Como construir autoridade em mercados altamente competitivos

Ao adentrar um novo mercado, seja por uma empresa recente ou outra que mudou sua área de atuação ou realizou uma expansão de fronteiras, é necessário saber explorar os seus diferenciais a fim de ganhar destaque e, como consequência, se tornar uma marca mais competitiva.   ‍ Nesse cenário, passamos a falar de autoridade como o principal artigo de diferenciação. Isso porque, em indústrias caracterizadas pela presença de muitos players ativos ou alguém já muito consolidado e referência de mercado, possuir autoridade é o que te faz gerar receita e conquistar clientes. ‍ Dito isso,  acima do mapeamento e entendimento desses diferenciais, é necessário saber como comunicá-los e torná-los a base da sua estratégia de construção de autoridade. Saiba mais:  O que é autoridade de marca? Quando falamos de autoridade de marca, nos referimos a uma imagem construída e consolidada através de estratégias de comunicação e transparência que denotam que a sua empresa é confiável e especialista no nicho em que está inserida.  ‍ Essa construção é uma grande chancela que afeta diretamente suas vendas, já que embasa a decisão de compra dos consumidores, que provavelmente preferem comprar de um negócio confiável do que outro que apresente a mesma qualidade de produto, mas que não apresenta esse atributo. Além disso, é a autoridade da marca, ou seja, a reputação e credibilidade transmitida, que consegue fidelizar esses clientes e tornar a compra algo recorrente, e não pontual.  ‍ Por que investir na construção de autoridade como diferencial competitivo? Aqui, falamos da autoridade de uma marca como um artigo que melhora a percepção de valor do público. Eles passam a construir um comparativo entre a marca X e a marca Y, entendendo que uma é melhor, soluciona suas dores de modo mais eficaz e é mais bem visto, socialmente falando, a partir da sua reputação.  ‍ A título de exemplo, empresas consideradas referência de mercado normalmente criam conteúdos relevantes dentro do seu nicho de atuação. Isso porque, ao gerar um valor positivo para os seus consumidores, eles passam a entender a marca como altamente capacitada e credível o bastante para “apostarem” o seu dinheiro.  ‍ E, tal qual em um efeito manada, a partir do momento que uma primeira leva de consumidores entende o valor do seu negócio, outros passam a perceber essa preferência de consumo, gerando um aumento exponencial de conversões e, possivelmente, receita.  ‍ Com esse contexto, dado o aumento da percepção de valor da marca, a empresa se torna mais relevante no olhar dos consumidores, passando na frente de outros concorrentes. Como construir autoridade em mercados altamente competitivos? Além dos princípios básicos de entendimento profundo do público consumidor a fim de criar comunicações mais certeiras e entender dores e necessidades, compilamos aqui algumas dicas que podem te auxiliar na construção de autoridade a longo prazo:  ‍ Valorizar a criação de conteúdo relevante O passo mais simples e base na construção de autoridade vêm de um esforço interno de produção de conteúdo de qualidade e relevância, que agregue valor ao consumidor, solucione dúvidas e apresente o seu produto como solução de qualidade.  ‍ Você pode investir em blogs, conteúdos ricos e de profundidade, como e-books e tabelas, entre outros. Vale destacar também as nas redes sociais, nas quais é importante se manter presente e atualizado, engajando o consumidor e alimentando essa conversa mais próxima, dada as características do canal.  ‍ Invista em estratégias de relações públicas Na mesma linha do anterior, forneça pautas relevantes para o seu público alvo e se coloque como fonte confiável para a construção de matérias. Dessa forma, a imprensa se apresenta como uma grande aliada, que vai embasar a credibilidade do seu negócio, ao mesmo tempo que gera conteúdo interessante, que vai atrair a atenção de forma orgânica do público.  ‍ Com isso, você também consegue mensurar o protagonismo da sua marca versus outros concorrentes através de métricas como Share of Voice.  ‍ Utilize provas sociais para embasar a qualidade do seu produto A autoridade é construída majoritariamente com base em resultados previamente conquistados, já que, normalmente, o consumidor baseia a sua percepção em experiências anteriores.  ‍ É seu papel, então, ir atrás de encontrar a melhor forma de comunicar os feitos e a qualidade do produto através dessas provas. Você pode utilizar de depoimento de clientes, conquista de prêmios e cases de sucesso que mostram que a credibilidade da marca não veio à toa.  ‍ Tenha um branding consistente Uma marca forte é uma marca que consegue se comunicar da forma mais assertiva possível. Além disso, essa consistência garante o reconhecimento do seu público, aumentando a autoridade, já que permeiam o imaginário das pessoas e estão no que chamamos de top of mind.  ‍ Também podemos falar sobre a conexão emocional que uma identidade forte transmite. As pessoas associam bons momentos com as cores, tipografia, logo, tom de voz e personalidade da marca, repercutindo por aí as suas experiências pessoais e valorizando a sua empresa frente a outras que não há conexão.  ‍ A construção de autoridade é um processo que leva tempo e que exige uma parceria estratégica com fornecedores de relações públicas e uma equipe de comunicação preparada para utilizar os atributos da marca como aceleradores, gerando protagonismo contra concorrentes.  Leia também: Buzz marketing: como gerar visibilidade para a sua marca | Digital PR: o que é e como fortalece a marca | Funil de conteúdo: como organizar a comunicação?

Como construir reputação para startups em busca de investimento?

