Ativo intangível: como a comunicação pode ser o destaque da marca

Sua empresa seria valiosa hoje se tudo o que restasse fosse apenas a marca? Sem escritório, sem estoque, sem equipamentos — o que ainda sustentaria o valor do seu negócio? Se a resposta não está clara, é um sinal de alerta. Durante muito tempo, o crescimento das empresas esteve ligado ao que era visível e mensurável. Mas esse cenário mudou. Em um mercado cada vez mais digital e orientado por percepção, o diferencial está no que não se pode tocar: o ativo intangível. E a forma como sua empresa se posiciona, se expressa e se relaciona com o mercado pode fortalecer ou enfraquecer o valor da sua marca. Por isso, no artigo de hoje, você vai entender o que é ativo intangível, quais são os principais tipos, como a comunicação impacta o valor da sua marca e como transformar isso em uma vantagem para o seu negócio. O que é ativo intangível? O ativo intangível é todo recurso não físico que possui valor econômico para uma empresa. Diferente de máquinas, imóveis ou estoques, ele não pode ser tocado, mas pode ser percebido, reconhecido e, principalmente, valorizado. Estamos falando de elementos como marca, reputação, relacionamento com clientes, propriedade intelectual e até o conhecimento acumulado dentro da empresa, conhecido como capital intelectual. Esses ativos têm algo em comum: são construídos ao longo do tempo e, quando bem trabalhados, geram vantagem competitiva sustentável. No contexto atual, o ativo intangível não é apenas um complemento, muitas vezes, ele representa a maior parte do valor de mercado de uma empresa. Diferenças entre ativo tangível e intangível Para entender melhor o papel do ativo intangível, vale diferenciar dois conceitos fundamentais: Tipos de ativos intangíveis Uma empresa pode desenvolver diferentes tipos de ativo intangível ao longo da sua trajetória. Entre os principais ativos intangíveis estão: O que é um brand equity (valor de marca)? O brand equity, ou valor de marca, é a materialização do ativo intangível na percepção do público. Ele representa o quanto uma marca é reconhecida, lembrada, confiável e desejada. As empresas com alto brand equity conseguem: Ou seja, investir na sua marca não é apenas uma questão de imagem, é uma decisão estratégica que impacta diretamente o financeiro. Como a comunicação fortalece o ativo intangível A comunicação empresarial é um dos principais motores na construção de ativos intangíveis. É por meio dela que a empresa define sua narrativa, transmite seus valores e ocupa um espaço claro na mente do público. Uma boa estratégia de comunicação não se limita a campanhas publicitárias. Ela se constrói com consistência ao longo do tempo, reforçando o posicionamento de marca e criando uma identidade fácil de reconhecer. Quando bem estruturada, a comunicação: Como investir em brand equity? Tenha clareza no seu posicionamento Antes de comunicar, é preciso saber exatamente o que a sua marca representa. Um posicionamento claro orienta todas as decisões, desde o tom de voz até as pautas de conteúdo. Invista em criação de conteúdo Conteúdo não é apenas produção, é construção de percepção. Ao compartilhar conhecimento relevante, a empresa fortalece sua autoridade e transforma informação em ativo intangível. Alinhe comunicação e negócio A comunicação precisa refletir os objetivos estratégicos da empresa. Quando há alinhamento, cada ação contribui diretamente para o crescimento do brand equity. Construa consistência ao longo do tempo Não existe construção de marca sem repetição e coerência. Marcas fortes são reconhecidas porque mantêm uma linha clara de comunicação. Humanize a sua marca Pessoas se conectam com pessoas, portanto tornar a comunicação mais próxima e autêntica aumenta o engajamento e fortalece o relacionamento com o público. Faça da sua comunicação um ativo intangível poderoso Com foco em reputação, conteúdo e relacionamento com a imprensa, a MOTIM ajuda a sua empresa a desenvolver um ativo intangível sólido e sustentável, aquele que não apenas diferencia, mas posiciona a marca como referência no seu mercado. Se a sua empresa quer deixar de competir apenas por preço e começar a competir por valor, o caminho é investir em comunicação. Conheça mais sobre os nossos serviços de branding!
