Love Brand: aprenda a encantar o público e conheça 4 marcas que fazem isso!

As marcas estão por toda parte. Elas permeiam as cidades e estão em crescimento desde a revolução industrial. Algumas delas atravessaram séculos de existência, outras ditaram costumes e comportamentos. A relação das pessoas com grandes marcas gera um fenômeno, pouco conhecido pelo nome, mas perceptível no dia a dia: o Love Brand. Starbucks, Coca-Cola, Gucci e muitas outras marcas, de segmentos e públicos diferentes, vendem muito mais que apenas seus produtos, mas a si próprias. O Love Brand é o que propicia esse feito. O que é Love Brand? O termo é o mais literal possível: Love Brand é uma marca amada pelo público. Podem ser entendidas como marcas desse tipo, as que conquistam uma conexão afetiva com os consumidores. Veja algumas características delas: O consumidor é defensor da marca Elas ultrapassam a área mercadológica e se tornam parte da vida destes, às vezes de maneira tão forte que são capazes de influenciar seus comportamentos e conquistarem, até mesmo, fervorosos defensores. Sem concorrência alguma Uma Love Brand tem um laço tão forte com seu público que ele sequer tem olhos para os concorrentes. A relação é fechada! Valor inestimável Além disso, por possuírem muito valor para seu consumidor, elas não tem preço! O produto dessas marcas pode até custar mais caro, mas o amor é tanto que seu consumidor, geralmente, não liga em pagar um pouco mais por ela. O que causa o amor pela marca Essa relação se constrói a partir de uma boa comunicação, mas não só isso. Para ter eficácia é preciso que haja estratégia! Grandes empresas conquistam o amor dos consumidores se associando ao estilo de vida, comportamento e sentimentos. O público, por sua vez, age como divulgador dos serviços e produtos que confia. Esse fenômeno é conseguido a partir de estratégias para o posicionamento da marca. Posicionamento de marca no ambiente digital Veja abaixo, alternativas para construção do posicionamento que levam uma marca a virar Love Brand. Branding é imprescindível! O branding pode ser elaborado com o intuito de despertar o sentimento do consumidor. A gestão deste, pensando na construção de posicionamento e reputação, é fundamental para construir identidade e consolidá-la entre os consumidores. Além disso, alguns outros pontos são importantes para compor a história de amor entre a marca e o público. Aposte na experiência do cliente Para que o Love Brand seja eficaz, a marca em questão deve estar atenta à experiência do cliente, que engloba o cuidado com atendimento e qualidade do produto e serviço prestado. Não se engane, o público é exigente! A importância desse cuidado se dá ao fato do uso das redes sociais proporcionar ao consumidor uma ferramenta poderosa de consulta sobre experiências (no plural mesmo), pois outras pessoas que já tiveram contato com o serviço/produto irão expor sua satisfação nas redes. A pesquisa feita pelos potenciais consumidores pode direcioná-los à sua marca, ou afastá-los dela. Tudo definido pela experiência do cliente. Nesse sentido, as Love Brands possuem um benefício reforçado. Seus clientes estão muito mais dispostos a indicar a marca para terceiros. Crie uma comunidade Fator primordial para que Love Brand se estabeleça, é a comunidade. Marcas que se relacionam bem com o público, conquistando a confiança dos consumidores e, além disso, proporcionam maneiras de que eles interajam entre si, estão no caminho certo para fortalecer sua imagem e conseguir fervorosos defensores. Uma alternativa para fazer isso é o branded content, que pode ser traduzido como conteúdo de marca, uma estratégia baseada na criação de conteúdo útil e relevante para um determinado público. As empresas que assumem o status de Love Brands, já compreendem como fazer para se destacar e atrair cada vez mais fãs. Elas mostram preocupação com o público e também com seus valores em todos os contatos, oferecendo mais de um produto ou serviço: um estilo de vida. A seguir, veja algumas marcas famosas que são exemplos de Love Brand: Nubank O “roxinho”, Nubank, é o banco digital que se destacou com estratégias para alcançar o máximo de clientes. Com o propósito de desburocratizar o meio, a fintech apostou em um contato mais próximo com os usuários. Era comum o envio de cartinhas personalizadas aos novos usuários do app, e esse “cuidado” especial rendeu à marcar muitos posts nas redes sociais, aumentando a repercussão sobre a empresa. A estratégia funcionou! O app ganhou força a partir do boca a boca, os usuários do roxinho passaram a indicá-lo aos amigos e a comunidade deu à ele o status de Love Brand. Netflix Tudum! A Netflix é a maior plataforma de streaming do mundo e permanece sendo, mesmo com a ascensão de diversos concorrentes. O que mantém o público fiel à marca é o amor à ela. As produções originais do catálogo podem ser citadas como uma das razões para o fenômeno, mas não a única. O Love Brand vem principalmente da construção de uma imagem informal e das experiências personalizadas dentro da plataforma. As redes sociais da Netflix são um chamariz de atenção dos internautas, ela foi uma das primeiras empresas a gerir sua comunicação de forma bastante informal e despretensiosa. Adidas Adidas não vende calçados e roupas esportivas, vende um estilo de vida. Essa frase poderia até ser um slogan para a marca, mas é apenas um fato considerado primordial para o Love Brand. Referência de jovialidade, estilo e conforto, a marca alcançou o amor da comunidade e o mantém por décadas. A atuação dela na promoção de eventos esportivos também contribuiu para que alcançasse o patamar de hoje. A Adidas se colocou na vida dos seus consumidores e ganhou em troca uma comunidade fiel de fãs apaixonados. Coca-Cola Se a marca anterior vende estilo de vida, essa, além disso, vende momentos! A Coca-Cola se estabeleceu no mercado mundial como o refrigerante mais amado do público e isso se dá ao fato da marca se associar aos momentos mais felizes da vida das pessoas: o ápice do Love Brand! A marca já tem sua imagem ligada aos bons momentos, o feriado de Natal é