O processo de construção de reputação é completamente individual para cada empresa e precisa levar em consideração o nicho de mercado, porte, público-alvo e principalmente, o estágio que a marca se encontra em relação ao desenvolvimento e financiamento.  ‍ A título de exemplo, empresas em momentos iniciais e que buscam captação de investimentos, chamadas de rodadas pré-seed e seed, exigem um tipo de comunicação muito diferente de outras que já passaram por outras rodadas de aportes maiores ou que possuem um modelo de negócio já bem estabelecido, com demanda e escala comprovadas.  ‍ Entenda a seguir como construir reputação para essas empresas em estágios iniciais: O que é reputação de marca? Partindo do início, podemos entender reputação de marca como a percepção que o público tem sobre aquela empresa. Conseguimos entender mais facilmente este conceito ao pensarmos em pessoas públicas e celebridades, porém a lógica é bem parecida ao nos referirmos a CNPJs.  ‍ Nesse sentido, a reputação de uma marca está fortemente ligada à sua percepção de risco. Quanto maior é sua reputação, menos risco ela apresenta para quem investe nela. Isso também diz respeito ao posicionamento adotado nas comunicações, a forma como essa empresa interage com seus clientes, stakeholders e outros públicos, além de bandeiras que são levantadas. Com isso, podemos dizer também que a reputação é uma consequência direta da cultura da empresa, tanto aquela aplicada internamente para os colaboradores, quanto pilares divulgados, como práticas ESGs, ativismo, entre outros.  ‍ Entendido o conceito, podemos dizer que a construção de reputação é um processo que exige tempo, narrativas bem amarradas, posicionamento claro e consistência de discurso. Ao longo do tempo, cultivar uma reputação sólida é a chave para consolidar a sua empresa como líder de mercado, podendo até mesmo receber nomeações como top of mind. ‍ Além disso, quando pensamos no funil de vendas completo e no processo de convencimento e conversão de um lead em cliente, a reputação da empresa se apresenta como um artigo decisivo, aquilo que realmente fideliza aquela pessoa. Afinal, é a imagem construída no decorrer do tempo e o posicionamento que atesta a qualidade do que é ofertado e reforça o compromisso da empresa com seus clientes.  ‍ De um ponto de vista mais pessimista, a reputação também é um dos poucos atributos que ajudam a combater crises, justamente pela solidez da imagem construída.  Qual o momento certo para investir em reputação? Muitas empresas, principalmente as que estão iniciando suas trajetórias agora, acreditam erroneamente que reputação é um artigo a ser trabalhado depois de muitos anos de estrada, algo que apenas negócios de grande porte devem se preocupar. Mas, essa ideia não poderia estar mais equivocada.  ‍ Negócios em estágio inicial, principalmente aqueles do mercado da inovação com produtos e serviços mais mirabolantes ou mais complicados, precisam conquistar não só clientes, mas também investidores, para que aquele projeto realmente saia do papel e decole.  ‍ A 2ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação: A Visão do Investidor, comprovou que 91% dos investidores entrevistados concordam que marcas que conseguem comunicar bem a sua proposta de valor para o mercado aumentam a probabilidade de receberem um investimento. Além disso, 4 em cada 5 investidores entendem que o impacto do posicionamento e da força de marca no valuation acontece ainda nas primeiras rodadas de investimentos.  ‍ Leia mais: Quer saber mais sobre a 2ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação? Acesse o relatório completo aqui.  Como construir reputação? Como já falamos anteriormente, o processo de construção de reputação exige uma certa dedicação e consistência para que haja resultados positivos ao longo prazo. Mas, pensando em particularidades desse processo para empresas em diferentes estágios, separamos algumas dicas a seguir.  ‍ Para empresas em estágio de pré-seed Empresas em pré-seed são aquelas que ainda estão provando suas ideias para o mercado, com um protótipo do produto, ainda sem nada muito concreto. Nesse estágio, os responsáveis ainda estão em fases de teste, procurando entender se aquele negócio é viável ou não, se ele resolve uma dor, estudando mercado, demanda e outros pormenores.  ‍ Essa fase exige um certo investimento sem previsão de retorno próximo, por isso, é necessário que a tese seja bem fundamentada, com possíveis objeções já mapeadas e em processo de entendimento e solução, além de uma previsão da trajetória de sucesso. ‍ Esses são apenas alguns atributos que podem auxiliar o processo de convencimento dos investidores, mas ainda falta a tão sonhada reputação que falamos lá trás como cartada final de convencimento. Obviamente, como a empresa ainda nem saiu do papel, é praticamente impossível que ela já tenha um posicionamento claro e uma imagem sólida, certo? É nesse ponto que recorremos aos fundadores.  ‍ A reputação dos fundadores é um artigo que flutua do CPF para o CNPJ representado, por isso, trabalhar a imagem de quem está por trás dessa ideia é basicamente controlar a percepção dessa empresa. Por isso, é importante investir em estratégias de thought leadership, no relacionamento dos fundadores com fundos e investidores autônomos, além de presença em eventos e palestras. ‍ Para empresas em estágio de seed Quando falamos em startups em estágio de seed, nos referimos àquelas que já possuem o MVP, produto mínimo viável, e já lançaram seu produto no mercado, buscando entender a recepção e assim, escalar a operação. Geralmente, essas empresas ainda estão na etapa de falar com os early-adopters e é preciso aumentar o topo do funil. ‍ Por isso, é provável que já estejam buscando aportes e financiamentos mais robustos e que possuam uma resistência menor por parte dos investidores, já que possuem planos mais palpáveis e uma trajetória de sucesso mais comprovada.  ‍ Mesmo assim, a máxima é a mesma das empresas em pré-seed que buscam trabalhar a imagem dos fundadores. Agora, porém, é possível trazer um pouco mais de substância sobre a empresa para os fóruns. A presença em eventos de inovação também são ótimas chamadas para já abrir o seu

Como criar conteúdo de qualidade para elevar a autoridade da sua marca?