Tom de voz da marca e como criar autoridade de forma coerente

Você já percebeu que, às vezes, ao ler um post nas redes sociais, já sabe qual marca escreveu aquilo mesmo antes de ver o logo? Isso é um caso de tom de voz de marca muito bem definido. Essa consistência não surge por acaso. Ela é construída a partir de decisões de linguagem que envolvem identidade, público-alvo e tipo de posicionamento. Empresas que desejam fortalecer sua presença digital e construir autoridade precisam desenvolver uma comunicação alinhada, reconhecível e coerente em todos os pontos de contato com o público. Neste artigo, você vai entender melhor o que é tom de voz no marketing, o que define o tom de voz da marca e como aplicar esse conceito para criar uma comunicação mais estratégica. Saiba como estruturar uma linguagem de marca que funcione! O que é tom de voz da marca? O tom de voz da marca é a forma como uma empresa se comunica com seu público. Ele representa a personalidade da marca traduzida em palavras, estilo e abordagem. Indo além de escolher palavras bonitas, o tom de voz define como a marca fala, qual emoção transmite e que tipo de relação deseja criar com o público. Na prática, o tom de voz na comunicação envolve fatores como: Vamos ver um exemplo? Imagine duas empresas falando sobre o mesmo tema. Uma pode explicar de forma técnica e formal, enquanto outra prefere uma abordagem leve e divertida. Ambas podem ser corretas, desde que estejam alinhadas à identidade da marca. É essa consistência que faz com que algumas empresas sejam reconhecidas rapidamente. Benefícios de ter um tom de voz coerente Empresas que produzem conteúdo de forma recorrente em redes sociais, blog, e-mail marketing ou campanhas publicitárias tornam a sua comunicação mais memorável. Veja mais! Reconhecimento da marca Quando uma empresa mantém consistência na forma de se comunicar, o público passa a identificar a marca apenas pelo estilo da mensagem. Expressões recorrentes, forma de explicar conceitos, nível de formalidade e até o ritmo da escrita ajudam a construir uma identidade reconhecível. É por isso que, muitas vezes, basta ler uma legenda ou um tweet para saber qual marca está por trás daquele conteúdo, mesmo sem ver o logotipo. Construção de autoridade Marcas que possuem uma comunicação estruturada transmitem mais credibilidade. Um discurso consistente demonstra clareza de posicionamento e reforça a percepção de profissionalismo. Isso é importante em ambientes digitais, onde a confiança é construída por meio de conteúdo. Maior conexão com o público Um dos grandes objetivos do marketing de conteúdo é criar proximidade com a audiência. Quando a comunicação utiliza uma linguagem alinhada ao perfil do público, a identificação acontece de forma mais natural. Isso faz com que os conteúdos sejam percebidos como mais relevantes, aumentando as chances de interação e engajamento. Coerência entre canais Hoje, uma marca pode conversar com o público em diversos pontos de contato, como redes sociais, blog, site institucional, campanhas de mídia paga, newsletters e até atendimento ao cliente. Sem diretrizes claras de comunicação, cada canal pode acabar transmitindo uma personalidade diferente. Com um tom de voz bem definido, todas essas interações passam a refletir a mesma identidade. Mais eficiência na produção de conteúdo Ter um tom de voz estruturado também otimiza o processo criativo e reduz retrabalhos. Um tom de voz bem documentado funciona como um guia interno para redatores, social media, designers e profissionais de atendimento. Ele ajuda a manter a comunicação alinhada mesmo quando várias pessoas participam da criação de conteúdo. Dessa forma, toda a equipe passa a falar “a mesma língua” quando representa a marca. Tipos de tom de voz mais usados Cada empresa precisa desenvolver um estilo que reflita sua personalidade e as expectativas do público com quem se relaciona. Ainda assim, alguns tipos de tom de voz são bastante comuns no mercado e servem como referência para muitas marcas. Vamos conhecer alguns? Formal O tom formal costuma ser mais objetivo, técnico e profissional. Ele evita gírias, expressões coloquiais e exageros emocionais. Esse estilo é muito utilizado por empresas que atuam em setores como jurídico, financeiro, consultoria e saúde, nos quais transmitir segurança e credibilidade é fundamental. Informal O tom informal é mais próximo do diálogo cotidiano. Ele utiliza frases mais simples, perguntas diretas e uma abordagem conversacional. Esse tipo de comunicação é muito comum em marcas que desejam criar proximidade com o público, especialmente nas redes sociais. Educativo Marcas que trabalham com conteúdo, tecnologia, consultoria ou serviços especializados costumam adotar um tom educativo. Nesse caso, o foco está em explicar conceitos, orientar o público e compartilhar conhecimento de forma clara e didática. Esse estilo é muito utilizado em blogs, materiais ricos e estratégias de marketing de conteúdo. Divertido Algumas empresas adotam um tom mais leve e bem-humorado para gerar identificação com o público. Esse estilo pode incluir memes, trocadilhos, referências culturais e uma abordagem mais descontraída, aumentando o engajamento nas redes sociais. Inspirador Outro estilo bastante utilizado é o tom inspirador, comum em marcas que trabalham com propósito, inovação ou estilo de vida. Nesse caso, a comunicação busca transmitir motivação, visão de futuro e identificação com valores mais amplos. Esse tipo de abordagem é muito comum em empresas de tecnologia. Como definir o tom de voz da sua marca O objetivo é traduzir, em palavras e linguagem, aquilo que a marca realmente representa. Esse processo envolve reflexão, conhecimento do público-alvo e alinhamento interno. A seguir, veja 5 passos para construir um tom de voz da marca. 1. Entenda a essência da marca Antes de pensar em linguagem, é importante compreender a identidade da empresa. Portanto, analise elementos como: Esses fatores ajudam a definir qual tipo de comunicação faz sentido para a marca. Um exercício simples é imaginar a empresa como uma pessoa. Ela seria mais séria ou descontraída? Explicaria tudo em detalhes ou iria direto ao ponto? Seria alguém mais técnico ou mais inspirador? Responder a essas perguntas ajuda a visualizar o estilo de comunicação ideal. 2. Conheça profundamente o seu público Uma comunicação eficiente sempre leva em consideração quem está
O que é clipping e qual sua importância para o PR?
Empresas que investem em comunicação sabem que conquistar espaço na mídia é apenas parte do trabalho. O verdadeiro diferencial está em acompanhar, analisar e entender o impacto dessas menções. É nesse contexto que o clipping é uma ferramenta fundamental para profissionais de PR e Marketing.
