PR Marketing: o que é e qual sua importância?

Conquistar espaço na mente do consumidor exige mais do que campanhas de mídia paga. Empresas que desejam crescer de forma sustentável precisam construir autoridade, fortalecer sua reputação e se posicionar como referência em seus segmentos. Para isso, o PR Marketing reúne estratégias de Relações Públicas, marketing de conteúdo e comunicação para gerar credibilidade, ampliar a presença da marca na mídia e criar conexões duradouras com clientes, investidores, parceiros e demais públicos de interesse. Quando bem executado, ele transforma reconhecimento em valor e contribui para os resultados do negócio. Neste artigo, você vai entender o que é PR Marketing, como essa estratégia funciona, quais são seus principais benefícios e como gerar valor com PR. O que é PR no Marketing? PR no Marketing é a aplicação das estratégias de Public Relations (Relações Públicas) dentro do marketing para fortalecer a imagem institucional de uma empresa e construir uma reputação sólida perante seus públicos. Enquanto a publicidade compra espaço para transmitir uma mensagem, o PR busca conquistar esse espaço por meio de histórias relevantes, dados, pesquisas, cases, posicionamentos e conteúdos que despertem o interesse da imprensa e do mercado. Na prática, a estratégia consiste em desenvolver um plano de comunicação capaz de conectar a empresa aos veículos de mídia, jornalistas, influenciadores, parceiros e formadores de opinião. O objetivo não é vender diretamente um produto, mas fazer com que a marca seja lembrada como referência quando determinado assunto estiver em pauta. Isso acontece por meio da construção de narrativas, da divulgação de informações relevantes e da criação de relacionamentos duradouros com os canais responsáveis por disseminar essas mensagens. Quanto maior a credibilidade da empresa perante esses públicos, maior também será sua autoridade no mercado. Relações Públicas e Marketing: qual é a diferença? Embora trabalhem lado a lado, marketing e Relações Públicas possuem objetivos diferentes. O marketing é responsável por atrair clientes, gerar demanda e impulsionar vendas por meio de campanhas, conteúdos e ações comerciais. Já Relações Públicas e marketing atuam de maneira complementar. Enquanto o marketing promove produtos e serviços, as Relações Públicas fortalecem a imagem institucional da empresa, gerenciam sua reputação e desenvolvem relacionamentos estratégicos com diferentes públicos. Essa atuação envolve clientes, imprensa, colaboradores, investidores, parceiros comerciais e até comunidades onde a organização está inserida. Uma campanha de marketing pode gerar milhares de acessos para um site. Porém, quando essa mesma empresa também aparece em grandes veículos de comunicação, participa de debates relevantes do setor e possui executivos reconhecidos como especialistas, sua credibilidade cresce bastante. É essa combinação que faz do PR Marketing uma estratégia tão poderosa. Como funciona uma estratégia de PR Marketing? O primeiro passo é entender profundamente o momento da empresa, seus objetivos de negócio, diferenciais competitivos e os assuntos nos quais ela pode contribuir para o mercado. A partir desse diagnóstico, são definidas as narrativas que serão trabalhadas ao longo do tempo. Essas histórias precisam ir além da autopromoção. O foco está em produzir conteúdos que realmente tenham valor jornalístico, como pesquisas, tendências, lançamentos, análises de mercado, dados exclusivos ou cases relevantes. Depois disso, entram as ações de relacionamento com a imprensa. Os profissionais de PR identificam os jornalistas e veículos mais alinhados ao segmento da empresa, apresentam sugestões de pauta, enviam comunicados, organizam entrevistas e acompanham todo o processo de publicação. Quando essa relação é construída de forma consistente, a empresa passa a ser procurada pela própria imprensa sempre que determinado tema ganha relevância. Esse é um dos maiores benefícios de uma boa estratégia de Relações Públicas. Principais estratégias de PR Marketing Existem diversas iniciativas que fazem parte de um planejamento de PR. Entre as mais importantes estão: Assessoria de imprensa estratégica A assessoria de imprensa é uma das principais ferramentas do PR Marketing. Ao contrário do que muitos imaginam, ela não consiste apenas em enviar releases para jornalistas. O trabalho envolve identificar oportunidades de pauta, construir histórias relevantes, desenvolver relacionamento contínuo com a imprensa e posicionar a empresa como fonte confiável sobre assuntos relacionados ao seu mercado. Quanto maior