Antigamente, o termo “autoridade” era destinado quase exclusivamente para personalidades que detinham alto conhecimento sobre determinado assunto e, por isso, eram considerados referência. Com o advento da internet, os canais de comunicação e marketing de marcas se apossaram dessa palavra e passaram a usá-la como alusão a um status de robustez da sua empresa, principalmente no meio digital. ‍ Mas, você sabe como criar autoridade digital para a sua marca e torná-la referência no seu nicho de atuação? O segredo é a criação de conteúdo de qualidade. Vamos falar mais sobre isso: O que é autoridade digital? Como você já sabe, o mercado está cada vez mais saturado com o advento diário de novas empresas e marcas. Por isso, é fundamental que você saiba como se diferenciar da massa e criar uma relação de confiança com o seu público. É nesse sentido que a “autoridade digital” entra em pauta. ‍ Falar que determinada marca possui autoridade é dizer que ela construiu uma reputação e forneceu informações suficientes para que ninguém desconfie da veracidade e compromisso dela com os consumidores. Por exemplo, ninguém desconfia mais do Uber, mas esse prestígio não veio da noite para o dia. Foi preciso muito trabalho para que a novidade não gerasse desconfiança e fosse um meio de transporte seguro, no qual os usuários conseguissem adicionar dados de pagamento de forma tranquila. ‍ A autoridade vai muito além de você garantir que o seu produto ou serviço é uma ferramenta segura, ou seja, é preciso ir além da produção de conteúdo institucional. Aqui falamos também sobre uma estratégia robusta de aceleração de reputação, onde a produção de conteúdo é apenas um dos ativos. ‍ Como construir autoridade?  Como já te antecipamos, a criação de conteúdo de qualidade é uma das chaves do sucesso para construir a autoridade da sua marca e posicioná-la no topo, não apenas dos mecanismos de busca, mas na mente dos consumidores também. E reforçando a mensagem, esse conteúdo pode ser exclusivamente sobre a marca, mais institucional para gerar confiabilidade no produto ofertado, ou então sobre a sua área de atuação. ‍ Uma empresa que cuida da saúde bucal, por exemplo, pode produzir conteúdos falando sobre suas unidades, forma de atuação, formas de pagamento, profissionais, entre outros, mas também pode falar sobre doenças mais comuns, como lidar com alguns sintomas, quando recorrer a um especialista e muito mais. ‍ Em relação aos formatos e canais, aqui aplicamos o contrário do ditado de “menos é mais”. O ideal é que você marque presença na maioria das plataformas, com destaque para blog e site, mas sempre se atentando às particularidades de cada rede para que o seu conteúdo seja cada vez mais assertivo – e não uma mera replicação. ‍ E não, nossas dicas não param por aqui, confira como criar conteúdo de qualidade para elevar a autoridade da sua marca: Como criar conteúdo de qualidade para elevar a autoridade? ‍ Acho que a essa altura do campeonato você já percebeu a importância do marketing de conteúdo, certo? Pois então, separamos algumas dicas para você que quer iniciar a sua jornada na construção de autoridade mas não sabe bem por onde e como começar: ‍ O RP é seu aliado Antes mesmo de criar conteúdo por conta própria, vale a pena demandar esforços no posicionamento da sua marca frente aos principais veículos de comunicação. Para isso, contrate parceiros de relações públicas e assessorias de imprensa que possam vender pautas que estimulem e valorizem os seus produtos e serviços. Além disso, é importante buscar jornais, revistas e portais que já sejam considerados referência. ‍ Cada canal é um canal  Tenha em mente uma coisa: é importante sim que a sua marca mantenha um discurso em todas as redes, com os assuntos sendo replicados, mas a forma que isso é feito precisa ser diferente e se adequar às características de cada um dos canais.  ‍ De nada adianta ter uma marca alinhada se você copia e cola um conteúdo de uma rede social para a outra. Textos destinados para blog são completamente diferentes de copys de posts do Instagram, por exemplo. E por mais que o conteúdo seja altamente relevante, se você não seguir as regras de formato, aquela publicação vai ser considerada inadequada para o algoritmo. ‍ Por isso, analise cada um dos formatos e o que canal pede. Um texto para blog ou site precisa ser completo e otimizado de acordo com as normas de SEO; para redes sociais, a dica é ir com pílulas de conteúdo e abusar dos recursos visuais para chamar a atenção do leitor mesmo em um feed cheio de informações; para e-mail marketing, use gatilhos que farão com que o consumidor abra o conteúdo e a partir daí, encaminhe ele para o seu site; e por aí vai. ‍ As técnicas de SEO vão ser as suas melhores amigas  O jeito mais comum e valioso de criar autoridade no meio digital através do conteúdo é conseguir boas posições nas ferramentas de busca. Pensando até mesmo na usabilidade, os primeiros resultados são os preferidos dos usuários e os que geram maior senso de confiança. Mas, para que o seu conteúdo seja colocado no início da página, é preciso que você siga algumas regras de SEO.  ‍ SEO, sigla do inglês Search Engine Optimization, é um conjunto de regras e recomendações que tornam o seu conteúdo mais atrativo e útil para os leitores. Para isso, é indicado que você pesquise as palavras chaves mais buscadas em relação ao assunto que quer abordar, liste todas as perguntas e dúvidas frequentes, trabalhe a hierarquia do conteúdo e estabeleça links entre essa nova página e outras já existentes no seu site ou blog. ‍ Tudo isso pensando em deixar o seu conteúdo cada vez mais rico e preparado para atender todas as suas necessidades, dúvidas e questionamentos dos possíveis leitores. ‍ Autenticidade e originalidade em primeiro lugar Levando as práticas de SEO em conta, o Google e as ferramentas de busca valorizam conteúdo original,

Gerenciamento de crise: o que é e como fazer

Empresa nenhuma que passar por uma crise de imagem ou precisar se pronunciar acerca de um tema delicado. Mas, é de suma importância que elas estejam preparadas e saibam como fazer um gerenciamento de crise da forma correta a fim de minimizar danos e não prejudicar a reputação da marca — elemento que pode ser extremamente frágil.

Como gerar demanda através das relações públicas?