Storytelling baseado em dados: como construir narrativas mais impactantes baseadas em dados
Com o avanço das tecnologias e análise de dados, a comunicação das empresas passa a exigir um olhar muito mais analítico do que apenas criativo na construção de narrativas impactantes. Diante disso, o mercado consumidor também se adaptou a esse cenário, tendo uma necessidade cada vez maior de storytellings mais adaptados, que respondam às necessidades expressas e que aumentem a conexão entre público e marcas. Leia mais: PR baseado em dados: saiba como criar uma estratégia de relações públicas usando métricas Entenda como construir narrativas mais impactantes e envolventes baseadas na análise de dados. Storytelling baseado em dados: o que é? Cada vez mais imersos nos dados, as empresas se veem com o desafio de traduzir essas análises em decisões mais estratégicas. Quando focamos apenas no mundo da comunicação, essas escolhas mais inteligentes são apresentadas na forma de narrativas mais cativantes e envolventes, que consigam conversar diretamente com o público, entendendo as dores, objeções, desejos e preferências. É diante desse enorme campo de informações que nasce o storytelling baseado em dados. Em suma, o storytelling baseado em dados é a prática de construção de narrativas mais envolventes, embasando-se na análise de informações e insights do público a quem se deseja conversar. Vantagens de construir storytellings baseado em dados Um storytelling construído com base em dados consegue conversar e atingir o seu target com muito mais facilidade e eficácia, já que entende exatamente qual o público e como ele se comporta. Nesse sentido, você consegue mensurar o nível de aceitação e penetração que determinada mensagem teve, se conseguiram converter determinado anúncio, inserção, post ou outro tipo de comunicação em vendas e se o público está engajando com a sua marca. Tendo esses dados em mãos, você consegue balizar a sua mensagem e replicar uma fórmula de sucesso que vai trazer resultados mais perenes. Além disso, você consegue desenvolver campanhas e tomar decisões de forma mais assertiva, entendendo melhores canais, públicos, estratégias e formatos. Outra vantagem que vale a pena ser pontuada gira em torno da documentação e criação de histórico para a empresa, que consegue uma visão clara das melhorias, potenciais problemas, do que está indo certo e o que pode ser melhorado. Isso é fundamental para embasar estratégias novas e teorias frente a diretoria das empresas. Como construir narrativas mais impactantes utilizando os dados? Reforçando, a construção de uma narrativa embasada por dados é a união do emocional, através de gatilhos textuais e estratégias de comunicação que engajem e envolvam o público, com o racional e lógico fornecido através dessas análises para potencializar esse contato. Conheça aqui algumas dicas para tornar a sua narrativa mais impactante se utilizando dos dados. Analise os dados corretos Como a mensuração e análise de dados para a construção de storytelling é uma disciplina consideravelmente nova, é bem provável que você utilize de fórmulas prontas e passe a acompanhar as métricas mais conhecidas, que dizem respeito a retorno financeiro, por exemplo. Mas, é importante que haja um trabalho prévio de entendimento do seu negócio e dos objetivos a serem atingidos através dessa análise de dados, para que você consiga estar de olho no que realmente movimenta o ponteiro do seu negócio e resultados que estejam relacionados à comunicação em questão. Além disso, setar os objetivos de cada comunicação é fundamental para que você entenda se os resultados são realmente positivos. A título de exemplo, existem narrativas construídas apenas para fomentar o awareness de marca e não necessariamente a conversão dos público – obviamente que as vendas podem ser uma consequência colateral. Nesse cenário, é muito mais válido analisar visitas ao site ou perfil nas redes sociais do que efetivamente a compra de algum produto ou serviço. Conheça o seu público Tratando-se de um trabalho de comunicação, esse tópico é uma dica bem vinda independente do seu objetivo ou da ação promovida, afinal, para conseguir se comunicar com alguém, é necessário que você saiba quem está tentando atingir. Utilize os dados compilados para construir um perfil que identifique padrões demográficos, como idade, gênero, nível de escolaridade, e outros mais particulares, como interesses, motivações, preocupações, objeções, hábitos de consumo. Com isso, a sua abordagem vai estar adaptada potencializando a força da mensagem. Construa a estrutura da sua narrativa Além de ser pautado por dados, uma boa narrativa, que consegue se conectar ao público, é também produzida a partir de uma boa estrutura, com os objetivos claros. Analisando sob a ótica das relações públicas, é essa a diferença entre uma pauta que cativa a impresa e outra que não conquista as páginas. Além de precisar ser relevante, de interesse público, a pauta precisa comunicar com precisão o que é a empresa, qual o nicho de mercado e o que ela busca com aquele resultado. Vamos dar um exemplo que une todas essas dicas: digamos que uma marca deseja comunicar o seu aporte na imprensa. Com esse cenário em mente, a equipe responsável pela comunicação e relações públicas precisa analisar quais os principais veículos que conversam com o target de potenciais consumidores, clientes, stakeholders do negócio e potenciais investidores. A partir desse mapeamento, é uma questão de análise de dados e relevância desses canais para que o assessor de imprensa corra atrás da redação. Além disso, a construção do storytelling deve levar em consideração as particularidades de comunicação que o público apresenta. Passada a inserção, a equipe deve acompanhar os resultados, quantidade de impressões da matéria em questão e conectar isso com outras métricas de negócio, como através da utilização de links parametrizados. Em suma, a construção de um storytelling baseado em dados é a melhor forma de se comunicar assertivamente com o seu público e maximizar os resultados esperados.
Como utilizar tendências da opinião pública a favor da sua marca?