a qualidade desse relacionamento, maiores são as chances de conquistar mídia espontânea em veículos relevantes. Posicionamento executivo Empresas também são representadas pelas pessoas que as lideram. Por isso, CEOs, founders e diretores têm um papel importante dentro das estratégias de PR. Ao participar de entrevistas, escrever artigos, comentar tendências e compartilhar conhecimento, esses profissionais fortalecem sua autoridade e, consequentemente, a credibilidade da empresa. Produção de conteúdo de autoridade Pesquisas, estudos, artigos técnicos, relatórios e conteúdos exclusivos aumentam significativamente as oportunidades de exposição na mídia. Além de abastecer jornalistas com informações relevantes, esse material fortalece outros canais da empresa, como blog, LinkedIn, newsletter e redes sociais. Gestão da reputação da marca Toda empresa possui uma reputação, a diferença é que algumas a gerenciam estrategicamente. Para isso, é preciso acompanhar como a marca é percebida pelo mercado, identificar oportunidades de posicionamento, monitorar menções negativas e desenvolver ações para fortalecer sua imagem ao longo do tempo. Vale a pena terceirizar o PR e o Marketing? Embora algumas empresas mantenham equipes internas de comunicação, muitas optam por trabalhar com agências especializadas. Isso acontece porque uma estratégia eficiente de PR exige experiência, conhecimento sobre o funcionamento da imprensa e relacionamento constante com jornalistas. Além disso, profissionais especializados conseguem identificar oportunidades de pauta com mais facilidade, adaptar narrativas para diferentes veículos e acompanhar tendências que aumentam as chances de publicação. Outro benefício é permitir que a empresa concentre seus esforços no negócio enquanto especialistas conduzem toda a estratégia de comunicação. Como a MOTIM usa estratégias PR para acelerar sua reputação Construir reputação exige muito mais do que conquistar espaço na imprensa. É preciso desenvolver uma narrativa de destaque, alinhar comunicação aos objetivos do negócio e conectar diferentes canais para potencializar resultados. A proposta da Motim é atuar de forma integrada, combinando assessoria de imprensa, posicionamento executivo, criação de conteúdo de marca e marketing digital para transformar comunicação em uma alavanca de crescimento. Mais do que gerar visibilidade, a MOTIM desenvolve estratégias que fortalecem a reputação do seu negócio e criam novas conexões. Ficou
Employee Generated Content: quais seus benefícios?
Se você busca aumentar a percepção de valor da sua marca e gerar conexões mais autênticas com o público, o Employee Generated Content pode ser o caminho mais estratégico e, ao mesmo tempo, mais humano. O Employee Generated Content (EGC) representa sair de uma comunicação centralizada e institucional para dar voz a quem realmente vive a empresa no dia a dia: os seus colaboradores. Afinal, as pessoas confiam em pessoas, e ver funcionários compartilhando experiências reais é a chance de gerar identificação, credibilidade e, principalmente, aproximação do público. No conteúdo de hoje, você vai entender como o Employee Generated Content pode transformar a forma como sua marca é percebida tanto por clientes quanto por talentos. O que é Employee Generated Content? O Employee Generated Content (EGC), ou Conteúdo Gerado pelo Empregado, é todo conteúdo criado e compartilhado pelos colaboradores de uma empresa, geralmente em suas próprias redes sociais, como o LinkedIn. Esse conteúdo pode aparecer em diversos formatos: O EGC é a expressão genuína da cultura organizacional. Ele mostra como a empresa realmente funciona, sem roteiros engessados ou discursos institucionais. E isso faz toda a diferença. Ao contrário de campanhas tradicionais, o Employee Generated Content carrega autenticidade. Ele revela o lado de dentro da empresa, reforçando valores, cultura e propósito de forma natural. Qual a diferença entre EGC e UGC? Enquanto o UGC (User Generated Content) é conteúdo produzido por clientes e usuários, com foco em gerar depoimentos e recomendar compras, o EGC (Employee Generated Content) é criado por colaboradores e revela a visão interna da empresa, destacando cultura, rotina e valores. Na prática, o UGC reforça a confiança em um produto ou serviço, enquanto o EGC fortalece o employer branding e a reputação da marca. Quais são os benefícios de investir em Employee Generated Content? Exemplos de Employee Generated Content (EGC) Se você quer tirar o Employee Generated Content do papel, é importante entender que não é sobre postar qualquer coisa. Os formatos precisam