Seja pela ausência ou excesso, muitas empresas enfrentam dificuldades em relação à demanda. No último caso, é possível que a necessidade de mercado escale muito mais rapidamente do que a operação, mas, a real preocupação vem com a ausência. Pensando nisso, as empresas recorrem a diversas estratégias, principalmente do marketing e pagas, em busca de aumentar o seu mercado consumidor.  ‍ Poucos profissionais sabem que outras mídias orgânicas conseguem atingir o mesmo resultado – e em muitos casos, até melhor – gastando menos com performance e impulsionamento. Uma dessas disciplinas é as relações públicas.  ‍ Um ponto fundamental sobre o trabalho de relações públicas que deseja ir além é que, muitas vezes, o seu consumidor não está com você porque ainda não conhece o seu produto ou serviço. É função do PR apresentar essas soluções para o seu público-alvo. ‍ Vem ver como você consegue gerar demanda através das relações públicas:  ‍ O que é o processo de decisão de compra? Antes de mostrar como as relações públicas conseguem gerar demanda para o seu negócio, é preciso entender o que é o processo de decisão de compra e como ele funciona.  ‍ Quando falamos sobre a venda de algo, temos que voltar o nosso olhar para o cliente, a pessoa que deseja (ou vai desejar)  aquele produto. É o entendimento sobre o comportamento do consumidor que vai direcionar a sua comunicação, esforços de venda e, até mesmo, melhorias no produto.  ‍ Com isso em mente, o processo de decisão de compra é muito pautado no perfil do consumidor ideal, principalmente nas necessidades, dores, dados demográficos, como faixa etária, poder aquisitivo, formação acadêmica e por aí vai.  ‍ Podemos exemplificar isso ao analisar duas empresas diferentes: uma que tem como consumidor final a pessoa física e a outra focada em atender empresas. O processo de decisão de compra do primeiro vai ser muito mais curto, dependendo apenas da necessidade e desejo da pessoa, enquanto para o segundo, é mais longo, enfrentando maiores objeções e precisando passar por diversos profissionais a fim da compra ser efetivada.  ‍ Por isso, é muito importante entender o que leva o seu consumidor a tomar essa decisão. Tenha uma análise macro que responda se o seu produto está dentro do padrão de valores que o consumidor costuma e está disposto a pagar, se ele vai precisar ser encantado pela característica do produto ou se a necessidade ultrapassa objeções e por aí vai.  ‍ Com essas informações em mãos, a estratégia passa a ser delimitada de formas diferentes e direcionada para atacar as principais dores. Porém, é possível que ainda haja uma certa resistência, e é nesse ponto que as RP entram como facilitadoras. Vamos entender.  ‍ Como driblar o processo de decisão de compra? Diante de diversas objeções sobre um produto, as marcas se perguntam qual a melhor saída para combatê-las a fim de evitar que o consumidor se perca durante o funil. As relações públicas entram como uma das ferramentas mais poderosas, nesse sentido, para mitigar as dúvidas com a construção de reputação para as marcas e também criar uma relação de confiabilidade. ‍ A reputação, podemos chamar também da autoridade ou credibilidade da marca, funciona como uma justificativa para a decisão de compra, comprovando a excelência daquele produto e/ou empresa. Podemos pensar como um reforço de que aquela compra pode ser feita com confiança e que será benéfica, levando em consideração a qualidade da marca, a expertise e relevância dela no nicho de atuação. É como se elas fossem capazes de diminuir a percepção de risco. ‍ Além disso, um trabalho estratégico de relações públicas, além de construir reputação e trabalhar essa posição de autoridade, também consegue construir conexão e relação com o público consumidor através de narrativas cativantes. Voltamos na análise de público e ressaltamos que uma empresa preparada sabe exatamente com quem está conversando, por isso, tem as ferramentas essenciais para vender e distribuir pautas que realmente gerem impacto nos consumidores. PR e reputação: como alavancar vendas e gerar demanda? Como falamos anteriormente, o PR se apresenta como uma grande ferramenta para driblar objeções do processo de vendas, mas, ele também é capaz de gerar demanda, ou melhor dizendo, atrair leads que podem ser convertidos em clientes.  ‍ Mas você sabe como? Reunimos algumas dicas para impulsionar a sua estratégia de relações públicas ao ponto de realmente ter resultados palpáveis.  ‍ Aposte no storytelling Falamos anteriormente mas este é um dos principais diferenciais de um PR estratégico para um tradicional: uma construção inteligente de storytelling. ‍ Aqui, pensamos na construção de pautas de uma forma mais macro e pensando no impacto que determinado tema vai ter efetivamente para a imprensa, já que não é apenas uma questão de exposição mas sim, estar no local certo, conversando com a pessoa certa. Com isso em mente, construa pautas e histórias que respondam dúvidas e que tenham o seu produto como solução para uma dor de mercado.  ‍ Descubra como transformar o seu pitch de vendas em uma história relevante e interessante a fim de alcançar os principais veículos de imprensa.  ‍ Quer saber mais sobre como estampar manchetes e conseguir resultados a partir de inserções estratégicas? Conheça a MOTIM.  ‍ Faça um estudo de veículos Um passo importante de planejamento é o entendimento dos seus objetivos e metas, principalmente quando diz respeito ao público que você quer atingir. Uma empresa B2C pode querer, através da imprensa, se posicionar em busca de investimentos ou parceiros, por isso, é interessante analisar o macro mas também estar atento às oportunidades individuais.  ‍ Com isso em mente, analise os veículos de imprensa que estão na sua lista de desejo e que possam conversar diretamente com o público desejado. Nem sempre os chamados top tier são ideais para trazerem os resultados mapeados e, em outros casos, eles são ideais para posicionamento de credibilidade e autoridade, ao atingir um público macro.  ‍ Utilize cases de sucesso Na linha de que a reputação é sua principal carta na manga, um

TikTok como ferramenta de busca: entenda como impulsionar a sua marca através dessa estratégia