Com o avanço das redes sociais e a democratização da tecnologia, os assuntos considerados de interesse geral ganham ainda mais dinamismo, atingindo milhares de pessoas ao mesmo tempo. Com isso, tendências da opinião pública se tornam cada vez mais frequentes, capazes de influenciar comportamentos e até mesmo a popularidade – ou ausência da mesma – de uma marca. Dado esse cenário, torna-se essencial para a sobrevivência de um negócio o acompanhamento desse diálogo coletivo, a fim de não perder novidades, conseguir se adaptar aos movimentos e se manter relevante no médio e longo prazo. Vem saber mais sobre as tendências da opinião pública e como utilizá-las a favor da sua marca. O que é opinião pública? Partindo do simples, a opinião pública surge a partir da junção de opiniões individuais que acabam sendo adotadas pela coletividade, a partir da identificação de grupos. A partir disso, essas tendências passam a ser vistas como “verdades absolutas” daquele espaço-tempo, ditando comportamentos e ações de um determinado coletivo e culminando em críticas ou aclamações. Quando trazemos essas tendências da opinião pública para a esfera empresarial, falamos de negócios aderindo a certos pensamentos que lhe sejam vantajosos e tenham fit com o que é pregado, a fim de se manterem relevantes. Tais atitudes são vistas com bons olhos pelo mercado, que é fortemente influenciado por essas tendências, como podemos ver com as altas e quedas das ações na bolsa de valores após certos acontecimentos. Além disso, seguir as tendências da opinião pública acabam sendo uma questão de reputação e posicionamento. Por esse motivo, é importante falar que essas alterações precisam estar de acordo com o que é pregado pela empresa, afinal, isso representa muito mais uma mudança de pensamento e atitudes do que apenas atualização do discurso. Não é sobre o que as pessoas querem ouvir, mas sobre mudanças reais que tenham impacto. Outro exemplo simples e muito importante para a sociedade atual é a adesão de algumas empresas à políticas ESG, cada vez mais preocupada com o seu impacto no mundo. Esse comportamento surgiu a partir de um movimento por parte do consumidor final e foi, gradativamente, ganhando força ao ponto de mobilizar negócios a se tornarem agentes mais ativos na minimização de efeitos negativos ao planeta e sociedade. Por que ficar de olho nas tendências de opinião pública? Como dito anteriormente, estar a par das mudanças e opiniões coletivas é o segredo para manter a relevância de uma empresa no longo prazo. São essas adaptações que garantem que aquele negócio vai conseguir se comunicar com a nova geração de consumidores e, principalmente, que ela é apta a continuar concorrendo com outros players do mercado. Falando principalmente sobre o nosso momento atual, em que as redes sociais atingiram o patamar de transformar qualquer usuário em um produtor de conteúdo, é fundamental que as empresas estejam sempre em constante atualização e a par do que está acontecendo no mundo, no seu nicho de atuação e em assuntos que envolvam diretamente a marca. Dessa forma, além de se atualizar, a empresa consegue também assumir uma postura fiscal do que é dito sobre eles – seja positiva ou negativamente -, antecipando oportunidades de negócio e potenciais crises. Além disso, confira alguns motivos do por que ficar de olho nessas tendências: a nossa sociedade está cada vez mais opinativa e as redes sociais configuram um terreno fértil para isso, armando todos os cidadãos de uma plataforma simples e útil para a proliferação de opiniões individuais que podem ser aderidas pela coletividade; é bem provável que todos os parceiros e stakeholders que fazem parte do seu ecossistema estejam nas redes sociais e outros fóruns online e offline; a velocidade da internet faz com que um assunto vire rapidamente um tema delicado e que, se tratando de algo relacionado ao seu nicho, exija o posicionamento da sua marca. Como utilizar as tendências de opinião pública a favor da minha marca? Uma vez entendida a importância de acompanhar as tendências de opinião pública, confira agora algumas dicas para utilizar esses temas a seu favor, consolidando a sua reputação e autoridade ao mesmo tempo que se mantém relevante: Seja um produtor de conteúdo Assuma as rédeas da comunicação de temas que estão relacionados ao seu negócio, reforçando a sua figura de autoridade e criando credibilidade ao longo do tempo. Dessa forma, além de liderar as conversas e trabalhar com o pioneirismo como gerador de oportunidades, você consegue controlar a direção que os temas estão indo e antever crises. Acompanhar e monitorar temas de interesse Em outro cenário, no qual você não foi responsável por emplacar o tema desejado, você também consegue “surfar na onda” de alguma coisa que já está na boca do povo. A partir desse mapeamento, você consegue ser uma das primeiras empresas a adentrar assuntos que provavelmente ainda estão em diálogos apenas de pessoas físicas, liderando esse movimento enquanto marca. Conte com ferramentas de social listening para facilitar o processo de monitoramento. Leia mais: Social Listening: o que é essa estratégia que te ajuda a se comunicar melhor com os seus clientes Analise o comportamento do seu público-alvo Partindo do princípio de que você precisa se manter relevante nos tópicos que dizem respeito ao seu negócio e seu público-alvo, é importante analisar e acompanhar o comportamento online e offline deles. Dessa forma, você consegue gastar energia e tempo com assuntos que realmente sejam rentáveis para a sua sustentabilidade. Não se esqueça de utilizar seus estudos sobre persona para auxiliar nesse processo. Leia mais: Conheça os tipos de persona e como usá-las Riscos de seguir essas tendências Da mesma forma que acompanhar as tendências da opinião pública trazem inúmeros benefícios, é possível que, quando não realizado da forma correta, haja alguns prejuízos perigosos à imagem da sua marca. Diante da cultura do cancelamento, é importante construir uma comunicação extremamente estratégica e autêntica, pensando principalmente que alguns tópicos da opinião pública são tendenciosos e buscam despertar
Thought leadership: a importância de contar histórias autênticas e relevantes