fazer sentido dentro da rotina dos colaboradores e, ao mesmo tempo, gerar valor para quem está consumindo esse conteúdo. Veja alguns exemplos mais usados. Bastidores do dia a dia Conteúdos de bastidores são uma das formas mais eficazes de humanizar a marca. Aqui entram registros espontâneos da rotina, como reuniões importantes, momentos de descontração, processos internos ou até desafios enfrentados no dia a dia. Esse tipo de conteúdo quebra a imagem institucional rígida e mostra a empresa como ela realmente é, o que aumenta a identificação do público e fortalece a transparência. Conteúdo técnico Quando colaboradores compartilham conhecimento, a empresa passa a ser vista como referência no mercado. Isso pode acontecer por meio de posts explicativos, análises de tendências, aprendizados ou até opiniões sobre temas relevantes da área. Participação em eventos Publicações sobre eventos, feiras, treinamentos ou palestras mostram que a empresa está em constante evolução. Mais do que apenas marcar presença, este tipo de conteúdo reforça inovação, atualização profissional e conexão com o mercado. Também é uma ótima oportunidade para mostrar networking, bastidores e aprendizados adquiridos. Histórias de carreira Relatos de crescimento profissional dentro da empresa são muito poderosos. Eles mostram, na prática, que existe espaço para desenvolvimento, reconhecimento e evolução. Esse tipo de conteúdo impacta o employer branding, pois ajuda potenciais talentos a se enxergarem dentro da organização. Conquistas e projetos Compartilhar entregas relevantes, metas alcançadas ou projetos concluídos reforça o impacto do trabalho realizado. Além de gerar orgulho interno, esse tipo de conteúdo mostra para o mercado a capacidade de execução da empresa e valoriza o time por trás dos resultados. Participação do CEO Quando as lideranças participam ativamente do EGC, o efeito é multiplicado. A presença do CEO ou de diretores nas redes sociais humaniza a gestão, aproxima a empresa do público e transmite mais transparência. Além disso, serve como exemplo para os demais colaboradores, incentivando a participação de forma natural. Como engajar seus funcionários? Criar uma estratégia de Employee Generated Content não significa forçar participação — isso, inclusive, pode gerar o efeito contrário. O engajamento real acontece quando existe um ambiente favorável, incentivo certo e clareza de propósito. Veja como estimular esse movimento de forma natural! 1. Crie um ambiente seguro O primeiro passo é garantir que os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar. Isso envolve construir uma cultura de confiança, onde opiniões são respeitadas e não existe medo de julgamento. Sem segurança psicológica, dificilmente o EGC acontece de forma genuína. 2. Defina diretrizes Ter diretrizes bem definidas ajuda a dar ideias sem limitar a criatividade. Oriente sobre temas relevantes, boas práticas e cuidados com a comunicação, sempre alinhando ao tom de voz da marca. O segredo está no equilíbrio suficiente para guiar, mas liberdade suficiente para manter autenticidade. 3. Ofereça suporte Muitas pessoas não produzem conteúdo simplesmente porque não sabem por onde começar. Facilite esse processo com sugestões de temas, exemplos práticos, templates e orientações simples. Quanto menor a barreira de entrada, maior a adesão. 4. Invista em capacitação Treinamentos rápidos podem transformar completamente a qualidade e a frequência das publicações. Ensinar noções básicas de storytelling, estrutura de posts e uso do LinkedIn já é suficiente para dar mais segurança e autonomia aos colaboradores. 5. Reconheça quem participa O reconhecimento é um dos maiores motores de engajamento. Valorizar quem compartilha conteúdo, seja com elogios ou destaque interno, mostra que essa iniciativa é importante para a empresa e incentiva outras pessoas a participarem. 6. Crie campanhas internas Campanhas temáticas ajudam a direcionar a criação de conteúdo e facilitam o engajamento. Quando existe um tema claro, os colaboradores conseguem pensar com mais facilidade no que compartilhar, tornando o processo mais natural e consistente. O Employee Generated Content é, no fim das contas, uma das formas mais inteligentes de transformar cultura em comunicação e colaboradores em verdadeiros embaixadores da marca. Empresas que entendem esse movimento deixam de depender apenas de campanhas e passam a construir reputação todos os dias, com histórias reais, vozes e conexões genuínas. A MOTIM, por exemplo, apoia empresas na construção de presença digital com foco em
O que é clipping e qual sua importância para o PR?