Marketing pessoal: como criar uma marca pessoal no LinkedIn

O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo, com mais de 700 milhões de usuários, e diversas opções de cursos, desenvolvimento de carreira e vagas abertas, o que a torna uma plataforma ideal para trabalhar o seu marketing pessoal. ‍ Ao longo deste artigo aprenderemos mais sobre como é possível desenvolver uma estratégia de marketing pessoal para o LinkedIn e construir uma presença online significativa e estratégica. Confira: O que é marketing pessoal? O marketing pessoal é caracterizado por um conjunto de estratégias e ações que podem ser colocadas em prática com o objetivo de fortalecer e promover a sua imagem pessoal. ‍ É como se você estivesse trabalhando uma marca corporativa para uma empresa, mas o que está sendo trabalhado é a sua própria reputação. Com objetivo podem ser variados, como atrair a atenção de empregadores, clientes potenciais, alavancar negócios, construir sua autoridade e até fazer networking. ‍ Um bom exemplo de quem não deixa essa estratégia escapar são os c-levels, executivos de grandes empresas que, normalmente em cargos altos, precisam estar bem posicionados no mercado, representando suas empresas. Mas, qualquer pessoa pode começar o seu processo de criar presença e posicionamento nas redes sociais. ‍ Podemos até citar alguns nomes que não usam apenas o LinkedIn, mas diversas redes sociais para poder alcançar seus objetivos, como: ‍ Silas Colombo, CCO da MOTIM; João Branco, professor de marketing da StartSe e board member do Grupo Cimed; Karla Marques Felmanas, vice presidente do Grupo Cimed; Diego Ivo, CEO da Conversion; Alê Costa, CEO da Cacau Show. Esses são bons perfis para se inspirar, já que fazem um bom trabalho na plataforma com a estratégia de thought leadership.  Qual o papel do LinkedIn para profissionais hoje em dia? Atualmente o LinkedIn é uma das redes sociais mais utilizadas por profissionais em todos os níveis de carreira. E ele pode ser benéfico de diferentes formas quando utilizado corretamente. ‍ É uma poderosa ferramenta de networking que está em constante atualização para melhorar sua usabilidade, formando pontes entre diversos tipos de profissionais. ‍ Mais que isso, é um terreno fértil para desenvolvimento de branding pessoal e profissional. Dentro da rede você pode construir uma presença que reflete suas habilidades e valores, se tornando um tipo de referência no segmento. ‍ Além disso, muitas pessoas utilizam a plataforma para recrutamento e busca de emprego. O próprio LinkedIn tem uma ferramenta de filtragem para vagas de emprego, em que você pode encontrar cargos para as suas habilidades. ‍ Essa rede social pode atuar também como facilitadora de participação em comunidades profissionais, fazendo com que sua presença seja ainda mais percebida. Grupos como esse normalmente discutem tendências, compartilham conhecimentos e permitem networking. 3 estratégias de marketing pessoal para o LinkedIn O LinkedIn contribui para a criação de uma marca pessoal, afinal, você pode atingir pessoas com objetivos semelhantes aos seus e se posicionar gerando autoridade. ‍ Veja algumas estratégias que podem ser utilizadas: 1 – Mantenha o perfil atualizado e otimizado Se você é daqueles que acha que um perfil otimizado no Linkedin serve apenas para a busca por emprego, você está enganado. Otimizar sua conta permite que o algoritmo enteda que você é um usuário qualificado e entregará para mais pessoas o seu conteúdo. Use a plataforma ao seu favor, afinal, se você quer ser lembrado, precisa ser visto. ‍ Isso se aplica a qualquer profissional, independente se ele for um c-level de alguma empresa ou um estagiário. ‍ Mas se o seu perfil já existe, e ainda não está muito atrativo, comece colocando uma foto profissional, e alinhando a sua capa com a carreira em que atua. Adicione também um título impactante e que destaque suas habilidades. ‍ Faça um resumo que conte sua história profissional, dando destaque para conquistas e falando de metas futuras. No seu perfil você também poderá colocar experiências, educação, competências e recomendações. 2 – Criação de conteúdo atraente Compartilhar conteúdos como posts, artigos e atualizações que destaquem sua expertise e interesses é fundamental. É preciso ser relevante e pensar que irão agregar valor ao seu perfil, chamando atenção de outros profissionais. ‍ Muitas vezes você pode trabalhar em conjunto com uma equipe capacitada que realiza a redação do conteúdo para você, criando um tom de voz específico e trabalhando o seu posicionamento de forma consistente. 3 – Gerenciamento da presença online Trabalhar sua presença online é mais uma vertente para a construção da sua reputação pessoal. Integrar isso com estratégias de PR e assessoria de imprensa torna tudo ainda mais poderoso. ‍ Estes profissionais fornecerão apoio na hora de monitorar as suas atividades, respondendo aos comentários e compartilhamentos que surgirem em seu perfil, indicar novas oportunidades e entrar em conversas chave para você. Assim como auxiliam a gerenciar suas mensagens e caixa de entrada, que com o passar do tempo e construção da sua reputação, pode começar a ficar cheia. ‍ Caso tenha se interessado e queira saber mais sobre como uma agência de Relações Públicas pode auxiliar na construção de marca pessoal, entre em contato com um dos nossos especialistas! ‍ Veja mais: Tipos de CEO e como impulsionar sua imagem | Como divulgar o seu propósito de marca de forma efetiva?

Influência Digital: Maximizando o Alcance e a Relevância das Fintechs nas Redes Sociais

No cenário disputado das fintechs, onde a reputação e a credibilidade são as grandes moedas de troca, a influência digital surge como uma poderosa aliada para atrair novos clientes, consolidar a identidade da marca e estimular o progresso. Isso pode trazer diversos benefícios quando aplicado com as estratégias certas. Ao longo do artigo vamos entender mais sobre termos, importância e aplicação. O que são fintechs? As fintechs são conhecidas por serem um tipo de startup disruptiva que combinam tecnologia com oferecimento de serviços financeiros, buscando criar soluções ágeis e acessíveis para o mercado e desafiando os modelos de negócio dos bancos tradicionais. Muitas vezes essas empresas encontram obstáculos enquanto se desenvolvem, sendo o mais comum deles a falta de confiança por parte do público. Isso porque essas empresas dependem desse fator: construção de relacionamento e confiança com seus clientes, principalmente quando levamos em consideração que se trata de um serviço para gerenciar um ativo tão importante na vida de pessoas e empresas: o dinheiro.. Sendo um dos grandes obstáculos, a desconfiança, essas empresas acabam dependendo muito de sua autoridade no mercado, de estratégias e principalmente, de sua reputação. É preciso se destacar frente a um cenário altamente competitivo. O que é influência digital? A influência digital é uma prática em que indivíduos ou grupos de pessoas utilizam plataformas online, como redes sociais e blogs, para impactar as opiniões, decisões e comportamentos dos usuários dessas plataformas. Aqueles que aplicam essas práticas são os influenciadores digitais, que usam de sua credibilidade e autoridade para influenciar os seus seguidores. Normalmente eles realizam as famosas “publis” com empresas e marcas, falando bem do seu serviço ou produto, para impactar mais pessoas e engajar com seu público alvo. Essa atividade é muito conhecida como marketing de influência, que muitas empresas já utilizam, com objetivo de fazer uma identificação maior com o seu público ou apenas criar campanhas mais inovadoras e humanizadas. De qualquer forma, essa acaba sendo uma ótima ideia para impulsionar a reputação da marca e fortalecer outras estratégias de PR que podem ser colocadas em prática. Importância das Fintechs nas redes sociais Apesar das empresas estarem reconhecendo cada vez mais o valor das estratégias de influência digital, algumas ainda estão na contramão, seja por tradicionalismo ou por não encontrarem um real benefício que podem ganhar. Mas, para as fintechs essa pode ser uma grande vantagem para aumentar a sua reputação, awareness e construir a confiança dos seus seguidores. Aplicando essa estratégia é possível alcançar ainda mais pessoas, expandindo o seu público alvo e atingindo mais indivíduos interessados, mas que ainda não conheciam o seu negócio. Esse tipo de conteúdo permite que os seguidores compartilhem e interajam de maneira mais próxima da sua marca e uns com os outros, gerando mais confiança e o senso de comunidades. ‍ Ao fornecer informações úteis e transparentes via influenciadores digitais, as fintechs estabelecem uma base sólida de confiança com os clientes em potencial. Moldando sua reputação em algo mais positivo e consolidando o posicionamento no mercado financeiro. Estratégias que maximizam o alcance e a relevância Para que a sua fintech se destaque e crie presença nas redes sociais, uma série de estratégias estruturadas podem ser colocadas em prática, sendo uma delas a de influência digital, que cascateia-se em muitas outras. Confira as possíveis formas de maximizar o alcance e relevância usando desse método: Campanhas de lançamento de produtos e serviços Essa é uma excelente estratégia que mostra o poder da influência digital quando combinado com o PR. Por exemplo, você pode usar a imprensa para fazer a divulgação e lançamento de produtos e serviços, enquanto os influenciadores fazem a sua parte, gerando um buzz nas redes sociais, amplificando sua mensagem.  Parcerias relevantes A influência digital te dá a liberdade de fazer parcerias com os influenciadores que estão mais em alta no momento, mas é preciso pensar bem antes de bater o martelo. Isso porque o influencer com mais seguidores pode não ser o mais relevante para o seu negócio e momento da empresa. Como uma fintech, procure saber quem são os creators mais relevantes dentro do nicho de finanças nas redes sociais como Instagram, TikTok e Youtube e busque se aproximar deles. Eventos e workshops online Após fechar parceria com os influencers que fazem sentido para sua marca, você pode ir além e programar eventos, como lives, webinars e workshops online, com foco na educação e informação do seu público. Para as fintechs é interessante que elas trabalhem com especialistas na área – que não deixam de ser influencers – dessa forma podem atingir mais pessoas, e ainda agregar valor. Acelere a reputação da sua fintech! Essas dicas de como usar a influência digital para a sua fintech buscam gerar um posicionamento positivo, construindo a sua narrativa por parcerias relevantes e estabelecendo sua autoridade. Isso não é o suficiente para a manutenção da sua reputação, por isso se você busca uma agência para fintechs que possa elevar o seu negócio, a MOTIM é a parceira estratégica que você procura. Fale com um especialista!