Com tantas pessoas disputando lugar umas com as outras na internet, a capacidade de se destacar é crucial, especialmente quando pensamos na estratégia de thought leadership. Aplicar os conceitos por trás dessa técnica pode aumentar o seu reconhecimento e ampliar a sua voz enquanto autoridade em determinado assunto. Descubra o poder que históricas autênticas e relevantes podem ter na sua reputação como figura de liderança: O que é thought leadership? O thought leadership (ou liderança de pensamento), é a prática de se posicionar como uma autoridade no mercado, ou como uma fonte confiável de informações e até inspiração. Através da sua presença, seja por postagens nas redes sociais ou participações em eventos e rodas de networking com as pessoas, é possível trazer ideias inovadoras, suas experiências e visão mais madura para as conversas. Com isso, os profissionais que são considerados autoridades de thought leadership normalmente influenciam pensamentos e práticas, com seus conhecimentos, opiniões e análises de acontecimentos populares. A partir disso, eles compartilham sua expertise em determinada área e passam a ser reconhecidos pela contribuição que fazem aos colegas, outros profissionais e ao mercado, de maneira geral e ampla. Ao longo do seu caminho também vão adquirindo influência, para moldar opiniões por conversas. Qual a importância? No ambiente competitivo de hoje em dia, essa é uma prática que pode te destacar em meio a muitos, não só chamando atenção, mas também deixando a lembrança mais forte na mente do público. Além disso, ser reconhecido como líder auxilia na construção de credibilidade, relacionamentos mais sólidos e duradouros com outros stakeholders também. Também pode desempenhar um papel importante na construção e manutenção da reputação, aumentando a sua visibilidade e se diferenciando dos muitos outros no mercado. Poder das histórias autênticas e relevantes Quando falamos que histórias tem poder na sua estratégia de thought leadership, não estamos falando sobre inventar contos de fadas, mas sim sobre criar narrativas envolventes e cativantes. Compartilhando experiências pessoais, valores e lições aprendidas durante a vida e carreira profissional. Normalmente os relatos contados podem criar conexões emocionais com as pessoas e inspirar o público. Com essas histórias podem ser construídas a confiança e credibilidade, além de demonstrar honestidade e vulnerabilidade. Além disso, é uma forma de humanizar tanto a marca institucional como a marca pessoal, se diferenciando da concorrência. Essas são práticas que podem criar uma reputação positiva e forte, conforme mais e mais pessoas se interessam por você, a construção de comunidade e senso de identificação. Ao contar com uma agência de PR e um serviço de assessoria de imprensa, você pode impulsionar a sua visibilidade como profissional, seja na mídia ou no LinkedIn – ou melhor, ainda: em ambos, de maneira integrada. Ampliando a forma que a sua mensagem é divulgada e investindo no futuro da sua reputação.
Share of voice: por que monitorar a participação de sua marca no mercado?
Uma prática fundamental para as marcas é o monitoramento do Share of Voice, ou SOV, como também é conhecido. É uma métrica poderosa para empresas que buscam construir uma reputação no mercado em que atuam e entender como suas marcas estão posicionadas frente a outros concorrentes. Vamos nos aprofundar mais neste assunto, para entender conceitos e sua aplicação prática. O que é share of voice? O termo “share of voice” pode ser traduzido como “participação de voz” de uma marca. Mas, muito mais que um termo, trata-se de uma métrica utilizada para quantificar a presença e/ou participação de uma marca quando comparada aos seus concorrentes em um determinado espaço – geralmente na imprensa. De forma mais simples e prática, é uma maneira utilizada para medir o volume de matérias e publicações realizadas na imprensa e que citem ou falem sobre a sua empresa em forma de porcentagem. Na área de relações públicas e na assessoria de imprensa é usado como uma das formas de avaliar a visibilidade e o impacto da reputação da marca em seu nicho. Por exemplo, considerando todas as publicações de fintechs na imprensa, quantas delas falam sobre determinada empresa? E quantas falam sobre suas concorrentes? Esse número, em porcentagem, mostra o SOV. É interessante se manter com o maior número possível de share of voice, para garantir que sua marca esteja estampada em mais locais do que as outras. Para fazer o cálculo dessa métrica tão importante é necessário levar em conta a presença da sua marca na mídia e a visibilidade total dos concorrentes no mercado. Existe uma fórmula para isso: Share of Voice = visibilidade da marca / visibilidade total do mercado X 100 Então quanto maior o SOV, mais atenção sua marca está capturando dentro do mercado, com mais pessoas discutindo e mencionando sua marca com mais frequência. O que pode resultar em um aumento do conhecimento da marca, uma interação mais significativa com o público e, em última análise, um impulso nas vendas. Por que é importante? A métrica do share of voice é muito importante para uma marca que quer construir a sua reputação. Através do SOV é possível medir a sua presença no mercado, permitindo que as marcas entendam sua posição em relação aos seus concorrentes. É uma medida quantitativa do espaço que sua empresa vem ocupando, podendo auxiliar a entender mais sobre a sua competitividade. Outro ponto que torna esse indicador tão importante é a possibilidade de analisar a visibilidade da sua marca. Quanto maior o SOV, mais pessoas estão vendo e falando sobre você, e, ao mesmo tempo, devemos levar em conta a média de visitantes do portal em que você está presente. Uma maior participação de voz muitas vezes está relacionada a um maior engajamento do público. Algo que acontece quando a marca está mais presente na mente dos consumidores e torna-se mais propensa a receber interações, comentários e compartilhamentos nas mídias sociais e em outros canais. Para quem quer passar a investir em reputação, essa mensuração pode servir como direcional para as campanhas de relações-públicas e assessoria de imprensa. Entenda o que é a reputação de marca e como construir a sua! Leia também: Marketing de nicho: como se posicionar da forma correta?