Todo profissional de marketing já passou pelo desafio de tentar dominar uma ferramenta ou rede social nova e tentar conectar essa tendência com o core business da sua marca. Isso não seria diferente com o TikTok que, cada vez mais, conquista o título de rede social mais utilizada e que possui maior influência no comportamento de compra dos consumidores.  ‍ Com a popularização do aplicativo, os usuários começaram a perceber uma movimentação que coloca a plataforma como uma ferramenta auxiliar para pesquisas – tal qual o Google – só que dessa vez, alimentada pelos próprios heavy users. Vem entender como esse comportamento pode impulsionar as suas vendas e ser mais uma alavanca  na sua estratégia de marketing.  O que é a ferramenta de busca do TikTok? Para os tiktokers de plantão, não é novidade nenhuma que a plataforma vem investindo em ações que incentivem pesquisas dentro do próprio app. Em 2023, os creators foram apresentados a uma ferramenta que permitia marcar filmes e séries em seus vídeos, criando um card semelhante ao de localização, para que os usuários pudessem encontrar outros conteúdos sobre as mesmas obras.  ‍ Essa atualização foi feita em parceria com o site de avaliação IMDb e foi só a porta de entrada para outras collabs da plataforma. Ainda no mesmo ano, o TikTok deu um passo ousado, se assemelhando ainda mais com o Google, e adicionou trechos do Wikipedia ao resultado de busca do app.  ‍ Todas essas medidas foram implementadas de forma discreta, sempre na tentativa de aperfeiçoar e enriquecer o mecanismo de busca e melhorar a usabilidade. Outra ação de destaque são os comentários “azuis”, que criam páginas de busca própria a partir de comentários em alta dentro dos vídeos, comportamento que se tornou popular entre os users.  ‍ Em suma, essas movimentações levam o TikTok a ser conhecido como uma rede que tem de tudo um pouco e aumentam a credibilidade da plataforma, além de influenciar os usuários a ficar cada vez mais tempo online. Então, por que não utilizar essa particularidade do app para promover a sua marca?  Mas afinal, como isso impacta a sua marca?  O algoritmo do TikTok é uma ferramenta que vale a pena ser dominada. Os conteúdos ainda são entregues, os usuários conseguem treinar as suas “for you pages” e serem bombardeados por conteúdos de áreas de interesse.  ‍ Dessa forma, você tem uma oportunidade enorme de gerar conteúdo de valor para o seu público-alvo, conseguir conversar com eles e potencializar suas iniciativas de marketing. É uma forma simples de construir awareness de marca, atingir o target e caminhar em direção da construção de credibilidade e autoridade.  ‍ Por ser uma rede social que privilegia conteúdos orgânicos, a produção de conteúdo se torna mais simples, sem que haja a necessidade de profissionais especializados em TikTok ou edição de vídeos. A própria plataforma disponibiliza inúmeras ferramentas que simplificam o trabalho de edição, além de existir ainda a parceria com o app CapCut que é um ótimo aliado para uma criação mais livre, sem que haja perda de qualidade. Aliás, conteúdo com muita cara de propaganda costuma não ter um bom desempenho por lá. ‍ Como usar o TikTok para impulsionar sua marca?  ‍ Por se tratar ainda de uma rede social focada majoritariamente no entretenimento, os conteúdos produzidos precisam necessariamente ter esse viés para alcançar bons resultados. E a partir dessa máxima, as possibilidades são infinitas: você consegue se apropriar de trends e linguagens proprietárias que conversem com a sua marca e público; promover algum tipo de conteúdo educativo que culmine na divulgação do seu produto e serviço; e muitas outras opções.  ‍ O que é importante ter em mente é o comportamento do usuário e do criador de conteúdo nativo do TikTok. Diferente das outras redes, quem cria conteúdo é definitivamente um consumidor dos conteúdos ali postados, já que a cultura que permeia a plataforma incentiva essa produção mais orgânica, que apenas usuários poderiam reproduzir.  ‍ Por isso, o trabalho de benchmarking deva ser um pouco mais consistente do que em comparação com o Instagram, por exemplo, no qual você precisa ficar atento a marcas que se destacam e outras do mesmo nicho de mercado que o seu ao invés de se adaptar a uma linguagem extremamente específica e nativa.  ‍ Além disso, é importante que você siga não só as boas práticas de linguagem, mas também de formatos e publicações, afinal, é isso que vai garantir que o seu conteúdo seja entregue e seja resultado das buscas dentro da plataforma. Essa pauta virou até tópico de estudo entre os marketeiros que viram uma oportunidade de criar “manuais” para auxiliar a produção de conteúdo, tal qual temos para o Google.  ‍ Entenda a seguir o que é o chamado “SEO para TikTok” e como aproveitar dessas dicas para impulsionar o seu conteúdo:  ‍ SEO para TikTok: conheça as boas práticas O nosso tão conhecido companheiro do marketing de conteúdo, o SEO, agora está expandindo cada vez mais a sua atuação. Já tivemos movimentos de SEO para Instagram anteriormente, funcionando através das hashtags, e hoje em dia, essas boas práticas chegaram também ao TikTok.  ‍ Dando uma breve contextualizada, SEO é a sigla, em inglês, para Search Engine Optimization, ou seja, são os mecanismos de otimização de conteúdo para a busca, principalmente em sites como o Google. Essa matéria é a reunião de práticas que vão deixar o seu conteúdo mais rico, aumentando as chances dele ser bem rankeado nas páginas de busca e, assim, atingir uma quantidade maior de leitores.  ‍ O SEO vem sendo usado há muitos anos e é uma das principais ferramentas na construção de autoridade e credibilidade e, agora, pode ser uma arma poderosa para atrair novos clientes para a sua marca. Vem conhecer algumas práticas: ‍ Palavras-chaves SEO não é SEO se não falarmos de palavras-chaves ou termos de busca em alta. Quando voltamos nosso olhar para o TikTok, essa busca fica até mais simplificada graças ao algoritmo que identifica não só

Como lidar com haters e defender sua marca

Na Internet encontramos um reduto para praticamente tudo! Desde celebridades até políticos, todos estão com presença ativa na web. Grandes e pequenas marcas também têm sua participação no ambiente virtual, com perfis em redes sociais, sites, blogs de conteúdo ou até mesmo canais no youtube. Viver em um mundo conectado implica na relação direta com meios digitais, seja para expandir suas conexões ou se relacionar melhor com a sua comunidade. No entanto, estar nas redes é estar exposto a todo tipo de situação, e mesmo os perfis mais populares na web encontrarão resistência em alguns grupos, os chamados haters. ‍Com foco no comportamento das marcas, esse artigo irá abordar qual a melhor maneira de como lidar com haters na internet e manter o relacionamento saudável com sua comunidade. Como lidar com haters A premissa inicial é: o que leva alguém a ser hater? Uma resposta definitiva não existe. Alguns podem ter razões pessoais para ocupar tal posição, outros podem estar apenas frustrados ou irritados. Da mesma forma que grandes marcas conquistam o carinho do público, podendo até se tornar Love Brands, elas também podem atrair a atenção de haters. O que são Love Brands? Marcas que encantam o público! Mas, independente da motivação que torne alguém um hater, existe um fator em comum a todos: atitudes invasivas, muitas vezes agressivas contra a marca em questão. Nem todas as pessoas que não gostam da sua marca, são haters! Existe uma diferenciação entre esses dois tipos de comportamento, e é necessário entender isso. O hater é repetitivo e, mesmo que não goste do que sua marca faça, ele estará sempre acompanhando seus passos em busca da chance de fazer um ataque. Para entender esse comportamento, pense que eles são exatamente como fãs: dedicados e não medem esforços. No entanto, eles não gostam de você. Para não armá-los e mantê-los o mais distante possível, tome alguns cuidados que protegerão a sua marca. Não faça o que seu hater quer! Para não cair na armadilha deles, você tem que saber o que essa pessoa espera de você. Na busca incessante pela discussão e por atenção, o hater da sua marca quer que você o veja, por isso, evite dar engajamento a eles. como lidar com hater e defender sua marca Na intenção de solucionar o problema, algumas marcas caem na armadilha de responder esses perfis tentando manter um diálogo saudável, mas em vão. “O ideal é não responder ao hater”, afirma o psicólogo Yuri Busin em entrevista ao Fantástico. O hater não tem interesse algum em dialogar para chegar a uma solução, tudo que ele quer é mais chances de ataque. Então, se alguém fizer um post no LinkedIn atacando sua marca, evite respostas como já ensinamos em nosso artigo de gestão de crise. Devo bloquear meus haters? Para saber como lidar com haters, saiba que só querem a oportunidade de aparecer e não vão dialogar com sua marca de qualquer forma, muitos podem achar que a solução é cortar qualquer canal de comunicação com essas pessoas, bloqueando os perfis. Mas esse comportamento também não é o ideal, sobretudo quando se trata de empresas. Bloquear esses perfis os tirará dos comentários de seus posts, isso é verdade. Mas a internet permite comunicação por diferentes canais. Além de poder fazer uma postagem criticando sua marca por tê-lo bloqueado e postar o print do bloqueio, ele ainda pode fazer um novo perfil para prosseguir com os ataques. Faça a moderação dos comentários Ofensas e discursos de ódio fazem parte da linguagem dos haters e não devem ter espaço reconhecido. Muitas vezes fazendo o uso de palavrões, os comentários devem passar por um processo de moderação atencioso. Ao avaliar as respostas em redes sociais, o profissional designado para a tarefa deve ter a liberdade de ocultar aqueles que achar necessário. Postagens com posicionamento social ou político costumam atrair mais discursos de ódio, esses, sobretudo, precisam de uma moderação mais cuidadosa. Posicionamento político: um guia para marcas se manterem ativas e relevantes Apagar comentários com agressões não significa censurar uma mensagem, e sim, cuidar para que comportamentos como este não sejam incentivados, podendo até colocar sua marca em maus lençóis frente ao seu público ideal. Em casos violentos, denuncie! Todas as redes sociais possuem mecanismos de denúncia para postagens e comentários que infringirem as rigorosas regras de uso das plataformas. A denúncia dos comentários é uma das formas mais eficazes de afastar os haters mais extremistas, pois a própria rede social se encarregará de fazer o bloqueio do usuário em casos reincidentes. Checklist de como lidar com haters Ao lidar com um hater de marca tome muito cuidado, pois esse é um terreno bastante sensível. Relembre os cuidados principais para blindar sua marca dos ataques: Identifique o comportamento do seu hater; Faça a moderação dos comentários; Não responda, não curta, não dê engajamento; Exclua os comentários desagradáveis; Denuncie discursos de ódio e violentos; Não bloqueie os perfis; Mantenha seu posicionamento de marca; Foque no seu público-alvo. Com esse checklist, a sua marca vai reduzir as chances de cair em provocações eaprender como lidar com haters e manter um relacionamento saudável com quem realmente importa, os seus consumidores.