Gestão de reputação: a importância de investir na reputação pessoal

Mão apontando para um ícone roxo de rosto sorridente, simbolizando a satisfação na gestão de reputação

No mundo atual, saber fazer a gestão de reputação e trabalhar bem a sua imagem pessoal são pontos fundamentais que impactam a forma com que as outras pessoas percebem seu posicionamento online. Esse artigo te auxiliará a entender mais sobre o conceito de reputação pessoal e como é possível começar esse processo. O que é a gestão de reputação? A gestão de reputação é o conjunto de estratégias usadas para monitorar, influenciar e fortalecer a forma como uma marca ou pessoa é percebida pelo público. Isso envolve acompanhar o que está sendo dito, alinhar a comunicação e agir de forma estratégica para construir uma imagem positiva. Seja você um profissional em ascensão na carreira, porta-voz de uma empresa ou empreendedor, se está buscando pelo destaque em meio a muitas outras pessoas, vai precisar construir uma reputação forte e frequente nas redes. Nesse processo é preciso monitorar, construir estratégias, executar e se conectar com outras pessoas influentes e seu público. Gerir a própria reputação é um processo contínuo que requer tempo, esforço e, principalmente, consistência. Muita gente acaba desistindo no meio do caminho, por achar que não daria resultados logo de cara, e acaba nem colhendo os frutos dessa estratégia.  Importância da gestão de reputação pessoal A gestão de reputação é fundamental para indivíduos e empresas por várias razões. No geral, é uma forma de fazer com que a sua imagem seja positiva, favorecendo a sua credibilidade e a confiança. Com a prática de relações públicas em dia é possível atrair novos negócios, oportunidades e levar a relacionamentos mais sólidos com outros profissionais da área. Tendo essa comunicação voltada não só para a mídia, mas também para as suas redes sociais pessoais, vai impactar diretamente na sua influência e mostrar suas habilidades de liderança. Colocando a sua presença como um ponto de referência no mercado, fazendo com que outros te vejam como autoridade. No caso de um c-level, por exemplo, a sua reputação pode ser usada não apenas para se destacar, mas para atrair novos talentos para a empresa que trabalha e proteger a marca em tempos de crise. Como alavancar a sua reputação pessoal? Para alavancar a sua reputação pessoal, de uma forma que também envolve a gestão inteligente, é preciso adotar algumas estratégias de PR (Relações Públicas), incluindo e Assessoria de Imprensa, que vão auxiliar nesse processo. Veja algumas delas. Aprenda mais sobre o media training O media training ou o treinamento de mídia é um tipo de processo que você pode estudar para ficar mais preparado quando precisar lidar com a mídia. Para quem pretende ou tem contato frequente com a imprensa, como um porta-voz por exemplo, essa é uma prática muito importante. Durante esse treinamento você pode aprender sobre a própria mídia, entendendo os tipos, interesses e características. Outra parte fundamental do media training é identificar as mensagens chave. Antes de qualquer entrevista, separe todos os pontos que devem ser comunicados e foque em desenvolvê-los durante a conversa. É sobre acertar a narrativa e se ater nela, garantindo um pouco mais de controle sobre o que é divulgado posteriormente. Parte do treinamento é simular entrevistas junto de uma agência de PR para te guiar. Quando menos esperar, você conseguirá controlar a narrativa e sua linguagem corporal será mais natural. Afinal, a prática leva a perfeição. Fortaleça sua presença nas redes sociais Outra estratégia para sua reputação pessoal é o fortalecimento da presença nas redes sociais, você deve estar onde o seu público está e interagir com eles. Nesse caso, apesar do LinkedIn ser fundamental para novos negócios, o Instagram e TikTok também tomam seu espaço como redes de conexão mais informal e engajamento. Explore os diferentes formatos de conteúdos que as redes proporcionam, usando a seu favor para poder influenciar e inspirar o público. Isso pode ser feito através da produção de conteúdo de qualidade que tenha relação com a área em que você atua. Abrace oportunidades Conforme a sua reputação vai crescendo, novas oportunidades de aparecer na mídia podem surgir, como convites para podcasts, eventos, palestras e outras apresentações. Não deixe elas passarem despercebidas, com a participação em algum desses tipos de eventos a sua presença pode se tornar ainda mais reconhecida e relevante. É neste momento também que o seu media training entraria em ação! Monitore a presença E não esqueça de gerenciar a sua presença no mundo online, faça o rastreamento de menções ao seu nome ou marca em que trabalha para saber o que as pessoas estão falando e recolher informações relevantes para o direcionamento do seu posicionamento. Isso auxilia a construir novos relacionamentos com aqueles interessados no seu conteúdo e ficar a par de possíveis crises que possam surgir. Quais métricas monitorar na gestão da reputação? A gestão de reputação só evolui quando você acompanha dados que realmente refletem a percepção do público. O foco deve estar em entender o que eles dizem sobre credibilidade e relevância da sua marca. Entre os principais indicadores, vale acompanhar: Análise de sentimento: identifica se as menções são positivas, negativas ou neutras, funcionando como um termômetro da percepção pública. Volume de menções: mostra com que frequência sua marca aparece nas conversas digitais e na mídia. Share of voice: revela o quanto sua empresa domina (ou não) o espaço de conversa em relação aos concorrentes. Alcance de mídia: estima quantas pessoas foram impactadas pelas menções à sua marca. Net Promoter Score (NPS): mede o nível de satisfação e a probabilidade de recomendação dos clientes. Avaliações e classificações: refletem a experiência real do público e influenciam diretamente nas decisões de compra. Índice de resolução de problemas: indica a eficiência do atendimento e a capacidade de reverter experiências negativas. ROI, conversão de vendas e retenção: conecta reputação a resultados concretos, mostrando como a percepção influencia o crescimento. 5 pilares do gerenciamento de reputação Uma gestão de reputação consistente não acontece por acaso, ela se sustenta em pilares estratégicos que orientam as decisões, a  cultura e comunicação da empresa no dia a dia. Veja como cada um funciona na

Como construir uma marca forte em um mercado competitivo?

