Gestão de comunidades: qual a importância para a marca?
O autor Seth Godin, uma das principais referências em marketing e comportamento digital, defende que “tribos são grupos de pessoas conectadas umas às outras, conectadas a um líder e conectadas a uma ideia”. Essa visão ajuda a explicar por que tantas marcas passaram a investir em gestão de comunidades para aprofundar as relações com seus públicos.
Gestão de reputação: a importância de investir na reputação pessoal

No mundo atual, saber fazer a gestão de reputação e trabalhar bem a sua imagem pessoal são pontos fundamentais que impactam a forma com que as outras pessoas percebem seu posicionamento online. Esse artigo te auxiliará a entender mais sobre o conceito de reputação pessoal e como é possível começar esse processo. O que é a gestão de reputação? A gestão de reputação é o conjunto de estratégias usadas para monitorar, influenciar e fortalecer a forma como uma marca ou pessoa é percebida pelo público. Isso envolve acompanhar o que está sendo dito, alinhar a comunicação e agir de forma estratégica para construir uma imagem positiva. Seja você um profissional em ascensão na carreira, porta-voz de uma empresa ou empreendedor, se está buscando pelo destaque em meio a muitas outras pessoas, vai precisar construir uma reputação forte e frequente nas redes. Nesse processo é preciso monitorar, construir estratégias, executar e se conectar com outras pessoas influentes e seu público. Gerir a própria reputação é um processo contínuo que requer tempo, esforço e, principalmente, consistência. Muita gente acaba desistindo no meio do caminho, por achar que não daria resultados logo de cara, e acaba nem colhendo os frutos dessa estratégia. Importância da gestão de reputação pessoal A gestão de reputação é fundamental para indivíduos e empresas por várias razões. No geral, é uma forma de fazer com que a sua imagem seja positiva, favorecendo a sua credibilidade e a confiança. Com a prática de relações públicas em dia é possível atrair novos negócios, oportunidades e levar a relacionamentos mais sólidos com outros profissionais da área. Tendo essa comunicação voltada não só para a mídia, mas também para as suas redes sociais pessoais, vai impactar diretamente na sua influência e mostrar suas habilidades de liderança. Colocando a sua presença como um ponto de referência no mercado, fazendo com que outros te vejam como autoridade. No caso de um c-level, por exemplo, a sua reputação pode ser usada não apenas para se destacar, mas para atrair novos talentos para a empresa que trabalha e proteger a marca em tempos de crise. Como alavancar a sua reputação pessoal? Para alavancar a sua reputação pessoal, de uma forma que também envolve a gestão inteligente, é preciso adotar algumas estratégias de PR (Relações Públicas), incluindo e Assessoria de Imprensa, que vão auxiliar nesse processo. Veja algumas delas. Aprenda mais sobre o media training O media training ou o treinamento de mídia é um tipo de processo que você pode estudar para ficar mais preparado quando precisar lidar com a mídia. Para quem pretende ou tem contato frequente com a imprensa, como um porta-voz por exemplo, essa é uma prática muito importante. Durante esse treinamento você pode aprender sobre a própria mídia, entendendo os tipos, interesses e características. Outra parte fundamental do media training é identificar as mensagens chave. Antes de qualquer entrevista, separe todos os pontos que devem ser comunicados e foque em desenvolvê-los durante a conversa. É sobre acertar a narrativa e se ater nela, garantindo um pouco mais de controle sobre o que é divulgado posteriormente. Parte do treinamento é simular entrevistas junto de uma agência de PR para te guiar. Quando menos esperar, você conseguirá controlar a narrativa e sua linguagem corporal será mais natural. Afinal, a prática leva a perfeição. Fortaleça sua presença nas redes sociais Outra estratégia para sua reputação pessoal é o fortalecimento da presença nas redes sociais, você deve estar onde o seu público está e interagir com eles. Nesse caso, apesar do LinkedIn ser fundamental para novos negócios, o Instagram e TikTok também tomam seu espaço como redes de conexão mais informal e engajamento. Explore os diferentes formatos de conteúdos que as redes proporcionam, usando a seu favor para poder influenciar e inspirar o público. Isso pode ser feito através da produção de conteúdo de qualidade que tenha relação com a área em que você atua. Abrace oportunidades Conforme a sua reputação vai crescendo, novas oportunidades de aparecer na mídia podem surgir, como convites para podcasts, eventos, palestras e outras apresentações. Não deixe elas passarem despercebidas, com a participação em algum desses tipos de eventos a sua presença pode se tornar ainda mais reconhecida e relevante. É neste momento também que o seu media training entraria em ação! Monitore a presença E não esqueça de gerenciar a sua presença no mundo online, faça o rastreamento de menções ao seu nome ou marca em que trabalha para saber o que as pessoas estão falando e recolher informações relevantes para o direcionamento do seu posicionamento. Isso auxilia a construir novos relacionamentos com aqueles interessados no seu conteúdo e ficar a par de possíveis crises que possam surgir. Quais métricas monitorar na gestão da reputação? A gestão