturidade para enfrentar baixas de mercado e até mesmo potenciais crises.  5 estratégias de PR para scale-ups Assim como em qualquer outra disciplina da comunicação, as relações públicas possuem algumas particularidades a partir do tipo de empresa que ela busca atender. Pensando nisso, confira a seguir algumas estratégias para enriquecer seu planejamento de PR a fim de atingir seus objetivos com maior aproveitamento e de forma mais assertiva:  ‍ Construção de narrativa Apesar de estarmos falando sobre uma empresa mais estruturada, com alguns anos de trajetória e que possivelmente já faz parte do dia a dia de uma parte da população, ainda é fundamental um reforço sobre a narrativa que precisa ser contada.  ‍ Temos que partir do pressuposto de que o público-alvo pode não ter sido impactado ainda pela história que você deseja contar e por isso, é válido estar sempre trabalhando uma certa divulgação em volta disso,  ‍ Além disso, a construção de reputação parte muitas vezes da consolidação dessa narrativa, que vai ser responsável por cativar o público consumidor, criando uma relação de maior proximidade, capaz até mesmo de garantir vendas e fidelização.  ‍ Investimento em thought leadership Na mesma linha em que a construção e divulgação de narrativa aproxima a empresa do consumidor final, investir em thought leadership se apresenta como outra dessas estratégias, principalmente se falamos de empresas B2B que possuem um funil de vendas e processo de convencimento do cliente muito maior e complexo.  ‍ Investir em thought leadership para os c-levels da empresa também funciona como um reforço na construção de credibilidade, tornando os líderes em representantes e referência em algum assunto, importância que acaba sendo compartilhada com a empresa.   ‍ Quer saber mais sobre como impulsionar a reputação da sua empresa através de uma estratégia de conteúdo para os porta-vozes? Conheça aqui:  ‍ Comunicação de marcos, conquistas e big numbers Uma ótima tática de comprovação de autoridade e credibilidade é a divulgação de resultados, marcos, conquistas e big numbers importantes para a empresa, seja desde um prêmio até recebimento de investimentos.  ‍ Além disso, a divulgação obrigatória por parte de empresas que estão na Bolsa de Valores também é um apoio para a consolidação da reputação e aumento da confiança por parte dos investidores, interessados e clientes. Quando esse tipo de informação se torna uma key message a ser trabalhada de maneira institucional, a comunicação se torna ainda mais forte e essencial para o processo de gestão de posicionamento. ‍ Valorização da produção de conteúdo de marca digital  Um dos principais pontos que consolidam o trabalho de relações públicas vem por parte da produção de conteúdo institucional nos canais proprietários da marca, afinal, todo o público conquistado por meio do PR acaba se dividindo entre as redes sociais para conhecer melhor aquela empresa. Empresa que não se posiciona, parece que não existe. ‍ Essa é a primeira etapa do funil de vendas e é preciso pensar que um bom trabalho de RP, além de gerar aumentar autoridade e credibilidade, é gerar awareness da marca e curiosidade acerca dos produtos e serviços. Com isso, é preciso que todo esse esforço de divulgação e primeiro contato consiga ser convertido em clientes através de uma boa comunicação de marca, que consiga abarcar proposta de valor, informações essenciais e tudo aquilo que cative o lead. ‍ Essa comunicação pode ser construída através das redes sociais da marca, site, newsletters, podcasts e outros canais que consigam transmitir a mensagem de forma estratégica.  ‍ Trabalhe a manutenção do relacionamento com a imprensa Partimos do princípio de que “quem não é visto, não é lembrado”. Quando esse conceito é aliado à estratégia de thought leadership e a de canais proprietários, a construção e manutenção de um bom relacionamento com os stakeholders ganha ainda mais relevância e impacto. Principalmente em nome da consistência e frequência. Esse é um trabalho essencial para gerar resultados positivos nas atividades de relações públicas. Quando o relacionamento com a imprensa e demais públicos de interesse é cultivado de forma consistente e alinhada aos objetivos de longo prazo da empresa, os benefícios são duradouros e significativos. Para

Fintechs: por que elas devem investir em reputação?