Homem de terno com rosto oculto, em frente a uma silhueta em pose de força, representando uma marca forte

Em meio a tantas disputas pela atenção dos consumidores, destacar-se é uma desafio para qualquer empresa, mas, especialmente aquelas em estágio de construção e fortalecimento do negócio. Neste artigo, vamos explorar o que significa ter uma marca forte e como criar uma marca forte, incorporando elementos como missão, visão e valores, bem como desenvolvendo cultura e reputação por meio de estratégias de comunicação. O que é uma marca forte? Uma marca forte vai além de um logotipo atraente ou de um nome memorável. Ela é a representação da essência e dos valores da sua empresa, algo que os clientes podem se identificar e confiar. A percepção dos consumidores é uma parte incrivelmente importante da equação para criar um negócio de sucesso. Ele é lembrado como moderno, amigável ao meio ambiente, focado em bem-estar? Ou talvez não provoque nenhum pensamento específico? Este é um ponto de atenção. Se você quer confiança, precisa ser honesto. A transparência irá mostrar que você é confiável. Os pontos de missão, visão e valores são um bom ponto de partida. Missão A missão é a razão pela qual sua empresa existe. Ela define o propósito e o impacto que você deseja ter no mundo. Uma missão clara ajuda a direcionar suas ações e a comunicar o que sua marca representa para seus clientes. Certifique-se de que sua missão seja inspiradora e alinhada com os valores corporativos. Visão A visão é a imagem do futuro que busca criar. É a representação de onde você quer que ela esteja a longo prazo. Ter uma visão clara ajuda a motivar sua equipe e a orientar suas decisões estratégicas. Ela deve ser ambiciosa e inspiradora, mostrando o caminho que sua companhia está trilhando. Valores Os valores são os princípios fundamentais que guiam o comportamento e as ações da marca. Eles definem como você pretende alcançar sua missão e visão. Certifique-se de que eles sejam autênticos e incorporados em todos os aspectos de suas operações e cultura. O que caracteriza uma marca forte? Uma marca forte é caracterizada por um conjunto de elementos tangíveis e intangíveis que, juntos, moldam a percepção do público e sustentam o posicionamento da empresa. Entre as principais características de uma marca forte estão: Reconhecimento: marcas fortes são facilmente identificadas em diferentes contextos, seja qual for o canal. Isso acontece porque sua identidade visual, verbal e conceitual são consistentes. Diferenciação: uma marca forte não depende exclusivamente de atributos funcionais ou preço. Sua diferenciação está ancorada em uma proposta de valor, narrativa e na experiência do cliente . Posicionamento de mercado: define o espaço que a marca ocupa na mente do consumidor. Marcas fortes possuem um território bem delimitado, evitando ambiguidades na mensagem. Consistência: a consistência da marca garante que todos os pontos de contato, desde comunicação, atendimento e pós-venda, reforcem a mesma percepção. Isso é determinante para a construção de confiança. Capacidade de gerar vínculo: uma marca forte transcende a relação comercial e estabelece conexões simbólicas com seu público, criando identificação e aproximação. Coerência entre discurso e entrega: a reputação da marca é consolidada quando a promessa do produto é sustentada pela experiência real. Qualquer desalinhamento pode comprometer a credibilidade construída. Estratégias para criar uma marca forte Agora que entendemos a importância de uma missão, visão e valores sólidos, vamos explorar algumas estratégias práticas para construir uma marca forte em um mercado competitivo. Marketing interno (Endomarketing) A comunicação interna é um elemento chave para o bom desempenho de uma empresa. Uma comunicação eficiente com cada colaborador age na construção de uma boa marca empregadora, o que fortalece sua reputação. Marketing externo Desenvolva uma estratégia que destaque aquilo que torna a sua solução única e especial. Use canais como mídias sociais, anúncios e marketing de conteúdo para alcançar seu público-alvo e comunicar a sua mensagem. Conteúdo de marca Produza conteúdo relevante e de qualidade que ressoe com sua audiência. Conte histórias que demonstrem como seu negócio faz a diferença na vida das pessoas. O conteúdo de marca autêntico constrói a confiança do cliente e pode criar vínculos.  Branding O objetivo do branding é tornar a marca facilmente reconhecível e memorável para o público, além de ajudar a estabelecer uma conexão emocional com os consumidores — o que envolve uma série de elementos como identidade visual, mensagem e personalidade. Relações Públicas Gerencie sua reputação por meio de estratégias de relações públicas eficazes. Responda rapidamente a situações de crise e aproveite oportunidades para construir uma imagem positiva na mídia. A assessoria de imprensa faz com que a imprensa fale da sua empresa, divulgue seu negócio e melhore a percepção da sua marca — tudo isso de forma sutil, sem a agressividade de uma publicidade ou um anúncio no YouTube.  Ela é uma das áreas da Comunicação Social e atua na relação entre instituições e a mídia, podendo se desmembrar em diferentes atuações e servindo como potencializador das demais ações de comunicação. Como construir uma marca forte Construir uma marca forte exige decisões bem fundamentadas e, principalmente, coerência na execução ao longo do tempo. É um processo contínuo que envolve posicionamento, identidade e experiência. A seguir, veja os principais caminhos de como criar uma marca forte. 1. Defina seu posicionamento de mercado O primeiro passo para construir uma marca forte é definir com clareza o espaço que sua empresa deseja ocupar na mente do consumidor. Isso vai muito além de saber o que você vende; envolve entender profundamente para quem você vende, em qual contexto sua solução é relevante e por que ela deve ser escolhida em vez das demais. Na prática, isso significa abandonar discursos genéricos e assumir um recorte claro. Empresas que tentam falar com todos acabam não sendo relevantes para ninguém.  Um posicionamento eficaz nasce quando você identifica um problema específico e relevante do seu público, e constrói sua comunicação em torno da solução desse problema. 3. Desenvolva um branding forte Um branding forte não se resume à estética, mas à construção de um sistema coerente de comunicação. Isso significa garantir que todos os elementos — visuais,

Como adaptar a sua estratégia de comunicação ao expandir globalmente?