de reputação só evolui quando você acompanha dados que realmente refletem a percepção do público. O foco deve estar em entender o que eles dizem sobre credibilidade e relevância da sua marca. Entre os principais indicadores, vale acompanhar: Análise de sentimento: identifica se as menções são positivas, negativas ou neutras, funcionando como um termômetro da percepção pública. Volume de menções: mostra com que frequência sua marca aparece nas conversas digitais e na mídia. Share of voice: revela o quanto sua empresa domina (ou não) o espaço de conversa em relação aos concorrentes. Alcance de mídia: estima quantas pessoas foram impactadas pelas menções à sua marca. Net Promoter Score (NPS): mede o nível de satisfação e a probabilidade de recomendação dos clientes. Avaliações e classificações: refletem a experiência real do público e influenciam diretamente nas decisões de compra. Índice de resolução de problemas: indica a eficiência do atendimento e a capacidade de reverter experiências negativas. ROI, conversão de vendas e retenção: conecta reputação a resultados concretos, mostrando como a percepção influencia o crescimento. 5 pilares do gerenciamento de reputação Uma gestão de reputação consistente não acontece por acaso, ela se sustenta em pilares estratégicos que orientam as decisões, a cultura e comunicação da empresa no dia a dia. Veja como cada um funciona na
Comunicação Digital Eficiente: Potencializando Fintechs com Estratégias de RP
Na era em que vivemos, a comunicação digital se faz necessária para as marcas construírem relacionamentos duradouros com os seus consumidores. Para as fintechs, isso é ainda mais importante, já que funcionam em um setor competitivo e inovador, onde a confiança e a transparência são fundamentais. Portanto, a forma com que essas empresas se comunicam, conversam com os clientes e se posicionam na mídia, são fatores que amplificam a sua marca e podem contribuir para o seu sucesso. Descubra mais sobre as práticas de comunicação digital e como podem influenciar o PR: Práticas de comunicação digital para fintechs Tudo que uma fintech comunica vai auxiliar a construir autoridade, criar posicionamento, e fazer com que os seus seguidores e consumidores confiem mais no seu serviço. Suas comunicações devem ser feitas de forma transparente e clara, de acordo com o público alvo que você busca atingir. Transparência em uma empresa significa se comunicar de forma aberta com os seus clientes sobre as questões relevantes e preocupações que podem surgir no processo de contratação, compra, etc. Por exemplo, se a fintech perceber que muitos clientes têm a mesma dúvida sobre um produto ou serviço, como a abertura de uma conta específica, pode ser feito um comunicado, sessão de FAQ ou a criação de conteúdos específicos para as redes sociais para esclarecer essas dúvidas. A verdade é que a grande máquina para abastecer suas práticas de comunicação digital sempre pode partir da experiência dos clientes ou leads através dos canais de atendimento, como suporte, SAC 2.0, atendimento telefônico, ReclameAqui, entre outros. Isso permite que os consumidores compreendam melhor sobre o produto, confiando mais na sua marca, e também demonstra que a empresa está atenta ao que os seus seguidores têm a dizer. As mensagens comunicadas pela sua empresa, precisam demonstrar a sua personalidade, essa que deve ser determinada no momento da criação de toda a identidade. O tom de voz e a personalidade devem ser autênticos e consistentes, mas lembre-se que a humanização e a personalização são pontos importantes na comunicação na hora de se diferenciar. Um bom exemplo de uma marca com personalidade consistente é o Nubank, desde sua fundação. A presença forte nas redes sociais para um banco que já nasceu online não poderia ser diferente de: antenada, jovem, presente e humanizada. Tudo isso permitiu que o público confiasse em uma nova solução no mercado de maneira mais rápida. A partir disso, o Nubank só precisou ampliar, cada vez mais, seu público, fazendo com que novas pessoas confiassem nos produtos e serviços oferecidos. Outra boa prática de comunicação digital para as fintechs são os conteúdos valiosos e educativos, voltados para o seu público alvo. Educar seus clientes sobre produtos, termos, informações e serviços do mundo financeiro aproxima a empresa de seus seguidores e clientes. Como o PR pode ser usado na comunicação digital? As estratégias de relações públicas também podem ser utilizadas de forma eficaz em toda a comunicação para a construção e manter a reputação de uma empresa. O PR é uma forma de ampliar a sua marca, e fazer com que a empresa se destaque e construa relacionamentos mais autênticos e duradouros. Com o trabalho feito é possível gerenciar a imagem para criar uma narrativa positiva e consistente. E em momentos de crise, isso pode minimizar danos à reputação e reconstruir a confiança. Amplificar o seu alcance e a visibilidade com o auxílio da cobertura da mídia, que dissemina o nome da sua marca através de conteúdo de valor. Porém, fazer PR como uma fintech em crescimento demanda investimento de tempo e esforços. Por isso, uma agência especializada em PR conta com profissionais que vão atender todas as necessidades da sua fintech. Para saber mais sobre o que uma agência de PR pode fazer pelo seu negócio, fale com um dos nossos especialistas!