Como reconstruir e fortalecer a reputação da marca após crise de imagem

Momentos de crise evidenciam ainda mais a  importância de cultivar uma reputação sólida, afinal, ela é um dos poucos assets capazes de contornar adversidades e servir de apoio para superar os danos de imagem. Normalmente, tais adversidades necessitam de um trabalho reforçado de reconstrução e a criação de um plano de ação que busque minimizar os danos.  ‍ Outra consequência comum é a reestruturação do discurso, em uma tentativa de caminhar em uma nova trajetória que afaste a marca daquilo que causou a instabilidade.  ‍ Esse tipo de estratégia de reinvenção ou fortalecimento serão o foco principal deste artigo:  O que são crises de imagem? Em primeiro lugar, crises de imagens são eventos que têm o poder de abalar negativamente a percepção do público acerca de uma marca, organização ou, até mesmo, pessoa. A título de exemplo, uma crise pode ser configurada por erros, comportamentos inadequados, escândalos e por aí vai.  Pelo mercado se apresentar como um ambiente extremamente competitivo, esses deslizes são a oportunidade perfeita para que os concorrentes se sobressaiam e que haja um déficit considerável nas contas da empresa em crise. A partir disso, medidas precisam ser tomadas para evitar que os danos se multipliquem. Confira:  Como superar crises de imagem Em um mundo caracterizado principalmente pela agilidade comunicacional e conexão entre indivíduos, uma crise de imagem acaba tendo o seu efeito negativo multiplicado exponencialmente. Pequenos desvios de discurso, desatenção ao que é comunicado e outros erros podem afetar a imagem da empresa de forma permanente, com danos significativos na reputação que levou anos para ser construída.  ‍ Dado esse cenário, uma necessidade do profissional do futuro é, não só saber como evitar essas situações, mas como contornar o acontecido e buscar soluções que fortaleçam a reputação. Confira a seguir as principais medidas a serem tomadas após uma crise de imagem: ‍ Seja rápido A rapidez é o seu maior aliado após uma crise de imagem. Com o passar do tempo, a incerteza gerada no público só é potencializada, aumentando a chance de que terceiros participem da discussão e passem a disseminar informações que vão contra o que a empresa desejava.  ‍ Outro fator que evidencia a necessidade de medidas imediatas é o sentimento de descaso transmitido através da demora. O público, principalmente aqueles que te acompanham e nutrem uma certa relação com a empresa, podem considerar falta de cuidado, denotando que a organização não está preocupada e atenta com a situação. ‍ Identifique o melhor canal para comunicar Saber onde se comunicar com o seu público-alvo faz parte da metodologia de gestão de crise. Afinal, uma comunicação não direcionada pode só alarmar ainda mais a situação. Analise como a conversa tem acontecido, em quais fóruns, o comportamento dessas pessoas e o sentimento de marca que está predominando. ‍ Busque assertividade no discurso Após uma crise de imagem, a atenção de todos está redobrada acima de cada movimentação da empresa. Por isso, é fundamental que a empresa tenha um cuidado excepcional ao construir as comunicações, com um posicionamento claro e consistente, aberto a pedidos de desculpas, caso necessário, e disposto a promover mudanças a fim de evitar que o ocorrido se repita. Apresentar um plano de ação pode ser interessante também a depender do teor da crise. ‍ Confira a seguir algumas medidas de longo prazo para evitar que uma crise de imagem se repita e para reconstruir e potencializar a força da sua reputação:  ‍ Como reconstruir e fortalecer a reputação da sua marca após crises? Existem algumas medidas fundamentais para superar crises e conseguir reestruturar a reputação da sua marca, desta vez, criando um ecossistema de comunicação mais protegido. ‍ Analise os danos O primeiro passo é entender a dimensão da situação, olhando no detalhe. Entenda qual foi o estopim dessa crise para que medidas sejam tomadas priorizando esse ponto, mas não se esqueça de mediar os efeitos colaterais e outras possíveis consequências. ‍ Como pontuamos anteriormente, a velocidade de compartilhamento das informações faz com que tudo ganhe uma proporção muito maior e atinja mais pessoas do que normalmente aconteceria. Agora, interessados e pessoas que acompanham a marca são impactados com a mesma intensidade que outros fora do nicho, sendo esse último grupo capaz de amplificar os efeitos negativos já que não possui uma conexão com a marca.  ‍ Depois que o mapeamento de consequências for feito, é hora de partir para a criação de um plano de ação que consiga ser efetivo.  ‍ Monitoramento de menções  Atrelado ao ponto anterior, é fundamental que você saiba o que está sendo falado sobre a sua marca, avaliando se o sentimento é positivo, negativo ou neutro, em um exercício de social listening.  ‍ Esse acompanhamento é importante para balizar quais temas ainda precisam ser retomados, em uma nova possível retratação ou mudança de comportamento, e até mesmo quais assuntos foram superados através de um bom trabalho de gestão de crise.  ‍ Nesse sentido, o monitoramento de menções também funciona como um termômetro da qualidade das medidas tomadas, o que pode ser imprescindível para a construção de um plano de ações futuras.  ‍ Posicione-se frente aos principais interessados O processo de retratação vai muito além de um simples comunicado em redes sociais mas, ele se desdobra em comunicações diferentes para os diferentes públicos do ecossistema dessa empresa.  ‍ É necessário entender como determinada crise afeta os seus principais stakeholders, para que seja criado um plano personalizado. A título de exemplo, os investidores veem crises de imagem de uma forma extremamente sensível, já que é uma situação que afeta diretamente os balanços financeiros. Para esse público específico, é ideal que a equipe de comunicação construa uma fotografia de como essa crise vai ser contornada com o mínimo impacto possível na receita atual e futura. Do outro lado da moeda, os consumidores estão mais interessados em saber como a empresa vai lidar com o descuido, defendendo possíveis públicos lesados.  ‍ Atenção redobrada com as próximas comunicações Evidenciando ainda mais o tópico anterior, lidar com uma crise de imagem exige