PR para startups: como acelerar a captação de investimentos
É comum que as pessoas interpretem as relações públicas apenas como um canal de comunicação com os seus públicos finais. Mas, principalmente quando pensamos no PR para startups, a imprensa e os jornalistas são peças fundamentais para fomentar o relacionamento com outros grupos estratégicos, como stakeholders, parceiros e – principalmente – investidores. Em relação a essa última parcela, trabalhar a imagem da sua marca frente a formadores de opinião é o que garante redução da percepção de risco por quem pretende injetar dinheiro na sua empresa. Quer entender melhor como funciona o PR para startups e quais as vantagens, principalmente na captação de investimentos? Acompanhe a seguir: Leia mais: Como construir reputação para startups em busca de investimento? O que é PR para startups? De modo geral, o PR para startups não se diferencia tanto das outras estratégias de relações públicas para empresas e companhias que operam em formatos diferentes. Da mesma forma, a disciplina busca promover uma marca, produto ou serviço mudando a percepção que determinado público tem sobre aquilo, de forma positiva. A ideia é que o PR funcione de forma semelhante ao marketing tradicional, divulgando e vendendo algo, porém em um lugar de influência, construção de autoridade, de forma com que a decisão de compra seja ancorada pela imprensa, tida como credível e confiável. Quando pensamos nas relações públicas voltadas para startups, usamos a máxima acima, com adaptações que construam uma estratégia mais conectada aos objetivos da marca. Ainda assim, a disciplina prevê uma construção de imagem positiva da marca, influenciando relacionamento e conexão com todos os públicos de interesse, a fim de contribuir com o crescimento do negócio. Quais as diferenças para as relações públicas tradicionais? É importante estabelecer paralelos, principalmente, em relação ao público que a empresa busca atingir e as metas de médio e longo prazo. A título de exemplo, empresas mais consolidadas, já não precisam mais justificar os seus produtos e serviços e muito menos letrar o público consumidor sobre. Ao pensar em startups, movidas a um crescimento acelerado e a oferta de soluções disruptivas e inovadoras para o mercado, é necessária uma camada de educação do público consumidor antes de que eles estejam prontos para comprar. É nesse momento que o PR se faz diferente. Da mesma maneira, startups e empresas de inovação estão em um estágio muito favorável à captação de investimentos para que o negócio cresça e escale. Por isso, é importante que a assessoria de imprensa volte os seus esforços a fim de conversar com investidores e públicos-chave para a sustentabilidade. Quais os benefícios de investir em uma estratégia de RP para startups? O mercado atual, apesar do conhecimento sobre estratégias de comunicação, ainda vê essas ações como luxo ou, no mínimo, de forma desconexa com o negócio, como um todo. Elas ignoram que o maior benefício de contar com uma estratégia de relações públicas – seja ela para negócios em ascensão, como startups, ou outros mais consolidados – é ter uma comunicação pronta para te aproximar dos seus objetivos de negócio. Confira, a seguir, alguns benefícios de contar com PR para startups: Aumento de visibilidade e credibilidade Um dos benefícios mais batidos – e importantes – quando falamos da atuação do PR. A disciplina, por trabalhar com veículos de alta divulgação, funciona como uma expansão do seu topo de funil. Dessa forma, você atinge uma quantidade maior de pessoas, de forma mais aprofundada, com matérias institucionais, e em parceria com canais de comunicação credíveis. Do ponto de vista da credibilidade, esse é um dos principais ganhos de trabalhar com a imprensa já que não é um trabalho de autopromoção, como acontece com o marketing e os seus derivados, como redes sociais e mídia paga. O PR atua em um processo de osmose, na qual a referência e autoridade de um veículo acaba transbordando para a marca. Principalmente quando pensamos em negócios ainda early stage ou em fase embrionária, essa é uma ótima solução para que o seu projeto de go to market tenha maior aderência e seja mais bem sucedido. Redução de custos com marketing e comercial O PR funciona como um lubrificante das engrenagens do seu negócio, de forma que desafoga todos os times que estão no front, os mais responsáveis por aumentar a receita, como o Comercial, Revenue e Marketing. Quando pensamos no marketing, a ideia é que a sua marca pare de depender da aquisição ativa de clientes, seja através de mídia paga ou de esforços em social, CRM e outras frentes. O seu cliente – uma vez que te conheceu através de veículos de renome e que tenha construído uma relação com você através dessas inserções – passa a te procurar, por iniciativa própria, já com uma maior confiança na sua marca e soluções. Esse ponto nos leva a contribuição com o comercial, que normalmente enfrenta uma quantidade maior de objeções, que tornam o funil mais longo e truncado, principalmente se olharmos da ótica de que startups propõem soluções alternativas, com um processo mais longo de convencimento. No cenário das B2B, essa situação só se agrava mais, fazendo com que o investimento em PR seja ainda mais necessário. Aproximação com públicos de interesse e objetivos de negócio Quando o PR é pensado estrategicamente, ele deixa de ser apenas sobre visibilidade — e passa a ser sobre acesso. Acesso às conversas certas, aos públicos que influenciam o crescimento e às oportunidades que impulsionam o negócio para o próximo estágio. A comunicação tem o poder de abrir portas. Ao construir uma narrativa clara sobre o propósito, o diferencial competitivo e o potencial de expansão da sua marca, você não só informa – você conecta. E essas conexões são o que aproximam o negócio de seus objetivos reais: atrair parceiros, conquistar confiança e gerar desejo de participação. É assim que o PR se torna uma ponte entre reputação e resultado: ao traduzir a ambição da marca em histórias