Comunicação externa: 5 motivos para investir
A comunicação externa ocupa um papel estratégico nas empresas que querem crescer, fortalecer reputação e construir autoridade no mercado. Investir nesse tipo de comunicação, além de trazer visibilidade, traz posicionamento e gera mais relacionamento com os clientes e parceiros do negócio.
Comunicação integrada: dicas para ter um tom de voz consistente
A comunicação integrada é o ponto de partida para marcas que desejam ser reconhecidas e, principalmente, compreendidas em todos os seus pontos de contato. Uma vez que as empresas precisam se comunicar ao mesmo tempo por redes sociais, imprensa e campanhas de marketing, manter um tom de voz consistente passou a ser uma necessidade. Para organizações que querem padronizar sua forma de comunicação e fortalecer a sua identidade, investir em comunicação integrada significa alinhar o discurso, os valores e a linguagem. Ao longo deste artigo, você vai entender qual o conceito de comunicação integrada, como ela funciona, por que é tão importante e como várias empresas utilizam essa estratégia para se fortalecer. Confira mais! O que é comunicação integrada? A comunicação integrada é uma abordagem que busca unificar todas as formas de comunicação de uma empresa em uma mensagem única, coerente e alinhada aos valores da marca. Isso envolve alinhar marketing, publicidade, relações públicas, assessoria de imprensa, comunicação interna, branding e qualquer outro ponto de contato com o público. Para que serve a comunicação integrada? A Comunicação Integrada de Marketing (CIM) serve para construir clareza, confiança e reconhecimento. Quando uma empresa se comunica de forma alinhada, o público entende rapidamente quem ela é, no que acredita e como se posiciona. Portanto, essa estratégia ajuda a: fortalecer a identidade da marca; garantir consistência no tom de voz; evitar mensagens contraditórias entre áreas e canais; melhorar a experiência do cliente; alinhar comunicação interna e externa. Esse conceito ganhou força à medida que os consumidores passaram a interagir com as marcas em múltiplos canais. Hoje, é comum alguém conhecer uma empresa pelo Instagram, pesquisar no site antes de comprar, ler uma matéria na imprensa e, só depois, fechar negócio. Inclusive, segundo uma pesquisa da plataforma Squarespace, 64% dos consumidores da nova geração buscam o site da marca antes de consumir seus produtos — o que reforça a importância de uma comunicação consistente em todos os ambientes. Empresas que mantêm uma linguagem própria, tendem a ser lembradas com mais facilidade. Um bom exemplo disso é o Duolingo, plataforma de ensino de idiomas, que construiu uma comunicação integrada baseada em humor, informalidade e interação, fazendo com que sua marca fosse reconhecida de imediato nas redes sociais. Quais são os pilares da comunicação integrada? A comunicação integrada de marketing funciona por meio de 4 pilares: Coerência, Consistência, Complementaridade e Continuidade. Eles garantem que a estratégia não fique apenas no discurso, mas seja aplicada no dia a dia da empresa. 1. Coerência Todas as mensagens devem estar alinhadas aos valores e objetivos da marca. Campanhas publicitárias, conteúdos institucionais, comunicação interna e posicionamento na imprensa precisam conversar entre si sem ruídos. 2. Consistência Manter o mesmo tom de voz, identidade visual e mensagens-chave ao longo do tempo é essencial para a comunicação integrada. As mudanças bruscas confundem o público e enfraquecem a percepção da marca. 3. Complementaridade Os canais não devem competir entre si, mas, sim, se complementar. A mensagem pode ser adaptada ao formato de cada meio, mas sem perder sua essência. 4. Continuidade A comunicação integrada não é uma ação pontual. Ela exige planejamento contínuo, acompanhamento dos resultados e ajustes constantes para manter a relevância. Além disso, esses pilares juntos são fundamentais tanto para a comunicação externa quanto para a interna, garantindo que colaboradores da empresa também entendam e reproduzam o posicionamento da marca. Comunicação integrada exemplos Entender a teoria é importante, mas observar exemplos práticos ajuda a visualizar como a comunicação integrada de marketing funciona no dia a dia das marcas. Coca-Cola e sua consistência global com conexão emocional A Coca-Cola é um dos maiores exemplos de marcas que mantêm uma mensagem consistente em canais físicos, redes sociais, campanhas publicitárias e grandes eventos, sem perder sua identidade global. A campanha “Share a Coke”, por exemplo, personaliza as latinhas com nomes, com isso a marca criou uma identificação emocional, estimulou o compartilhamento nas redes sociais e gerou conversas espontâneas entre os consumidores. Tudo