Empresas que investem em comunicação sabem que conquistar espaço na mídia é apenas parte do trabalho. O verdadeiro diferencial está em acompanhar, analisar e entender o impacto dessas menções. É nesse contexto que o clipping é uma ferramenta fundamental para profissionais de PR e Marketing.
Por que contar com assessoria digital da MOTIM
Descubra como a assessoria digital da MOTIM é essencial para se destacar na imprensa e usar estratégias para gerar autoridade digital e crescimento.
Marketing de causa: como gerar impacto social e fortalecer sua marca
Saiba como o marketing de causa gera impacto social e fideliza clientes. Veja estratégias, dados e cases inspiradores para a sua marca.
Storytelling baseado em dados: como construir narrativas mais impactantes baseadas em dados
Com o avanço das tecnologias e análise de dados, a comunicação das empresas passa a exigir um olhar muito mais analítico do que apenas criativo na construção de narrativas impactantes. Diante disso, o mercado consumidor também se adaptou a esse cenário, tendo uma necessidade cada vez maior de storytellings mais adaptados, que respondam às necessidades expressas e que aumentem a conexão entre público e marcas. Leia mais: PR baseado em dados: saiba como criar uma estratégia de relações públicas usando métricas Entenda como construir narrativas mais impactantes e envolventes baseadas na análise de dados. Storytelling baseado em dados: o que é? Cada vez mais imersos nos dados, as empresas se veem com o desafio de traduzir essas análises em decisões mais estratégicas. Quando focamos apenas no mundo da comunicação, essas escolhas mais inteligentes são apresentadas na forma de narrativas mais cativantes e envolventes, que consigam conversar diretamente com o público, entendendo as dores, objeções, desejos e preferências. É diante desse enorme campo de informações que nasce o storytelling baseado em dados. Em suma, o storytelling baseado em dados é a prática de construção de narrativas mais envolventes, embasando-se na análise de informações e insights do público a quem se deseja conversar. Vantagens de construir storytellings baseado em dados Um storytelling construído com base em dados consegue conversar e atingir o seu target com muito mais facilidade e eficácia, já que entende exatamente qual o público e como ele se comporta. Nesse sentido, você consegue mensurar o nível de aceitação e penetração que determinada mensagem teve, se conseguiram converter determinado anúncio, inserção, post ou outro tipo de comunicação em vendas e se o público está engajando com a sua marca. Tendo esses dados em mãos, você consegue balizar a sua mensagem e replicar uma fórmula de sucesso que vai trazer resultados mais perenes. Além disso, você consegue desenvolver campanhas e tomar decisões de forma mais assertiva, entendendo melhores canais, públicos, estratégias e formatos. Outra vantagem que vale a pena ser pontuada gira em torno da documentação e criação de histórico para a empresa, que consegue uma visão clara das melhorias, potenciais problemas, do que está indo certo e o que pode ser melhorado. Isso é fundamental para embasar estratégias novas e teorias frente a diretoria das empresas. Como construir narrativas mais impactantes utilizando os dados? Reforçando, a construção de uma narrativa embasada por dados é a união do emocional, através de gatilhos textuais e estratégias de comunicação que engajem e envolvam o público, com o racional e lógico fornecido através dessas análises para potencializar esse contato. Conheça aqui algumas dicas para tornar a sua narrativa mais impactante se utilizando dos dados. Analise os dados corretos Como a mensuração e análise de dados para a construção de storytelling é uma disciplina consideravelmente nova, é bem provável que você utilize de fórmulas prontas e passe a acompanhar as métricas mais conhecidas, que dizem respeito a retorno financeiro, por exemplo. Mas, é importante que haja um trabalho prévio de entendimento do seu negócio e dos objetivos a serem atingidos através dessa análise de dados, para que você consiga estar de olho no que realmente movimenta o ponteiro do seu negócio e resultados que estejam relacionados à comunicação em questão. Além disso, setar os objetivos de cada comunicação é fundamental para que você entenda se os resultados são realmente positivos. A título de exemplo, existem narrativas construídas apenas para fomentar o awareness de marca e não necessariamente a conversão dos público – obviamente que as vendas podem ser uma consequência colateral. Nesse cenário, é muito mais válido analisar visitas ao site ou perfil nas redes sociais do que efetivamente a compra de algum produto ou serviço. Conheça o seu público Tratando-se de um trabalho de comunicação, esse tópico é uma dica bem vinda independente do seu objetivo ou da ação promovida, afinal, para conseguir se comunicar com alguém, é necessário que você saiba quem está tentando