Marca pessoal: como trabalhar o seu personal branding para impulsionar a sua empresa

Em tempos cada vez mais competitivos, as marcas precisam utilizar de todas as ferramentas possíveis para atestar superioridade frente aos seus concorrentes. Uma dessas estratégias é o uso da marca pessoal dos fundadores, c-levels e porta-vozes para aumentar ainda mais a credibilidade da empresa que eles representam. ‍ Mas, quando falamos sobre uma empresa e os seus porta-vozes, é fundamental que exista uma certa homogeneidade no que é comunicado pela marca e pela pessoa, através da estratégia de personal branding desses profissionais. É sobre isso que vamos falar a seguir:  O que é marca pessoal? A marca pessoal, ou personal branding, é capaz de transmitir quem você é, no que diz respeito aos seus valores, ideais, experiências e habilidades, e te diferenciar de outros “concorrentes”.  ‍ Falar de marca pessoal é basicamente entender uma personalidade como se fosse uma empresa precisando vender o seu produto, ou seja, personal branding é a forma como uma pessoa se comunica ao tentar se “vender”. Dito isso, todo mundo tem a sua própria marca, mas é necessário trabalhá-la para transmitir a mensagem correta.  ‍ A título de exemplo, podemos falar sobre os influenciadores que precisam conquistar marcas para receber patrocínio e seguidores através da sua personalidade, muito mais do que das suas habilidades. No dia a dia, traduzimos o personal branding para aquelas características que normalmente “nos definem” e que são já muito conhecidas por quem nos cerca.  ‍ Benefícios de construir uma marca pessoal forte Trabalhar essa estratégia é uma maneira de influenciar a percepção de marca que as pessoas têm da sua empresa. É uma relação de win-win, na qual o CPF e CNPJ ganham credibilidade, um pelo trabalho do outro.  ‍ Além disso, separamos alguns benefícios de se construir uma marca pessoal sólida que pode funcionar como alavanca de negócio: aumento da sua credibilidade como profissional, te transformando em um thought leader, referência no nicho de atuação e voz ativa nas principais pautas; como consequência, essa é a oportunidade de você gerar diferenciação para a sua empresa em relação aos concorrentes;  consolidação da sua reputação e da sua marca, construindo uma imagem mais duradoura e mais sólida contra possíveis crises;  aumento da conexão com o seu target, que vai se sentir cada vez mais próximo ao conhecer quais profissionais estão por trás da empresa que tanto admira.  Dicas para trabalhar o seu personal branding Estude o seu nicho de mercado e público-alvo Antes de começar a trabalhar a sua própria marca, produzindo conteúdo, indo atrás de pontos de contatos, entre outras ações, é necessário que você entenda com quem você está se comunicando e quais as oportunidades de mercado você pode aproveitar.  ‍ Entenda quais são os principais gargalos e dores, mapeie assuntos e estude a melhor forma de se comunicar com o target, seja ele composto pelo consumidor final, outras empresas e até mesmo possíveis investidores.  ‍ Combine suas estratégias pessoais com as da sua marca Lembre-se: as duas marcas (a da empresa e a sua pessoal) estão fortemente conectadas, de uma forma que os consumidores têm até uma certa dificuldade de separá-los.  ‍ Dessa forma, é fundamental que a comunicação esteja em sintonia, principalmente quando falamos da proposta de valor da marca. É importante ressaltar que as estratégias não precisam – e nem devem – ser um copia e cola, mantendo a identidade pessoal do founder ou c-level, contanto que ela esteja relacionada e se atenha ao que é disseminado pela empresa.  ‍ Invista em estratégias de Thought Leadership É quase impossível falar sobre marca pessoal e não cair na seara do thought leadership, já que essa estratégia visa dar notoriedade para um profissional ou a empresa que ele representa através da produção de conteúdo de qualidade, visando solucionar alguma dor de mercado ou trazer um viés de diferenciação.  ‍ Com isso, os chamados “thought leaders” são profissionais referência no nicho de atuação e que passam a ser acompanhados por outras pessoas em busca de conhecimento.  ‍ Dessa forma, você pode produzir conteúdo para as redes sociais (principalmente o LinkedIn), participar de palestras e fóruns que reúnem profissionais da área, praticar o networking nos eventos e muito mais.  Thought Leadership: liderando ideias e negócios Como você pode perceber, trabalhar a marca pessoal dos fundadores e porta-vozes de uma empresa é uma estratégia forte o bastante para movimentar os ponteiros do seu negócio, gerando vendas, criando awareness de marca e estabelecendo uma reputação de credibilidade.  ‍ Nesse cenário, utilizar do thought leadership se torna fundamental para conseguir resultados exponenciais de negócio, trabalhando um verdadeiro stack de ferramentas integradas com a estratégia macro de marca. ‍ Do ponto de vista mercadológico, estratégias de thought leadership são capazes até mesmo de dar um empurrãozinho na conquista de investimentos.  ‍ E foi para comprovar isso que a MOTIM perguntou para mais de 60 dos principais fundos de investimentos em venture capital atuantes no país: o que chama a atenção deles na hora de um aporte?. O resultado foi compilado em um relatório completo que comprovou, não só que marca e reputação importam, como também que a imagem do founder é um ativo extremamente estratégico na busca por aportes, confira: ‍ 91% dos investidores concordam que a reputação e a marca pessoal dos fundadores contribuem para um negócio receber investimentos.  ‍ *fonte: 2ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto da Relações Públicas no Mercado de Inovação – A Visão do Investidor. ‍ Para conferir o relatório completo, acesse o link a seguir: https://pesquisarp.motim.cc/?utm_campaign=Pesquisa%202024&utm_source=blogcatalog&utm_medium=social&utm_content=Blog  Leia também: Gestão de reputação: a importância de investir na reputação pessoal l Posicionamento executivo: como líderes fortalecem autoridade e reputação no mercado ‍

Como utilizar narrativas criativas na sua estratégia de RP para gerar conexão com o público?