isso foi sustentado por uma estratégia omnichannel, em que publicidade, pontos de venda, redes sociais e experiências presenciais trabalhavam a mesma mensagem: compartilhar momentos. Barbie e sua identidade inconfundível A campanha de marketing do filme “Barbie”, de 2023, é outro exemplo de comunicação integrada. Muito antes do lançamento oficial, a estratégia já gerava burburinho com fotos dos atores em cenas chamativas. A comunicação se espalhou por publicidade tradicional, parcerias com mais de 165 marcas, grandes eventos de imprensa e ações digitais. Desde o hambúrguer rosa do Burger King Brasil até um Xbox personalizado, tudo reforçava o empoderamento feminino da Barbie, mantendo a identidade visual marcada pela cor rosa. Essa integração foi tão bem executada que o filme se tornou a maior bilheteria de 2023, arrecadando mais de US$ 1,4 bilhão mundialmente. Vamos colocar a comunicação integrada na prática? Para muitas empresas, o desafio não está apenas em integrar campanhas externas, mas também em alinhar a comunicação interna. Colaboradores precisam entender o tom de voz, os valores e as mensagens para que se tornem verdadeiros embaixadores da marca. É nesse ponto que contar com parceiros estratégicos faz a diferença. A MOTIM atua na construção de uma comunicação integrada por meio de assessoria de imprensa, posicionamento de porta-vozes e conteúdo de marca, ajudando a sua empresa a manter coerência no discurso e na imagem transmitida ao mercado. Quer saber como padronizar sua forma de se comunicar e fortalecer sua identidade? Converse com nossos especialistas e acelere sua reputação!
É possível salvar a reputação de uma marca?
No que diz respeito ao comportamento do mercado, e especialmente para marcas de inovação, uma coisa é fato: a reputação é um pilar essencial para o crescimento de qualquer empresa. Não basta a criação de uma, a manutenção da imagem é crucial para a sobrevivência das marcas. Quanto mais firme for a reputação construída frente ao mercado (e isso leva tempo e dedicação), menos riscos ela corre de sofrer abalos com crises de imagem. Mas, no caso de uma marca sofrer desgastes, devido a uma exposição ou crise, muitos CEOs e setores de marketing perguntam: é possível salvar uma reputação? Valor de marca Antes de mais nada, vamos elucidar o que exatamente é reputação. Em suma, ela é o que se fala da sua marca. Quando uma pessoa pensa em determinada empresa, no que ela pensa? Seja qual for a resposta, ela pode ser entendida como a reputação da marca. O que as pessoas andam falando da sua marca por aí? Investir em reputação não é importante apenas para o “imaginário coletivo”. Os dados sobre esse pilar expressam a necessidade de preocupação com esse questionamento: 35% do valor de uma marca é representado pela sua reputação 91% dos consumidores só consomem de marcas que confiam Se algo danifica a percepção dos consumidores sobre a integridade da marca, o público pode perder a confiança nela – o que fará com que o seu valor seja prejudicado. Mas existe sempre um remédio capaz de salvar a reputação da empresa. Gestão de crise Como dito inicialmente, existem maneiras de se fortalecer uma reputação antes que seja necessário lidar com uma gestão de crise. Marcas que entendem e investem nisso, poderão sair mais limpas de uma situação danosa à sua imagem. Veja um exemplo prático: The Oscar’s A academia do Oscar se envolveu em diversas polêmicas ao longo de sua existência, mas, apesar delas, mostrou que sempre é possível salvar (pelo menos um pouco) a reputação. O evento já sofreu acusações de favorecer atores, atrizes e diretores brancos, excluir produções estrangeiras e, mais recentemente, foi palco para a agressão do ator Will Smith, ao comediante Chris Rock. Mesmo com tantos casos, a academia nunca perdeu seu prestígio, pois sua reputação já estava muito bem consolidada antes dos eventos. Se esse foi um dos motivos para minimizar os abalos, por outro lado, o Oscar sempre esteve de olhos e ouvidos atentos às reivindicações do público – e se adaptou sempre que necessário. Exemplo disso foi a vitória do filme sul-coreano Parasita, de Bong Joon-Ho, em 2020. Fato que fez história na premiação. O Oscar mostrou que ouvir o seu público é uma maneira efetiva de não apenas corrigir erros, mas, também, de evitá-los. Fazer 1 motim pode salvar uma reputação Na MOTIM, quando se trata de salvar uma reputação e mostrar como funciona assessoria de imprensa, a gente não só fala, mas mostra! Um exemplo é o caso do Mind the sec, que provou por a+b que reputação tem conserto, quando definida uma estratégia para isso. Salvar uma reputação pede alguns esforços, mas é completamente possível. Veja como fizemos: Mind the sec Em 2016, o evento de segurança da informação Mind the