Cada vez mais comprova-se que reputação e credibilidade são artigos de luxo no mercado de inovação e tecnologia. Isso acontece já que a maioria das techs – fintechs, edtechs, foodtechs – são ainda iniciantes, com poucos anos de experiência, e trazem soluções disruptivas para problemas já muito enraizados.  ‍ Essas soluções, geralmente mais mirabolantes, acabam instigando a dúvida do consumidor final, que sem conhecer a sua marca e sem considerá-la referência, acaba não sendo fidelizado. Pensando em evitar esses cenários, que a popularidade fala mais alto do que a qualidade do produto ou oferta de inovação, que um investimento em marca e reputação se faz necessário.  ‍ Quando falamos de fintechs, empresas de tecnologia relacionadas ao mercado financeiro, o cenário fica ainda mais instável e o processo de convencimento e fidelização de um lead se torna mais longo, exigindo um trabalho de branding, marca e reputação muito mais robusto.  ‍ Vem saber mais sobre: Fintech: o que é? Fintech é um termo que surgiu da junção de duas palavras em inglês: financial (financeiro) com a abreviação de technology (tecnologia), tech. Por isso, é uma palavra usada para descrever empresas que ofertam serviços ou produtos financeiros, no qual a tecnologia é a principal ferramenta e diferencial das concorrentes.  ‍ A título de exemplo, bancos digitais são fintechs e oferecem soluções à palma da sua mão, sem necessidade de sair de casa e tudo através do seu smartphone. Além disso, essas empresas são conhecidas por possuírem menos burocracias, terem processos mais rápidos, democratizarem o acesso ao crédito e possuírem baixíssimo custo para o cliente final.  ‍ São empresas de alta escalabilidade, considerando que são isentas de custos de estruturas físicas, como agências, e são adotadas por muitas pessoas que prezam pela facilidade e comodidade. Mas, é exatamente esse ponto que surge como objeção de uma parcela de potenciais clientes, que não as consideram seguras.  ‍ Nesse cenário, e para vencer essas contestações, o investimento em uma marca estruturada, que transmita credibilidade e autoridade e em uma reputação sólida surgem como oportunidades únicas de crescimento. Entenda mais a seguir:  Por que as fintechs devem investir em reputação? Quando falamos de fintechs – e serviços financeiros, como um todo – uma palavra permeia toda a relação entre empresa e cliente: confiança. E, considerando que as soluções ofertadas são completamente diferentes do que o público está acostumado, o processo de construção e consolidação dessa credibilidade pode ser um pouco mais longo e árduo.  ‍ Criar segurança para o cliente O setor financeiro por si só já é uma grande vítima das fraudes e, quando falamos de uma empresa não física, esse número aumenta exponencialmente e exige uma atenção redobrada por parte dos clientes.  Por isso, investir em reputação e criação de conteúdo de credibilidade que ensina como evitar golpes e deixar seus consumidores em alerta é um dos primeiros passos para se estabelecer como referência de mercado.  ‍ Esse tipo de investimento faz com que as pessoas se sintam mais seguras em compartilhar informações sensíveis como dados pessoais, número de cartão, saldo e por aí vai. Além disso, é uma forma da empresa se proteger contra esses tipos de crime.  ‍ Atrair investidores Comprovamos, através da segunda edição da Pesquisa Nacional sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação, que a reputação de uma empresa abrilhanta os olhos de quem investe.  ‍ 55% dos investidores acreditam que a clareza no posicionamento de marca e proposta de valor são o principal atributo de marca para um negócio em busca de investimento.  ‍ Da mesma forma como os clientes de uma fintech não vão transferir seus dados bancários para uma empresa que eles não confiam, investidores também não estão dispostos a perder dinheiro com um investimento arriscado.  ‍ Evitar conflitos regulatórios Muito mais do que investir diretamente em reputação e no que está sendo comunicado, é fundamental que você trabalhe em prol de que essa reputação seja construída a partir das ações da empresa.  ‍ Estar de acordo com a regulamentação, altamente complexa no Brasil, é uma das primeiras etapas de credibilização de uma fintech. Além de evitar multas, sanções e até embargos e perda de licença, cumprir o que manda o Banco Central e outros órgãos fiscalizadores é o que atesta uma mínima segurança para seus clientes.  ‍ Diferenciação do mercado Reputação é um diferencial competitivo, independente do seu mercado de atuação ou tipo de cliente. É esse artigo que convence os consumidores de que a sua marca é confiável, credível e de alta qualidade, se diferenciando de outros players do mercado que ou não conseguem atestar autoridade ou não investem nessa seara e contam com a sorte para serem escolhidos frente a diversas opções do mercado.  ‍ Quando falamos exclusivamente do mercado de fintechs, o Brasil já conta com 1.500 instituições, provando a necessidade de contar com reputação para se diferenciar dos outros players.  ‍ Sobrevivência em momentos de crise O mercado financeiro pode ser bem instável se levarmos em consideração mudanças políticas e outros elementos que exercem influência. Pensando nisso, mesmo que a sua empresa siga à risca todas as normas e regulamentações, ainda existe a possibilidade de que você enfrente momentos de baixa e precise balizar isso com os seus clientes.  ‍ Reputação de marca é um dos artigos que torna esse trabalho de contenção de crises um pouco menos dolorido. Afinal, a confiança depositada pelos seus clientes foi construída ao longo de um tempo, com diversos indícios de qualidade de serviço, produto e atendimento, o que diminui o desespero quando as coisas passam a não correr exatamente como o esperado.  ‍ Essa reputação, então, entra como um amortecedor do impacto negativo de uma crise e a oportunidade de controlar seu público antes de iniciar o gerenciamento, com declarações e ações efetivas.  Techs: Invista em reputação Empresas movidas pela inovação, como soluções não convencionais, acabam enfrentando uma resistência maior por parte dos consumidores, sejam eles B2B ou B2C. É tentando evitar essas objeções que um trabalho de construção de reputação,

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