atingir. Utilize os dados compilados para construir um perfil que identifique padrões demográficos, como idade, gênero, nível de escolaridade, e outros mais particulares, como interesses, motivações, preocupações, objeções, hábitos de consumo. Com isso, a sua abordagem vai estar adaptada potencializando a força da mensagem. Construa a estrutura da sua narrativa Além de ser pautado por dados, uma boa narrativa, que consegue se conectar ao público, é também produzida a partir de uma boa estrutura, com os objetivos claros. Analisando sob a ótica das relações públicas, é essa a diferença entre uma pauta que cativa a impresa e outra que não conquista as páginas. Além de precisar ser relevante, de interesse público, a pauta precisa comunicar com precisão o que é a empresa, qual o nicho de mercado e o que ela busca com aquele resultado. Vamos dar um exemplo que une todas essas dicas: digamos que uma marca deseja comunicar o seu aporte na imprensa. Com esse cenário em mente, a equipe responsável pela comunicação e relações públicas precisa analisar quais os principais veículos que conversam com o target de potenciais consumidores, clientes, stakeholders do negócio e potenciais investidores. A partir desse mapeamento, é uma questão de análise de dados e relevância desses canais para que o assessor de imprensa corra atrás da redação. Além disso, a construção do storytelling deve levar em consideração as particularidades de comunicação que o público apresenta. Passada a inserção, a equipe deve acompanhar os resultados, quantidade de impressões da matéria em questão e conectar isso com outras métricas de negócio, como através da utilização de links parametrizados. Em suma, a construção de um storytelling baseado em dados é a melhor forma de se comunicar assertivamente com o seu público e maximizar os resultados esperados.
Thought leadership: a importância de contar histórias autênticas e relevantes
Com tantas pessoas disputando lugar umas com as outras na internet, a capacidade de se destacar é crucial, especialmente quando pensamos na estratégia de thought leadership. Aplicar os conceitos por trás dessa técnica pode aumentar o seu reconhecimento e ampliar a sua voz enquanto autoridade em determinado assunto. Descubra o poder que históricas autênticas e relevantes podem ter na sua reputação como figura de liderança: O que é thought leadership? O thought leadership (ou liderança de pensamento), é a prática de se posicionar como uma autoridade no mercado, ou como uma fonte confiável de informações e até inspiração. Através da sua presença, seja por postagens nas redes sociais ou participações em eventos e rodas de networking com as pessoas, é possível trazer ideias inovadoras, suas experiências e visão mais madura para as conversas. Com isso, os profissionais que são considerados autoridades de thought leadership normalmente influenciam pensamentos e práticas, com seus conhecimentos, opiniões e análises de acontecimentos populares. A partir disso, eles compartilham sua expertise em determinada área e passam a ser reconhecidos pela contribuição que fazem aos colegas, outros profissionais e ao mercado, de maneira geral e ampla. Ao longo do seu caminho também vão adquirindo influência, para moldar opiniões por conversas. Qual a importância? No ambiente competitivo de hoje em dia, essa é uma prática que pode te destacar em meio a muitos, não só chamando atenção, mas também deixando a lembrança mais forte na mente do público. Além disso, ser reconhecido como líder auxilia na construção de credibilidade, relacionamentos mais sólidos e duradouros com outros stakeholders também. Também pode desempenhar um papel importante na construção e manutenção da reputação, aumentando a sua visibilidade e se diferenciando dos muitos outros no mercado. Poder das histórias autênticas e relevantes Quando falamos que histórias tem poder na sua estratégia de thought leadership, não estamos falando sobre inventar contos de fadas, mas sim sobre criar narrativas envolventes e cativantes. Compartilhando experiências pessoais, valores e lições aprendidas durante a vida e carreira profissional. Normalmente os relatos contados podem criar conexões emocionais com as pessoas e inspirar o público. Com essas histórias podem ser construídas a confiança e credibilidade, além de demonstrar honestidade e vulnerabilidade. Além disso, é uma forma de humanizar tanto a marca institucional como a marca pessoal, se diferenciando da concorrência. Essas são práticas que podem criar uma reputação positiva e forte, conforme mais e mais pessoas se interessam por você, a construção de comunidade e senso de identificação. Ao contar com uma agência de PR e um serviço de assessoria de imprensa, você pode impulsionar a sua visibilidade como profissional, seja na mídia ou no LinkedIn – ou melhor, ainda: em ambos, de maneira integrada. Ampliando a forma que a sua mensagem é divulgada e investindo no futuro da sua reputação.