sec contou com um imprevisto que abalou sua reputação: o palestrante e atração principal do evento teve que cancelar sua participação nele – que já havia sido amplamente divulgada. Com isso, as entrevistas antes marcadas também foram canceladas – e não só isso: o cancelamento da palestra virou manchete de alguns grandes veículos de imprensa. O desafio para o ano seguinte seria, então, reconquistar a confiança do jornalista e convencê-los de cobrir o evento. Para reconquistar a atenção dos jornalistas, o evento precisaria de algo que não fosse ignorado. A MOTIM fez uma pesquisa sobre a conscientização corporativa em segurança da informação e, com centenas de entrevistados, impressões e números de mercado valiosos, pudemos atrair novamente os olhares da imprensa para salvar a reputação do Mind the sec. Fomos muito além! Para conseguir um resultado ainda mais expressivo e salvar a reputação do evento, a MOTIM se envolveu diretamente na produção dele, elaborando pautas para as palestras com temas quentes do noticiário brasileiro. Naquele ano, o tema mais discutido era a autenticidade das urnas eletrônicas – afinal, era ano eleitoral. Pensando nisso, e com ajuda da MOTIM, o evento convidou o chefe de seção de voto informatizado do TSE, Ricardo Coimbra, para debater pela primeira vez o assunto. A imprensa adorou e o evento foi um sucesso, se tornando um grande exemplo de como salvar uma reputação. Vale 1 motim Empresas com reputações sólidas vão mais longe. A construção de imagem exige paciência e coerência, e está associada com a elaboração de uma narrativa assertiva e alinhada com os valores da marca. Para saber se a sua gestão de marca está funcionando, é necessário entender a visão dos seus consumidores sobre sua marca, e não somente torcer para que uma crise aconteça. É preciso estudo de caso, proatividade, criatividade e muito empenho para salvar uma reputação, mas isso é completamente possível e, mais ainda, quando feita por um time que entende quais estratégias de comunicação podem ser eficazes. Fale com um especialista da MOTIM
Elon Musk à frente do Twitter: crise na gestão da rede social?
Nos últimos meses, temos assistido uma sequência de polêmicas e notícias entre Elon Musk e Twitter, o homem mais rico do mundo e uma das redes sociais mais famosas do planeta. Quem não se interessou pelo fato de Musk ter decidido comprar a rede do passarinho no início deste ano, perdeu o fio da meada que conectaria toda a confusão envolvendo o bilionário, a rede social, idas e vindas à justiça, demissões em massa, crises de imagem e até xingamentos em projeções. Se você é uma dessas pessoas que se pergunta “O Twitter vai acabar?” ou “O que é Koo?”, nós preparamos um conteúdo que vai explicar tudo o que levou a essa crise e ao movimento #RIPTwitter, bom.. no Twitter. Quem é Elon Musk? Elon Musk é um bilionário americano titulado o homem mais rico do mundo! Caso você tenha morado em uma caverna nos últimos anos e não viu as diversas ocasiões em que ele foi notícia – Musk é dono de algumas empresas bem conhecidas no mundo todo, entre elas a Tesla, de carros elétricos de luxo, e a SpaceX, uma fabricante estadunidense de sistemas aeroespaciais, transporte espacial e que já realizou o primeiro lançamento orbital tripulado privado da história. Musk tem uma fortuna avaliada em US$128 bilhões e recentemente pôde se gabar de ultrapassar Bill Gates, fundador da Microsoft, no ranking dos mais ricos do mundo. Agora que você já sabe quem é o personagem principal dessa história, vamos para onde tudo começou. Twitter e Elon Musk: entenda o caso Abril – Oferta de compra A novela entre Elon Musk e Twitter começou ainda em 2022 quando, em abril, o bilionário expressou seu interesse em comprar a rede social e chegou até mesmo a fazer uma proposta formal de compra pela bagatela de US$ 44 bilhões. Não demorou muito para o Twitter se manifestar e aceitar a proposta de Musk. Tudo corria bem entre os dois lados até julho de 2022. Julho – Desistência O clima entre as partes começou a esquentar quando Musk exigiu acesso a base de dados do Twitter com a intenção de saber quantas contas eram ativas na rede e quais dessas eram robôs ou perfis falsos. Os executivos da rede social não quiseram liberar dados tão importantes ao bilionário, mas chegaram a divulgar publicamente que contas falsas não representavam nem mesmo 5% dos perfis. Musk, então, simplesmente desistiu da compra, alegando que o Twitter não concedeu as informações necessárias para fechar o negócio. Com aborrecimento para ambos os lados, o caso foi parar na justiça americana. Julho a Outubro – Briga na justiça O Twitter foi para os tribunais e moveu um processo contra Elon. Na disputa, a rede social queria que o empresário concluísse a compra da