Com o crescimento dos negócios, o próximo passo esperado é atingir novos mercados e expandir a operação para além dos limites regionais. Em alguns casos, de empresas que realmente escalaram sua produção e atingiram outros patamares, essa expansão é realizada internacionalmente, conversando com públicos totalmente diferentes, inclusive em termos culturais, mas que ainda possuem as mesmas dores que o target inicial, necessitando desses serviços.  ‍ Para que esse processo seja bem sucedido, é necessário muito mais do que o planejamento operacional, é preciso entender qual o perfil do novo consumidor e como construir uma estratégia de comunicação que consiga atingir, conversar e ser efetiva com eles.  ‍ Entenda a seguir como conseguir adaptar a sua estratégia de comunicação e construir reputação ao expandir globalmente. ‍ O que é a expansão global? Quando falamos de uma empresa que está em processo de expansão global, nos referimos a uma estratégia de crescimento, conquistando novos mercados, ou seja, comercializando seus produtos e serviços para outros públicos, sem limitações geográficas.  ‍ Esse processo tem diversos recortes e possibilidades, com a sua empresa firmando parcerias estrangeiras, contratando prestadores de serviços de outros países ou até mesmo se firmando em outros territórios, construindo sedes, por exemplo.  ‍ Apesar de ser uma movimentação extremamente estratégica e importante para a empresa, é passível de riscos, como a dificuldade de aceitação do novo público consumidor. Nesse cenário que uma estratégia sólida e parruda de comunicação entra como essencial para a sobrevivência desse negócio fora de sua terra natal.  Por que é importante trabalhar a sua estratégia de comunicação de forma diferenciada ao expandir? Uma boa estratégia de comunicação sempre é pautada, principalmente, pelo estudo dos públicos a quem ela busca conversar. Nisso, é preciso entender hábitos de consumo, estilo de vida, dores e objeções, linguagem e outras características que normalmente são comuns ao seu público-alvo. No caso de chegar em um novo país, vale um estudo extra: o da cultura local. São essas particularidades que vão ser capazes de nortear a sua comunicação e vão te ajudar a construir conexões entre a sua marca e o seu consumidor, sejam elas de confiança, de admiração, de desejo, entre outras.  ‍ Quando falamos de expansão, obrigatoriamente nos deparamos com o desafio de conversar com pessoas diferentes. Mesmo que elas sejam unidas pela mesma dor, que provavelmente o seu produto busca solucionar, são públicos criados em realidades diferentes, com particularidades culturais e hábitos diferenciados.  ‍ Principalmente quando falamos sobre cultura, o estudo passa a ser muito mais apurado, não apenas para se adequar aos consumidores, mas também para respeitar aquelas tradições. Mas, é importante ressaltar que hábitos de consumo também são fortemente influenciados pela criação e cultura de um povo, por isso, muito mais do que uma pesquisa comunicacional, é preciso entender se o seu produto vai ter um terreno fértil de crescimento, se haverá demanda e por aí vai.  ‍ Entendido tudo isso, vamos conhecer algumas dicas para tornar a sua comunicação cada vez mais assertiva ao se comunicar com diferentes públicos.  Dicas para tornar a sua comunicação mais assertiva ao expandir internacionalmente Segundo a pesquisa Trajetórias FDC de Internacionalização das Empresas Brasileiras, de 2023, o target principal dos negócios em expansão se concentra ainda na América, tanto por fatores regionais e de proximidade, quanto de hábitos culturais, além, é claro, de Portugal, com as nossas similaridades provenientes da colonização.  ‍ Mesmo levando em consideração diversos fatores que nos aproximam desses outros mercados, ainda é fundamental que você siga algumas dicas na hora de internacionalizar o seu negócio e, consequentemente, a sua comunicação. Vem ver: ‍ Pesquisa em primeiro lugar  É válido ressaltar que o processo de expansão passa por um momento completamente contemplativo, de entendimento de público e mercado, antes de ir para a ação. Neste lugar, inicie com um estudo dos consumidores e analise todas as potenciais objeções, dores e dificuldades, além, é claro, dos hábitos de consumo.  ‍ Desdobre essa pesquisa também para aspectos linguísticos, tornando a sua estratégia cada vez mais parruda. É importante destacar que não estamos dizendo que você precisa perder as características, tom de voz e personalidade da sua marca ao fazer essa tradução, mas sim um cuidado a mais com o que é comunicado, substituindo regionalismos da forma correta.  ‍ Contrate tradutores Ainda nesse campo das linguagens, é importante se afastar o máximo possível de traduções instantâneas, até mesmo aquelas através de inteligência artificial. Algumas expressões são típicas do dialeto falado e precisam ser respeitadas para trazer maior veracidade e te aproximar do consumidor.  ‍ Para isso, busque contratar tradutores e profissionais que tenham total domínio, não só da língua estrangeira, como também da sua.  ‍ Construa um novo material de tom de voz Dado o nível de maturidade do seu negócio, que agora ultrapassa as fronteiras, é bem provável que vocês já tenham um manual de tom de voz, brandbook e outros materiais que norteiam a comunicação e comportamento da sua marca frente aos stakeholders, mercado e consumidores. Porém, como ressaltamos no decorrer deste conteúdo, é importante adaptar e personalizar todo tipo de contato da empresa com o público.  ‍ Pensando nisso, construa um novo material para ser um apoio na produção de conteúdo, obviamente utilizando de todas as pesquisas e ferramentas utilizadas anteriormente.  ‍ Em resumo, a comunicação de uma empresa é a maior ferramenta de conversão, com baixo esforço, em muitos casos. Mas, para isso, é imprescindível que seja criada uma estratégia parruda, a altura da maturidade do negócio e alinhada aos objetivos, público-alvo e personalidade da empresa.  ‍