Quando falamos de mercados tão saturados como os que vemos atualmente, tornar-se líder ou ganhar destaque frente a outras marcas é sempre fruto de uma diferenciação. É possível que o produto seja revolucionário e solucione uma dor de forma mais eficaz que outros, ou possui maior abrangência e por isso se destaca tendo um público consumidor maior, mas, pensando na maioria dos negócios, o seu fator de diferenciação pode ser apenas a forma como você se comunica e gera conexão com os clientes.  ‍ Dito isso, as relações públicas se tornam uma ferramenta potente, capaz de conectar as pessoas através de narrativas criativas e cativantes, que não só apresentam a sua marca mas que geram demanda, conexão e desejo pelo seu produto. Vamos entender melhor o poder das narrativas para as relações públicas? O que são narrativas criativas para as relações públicas? Quando falamos das estratégias de relações públicas, infelizmente o mercado ainda não aproveitou o potencial total desta disciplina para gerar conexões ainda mais profundas entre marcas e seus consumidores. Normalmente, esse esforço é centralizado nas redes sociais, com força-tarefa para que os conteúdos sigam as tendências, utilizando de linguagens nativas em busca de uma certa viralização. Mas, ao mesmo tempo que existe a possibilidade deste conteúdo ter um bom desempenho, as redes sociais são caracterizadas pela data de validade para as trends, de forma passageira, e pelo alto volume de conteúdo por minuto, o que dificulta bastante a absorção de conteúdo por parte do público. ‍ Com isso, as relações públicas ganham destaque com canais mais perenes e histórias que ficam mais tempo com consumidor, principalmente se a estratégia buscar impactar o target em diferentes veículos, criando uma narrativa integrada.  ‍ A título de exemplo, quando falamos de narrativas criativas para o PR falamos de técnicas de PR Stunt, lançamento de materiais e produtos com exclusividade para a imprensa, com storytelling enriquecido por trás, divulgação massiva da história da empresa e valores construindo e reforçando a reputação, uso de porta-vozes que possam humanizar a marca e cativar o público através de identificação, incentivo a interação com os públicos e muito mais que vamos abordar nos próximos tópicos.  ‍ Nesses exemplos, também vale ressaltar que diversos veículos de imprensa buscam diversificar suas pautas atualmente. Com isso, é valorizada histórias relevantes ou que conversem diretamente com o público leitor e promovam engajamento com as páginas.  ‍ Leia mais: PR Stunt: o que é, como aplicar e exemplos reais ‍ Por que utilizar narrativas criativas? Como falamos anteriormente, utilizar dessas narrativas é uma forma de diferenciação dos concorrentes, já que gera uma maior conexão e confiança por parte dos consumidores.  ‍ As narrativas fora da caixa impressionam o público e permanecem mais tempo no imaginário das pessoas por impressionar e ir contra as técnicas tradicionais e já saturadas. Uma empresa que utiliza da sua história de fundação e dos seus porta-vozes se destaca muito mais do que outra que apenas aparece na imprensa com as mesmas pautas e anúncios pouco estratégicos.  ‍ Falamos um pouco anteriormente também, mas as narrativas criativas são favorecidas dentro das redações, que buscam notícias mais aprofundadas, cativantes e que sejam relevantes ao público, por isso, utilizar de técnicas mais elaboradas é uma boa saída para vender pautas.  ‍ Como utilizar narrativas criativas na sua estratégia de relações públicas? Confira a seguir algumas dicas para tornar as suas narrativas mais cativantes e conquistar o público e veículos de imprensa. ‍ Saiba vender a sua história Uma das pautas mais importantes e que mais geram relevância para as marcas é aquela que desdobra em detalhes e de forma cativante a história do negócio. Essa estratégia busca gerar conexão através da origem, superação de desafios e os principais impactos que aquele negócio tem para os consumidores e comunidade em que está inserida.  ‍ Vale ressaltar que não se trata apenas de rebuscar a sua narrativa ou criar uma história mirabolante, é sobre ser autêntico e tentar emocionar e cativar o consumidor através daquilo que você mais conhece: a sua história. Esse é o tipo de conteúdo que é sempre válido estar sendo divulgado, principalmente atrelado a conquista de prêmios, metas, entre outros.  ‍ Nessa mesma linha, trabalhe constantemente ações que denotem os seus valores e ideais, provando que a sua empresa vai muito além de palavras no brandbook. Você consegue exercitar muito a história da sua empresa através deste tipo de conteúdo e ainda se posiciona em prol de causas.  ‍ Divulgue seus resultados e seu crescimento Partindo do gancho anterior, divulgar o seu crescimento é uma ótima forma de atestar credibilidade e gerar conexão através das suas conquistas.  ‍ Não é preciso que você abra faturamento e nem outras métricas de sucesso mais delicadas, mas comemorar e divulgar prêmios e metas é uma ótima saída para mostrar que o seu negócio está indo bem e que vocês estão gerando impacto.   ‍ Invista em porta-vozes As narrativas criativas precisam ter protagonistas a altura para contar essas histórias, por isso, invista em porta-vozes e representantes para a sua marca. Aqui, o grande ganho é a humanização do CNPJ, principalmente levando em consideração que pessoas se conectam com pessoas e não com marcas.  ‍ Emocione! O principal trunfo da construção de narrativas criativas é contar com o lado emotivo dos seus consumidores, que se mostram cada vez mais receptivos a depender da sua abordagem. Invista em conteúdos mais empáticos e inspiracionais – a depender do seu tom de voz e comportamento, vale também ir para um lado mais cômico – para potencializar a história que está contando.  ‍ Em conjunto, essas dicas vão te ajudar a construir uma narrativa mais forte e cativante para conectar  Cliente MOTIM sai na frente  Na MOTIM, não existe estratégia de RP que não conte com uma narrativa criativa por trás para impulsionar os resultados dos nossos clientes. Saiba mais dos nossos cases aqui.  Leia também: Marketing de causa: como gerar impacto social e fortalecer sua marca ‍

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