companhia, como foi acordado em abril. O tom da disputa na ocasião já era tenso e, para apimentar ainda mais toda a confusão, o Twitter declarou que moveu o processo para que o CEO da Tesla “honre com suas obrigações”. No processo, os executivos no Twitter acusaram o bilionário de ter cometido uma “longa lista de violações contratuais” e exigiram que a justiça o fizesse concluir a transação de US$ 44 bilhões. Para ganhar tempo, Musk defendeu que o julgamento ocorresse em 2023, já o Twitter pediu que a corte os recebesse em setembro de 2022. Por fim, o julgamento aconteceu em outubro, com a decisão da juíza de Delaware dando razão aos advogados do Twitter, que argumentaram que a demora na decisão feria a imagem da empresa. Outubro – Finalmente, Musk compra o Twitter Após alguns meses de disputa judicial, em outubro, Musk declarou que faria a compra do Twitter. A juíza, então, suspendeu o processo até o dia 28 daquele mês para que as partes finalmente chegassem a um acordo. Um dia antes do prazo se encerrar, o CEO da Tesla fechou o negócio com a rede do passarinho pelo valor proposto inicialmente. Agora, a rede social é oficialmente mais um patrimônio do bilionário. Novembro – Funcionários do Twitter são demitidos por Musk Com a compra da rede, a briga entre Elon Musk e Twitter estaria encerrada, certo? Errado. Após sentar na cadeira de presidente da empresa, no maior estilo “cortem-lhe a cabeça”, a primeira decisão de Musk foi demitir vários executivos do alto escalão, incluindo o CEO da empresa, Parag Agrawal. As informações são que o ex-CEO, Agrawal, foi escoltado para fora da sede do Twitter. Além dele, no comando da empresa, foram demitidos: o diretor financeiro, Ned Segal; e o chefe de assuntos jurídicos e de políticas, Vijaya Gadde. O motivo? Aquele pedido do então comprador, Elon Musk, para ter acesso aos dados da plataforma no começo das negociações. Os três demitidos foram acusados de esconder informações sobre contas falsas na plataforma. O papel dos líderes inspiradores nas empresas Mas o rancor de Musk não ficou concentrado no alto escalão, ao todo foram 3.700 funcionários demitidos de uma vez pela nova gestão, o que colaborou para a escalada de uma crise de imagem do Twitter. Novembro – Crise de imagem e recontratações Após demitir metade dos colaboradores, o Twitter, sob o comando de Elon Musk, entrou em contato com parte dos ex-funcionários para tentar suas recontratações. A justificativa foi que alguns deles foram demitidos por engano e outros seriam necessários para as mudanças que a nova presidência pretende fazer. O pedido de retorno deles tão depressa demonstra que a tática dita como “para equilibrar as contas” não foi bem calculada. O bilionário instigou a revolta não só dos demitidos da empresa, mas de diversos líderes de outras companhias (em linkedin, textos, artigos). Além disso, ele foi xingado em uma projeção em vídeo na sede do próprio Twitter. Mudanças do Twitter na Era Musk Se em poucos dias como novo dono da rede social, o bilionário já causou tantas polêmicas, muitas pessoas se perguntam o que ele pretende para o futuro do Twitter. Em nota após a compra, Musk declarou “Quero tornar o Twitter melhor do que nunca, aprimorando
Employee advocacy: como transformar colaboradores em embaixadores da marca
Employee advocacy é uma das estratégias mais eficazes para empresas que desejam fortalecer sua reputação como boas empregadoras e construir uma imagem positiva de forma autêntica.
Como adaptar a sua estratégia de comunicação ao expandir globalmente?
Com o crescimento dos negócios, o próximo passo esperado é atingir novos mercados e expandir a operação para além dos limites regionais. Em alguns casos, de empresas que realmente escalaram sua produção e atingiram outros patamares, essa expansão é realizada internacionalmente, conversando com públicos totalmente diferentes, inclusive em termos culturais, mas que ainda possuem as mesmas dores que o target inicial, necessitando desses serviços. Para que esse processo seja bem sucedido, é necessário muito mais do que o planejamento operacional, é preciso entender qual o perfil do novo consumidor e como construir uma estratégia de comunicação que consiga atingir, conversar e ser efetiva com eles. Entenda a seguir como conseguir adaptar a sua estratégia de comunicação e construir reputação ao expandir globalmente. O que é a expansão global? Quando falamos de uma empresa que está em processo de expansão global, nos referimos a uma estratégia de crescimento, conquistando novos mercados, ou seja, comercializando seus produtos e serviços para outros públicos, sem limitações geográficas. Esse processo tem diversos recortes e possibilidades, com a sua empresa firmando parcerias estrangeiras, contratando