Como criar um storytelling potente para a sua marca

O objetivo principal de uma marca é se conectar com os seus clientes e gerar uma relação de fidelidade com eles, afinal essa é a alma do processo de vendas. Você pode gerar essa conexão através de um produto que solucione a dor do seu público ou através da qualidade e popularidade do que é ofertado, gerando desejo de consumo. ‍ Mas, uma outra estratégia muito usada é a criação e estruturação do storytelling da sua marca (ou brand storytelling), cujo efeito é muito potente para te deixar mais atrativo para o mercado e envolver o público. Vem saber mais sobre isso: O que é storytelling para marca ou brand storytelling? Assim como você tem uma história de vida pessoal, que te faz ser quem é e que te trouxe até o seu momento de vida atual, as marcas também seguem essa lógica. Elas também possuem uma origem, pontos cruciais na história, momentos de superação, encontro com pessoas que mudaram o percurso e por aí vai. ‍ Todos esses pontos se tornam essenciais para a construção de uma narrativa sólida e potente, capaz de gerar conexão emocional com o seu público-alvo. Da mesma forma como você só compartilha certas informações com pessoas de confiança, as marcas usam desse pressuposto para te aproximar deles. ‍ Trazendo um pouco de dados para a mesa, de acordo com uma pesquisa do The Brand Shop, de 2023, 55% dos consumidores têm mais probabilidade de se lembrar de uma história do que de uma lista de fatos. Além disso, 92% desejam que as marcas façam anúncios que pareçam uma história e 68% afirmam que as narrativas empresariais influenciam suas decisões de compra. ‍ Em suma, o storytelling de uma marca (ou no inglês, brand storytelling) é basicamente a estruturação de uma narrativa que comunique uma verdadeira identidade, dando ênfase em pontos como propósito, objetivo, valores, aspectos da personalidade e cultura. ‍ Como um dos pilares mais importantes do branding de uma empresa, esse storytelling é construído conforme a marca vai vivendo, então não basta focar em contar uma história que foque apenas no ponto de origem e que não converse mais com as ações que estão sendo tomadas atualmente. ‍ Da mesma forma, essa estratégia vai muito além da inserção de textos de “Quem somos?” ou “Nossa história” dentro do site. É um processo contínuo, que deve ser trabalhado principalmente nas redes sociais e na sua estratégia de relações públicas e assessoria de imprensa. Vamos falar um pouco mais sobre isso daqui a pouco. ‍ Por que investir na construção de um storytelling para a sua marca? Falamos já do estabelecimento de uma conexão com o público e sim, esse é um dos maiores benefícios de investir na construção de um storytelling para a sua marca, mas não é o único. Vem ver: ‍ Humaniza a sua marca Partindo do exemplo usado ali em cima, o storytelling de uma marca é bem parecido com a sua história de vida pessoal. A partir disso, o compartilhamento dessas informações passa a ser um sinônimo de confiança, gerando uma conexão emocional mais forte, despertando sentimentos como empatia, por exemplo. E, se uma empresa só existe por conta de pessoas, nada mais justo do que também se apropriar da história desses personagens no fio condutor da narrativa. Trazer fundadores, executivos e líderes para contar as histórias aproxima o público da conversa desejada. ‍ Gera valor e torna sua marca mais atrativa  Aqui, vamos além do consumidor final e falamos principalmente da geração de valor para investidores e stakeholders. Uma marca bem posicionada, com uma história bem construída e pautada nos valores da empresa se torna infinitamente mais atrativa para o mercado do que outra que não investe na sua imagem. ‍ Você confia muito mais naquela marca que gera conteúdo, explica seu nascimento, reforça constantemente a sua cultura, do que outra que tem seu marketing pautado em anúncios de vendas e promoções apenas. ‍ Engaja o público consumidor Como consequência dessa conexão, os consumidores passam a se identificar com a marca, encontram pontos em comum na cultura e nos valores e se tornam mais ativos na interação com você. ‍ É provável que uma empresa com o storytelling bem estruturado tenha uma taxa de engajamento maior nas redes sociais, por exemplo, e se sinta mais confortável para promover ações que tenham o sucesso pautado nessa conexão com o público. ‍ É um reforço da marca empregadora É válido ressaltar que esse storytelling não é uma construção usada apenas da porta da empresa para fora. Como falamos anteriormente, a narrativa precisa conversar com o momento atual da marca e principalmente com os valores e a cultura que é disseminada tanto para consumidores, quanto dentro dos corredores. ‍ Por isso, trabalhar no brand storytelling é uma ferramenta poderosa para engajar seus colaboradores e trabalhar os pontos que você gostaria de manter ou melhorar, afinal, cultura é uma construção diária. ‍ Obviamente, você pode separar o seu storytelling em duas vertentes diferentes: uma focada em colaboradores e marca empregadora e, outra, destinada aos consumidores. São públicos diferentes e você possui objetivos diferentes com cada um, mas o que é importante é que sejam abordagens que conversem entre si e reflitam a verdadeira identidade da marca. Como construir um bom brand storytelling? Diversas são as formas de construir e apresentar um storytelling consistente e potente para o seu público, veja como isso acontece com dicas práticas: ‍ Descubra qual a missão, propósito e visão da sua marca O primeiro passo para ter uma narrativa de marca bem estabelecida é entender quais são os principais pilares que movem a sua empresa: missão, o propósito do seu produto ou serviço e visão que a sua marca tem de mundo e de mercado. ‍ Missão e visão dizem respeito ao que a sua marca se propõe a entregar no momento atual e ao que ela quer entregar no futuro, aonde quer chegar, respectivamente. Já o propósito, é um tópico que abrange as motivações e o

Marca pessoal: como trabalhar o seu personal branding para impulsionar a sua empresa

Em tempos cada vez mais competitivos, as marcas precisam utilizar de todas as ferramentas possíveis para atestar superioridade frente aos seus concorrentes. Uma dessas estratégias é o uso da marca pessoal dos fundadores, c-levels e porta-vozes para aumentar ainda mais a credibilidade da empresa que eles representam. ‍ Mas, quando falamos sobre uma empresa e os seus porta-vozes, é fundamental que exista uma certa homogeneidade no que é comunicado pela marca e pela pessoa, através da estratégia de personal branding desses profissionais. É sobre isso que vamos falar a seguir:  O que é marca pessoal? A marca pessoal, ou personal branding, é capaz de transmitir quem você é, no que diz respeito aos seus valores, ideais, experiências e habilidades, e te diferenciar de outros “concorrentes”.  ‍ Falar de marca pessoal é basicamente entender uma personalidade como se fosse uma empresa precisando vender o seu produto, ou seja, personal branding é a forma como uma pessoa se comunica ao tentar se “vender”. Dito isso, todo mundo tem a sua própria marca, mas é necessário trabalhá-la para transmitir a mensagem correta.  ‍ A título de exemplo, podemos falar sobre os influenciadores que precisam conquistar marcas para receber patrocínio e seguidores através da sua personalidade, muito mais do que das suas habilidades. No dia a dia, traduzimos o personal branding para aquelas características que normalmente “nos definem” e que são já muito conhecidas por quem nos cerca.  ‍ Benefícios de construir uma marca pessoal forte Trabalhar essa estratégia é uma maneira de influenciar a percepção de marca que as pessoas têm da sua empresa. É uma relação de win-win, na qual o CPF e CNPJ ganham credibilidade, um pelo trabalho do outro.  ‍ Além disso, separamos alguns benefícios de se construir uma marca pessoal sólida que pode funcionar como alavanca de negócio: aumento da sua credibilidade como profissional, te transformando em um thought leader, referência no nicho de atuação e voz ativa nas principais pautas; como consequência, essa é a oportunidade de você gerar diferenciação para a sua empresa em relação aos concorrentes;  consolidação da sua reputação e da sua marca, construindo uma imagem mais duradoura e mais sólida contra possíveis crises;  aumento da conexão com o seu target, que vai se sentir cada vez mais próximo ao conhecer quais profissionais estão por trás da empresa que tanto admira.  Dicas para trabalhar o seu personal branding Estude o seu nicho de mercado e público-alvo Antes de começar a trabalhar a sua própria marca, produzindo conteúdo, indo atrás de pontos de contatos, entre outras ações, é necessário que você entenda com quem você está se comunicando e quais as oportunidades de mercado você pode aproveitar.  ‍ Entenda quais são os principais gargalos e dores, mapeie assuntos e estude a melhor forma de se comunicar com o target, seja ele composto pelo consumidor final, outras empresas e até mesmo possíveis investidores.  ‍ Combine suas estratégias pessoais com as da sua marca Lembre-se: as duas marcas (a da empresa e a sua pessoal) estão fortemente conectadas, de uma forma que os consumidores têm até uma certa dificuldade de separá-los.  ‍ Dessa forma, é fundamental que a comunicação esteja em sintonia, principalmente quando falamos da proposta de valor da marca. É importante ressaltar que as estratégias não precisam – e nem devem – ser um copia e cola, mantendo a identidade pessoal do founder ou c-level, contanto que ela esteja relacionada e se atenha ao que é disseminado pela empresa.  ‍ Invista em estratégias de Thought Leadership É quase impossível falar sobre marca pessoal e não cair na seara do thought leadership, já que essa estratégia visa dar notoriedade para um profissional ou a empresa que ele representa através da produção de conteúdo de qualidade, visando solucionar alguma dor de mercado ou trazer um viés de diferenciação.  ‍ Com isso, os chamados “thought leaders” são profissionais referência no nicho de atuação e que passam a ser acompanhados por outras pessoas em busca de conhecimento.  ‍ Dessa forma, você pode produzir conteúdo para as redes sociais (principalmente o LinkedIn), participar de palestras e fóruns que reúnem profissionais da área, praticar o networking nos eventos e muito mais.  Thought Leadership: liderando ideias e negócios Como você pode perceber, trabalhar a marca pessoal dos fundadores e porta-vozes de uma empresa é uma estratégia forte o bastante para movimentar os ponteiros do seu negócio, gerando vendas, criando awareness de marca e estabelecendo uma reputação de credibilidade.  ‍ Nesse cenário, utilizar do thought leadership se torna fundamental para conseguir resultados exponenciais de negócio, trabalhando um verdadeiro stack de ferramentas integradas com a estratégia macro de marca. ‍ Do ponto de vista mercadológico, estratégias de thought leadership são capazes até mesmo de dar um empurrãozinho na conquista de investimentos.  ‍ E foi para comprovar isso que a MOTIM perguntou para mais de 60 dos principais fundos de investimentos em venture capital atuantes no país: o que chama a atenção deles na hora de um aporte?. O resultado foi compilado em um relatório completo que comprovou, não só que marca e reputação importam, como também que a imagem do founder é um ativo extremamente estratégico na busca por aportes, confira: ‍ 91% dos investidores concordam que a reputação e a marca pessoal dos fundadores contribuem para um negócio receber investimentos.  ‍ *fonte: 2ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto da Relações Públicas no Mercado de Inovação – A Visão do Investidor. ‍ Para conferir o relatório completo, acesse o link a seguir: https://pesquisarp.motim.cc/?utm_campaign=Pesquisa%202024&utm_source=blogcatalog&utm_medium=social&utm_content=Blog  Leia também: Gestão de reputação: a importância de investir na reputação pessoal l Posicionamento executivo: como líderes fortalecem autoridade e reputação no mercado ‍