Quais métricas de assessoria de imprensa acompanhar e como mensurar os resultados de suas ações
Todo mundo que trabalha com Relações Públicas já ouviu a falácia de que essa disciplina não traz resultados. A verdade é que o mercado falhou, muitas vezes, em conseguir traduzir as métricas de assessoria de imprensa para uma linguagem mais mercadológica e que realmente mostre o impacto dessas ações no ponteiro dos negócios. As famosas empresas data driven aumentaram a régua de acompanhamento de métricas, o que acabou refinando a análise de resultados em todas as áreas, com destaque para o mundo da comunicação. Por isso, hoje em dia, falar de quantidade de clippings e centimetragem, por exemplo, é viver no passado. Além desse ponto, é válido pensar na subjetividade de alguns indicadores. Foi pensando nesse assunto, que ainda gera muitas dúvidas, que fizemos esse artigo, reunindo as principais métricas de Relações Públicas e como mensurar o impacto das ações de assessoria de imprensa. O que são métricas de assessoria de imprensa e qual a importância delas? As métricas de assessoria de imprensa são números que nos ajudam a comprovar para marcas e clientes que as ações estão surtindo efeito e movimentando o negócio de alguma forma. Essas métricas atestam a qualidade e eficácia das estratégias definidas e dão um norte para os parceiros de RP saberem qual rumo tomar, que tipo de pauta deve ser vendida e qual o melhor veículo para comunicar a mensagem. É verdade que a assessoria de imprensa não dá resultado? Assim como muitas áreas do marketing que giram em torno do crescimento orgânico, a assessoria de imprensa já caiu na fake news de que não dá resultado palpável para as empresas, ou seja, não movimenta o negócio e nem traz lucro. A verdade é que todo o trabalho de relações públicas e assessoria de imprensa resulta na construção e consolidação de reputação, o que pode ser uma ideia um pouco abstrata. Quando falamos de reputação aqui, nos referimos ao fator decisivo que fará com que os consumidores confiem ou não na sua empresa e que acreditem que vocês são autoridade e referência sobre determinado assunto, serviço ou produto. É uma métrica de longo prazo, que precisa ser construída através de presença e recorrência em diversos canais. Mas que, quando feito estrategicamente, pode dar resultados no curto prazo, sim. Em negócios B2B, por exemplo, é possível identificar um encurtamento na jornada de vendas, enquanto que nos B2C, é possível fazer uma análise qualitativa dos clientes que estão chegando organicamente através do last click. A assessoria de imprensa entra como a principal ferramenta na construção dessa imagem de autoridade, reforçando a presença em veículos de comunicação e construindo uma narrativa sólida que consiga transmitir o propósito e trabalho da marca. Dando um exemplo na prática, o marketing de performance ou CRM são as principais iniciativas que atraem clientes e “geram lucro” imediato, pois são disciplinas que é possível extrair um ROI instantâneo. Porém, sem uma marca consolidada e confiável, a venda se torna muito mais complexa, com um processo de conversão mais difícil, caro ou altas taxas de churn. O que não aconteceria caso houvesse investimento em um RP de qualidade. Quais métricas de assessoria de imprensa acompanhar? É muito possível que você já tenha buscado entender um pouco sobre centimetragem ou quantidades de clippings e usado esses resultados como forma de evidenciar o sucesso das ações de PR. Mas, com a modernização do nosso mercado, a disputa não é mais sobre espaço e, sim, sobre a conquista da atenção do público-alvo. Então, não é a escolha mais rentável continuar acompanhando a quantidade de centímetros que uma inserção vai ter ou até mesmo quantos veículos de imprensa foram alcançados. A análise aqui deve ser mais focada em qualidade do que quantidade, já que é preciso falar com o público certo. Entenda aqui algumas das métricas que você deve ficar de olho quando falamos de assessoria de imprensa e relações públicas: Alcance, Impressões e Engajamento O primeiro passo na mensuração do sucesso de uma campanha é identificar a quantidade de pessoas que foram atingidas por aquela mensagem, ou seja, o alcance. Em um primeiro momento, esse número já traz uma visão preliminar do resultado da ação. Porém, é preciso descer mais no detalhe e entender a qualidade desse impacto. É nesse momento que entram métricas de engajamento, a fim de compreender a recepção do público diante do que foi comunicado. O acompanhamento do tráfego no site, cruzando com os disparos na imprensa, é uma boa métrica de engajamento, bem como a quantidade de tempo que um usuário passou na página. Entender as flutuações de indicadores do negócio junto das inserções na mídia é um bom indicativo de que o PR está gerando engajamento. Para finalizar, também é válido ficar de olho nas impressões, ou seja, no número de vezes que a sua ação foi exibida. Diferente do alcance, que conta usuários únicos, aqui a métrica vem menos limpa mostrando a quantidade bruta e ignorando que uma mesma pessoa pode ter sido impactada pela ação mais de uma vez. Exposição Qualificada A exposição qualificada, como o próprio nome sugere, é uma métrica que mede a qualidade de uma inserção. Podemos classificar ela por sentimento ou por protagonismo, confira abaixo a diferença entre elas. Quando falamos na classificação por sentimento, buscamos entender um pouco mais sobre o teor da mensagem transmitida. Se a inserção foi promotora (retratando a imagem da marca de forma positiva), detratora (uma crítica ou algo que traga um viés negativo), balanceada ou inócua (tipo de inserção que acaba não surtindo muito efeito na visão da marca pelos leitores). Já a classificação por protagonismo busca entender se a marca foi foco da matéria ou se houve apenas uma menção. É importante frisar que não basta ser apenas citado, já que você pode acabar passando despercebido pelo leitor. Penetração nas mídias Penetração nas mídias é basicamente a cobertura de imprensa que a sua matéria teve, ou seja, a inserção da
Como conectar a construção de reputação da sua marca com estratégias ESG?