prestadores de serviços de outros países ou até mesmo se firmando em outros territórios, construindo sedes, por exemplo. Apesar de ser uma movimentação extremamente estratégica e importante para a empresa, é passível de riscos, como a dificuldade de aceitação do novo público consumidor. Nesse cenário que uma estratégia sólida e parruda de comunicação entra como essencial para a sobrevivência desse negócio fora de sua terra natal. Por que é importante trabalhar a sua estratégia de comunicação de forma diferenciada ao expandir? Uma boa estratégia de comunicação sempre é pautada, principalmente, pelo estudo dos públicos a quem ela busca conversar. Nisso, é preciso entender hábitos de consumo, estilo de vida, dores e objeções, linguagem e outras características que normalmente são comuns ao seu público-alvo. No caso de chegar em um novo país, vale um estudo extra: o da cultura local. São essas particularidades que vão ser capazes de nortear a sua comunicação e vão te ajudar a construir conexões entre a sua marca e o seu consumidor, sejam elas de confiança, de admiração, de desejo, entre outras. Quando falamos de expansão, obrigatoriamente nos deparamos com o desafio de conversar com pessoas diferentes. Mesmo que elas sejam unidas pela mesma dor, que provavelmente o seu produto busca solucionar, são públicos criados em realidades diferentes, com particularidades culturais e hábitos diferenciados. Principalmente quando falamos sobre cultura, o estudo passa a ser muito mais apurado, não apenas para se adequar aos consumidores, mas também para respeitar aquelas tradições. Mas, é importante ressaltar que hábitos de consumo também são fortemente influenciados pela criação e cultura de um povo, por isso, muito mais do que uma pesquisa comunicacional, é preciso entender se o seu produto vai ter um terreno fértil de crescimento, se haverá demanda e por aí vai. Entendido tudo isso, vamos conhecer algumas dicas para tornar a sua comunicação cada vez mais assertiva ao se comunicar com diferentes públicos. Dicas para tornar a sua comunicação mais assertiva ao expandir internacionalmente Segundo a pesquisa Trajetórias FDC de Internacionalização das Empresas Brasileiras, de 2023, o target principal dos negócios em expansão se concentra ainda na América, tanto por fatores regionais e de proximidade, quanto de hábitos culturais, além, é claro, de Portugal, com as nossas similaridades provenientes da colonização. Mesmo levando em consideração diversos fatores que nos aproximam desses outros mercados, ainda é fundamental que você siga algumas dicas na hora de internacionalizar o seu negócio e, consequentemente, a sua comunicação. Vem ver: Pesquisa em primeiro lugar É válido ressaltar que o processo de expansão passa por um momento completamente contemplativo, de entendimento de público e mercado, antes de ir para a ação. Neste lugar, inicie com um estudo dos consumidores e analise todas as potenciais objeções, dores e dificuldades, além, é claro, dos hábitos de consumo. Desdobre essa pesquisa também para aspectos linguísticos, tornando a sua estratégia cada vez mais parruda. É importante destacar que não estamos dizendo que você precisa perder as características, tom de voz e personalidade da sua marca ao fazer essa tradução, mas sim um cuidado a mais com o que é comunicado, substituindo regionalismos da forma correta. Contrate tradutores Ainda nesse campo das linguagens, é importante se afastar o máximo possível de traduções instantâneas, até mesmo aquelas através de inteligência artificial. Algumas expressões são típicas do dialeto falado e precisam ser respeitadas para trazer maior veracidade e te aproximar do consumidor. Para isso, busque contratar tradutores e profissionais que tenham total domínio, não só da língua estrangeira, como também da sua. Construa um novo material de tom de voz Dado o nível de maturidade do seu negócio, que agora ultrapassa as fronteiras, é bem provável que vocês já tenham um manual de tom de voz, brandbook e outros materiais que norteiam a comunicação e comportamento da sua marca frente aos stakeholders, mercado e consumidores. Porém, como ressaltamos no decorrer deste conteúdo, é importante adaptar e personalizar todo tipo de contato da empresa com o público. Pensando nisso, construa um novo material para ser um apoio na produção de conteúdo, obviamente utilizando de todas as pesquisas e ferramentas utilizadas anteriormente. Em resumo, a comunicação de uma empresa é a maior ferramenta de conversão, com baixo esforço, em muitos casos. Mas, para isso, é imprescindível que seja criada uma estratégia parruda, a altura da maturidade do negócio e alinhada aos objetivos, público-alvo e personalidade da empresa.
O que é Share of Voice e como calcular o da sua marca?