Como utilizar narrativas criativas na sua estratégia de RP para gerar conexão com o público?

Quando falamos de mercados tão saturados como os que vemos atualmente, tornar-se líder ou ganhar destaque frente a outras marcas é sempre fruto de uma diferenciação. É possível que o produto seja revolucionário e solucione uma dor de forma mais eficaz que outros, ou possui maior abrangência e por isso se destaca tendo um público consumidor maior, mas, pensando na maioria dos negócios, o seu fator de diferenciação pode ser apenas a forma como você se comunica e gera conexão com os clientes.  ‍ Dito isso, as relações públicas se tornam uma ferramenta potente, capaz de conectar as pessoas através de narrativas criativas e cativantes, que não só apresentam a sua marca mas que geram demanda, conexão e desejo pelo seu produto. Vamos entender melhor o poder das narrativas para as relações públicas? O que são narrativas criativas para as relações públicas? Quando falamos das estratégias de relações públicas, infelizmente o mercado ainda não aproveitou o potencial total desta disciplina para gerar conexões ainda mais profundas entre marcas e seus consumidores. Normalmente, esse esforço é centralizado nas redes sociais, com força-tarefa para que os conteúdos sigam as tendências, utilizando de linguagens nativas em busca de uma certa viralização. Mas, ao mesmo tempo que existe a possibilidade deste conteúdo ter um bom desempenho, as redes sociais são caracterizadas pela data de validade para as trends, de forma passageira, e pelo alto volume de conteúdo por minuto, o que dificulta bastante a absorção de conteúdo por parte do público. ‍ Com isso, as relações públicas ganham destaque com canais mais perenes e histórias que ficam mais tempo com consumidor, principalmente se a estratégia buscar impactar o target em diferentes veículos, criando uma narrativa integrada.  ‍ A título de exemplo, quando falamos de narrativas criativas para o PR falamos de técnicas de PR Stunt, lançamento de materiais e produtos com exclusividade para a imprensa, com storytelling enriquecido por trás, divulgação massiva da história da empresa e valores construindo e reforçando a reputação, uso de porta-vozes que possam humanizar a marca e cativar o público através de identificação, incentivo a interação com os públicos e muito mais que vamos abordar nos próximos tópicos.  ‍ Nesses exemplos, também vale ressaltar que diversos veículos de imprensa buscam diversificar suas pautas atualmente. Com isso, é valorizada histórias relevantes ou que conversem diretamente com o público leitor e promovam engajamento com as páginas.  ‍ Leia mais: PR Stunt: o que é, como aplicar e exemplos reais ‍ Por que utilizar narrativas criativas? Como falamos anteriormente, utilizar dessas narrativas é uma forma de diferenciação dos concorrentes, já que gera uma maior conexão e confiança por parte dos consumidores.  ‍ As narrativas fora da caixa impressionam o público e permanecem mais tempo no imaginário das pessoas por impressionar e ir contra as técnicas tradicionais e já saturadas. Uma empresa que utiliza da sua história de fundação e dos seus porta-vozes se destaca muito mais do que outra que apenas aparece na imprensa com as mesmas pautas e anúncios pouco estratégicos.  ‍ Falamos um pouco anteriormente também, mas as narrativas criativas são favorecidas dentro das redações, que buscam notícias mais aprofundadas, cativantes e que sejam relevantes ao público, por isso, utilizar de técnicas mais elaboradas é uma boa saída para vender pautas.  ‍ Como utilizar narrativas criativas na sua estratégia de relações públicas? Confira a seguir algumas dicas para tornar as suas narrativas mais cativantes e conquistar o público e veículos de imprensa. ‍ Saiba vender a sua história Uma das pautas mais importantes e que mais geram relevância para as marcas é aquela que desdobra em detalhes e de forma cativante a história do negócio. Essa estratégia busca gerar conexão através da origem, superação de desafios e os principais impactos que aquele negócio tem para os consumidores e comunidade em que está inserida.  ‍ Vale ressaltar que não se trata apenas de rebuscar a sua narrativa ou criar uma história mirabolante, é sobre ser autêntico e tentar emocionar e cativar o consumidor através daquilo que você mais conhece: a sua história. Esse é o tipo de conteúdo que é sempre válido estar sendo divulgado, principalmente atrelado a conquista de prêmios, metas, entre outros.  ‍ Nessa mesma linha, trabalhe constantemente ações que denotem os seus valores e ideais, provando que a sua empresa vai muito além de palavras no brandbook. Você consegue exercitar muito a história da sua empresa através deste tipo de conteúdo e ainda se posiciona em prol de causas.  ‍ Divulgue seus resultados e seu crescimento Partindo do gancho anterior, divulgar o seu crescimento é uma ótima forma de atestar credibilidade e gerar conexão através das suas conquistas.  ‍ Não é preciso que você abra faturamento e nem outras métricas de sucesso mais delicadas, mas comemorar e divulgar prêmios e metas é uma ótima saída para mostrar que o seu negócio está indo bem e que vocês estão gerando impacto.   ‍ Invista em porta-vozes As narrativas criativas precisam ter protagonistas a altura para contar essas histórias, por isso, invista em porta-vozes e representantes para a sua marca. Aqui, o grande ganho é a humanização do CNPJ, principalmente levando em consideração que pessoas se conectam com pessoas e não com marcas.  ‍ Emocione! O principal trunfo da construção de narrativas criativas é contar com o lado emotivo dos seus consumidores, que se mostram cada vez mais receptivos a depender da sua abordagem. Invista em conteúdos mais empáticos e inspiracionais – a depender do seu tom de voz e comportamento, vale também ir para um lado mais cômico – para potencializar a história que está contando.  ‍ Em conjunto, essas dicas vão te ajudar a construir uma narrativa mais forte e cativante para conectar  Cliente MOTIM sai na frente  Na MOTIM, não existe estratégia de RP que não conte com uma narrativa criativa por trás para impulsionar os resultados dos nossos clientes. Saiba mais dos nossos cases aqui.  Leia também: Marketing de causa: como gerar impacto social e fortalecer sua marca ‍