Dado o comportamento do consumidor moderno e as tendências das próximas gerações, é notória a preocupação genuína com aspectos sociais e relacionados ao meio ambiente. Com isso, cada vez mais, as práticas de ESG se fazem necessárias na criação de estratégia das marcas, principalmente quando falamos da construção de reputação. Mas, você sabe como uma agenda de iniciativas ESG pode ser uma forte aliada na construção da imagem da sua marca? Saiba mais sobre: O que é ESG? ESG é uma sigla que, em inglês, significa Environmental, Social and Governance. Nesse sentido, podemos resumir que ESG é um conjunto das melhores práticas focadas na preservação ambiental, responsabilidade social e transparência empresarial. Com origem em um Relatório da ONU, lançado em 2004, as práticas de ESG estabelecem algumas ações, como: Preocupação com a emissão de poluentes através da atividade da sua empresa, busca por alternativas sustentáveis, gerenciamento do lixo produzido, do aspecto ambiental; Respeito às leis trabalhistas, promoção de boas condições de trabalho que valorizem um ambiente agradável e seguro, apoio à diversidade e inclusão, atuação ativa e cuidado com a comunidade na qual a empresa está inserida e posicionamento em relação a causas sociais e ativistas, do ponto de vista social; Quando falamos das boas práticas de governança, abrangemos políticas de controle de processo, transparência a fim de combater atividades corruptas e comprometimento ético e moral com todos os funcionários e stakeholders. ESG e Marca: onde se encontram? De bate pronto, podemos afirmar que uma política de ESG é uma forte ferramenta de construção de reputação, afinal, empresas preocupadas com o ambiente em que estão inseridas, indo muito além do lucro obtido, abrilhantam os olhos dos consumidores e do mercado, já que percebem uma certa empatia e um olhar mercadológico sustentável. Afinal, uma empresa que constrói o seu império desrespeitando a comunidade em que está inserida, o meio ambiente e os seus stakeholders é uma empresa sem futuro, sem mercado consumidor e sem a reputação necessária para se manter operante. A partir do momento que você alia a sua estratégia de marca, a comunicação dos pilares e valores da empresa, com práticas de ESG, diversas áreas são impactadas. Confira a seguir: Recebimento de investimentos Foi-se o tempo em que investidores queriam saber apenas sobre reportes financeiros e uma projeção de lucro. Com isso, o olhar atento de quem investe passou a analisar diversas outras searas de uma organização a fim de atestar a capacidade dela de ser sustentável. Dessa forma, além dos aspectos básicos de ESG, principalmente quando falamos das práticas de governança, a fim de evitar crises de imagem, escândalos e punições financeiras por parte dos reguladores, os investidores também prestam atenção na consequência da adoção de políticas de ESG. Como já ressaltamos, práticas ESG contribuem muito na construção de reputação de uma empresa, na forma como ela é percebida pelos consumidores e investidores e também na capacidade de gerar retorno. Além disso, existem fundos de investimento movidos por empresas com propostas sociais interessantes, que busquem solucionar dores latentes do planeta e que utilizem o dinheiro investido para propor soluções criativas que ajudem alguma parcela da população. Percepção dos consumidores Na mesma seara da construção de reputação, o estímulo a práticas ESG e um discurso alinhado com tal são ferramentas chave na conexão com seu público e melhora na percepção, já que conversam diretamente com o sentimento dos consumidores. Isso faz com que haja um sentimento de inclusão e pertencimento, principalmente quando falamos de ações voltadas para o social e ativismos, o que culmina em um público mais engajado com a sua marca. Além disso, como consequência, essa melhora na percepção do público, como um todo, acaba respingando no employer branding da marca, aumentando o desejo de se trabalhar nesse ambiente. Benefícios monetários Para finalizar, e, falando especificamente do viés de governança e transparência, tais práticas de ESG contribuem para uma redução no pagamento de impostos e, em alguns casos, até mesmo isenção. Em outra ótica, a melhora na percepção do público sobre a sua empresa também contribui para o aumento nos lucros. Cuidados com uma comunicação ESG Querendo ou não, as práticas de ESG são conteúdos de marca, que favorecem a imagem institucional de uma empresa e que, normalmente, caminham juntas com os pilares e valores cultivados dentro desse ambiente corporativo. Mas, da mesma forma como são aliados na construção de uma reputação mais sólida e admirada pelos seus consumidores, também podem ser inimigos caso a estratégia desenhada por trás vise apenas o benefício financeiro das empresas. Vale ressaltar que desenvolver estratégias alinhadas com as práticas de ESG precisa ser um trabalho genuíno, que não seja incentivado apenas em prol da tendência ou para manipular os seus consumidores. Tal comportamento pode receber o nome de de greenwashing – quando voltada para iniciativas ambientais – e é altamente prejudicial à imagem da empresa. É nítido para os consumidores, principalmente aqueles mais atentos que configuram a nova geração, quando uma empresa utiliza de pautas sociais, ambientais e de governança apenas para se beneficiar e lucrar. Afinal, ser uma empresa ESG vai muito além do discurso. Então, a ausência de uma cadeia de ações, que abranjam o cuidado com a comunidade na qual a empresa está inserida, cuidados com o impacto ambiental e práticas de transparência, denunciam a falta de veracidade dessa narrativa. Como melhorar a sua reputação a partir das práticas de ESG Confira a seguir algumas dicas de como comunicar as suas práticas de ESG a fim de melhorar a percepção do seu público e construir uma reputação mais sólida. Tenha um diagnóstico completo da maturidade da sua empresa em relação ao ESG, a fim de entender as suas forças e fraquezas neste assunto e comunicar tais práticas da forma correta; Conscientize os seus funcionários, principalmente líderes. A mudança precisa vir de dentro e estar enraizada na cultura organizacional o bastante antes de se tornar um assunto público. Dessa forma,