Possuir uma marca, em qualquer nível de maturidade, requer atenção com a aceitação e desenvolvimento dela junto ao público. A palavra-chave para os profissionais que fazem o acompanhamento da situação da marca é mensuração. Existem formas de medir a situação do negócio internamente, com acompanhamento dos KPI´s ou métricas de vendas. Junto ao público, uma das maneiras de fazê-lo é através do conceito de Share of Voice. Share of Voice é um importante indicador para monitorar a marca, o mercado e os resultados de estratégias de marketing, fazendo um comparativo entre marca e seus concorrentes. Neste artigo, você aprenderá o que é o Share of Voice e como ele pode ser útil na sua empresa, além de aprender a calculá-lo. O que é Share of Voice? Share of Voice é um indicador que mede o quanto sua marca é mencionada em comparação aos seus concorrentes. Ou seja, qual parcela das falas relacionadas ao seu produto/serviço, citam a sua marca. Entenda o que é a reputação de marca e como construir a sua! Para especialistas, o Share of Voice é considerado um dos indicadores mais importantes para conseguir bons resultados em um negócio, servindo para monitorar a marca, o mercado e os resultados de estratégias de marketing, como SEO, social media e PPC. Da publicidade tradicional à era digital: Por que medir o Share of Voice? O conceito surgiu como uma métrica crucial no campo da publicidade e marketing, sendo empregado para avaliar a proporção de exposição que uma marca ou empresa tinha em relação aos seus concorrentes nos meios de comunicação tradicionais, como rádio, televisão e jornais. Mas com a ascensão da internet e das redes sociais, o Share of Voice ganhou uma nova dimensão. Não se restringindo mais apenas à publicidade, ele passou a englobar todas as formas de exposição das marcas, sejam elas orgânicas ou pagas. A mudança para o ambiente digital trouxe consigo uma multiplicidade de canais de comunicação, como redes sociais, blogs, sites, links patrocinados e busca orgânica do Google. Entrando para a conta uma métrica muito útil hoje: a relevância online da marca. Relevância online O SOV tornou-se ainda mais significativo devido à capacidade de rastreamento e análise detalhada que a tecnologia proporciona, como: monitorar o engajamento cliques e compartilhamentos menções Tudo medido em em tempo real, mostrando como a marca está sendo percebida pelo público e possibilitando estratégias rápidas e direcionadas, o que favorece a construção da reputação digital da marca. Busca orgânica Um dos aspectos mais importantes dessa evolução é a inclusão da busca orgânica do Google no cálculo do Share of Voice. A otimização para mecanismos de busca (SEO) se tornou uma estratégia vital para as empresas aumentarem sua visibilidade nos resultados de pesquisa e, assim, conquistarem uma fatia maior da participação nas consultas relacionadas ao seu setor. Redes sociais A interação direta com os consumidores por meio dessas plataformas permite que as marcas construam relacionamentos mais autênticos e engajem de maneira mais profunda com seu público-alvo. Além disso, a viralização de conteúdo e as menções orgânicas podem ampliar consideravelmente o alcance da marca. Atenção ao que é dito! Sendo um indicador do quanto sua marca é mencionada, ele te dá noção da visibilidade do seu negócio. Ser a mais comentada não garante que marca seja positivamente falada. Se a empresa passa por uma crise de imagem, é esperado que hajam muitas menções a ela e, portanto, seu Share of Voice seja mais alto. Nesse caso, o indicador serve para medir o quão “quente” está a crise. Coletando dados Se o ambiente não é de crise, o esperado é que quanto mais citada for a sua marca, mais popularidade e autoridade terá entre os consumidores. Mas como saber? Uma maneira de mensurar o Share of Voice é através das redes sociais. Existem ferramentas profissionais capazes de monitorar um termo em redes como Twitter e Instagram. Manter um perfil da marca ativo nas redes pode ser benéfico para o Share of Voice, já que assim é possível construir diálogo e manter sempre seu “nome” em alta. Essa é uma estratégia muito utilizada pela marca de bombons “Bis”, que usa o Twitter frequentemente com memes em suas postagens. A partir dos dados coletados por plataformas profissionais como o buzzmonitor ou o google trends, você poderá traçar o percentual entre você e seus concorrentes. Ah! Mas é claro que, para isso, você também precisa monitorar as menções à eles. Fora das redes sociais, o Share of Voice pode considerar quantas vezes a sua marca, produto ou serviço foi citada nas mídias como jornais, rádios e TV. Como calcular o SOV Sendo que o Share of Voice é um indicador que mede o quanto uma marca é falada entre as pessoas, você precisa aprender a calculá-lo. A conta é bastante simples, basta você dividir o número de vezes que sua marca foi citada, pelo total de citações do mercado. Veja a seguir: Share of Voice = Citações da sua marca/Citações do mercado. Imagine que em um ambiente de 100 citações sobre fintechs, houve os seguintes dados: fintech 1: 50 citações fintech 2: 10 citações sua fintech: 40 citações Neste caso, o cálculo será o seguinte:Share of Voice = 40/100 = 0,40 ou seja 40% Mensurou? Agora planeje! O trabalho de análise do crescimento e da aceitação de uma marca nunca acaba. A mensuração pode ser feita, como dissemos no início deste artigo, de muitas maneiras. Após saber qual o percentual do seu Share of Voice, parta para a estratégia. Você vai mantê-lo? Aumentá-lo? Ou, até mesmo, trabalhar em cima de algum aprimoramento do produto, serviço ou marca? Tudo vai depender de quais insights o SoV te trará. A premissa é a mesma em quaisquer fases: mensurar para melhorar. A MOTIM está atenta à necessidade de fazer sua marca estar em contato com o público e, com isso, em constante aprimoramento. Se você busca aumentar seu Share of Voice, talvez seja a hora de buscar uma aceleradora de reputação. Fale com