Fintechs: por que elas devem investir em reputação?

Cada vez mais comprova-se que reputação e credibilidade são artigos de luxo no mercado de inovação e tecnologia. Isso acontece já que a maioria das techs – fintechs, edtechs, foodtechs – são ainda iniciantes, com poucos anos de experiência, e trazem soluções disruptivas para problemas já muito enraizados.  ‍ Essas soluções, geralmente mais mirabolantes, acabam instigando a dúvida do consumidor final, que sem conhecer a sua marca e sem considerá-la referência, acaba não sendo fidelizado. Pensando em evitar esses cenários, que a popularidade fala mais alto do que a qualidade do produto ou oferta de inovação, que um investimento em marca e reputação se faz necessário.  ‍ Quando falamos de fintechs, empresas de tecnologia relacionadas ao mercado financeiro, o cenário fica ainda mais instável e o processo de convencimento e fidelização de um lead se torna mais longo, exigindo um trabalho de branding, marca e reputação muito mais robusto.  ‍ Vem saber mais sobre: Fintech: o que é? Fintech é um termo que surgiu da junção de duas palavras em inglês: financial (financeiro) com a abreviação de technology (tecnologia), tech. Por isso, é uma palavra usada para descrever empresas que ofertam serviços ou produtos financeiros, no qual a tecnologia é a principal ferramenta e diferencial das concorrentes.  ‍ A título de exemplo, bancos digitais são fintechs e oferecem soluções à palma da sua mão, sem necessidade de sair de casa e tudo através do seu smartphone. Além disso, essas empresas são conhecidas por possuírem menos burocracias, terem processos mais rápidos, democratizarem o acesso ao crédito e possuírem baixíssimo custo para o cliente final.  ‍ São empresas de alta escalabilidade, considerando que são isentas de custos de estruturas físicas, como agências, e são adotadas por muitas pessoas que prezam pela facilidade e comodidade. Mas, é exatamente esse ponto que surge como objeção de uma parcela de potenciais clientes, que não as consideram seguras.  ‍ Nesse cenário, e para vencer essas contestações, o investimento em uma marca estruturada, que transmita credibilidade e autoridade e em uma reputação sólida surgem como oportunidades únicas de crescimento. Entenda mais a seguir:  Por que as fintechs devem investir em reputação? Quando falamos de fintechs – e serviços financeiros, como um todo – uma palavra permeia toda a relação entre empresa e cliente: confiança. E, considerando que as soluções ofertadas são completamente diferentes do que o público está acostumado, o processo de construção e consolidação dessa credibilidade pode ser um pouco mais longo e árduo.  ‍ Criar segurança para o cliente O setor financeiro por si só já é uma grande vítima das fraudes e, quando falamos de uma empresa não física, esse número aumenta exponencialmente e exige uma atenção redobrada por parte dos clientes.  Por isso, investir em reputação e criação de conteúdo de credibilidade que ensina como evitar golpes e deixar seus consumidores em alerta é um dos primeiros passos para se estabelecer como referência de mercado.  ‍ Esse tipo de investimento faz com que as pessoas se sintam mais seguras em compartilhar informações sensíveis como dados pessoais, número de cartão, saldo e por aí vai. Além disso, é uma forma da empresa se proteger contra esses tipos de crime.  ‍ Atrair investidores Comprovamos, através da segunda edição da Pesquisa Nacional sobre o Impacto das Relações Públicas no Mercado de Inovação, que a reputação de uma empresa abrilhanta os olhos de quem investe.  ‍ 55% dos investidores acreditam que a clareza no posicionamento de marca e proposta de valor são o principal atributo de marca para um negócio em busca de investimento.  ‍ Da mesma forma como os clientes de uma fintech não vão transferir seus dados bancários para uma empresa que eles não confiam, investidores também não estão dispostos a perder dinheiro com um investimento arriscado.  ‍ Evitar conflitos regulatórios Muito mais do que investir diretamente em reputação e no que está sendo comunicado, é fundamental que você trabalhe em prol de que essa reputação seja construída a partir das ações da empresa.  ‍ Estar de acordo com a regulamentação, altamente complexa no Brasil, é uma das primeiras etapas de credibilização de uma fintech. Além de evitar multas, sanções e até embargos e perda de licença, cumprir o que manda o Banco Central e outros órgãos fiscalizadores é o que atesta uma mínima segurança para seus clientes.  ‍ Diferenciação do mercado Reputação é um diferencial competitivo, independente do seu mercado de atuação ou tipo de cliente. É esse artigo que convence os consumidores de que a sua marca é confiável, credível e de alta qualidade, se diferenciando de outros players do mercado que ou não conseguem atestar autoridade ou não investem nessa seara e contam com a sorte para serem escolhidos frente a diversas opções do mercado.  ‍ Quando falamos exclusivamente do mercado de fintechs, o Brasil já conta com 1.500 instituições, provando a necessidade de contar com reputação para se diferenciar dos outros players.  ‍ Sobrevivência em momentos de crise O mercado financeiro pode ser bem instável se levarmos em consideração mudanças políticas e outros elementos que exercem influência. Pensando nisso, mesmo que a sua empresa siga à risca todas as normas e regulamentações, ainda existe a possibilidade de que você enfrente momentos de baixa e precise balizar isso com os seus clientes.  ‍ Reputação de marca é um dos artigos que torna esse trabalho de contenção de crises um pouco menos dolorido. Afinal, a confiança depositada pelos seus clientes foi construída ao longo de um tempo, com diversos indícios de qualidade de serviço, produto e atendimento, o que diminui o desespero quando as coisas passam a não correr exatamente como o esperado.  ‍ Essa reputação, então, entra como um amortecedor do impacto negativo de uma crise e a oportunidade de controlar seu público antes de iniciar o gerenciamento, com declarações e ações efetivas.  Techs: Invista em reputação Empresas movidas pela inovação, como soluções não convencionais, acabam enfrentando uma resistência maior por parte dos consumidores, sejam eles B2B ou B2C. É tentando evitar essas objeções que um trabalho de construção de reputação,

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