Conheça os tipos de persona e como usá-las
Em um mercado cada vez mais digital, aquilo que é personalizado se destaca do que é feito para as massas. Através desse pensamento de segmentação – tanto de nicho, como de público – é possível definir o seu espaço em uma área ampla de atuação e, principalmente, mapear quem é o seu público através da figura de uma persona. É a partir da definição de persona que passamos a entender como lidar com o seus públicos, mapeando as principais dores, distinguindo comportamentos de consumo e muitas outras particularidades. Ou seja, fica mais fácil e assertivo criar uma estratégia de comunicação que realmente converse com o seu Perfil de Cliente Ideal (PCI). Entenda aqui o que são personas, a diferença entre essa nomenclatura e público-alvo e quais os principais tipos que vão nortear a criação da sua estratégia: O que são personas? Persona é uma representação, semi fictícia, do cliente ideal de uma marca. A criação de uma persona gira em torno de pesquisas rodadas com o público-alvo a fim de clusterizar os dados e encontrar pontos em comum, que possam ser boas oportunidades de negócio. Através desse mapeamento de familiaridades, a marca consegue identificar comportamentos mais próximos do padrão que norteiam as decisões de compra e que geram insumos para divulgações cada vez mais eficazes. De forma geral, uma persona conta com características demográficas (como idade, localização, escolaridade, estado civil, entre outros), gostos e interesses que podem ser compartilhados com a marca, necessidades e dores e por aí vai. A título de exemplo, uma marca de vestuário, após um diagnóstico de marca, identificou a sua popularização entre skatistas. A partir disso, é interessante que sejam realizadas ações e campanhas que falem a linguagem desse público, estejam inseridos nesse universo e que ofereçam vantagens aos praticantes e futuros clientes. Diferença entre persona e público-alvo? Se a persona é o desenho específico, que conversa com a ideia de ficção, sobre o PCI de determinada marca, o público-alvo é exatamente o que há de concreto nessa concepção. Quando falamos de público-alvo, nos referimos exclusivamente com o que temos de dados, os mesmos que servem de norteadores para a estruturação das personas. Por isso, podemos nos ater a gênero, idade, localização, escolaridade, profissão, hábitos de compra. Em resumo, apenas dados demográficos, quantitativos. Em contrapartida, a persona apela traz um viés mais qualitativo. Não só cria-se uma história de vida para o cliente, como insere a marca como solucionador de um dos principais problemas dessa pessoa. Sua configuração familiar, hobbies, quais lugares frequenta, suas frustrações do dia a dia são alguns exemplos. Essa é a narrativa responsável por aproximar a marca dos seus consumidores e direcionar a criação de conteúdo. Descubra quais são os quatro tipos de persona Saiba mais sobre cada um dos tipos de persona e descubra qual o mais adequado para o seu negócio: Buyer persona Buyer persona é, em suma, a representação do seu consumidor comprador, sendo o tipo mais comum no mercado. Aqui, é necessário a realização de um trabalho de coleta de dados sobre os clientes, organização dessas informações e unificação de acordo com os padrões de semelhança. É importante salientar que o comportamento de compra deve ser um dos pontos de maior atenção para traçar a sua estratégia de vendas. Aqui, mais deve-se ir a fundo em, por exemplo: quais marcas essa persona consome? Por qual tipo de argumento ela se atrai? Compra no mobile ou nas lojas físicas? No caso da buyer persona, podem haver variações. Se seu negócio possui linhas diferentes de produtos ou serviços, faz sentido que cada um seja representado por uma figura dessa. Assim, fica mais fácil traçar uma boa estratégia de vendas. Audience persona Caminhando na mesma direção que o tipo anterior, Audience Persona também é caracterizada pela criação de um perfil semi fictício com base na coleta de dados, sejam eles demográficos ou de comportamento. O que diferencia uma da outra é o objetivo por trás. Enquanto a Buyer Persona visa entender melhor os hábitos de consumo e de compra do público alvo, a Audience foca apenas no consumo de conteúdo de uma marca no ambiente digital. É através desse estudo aqui que você entende o comportamento do seu consumidor no seu site, blog, redes sociais, campanhas pagas e por aí vai. Proto persona A Proto Persona, como o próprio nome dá a entender, é um protótipo. Podemos considerar ela como a versão anterior a Buyer Persona, já que é construída a partir de insights e percepções de dentro do negócio ao invés de se embasar em dados, porém nesse caso, estamos falando mais de uma experiência com produtos: sites, e-commerces, aplicativos. Salientando a diferença entre a Proto e a Buyer Persona, a primeira é apenas um esboço embasado nas percepções internas, ou seja, sem comprovação científica ou pesquisa por trás. Já a segunda é o desenho final, com fundamentação, análise de dados e um trabalho mais rebuscado. É interessante a construção desse tipo para fornecer uma comparação entre a visão interna e a realidade, sendo uma complemento da outra, além de permitir que seja testada em algumas campanhas piloto a fim de entender resultados até chegar na persona final Brand persona Essa é a representação que tem a própria marca como centro do estudo. É a partir dela que se estabelecem as características, personalidade e valores da empresa. O objetivo do mapeamento dessa persona é a aproximação da marca com os seus clientes, humanização e também serve de direcional para que as áreas de comunicação se mantenham fiéis ao discurso e mensagem que precisa ser transmitida. Ao contrário da buyer persona – onde pensamos na figura compradora – na brand persona estamos pensando na figura de fã. Quais atributos de marca a brand persona se identifica, indica e se fideliza? No mundo ideal, as marcas deveriam se dedicar a estruturar esses quatro tipos, já que atuam de forma complementar
GEO na prática: por que marcas precisam pensar em SEO para IAs
Entenda o que é GEO, como a busca com IA impacta o SEO e conheça as principais estratégias para aumentar a visibilidade das marcas nas respostas generativas.
Por que scaleups devem investir em reputação? Conheça 5 estratégias
Hoje em dia a reputação é importante para qualquer tipo de empresa, inclusive para as scaleups. Mas, sabemos que esse é um tipo de ação que as marcas não costumam investir muita energia, geralmente negligenciado em função de estratégias de performance e ações mais voláteis, que trazem números expressivos pontuais, mas não duradouros. Durante esse artigo vamos entender mais sobre as estratégias que podem ser colocadas em prática para esse porte de empresas, afinal, a reputação se faz importante desde os estágios iniciais de um negócio. O que são scaleups? Como o próprio nome já diz, scaleups são empresas que estão escalando, ampliando o seu negócio e inovando, é claro. No mundo existem mais de 100 mil scaleups, enquanto no Brasil existiam 14.792 desses empreendimentos em 2023, segundo o Relatório ABStartups 2023. Segundo a OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – é entendido que o conceito de scaleup é representado por uma empresa que cresceu pelo menos 20% ao ano durante 3 anos seguidos, e ao longo desse período deve ter pelo menos 10 funcionários. É fácil confundir o conceito e simplesmente pensar que é uma empresa de crescimento alto e rápido. Por isso vamos aprofundar um pouco mais. Uma das propriedades nós já conhecemos, o crescimento acelerado, tanto em receita, clientes e até serviços. E a ideia é que esse crescimento seja feito em larga escala. Outra característica é sua cultura inovadora, a busca por novidades e soluções disruptivas. Afinal, a empresa vai precisar se manter antenada para acompanhar a concorrência e sustentar esse crescimento. Normalmente essa modalidade de negócio acompanha uma liderança visionária – e determinada – que podem se tornar porta-vozes, agregando no reconhecimento da empresa, que também é uma característica da modalidade. Mais um ponto que é importante ressaltar: scaleups não necessariamente precisam ser empresas de tecnologia, mas, em sua maioria, são. A distribuição no setor é bem grande, mas a área de TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação – tem 44% dos negócios, enquanto Serviços conta com 32% e a Indústria com 16%. Diferença de scaleups e startups A confusão entre scaleups e startups é muito comum, mas isso não vai ser um problema para você, pois a gente te explica. Esses dois tipos de empresas têm como principal aspecto a inovação e o potencial. O que as difere é o estágio de desenvolvimento. Uma startup é uma empresa em estágio inicial, que busca validar o seu modelo de negócio, e isso acaba sendo acompanhado por um crescimento instável, que leva a riscos mais altos. Enquanto o modelo de scaleups se encontra em um estágio mais maduro de crescimento, buscando escalar o seu negócio, tomando forma de maneira consistente, sustentável e rápida. Uma startup não é uma scaleups, mas pode vir a se tornar. Por que investir em reputação? Se scaleups tem o desafio de ampliar o negócio, é preciso que mais e mais pessoas as conheçam. Por isso, reputação é primordial. E por que isso é importante para esse tipo de empresa? Reputação é um conceito que está ligado a credibilidade e autoridade – mas não é um sinônimo – e trabalhando em cima desse ponto você consegue fortalecer o seu posicionamento como referência diante do público. Além disso, focando em construir sua notoriedade, é possível que isso atraia não só clientes, mas também abra novas portas, como possíveis investidores e parcerias, algo tão crucial nesse momento de construção e ganho de escala de qualquer negócio. Falando em clientes, fazer uma boa gestão de reputação pode trazer efeitos na fidelização, principalmente quando levamos em consideração que a marca pode impactar na decisão de um cliente. Outro ponto que mostra a importância da boa integridade de uma scaleup, é a possibilidade de se defender e amortecer os impactos de uma crise. Ela é quem garante que os danos gerados à imagem da marca sejam muito intensos. A fidelização mediante um histórico de qualidade e confiabilidade, faz com que os clientes estejam mais propensos a dar o benefício da dúvida durante crises. 5 estratégias para elevar a reputação de scaleups Tendo tudo isso em vista, separamos 5 estratégias para scaleups trabalharem suas reputações! Continue lendo: 1 – Posicionamento da liderança Essa definitivamente é uma das estratégias mais poderosas para empresas, especialmente para as scaleups que precisam fazer um posicionamento assertivo, podendo aumentar sua visibilidade, autoridade e a confiança do público na marca. Para que isso seja atingido é importante que a liderança da marca apareça nas redes sociais e na grande mídia, humanizando sua figura, tornando-a acessível e sendo porta-voz até mesmo dos argumentos de vendas do produto/serviço oferecido. Por exemplo, com uma boa presença nas redes sociais, em especial o LinkedIn – onde é possível fazer networking e se destacar em sua área de atuação – a liderança pode se tornar um especialista, sendo um tipo de referência quando falamos de conhecimento em determinada área. Além disso, pode amplificar a mensagem da empresa, como sua visão e valores, assim como fazer uma diferenciação da concorrência. 2 – Engajamento com a comunidade Seus clientes são sua comunidade! Faça ela trabalhar em prol da sua marca. Essa também é uma ótima forma de acelerar a sua reputação, com uma tática de engajamento em comunidades digitais, proporcionando diferentes experiências e vivências para quem já acompanha a marca na internet. E dentro dessa estratégia é possível pensar em formas de fazer com que a sua própria comunidade se torne um motor para alavancar a sua reputação. Isso acontece porque nós sempre queremos indicar coisas boas para quem conhecemos, e daí surge o marketing boca a boca. Mas para que isso aconteça de forma natural, é preciso trabalhar o senso de comunidade, que pode ser construído a partir de métodos como: Member get member; Programas de cuponagem; Fóruns no WhatsApp; Estratégias para criar relacionamento. 3 – Desenvolvimento de relacionamento com a imprensa Um tipo de prática que não pode faltar em nenhuma empresa é o relacionamento com a imprensa. Afinal, quem não quer sair em